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Nos próximos minutos falamos de desporto na Rádio Observador. Está no ar mais uma edição de "E o Campeão É", com destaque para os resultados da Liga Europa, a começar pelo Futebol Clube do Porto, que foi feliz na Alemanha frente ao Estugarda. Menos sorte teve o Sporting Braga na Hungria com o Ferencváros. Sem esquecer que as contas de Portugal são bastante positivas. Primeiro, apresentar o plantel que me acompanha no dia de hoje. Dou as boas-vindas ao Augusto Inácio, ao Gabriel Alves, ao Pedro Henriques e comigo em estúdio está a Mariana Fernandes. Sejam todos bem-vindos. Vamos começar por falar desta vitória do Futebol Clube do Porto diante do Estugarda, 2x1, na primeira mão dos oitavos de final da Liga Europa. Mariana Fernandes, vou começar por ti e por um Futebol Clube do Porto que se coloca numa ótima posição nesta eliminatória.
Sim, coloca-se numa boa posição. Eu acho que não dou o ótimo, porque acho que este Estugarda mostrou ontem, é certo que estava a jogar em casa, mas mostrou ontem que é uma equipa que tem capacidade, pelo menos, para causar muitas dificuldades ao Futebol Clube do Porto. Ou seja, tendo como base que o Porto e a grande valia deste Futebol Clube do Porto é a sua organização defensiva, ontem vimos acontecer algo que acontece raramente com este Futebol Clube do Porto de Francisco Farioli, que é alguns erros de marcação, principalmente no gol do Estugarda, isso fica muito claro, mas já numa ocasião e numa oportunidade anterior do Demirović, que é um remate por cima, Demirović aparece sozinho na grande área. Portanto, um Porto um bocadinho perdido com as referências ou com aquela maneira de marcar o ataque e as movimentações bastante interessantes até da equipa do Estugarda e uma equipa muito física que aí se equipara ou é até superior ao Futebol Clube do Porto. Ou seja, aquilo que também é a grande mais-valia deste Futebol Clube do Porto e desta equipa, a sua fisicalidade, a sua agressividade, do ponto de vista positivo, a sua intensidade, tem paralelo neste Estugarda, que é uma equipa que também aposta muito-
E o gol do Estugarda mostra isso mesmo.
Exatamente.
Thiago Silva acaba por não ter força suficiente para evitar o gol.
Exatamente. Que é uma equipa que procura também muito o choque e o duelo e que ganha a larga maioria desses duelos. Portanto, acho que é uma equipa que consegue, de facto, criar muitas dificuldades ao Futebol Clube do Porto e isso notou-se no jogo de ontem. Depois, ainda assim, eu acho que coletivamente, individualmente, o Porto é uma equipa melhor, daí achar que o Porto parte em boa posição, obviamente, em vantagem, jogando em casa, tem tudo para chegar às quartas de final da Liga Europa, mas vai ter de melhorar ou pelo menos procurar melhorar aquilo que é, acho eu, o grande handicap ainda desta equipa do Futebol Clube do Porto, que é a incapacidade total de matar jogos e, neste caso, de matar uma eliminatória. O Porto ontem teve, principalmente na segunda parte, imenso espaço para correr, imenso espaço para explorar a profundidade que deixava o Estugarda nas costas da defesa e nunca conseguiu fazê-lo com qualidade ou raramente conseguiu fazê-lo com qualidade. Lembro-me apenas de uma ocasião do Gabri Veiga já bem dentro do período de descontos, para aí aos 90 mais sete. Portanto, é um Porto que tem alguma incapacidade de, vendo-se a ganhar, vendo-se em vantagem, matar os jogos. E isso já se viu no campeonato, já se viu na Liga Europa, continua a ver-se na Liga Europa, já se viu também nas outras competições. Ainda assim, acho que o Porto é melhor, parte em vantagem, tem tudo para seguir em frente.
Augusto Inácio, estiveste a acompanhar a partida aqui na Rádio Observador. Já ontem destacavas que o Futebol Clube do Porto esteve em risco de perder o controle do jogo e também esta ideia de que o Futebol Clube do Porto não conseguiu matar o Estugarda.
Boa tarde a todos. Deixem-me dizer, em primeiro lugar, que esta é a quinta vitória do Futebol Clube do Porto em solo alemão. Já em 94 ganha o Werder Bremen 5x0, em 2000 o Hertha de Berlim 1x0, 2006 Hamburgo 3x1, 2023 Belenenses 3x0 e agora ganha 2x1. Ganha 2x1, mas tal e qual como no jogo do Luz, o Futebol Clube do Porto teve campo aberto para poder produzir muito mais gols do que aquilo que fez. E aquilo que, aliás, o Farioli disse isso na conferência de imprensa e eu vinha referindo isso nos comentários. Nos últimos 10 minutos da primeira parte, viu-se um Porto completamente diferente, com os jogadores a complicarem aquilo que estava fácil, a deixarem de jogar como equipa e a darem alento ao adversário. Nesse período, o Estugarda fez 1x2. Na segunda parte, o Futebol Clube do Porto realmente uniu-se mais em termos defensivos, chamou o Estugarda para o seu meio-campo, mas depois não soube aplicar o contra-ataque com a eficácia que se previa, até porque isto também já foi uma cópia um bocadinho idêntica àquilo que foi o jogo no Estádio da Luz, em que o Porto também teve muito espaço e não soube aproveitar. É uma vitória boa, é uma vitória que não é decisiva, e é uma vitória em que também o destaque da imprensa acho que não foi o melhor. Diria eu que o Futebol Clube do Porto, com esta vitória, Portugal fica com o sexto lugar do ranking, coloca seis equipas nas competições europeias na época 27/28 e coloca três equipas, duas diretamente a Champions e uma terceira na terceira pré-eliminatória da Champions. Esta vitória foi muito mais do que o Porto ganhar, foi uma vitória do futebol português que, infelizmente, na imprensa portuguesa, teve pouco destaque.
Gabriel Alves, quero também escutar-te sobre este encontro. Que notas tiras desta noite europeia do Futebol Clube do Porto?
Boa tarde. Falava-se de um jogo de alto índice físico, até por ter em conta aquilo que é o futebol alemão e o futebol do Estugarda, que é isso mesmo. E a verdade é que este Futebol Clube do Porto mostrou, para já, independentemente de tudo o que disseram, e muito bem, a Mariana e o Augusto Inácio, mostrou que tem estofo para isso. O mesmo não aconteceu em relação ao Sporting de Braga, que se viu abafado na tal questão física do Ferencváros da Hungria. Portanto, direi que lhe falta. Eu penso que Samu está a fazer muita falta ao Futebol Clube do Porto, até naquilo que é a dimensão e a dinâmica do seu futebol. Na forma como Samu se posiciona e na forma como o meio-campo do Futebol Clube do Porto trabalha com Samu e Samu trabalha com elePortanto, Samu é uma figura que deste momento, pela sua ausência, ainda toma mais relevo, porque faz falta. E o Porto terá que pensar muito seriamente em ter um ponta de lança à altura daquilo que é o futebol do Samu. Mas, para já, a verdade é esta: o Porto está a saber contratar. Se é um futebol para físico, se é um futebol para isto e não há equipas perfeitas, e de fato não mostra, reparem bem, quem é que ele contratou no mercado de inverno? Dois jogadores de futebol força. Ontem a arte e a força estiveram no golo, o Mora e o Mofi, num jogo da tal intensidade com que se previa. E ter atenção numa coisa que, de fato, o Augusto ontem falou e muito bem no campeão, naquilo que é a gestão de Farioli, porque Farioli sabe o que está a fazer. Reparem que ontem só jogaram Diogo Costa, Ben Narek e Alberto Costa, vindos do jogo da Luz. O resto foi outra equipa. Portanto, ele está a saber gerir. E eu estou a dizer a contratação dos tais jogadores que eles sabem para aquilo que pretendem e para a metodologia. E isto vem também de acordo com algo que me parece que é evidente. Farioli e o presidente do Futebol Clube do Porto, obviamente, conversam. Presidente foi há muito pouco tempo um treinador. Claro que não têm que andar na praça pública a dizer o que conversam, o que dialogam. Não, eles dialogam. Até porque são pessoas ainda um pouquinho mais velhas, Vilas-Boas, mas são ainda gente da área da juventude. E Farioli ouve, certamente, o presidente do Porto e o presidente do Porto ouve Farioli. Portanto, conversam e há, naturalmente, um projeto que se está a ver. E reparem, eu quero só dizer, esta congregação entre jogadores mais maduros e jogadores mais jovens é algo de extremamente importante. Já se falou aqui no Pablo Rosário. A exibição que ele ontem fez, os duelos que ele ganhou num jogo onde houve duelos atrás de duelos. Reparem, o Futebol Clube do Porto ganhou 53 para 48. Isto é importante. E onde esteve a principal figura? Rosário. Portanto, atenção a este Futebol Clube do Porto, nada está ganho, obviamente, antes pelo contrário, os jogos que se ganham é na realva e o Estudo Cardiff é uma equipa que tem estofo e vai fazer tudo para ultrapassar a eliminatória e ganhar a eliminatória. Mas fica aqui um bom exemplo, e eu acho que Portugal tem que começar a olhar lá para fora e começar a perceber que isto não vai só com brincar na areia, com habilidade, comer pipocas. "Ele é bom!" Não, vejam bem, há aí clubes que fartaram-se de contratar, o Aiú. Olha onde é que ele está. Olha, já não está praticamente em lado nenhum.
E há boas notícias para Portugal, que já falaremos depois também de abordarmos este jogo do Braga. Para já, Pedro Henriques, o que é que tens a acrescentar a este jogo do Futebol Clube do Porto com os portugueses?
Dois pontos. Em primeiro lugar, não é para a próxima época que nós vamos ter três equipas na Liga dos Campeões, ok? É 27/28. Não estou a dizer em relação à malta que está aqui a falar, mas já ouvi abordagens que é para a próxima época. Não, é 27/28, três equipas. E dizer que a comunicação social deu destaque. A Bola tem dois terços de uma página só dedicada a isso e, portanto, deu destaque. É preciso irmos lá procurar. Ponto número dois, fantástico aquilo que se refletiu ontem no jogo do Futebol Clube do Porto e que se refletiu nestes últimos jogos. Gestão do Futebol Clube do Porto em alta. Consegue tirar vários jogadores, meter outros e está a conseguir aquilo que pretende, que é, neste caso, passar uma eliminatória, que ainda não está ganha, obviamente, e sobretudo, manter-se em cima, no topo da nossa liga portuguesa, com alguns altos e baixos e, portanto, o mercado de inverno a funcionar e ontem viu-se isso. Para mim, Diogo Costa, o melhor em campo, não tenho dúvidas nenhumas. A gente normalmente aponta os dedos para quem lá está dentro, mas vejam lá os vários momentos, minuto 58, minuto 82, etc. Portanto, Diogo Costa fez toda a diferença. Fiquei espantado, porque já tinha ouvido falar bem, não o conhecia bem, um jogador que é o El Kanoussi. Realmente o homem é o chamado talento por assalto, é o marroquino. E os dois últimos pontos. Se Diogo esteve muito bem, eu ontem, se tivesse até que destacar alguém de forma diferenciada, era o Zaidu, que normalmente é o patinho feito. O homem correu o campo todo e levou pau até o osso, o desgraçado saiu de lá todo machucado. E finalmente, a última coisa que vou já dizer que tem a ver com o Porto, com Braga e com o Sporting, escrevam aí, eu já tinha dito isso, eu sei que a malta agora diz que eu estou maluco do cérebro, vão passar as três equipas à fase seguinte. O Porto vai passar, o Braga vai passar, muito melhor que ontem. Quem viu o jogo percebe que não tem nada a ver com o resultado e o Sporting também vai passar.
Ora bem, são as apostas do Pedro Henriques.
Zé, deixa-me só dizer. Quando eu falo do destaque da imprensa, A Bola não é a única imprensa. Há muitos canais televisivos, há muitos jornais e é preciso também perceber isso. Não é o destaque só de A Bola. E o destaque só de A Bola é no site. No papel não vi nada disso.
Está. Vai lá à página. Primeiro lê a minha página e está mentira.
Eu sei, mas viste as televisões? Deram algum destaque? Deram algum destaque? Não deram.
Mas em termos da página de A Bola, de Portugal contra as equipas em 27/28.
A Bola não é a única imprensa.
O Record também tem, Jornal do Jogo, os três jornais desportivos a dar destaque, quer no papel, quer no online.
Vê as televisões.
Sim, mas as televisões têm 15 e 20 mil pessoas de audiência e um vídeo numa página de A Bola tem 400 mil. É só para percebermos a diferença.
Pronto. Mas é mais vista a televisão do que o jornal.
Não, o online, um vídeo do online tem 400 mil visualizações e a televisão tem 15 mil.
Não vale a pena estamos a fazer com esses tipos de contagens. Há ainda o jogo do Sporting Braga para analisar. Mariana Fernandes, os Guerreiros do Minho acabaram por sair derrotados na Hungria, perderam por 2 x 0 para o Ferencváros, uma derrota que não fecha uma eliminatória, mas que ainda complica bastante o cenário para os Guerreiros.
Sim, e eu aqui, ainda que obviamente espere que o Sporting Braga siga em frente e consiga dar a volta na segunda mão, não consigo concordar com a ideia do Pedro Henriques de que o resultado não espelha aquilo que foi o jogo ou não espelha aquilo que é a diferença de qualidade entre as duas equipas. Se eu acho que o Sporting Braga é melhor? Acho. Se eu acho que o Sporting Braga foi melhor ontem? Claro que não. Acho que o Ferencváros conseguiu claramente impor-se ao Sporting Braga, que foi frágil a defender, foi frágil a sair para o ataque. Obviamente não quero pôr aqui o ónus em Carlos Vinicius, porque acredito que a equipa tenha preparado o jogo sabendo perfeitamente o adversário que ia enfrentar, mas acho que poderá ter achado que era demasiado favorito ou que era mais favorito do que aquilo que era contra o Ferencváros. Entrou claramente com uma ideia quase um bocadinho condescendente na forma como se apresentou em campo e eu acho que o Ferencváros conseguiu aproveitar isso da forma mais clássica, mais calculista e mais fria. E é preciso lembrar quem é que está no banco de suplentes do Ferencváros, que é um senhor chamado Robi Kiss, que tem muitos anos disto e que sabe perfeitamente como enfrentar uma eliminatória europeia. Portanto, eu acho que o Sporting Braga terá de enfrentar a segunda mão de forma muito mais séria do que esta primeira mão para conseguir seguir em frente.
Gabriel Alves, qual é o teu ponto de vista? Acreditas que os gregos no domingo têm o que é preciso para virar o resultado em Portugal?
O jogo vai ditar. Eu subscrevo na íntegra, com vírgulas, ponto e vírgulas e pontos, o que a Mariana acabou de dizer. Esta é a grande verdade. Para mim, é uma fotografia perfeita daquilo que foi o jogo de ontem.
Augusto Inácio, o que notas é que retiras do encontro do Braga?
Noto que o Braga não gosta muito das intensidades, não gosta muito da fisicalidade, gosta mais de um futebol mais técnico. Não se soube impor na Hungria. Vamos ver se consegue-se impor em Braga, porque o Braga como coletivo realmente é melhor, mas é preciso mais qualquer coisa do que aquilo que o Braga não deu ontem.
Tenho que falar, peço desculpa.
Pedro Henriques, quero ouvir-te.
Eu hoje vou fazer aqui inimigos, nunca mais me falam. Desculpa lá, a diferença entre a perceção e a realidade. Desculpem lá. Braga, 70% de posse de bola. Pontapé de canto, na minha rua dava dois gols. 11 cantos para o Braga, dois para os adversários. Remates enquadrados, quatro contra três. E a única coisa onde eles conseguiram equilibrar o Braga foi no total de remates, que realmente até tiveram superiores, porque de resto, a maior parte das estatísticas vão a favor do Braga. É em relação à eliminatória. E ontem, aquilo que ficou provado, como ficou provado no jogo do Bodø/Glimt e depois estaremos cá para falar para a semana, que tanto o Braga como o Sporting são melhores que os seus adversários. Agora, é preciso depois provar. Mas ontem, em termos de jogo jogado, não vi essa tal superioridade. Vi a superioridade naquilo que é o mais importante, que é as bolas que entram na baliza e essas obviamente contam. Mas o Braga esteve muitas vezes dominador e autoritário, nem sempre, mas esteve e portanto podia ter sido outro resultado. A diferença está nas bolas que entram e as bolas que não entram, por isso os números não desmentem.
E no fundo, o futebol acaba mesmo por ser isso. A bola que entra é diferente daquela que vai ao poste ou que vai por cima ou ao lado. Meus caros, vamos avançar para notas e campeões do dia. Gabriel Alves, vou começar por ti. Que notas e campeões queres destacar hoje?
Temos aí aquelas que entram, a arte do Mora, a força do Boffi. Deram dois gols, são os remates de paus, com mais incidência, por exemplo, no jogo da Alemanha. A minha nota vai de 20 para o FC Porto. Sabes por quê? Porque deu três na Champions a Portugal. E acho que deve ficar aqui uma nota e um aviso. Entendam-se, foi o FC Porto. Podia ter sido o Benfica, o Sporting, até podia ter sido o Braga, até podia ter sido o Vitória de Guimarães, se estivesse na Conference League, podia ter sido um qualquer. Seja quem for, merece nisto, porque isto é que é o negócio, isto é que é a indústria, isto é que alimenta as fábricas das pipocas, é que é importante. E portanto, estou de acordo com o Augusto Inácio. A comunicação social, na sua generalidade, pode e deve pôr isto em grande destaque, porque estar em três, estar em mais equipas e portanto naquilo que é a grande comunidade internacional do futebol, o grande negócio é que é o fator determinado. E deixo aqui para Farioli. Sabe gerir e foi tão criticado por ter deixado o Zaidu na bancada. Olha lá, por quê? Viu só ontem.
Augusto Inácio, vamos às tuas notas e aos campeões do dia, por favor.
Eu dou a nota 20 ao Farioli, precisamente por aquilo que o Gabriel Alves tinha dito no início, que o Porto trocou oito jogadores do jogo do FC Porto com o Benfica para este jogo nos Açores. Trocou oito jogadores e a equipa funcionou. Por isso é dedo do treinador que mantém a equipa competitiva. E nota 17 para o handebol do Sporting. Grande vitória sobre o Dinamo de Bucareste, 30 a 29, e que dá acesso ao playoff, aos quartos-final, que vai jogar com o Isla Ploc.
Pedro Henriques, 20 segundinhos para conheceres as tuas notas e os teus campeões.
Sim, focando naquilo que é o futebol português, claramente no Futebol Clube do Porto, pela gestão que está a fazer interna, por aquilo que conseguiu fazer no plano internacional, pelos tais pontos que foram aqui falados e muito bem. E portanto, é um Futebol Clube do Porto em grande e em alta, quer para o clube, naquilo que também aporta para Portugal. Claramente, pode ser mesmo uma nota 20 por aquilo que conseguiu fazer ontem.
O tempo corre, ele não anda e é ele quem manda. Portanto, Mariana Fernandes, falta-me apenas em 20 segundinhos conhecer as tuas notas e os teus campeões.
Olha, que bonito. E quem também não anda, mas corre, neste caso voa quase, é o George Russell. E é a minha nota do dia, porque começou um campeonato mundial de Fórmula 1, começou na semana passada, e acho que apesar de só estarmos com uma corrida e um bocadinho, já se começa a notar quem é que provavelmente vai ser campeão do mundo este ano, e vai ser o George Russell da Mercedes. Dominou na semana passada na Austrália, dominou agora na pole position para o Grande Prêmio da China, para a sprint. Acho que a diferença da Mercedes para os outros é tão grande que vamos mesmo olhar para um campeonato em que não há McLaren, não há Red Bull, volta a haver Mercedes.
Quase tão grande como a diferença entre George Russell e Kimi Antonelli, o colega de equipa. Muito obrigado a todos. Está feito mais um episódio de "E o Campeão É?". Está de regresso amanhã à antena da Rádio Observador, nas manhãs 360 de fim de semana.