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Passamos em revista os destaques da imprensa nacional e internacional, hoje com a Teresa Freire. Bom dia, Teresa.

Bom dia, Emílio.

Vamos começar por olhar para o Diário de Notícias: o FMI deixou um alerta. Seis das oito maiores ameaças à economia devem concretizar-se e causar danos relevantes.

O Fundo Monetário Internacional fez uma matriz de riscos internos e externos da economia e concluiu que, no topo, estão as novas barreiras à imigração, o envelhecimento, a dívida, as tarifas e as guerras. No âmbito da nova avaliação do artigo quarto a Portugal, o FMI concluiu que o país enfrenta atualmente oito grandes riscos.

Vamos então enumerá-los, Teresa.

As tensões geopolíticas e a intensificação dos conflitos, o protecionismo e as proteções do comércio global, a volatilidade dos preços das matérias-primas e a exposição a este tipo de bens, as vulnerabilidades orçamentais e o aumento das taxas de juro do país, as ciberameaças, as recentes barreiras à imigração impostas pelo atual governo, as alterações climáticas e terminamos com a persistência da inflação subjacente.

No Jornal de Negócios: o Fundo de Resolução tem reservados 630 milhões para os lesados do BES.

Este valor está posto de lado caso venha a ser necessário reembolsar parte dos credores do antigo Banco Espírito Santo, em causa às contas de 2025, que até melhoraram por via da venda do Novo Banco e dos dividendos entregues pela OiTant. No entanto, o eventual pagamento de compensações no âmbito do processo de liquidação levaram à constituição desta provisão.

No Jornal de Notícias: os operadores da linha SNS 24 perdem parte do salário quando vão à casa de banho.

E não só. O mesmo acontece se os operadores forem comer um pequeno lanche ou se descansarem durante alguns minutos. Em causa está uma denúncia feita sob anonimato por vários profissionais da plataforma, tida como uma das principais portas de entrada no SNS, acusam a Altice de perpetuar um modelo de prestação de serviços assente na precariedade, na falta de autonomia e no desgaste crescente. Outra das críticas apontadas pelos operadores prende-se com a ilegalidade do vínculo laboral.

Fechamos a imprensa nacional com o jornal Público, que faz manchete com os efeitos dos dois sismos que passaram pela Venezuela.

O Público tenta compilar todas as informações mais relevantes que eram sabidas à hora do fecho desta edição. Os dois terramotos, de magnitudes de 7,2 e 7,5 na escala de Richter, afetaram a região de Caracas e La Guaira. Contam que a crise humanitária afeta a numerosa comunidade de lusodescendentes, que, e passo a citar, "vive horas de angústia na tentativa de localizar familiares e amigos desaparecidos". Realçam ainda que este desastre natural vem tornar mais caótica a vida num país que é afetado por uma severa crise económica.

E continuamos a dar destaque ao sismo que abalou a Venezuela, mas agora na imprensa internacional. O jornal venezuelano El Nacional faz manchete com as declarações da porta-voz do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que confirma que a administração de Donald Trump está a coordenar o envio de ajuda humanitária.

Em entrevista ao jornal venezuelano, Natalia Mulano, a porta-voz em espanhol do Departamento de Estado norte-americano, afirmou que desde as primeiras horas após estes dois sismos que a Casa Branca ativou uma resposta coordenada entre as diferentes agências federais para mobilizar recursos para a Venezuela.

Vamos ainda ao britânico The Guardian, que nos últimos dias tem destacado a onda de calor que está a assolar a Europa Ocidental.

Esta onda de calor é a mais severa e generalizada de sempre. Os cientistas consideram que esta onda de calor se deve à crise climática provocada também pelos combustíveis fósseis, tendo em conta que, nesta altura, metade das 850 maiores cidades da Europa está a sofrer esta maior onda de calor de sempre.

Teresa Freire e a conferência de imprensa, que está de regresso na próxima semana.