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Há o Ideias Feitas. Ideias Feitas, na Rádio Observador, com Alberto Gonçalves. Hoje comigo, Ricardo Conceição, em Leiria, e o Alberto a norte, em Matosinhos, mais ou menos, não é, Alberto?

Nem por isso. Mais perto de Bragança hoje, Ricardo.

Hoje estás atrás dos montes. Ok.

Por isso é que não pude estar em Leiria. Fui convidado, mas estou a 400 km de distância, não achava em caminho.

Mas queres falar sobre Leiria, as alterações climáticas e o clima.

Quero, com certeza. Eu, por acaso, conheço bem a cidade. No início desta década, vivi em Leiria durante quase dois anos, vivi parcialmente em Leiria, por razões pessoais. Acho que quase sempre vivo onde vivo por razões pessoais. E conheço razoavelmente alguns dos locais afetados. Conheço algumas das muitas pessoas que viram as suas casas e as suas empresas destruídas, e falei com a maioria delas e ouvi-as contar o que foi aquela noite de tempestade. Estás a me ouvir, Ricardo? Peço desculpa.

Sim, estás a chegar muito bem, Alberto.

Ok, eu parei de ouvir um ruído de fundo e pensei que podia ter havido algum problema. Estava a dizer que falei com a maioria das pessoas.

Só cortámos o microfone para não te perturbar também.

Ok. Dessas pessoas que viram suas casas e empresas destruídas, das que conheço, falei com a maioria delas, ouvi-as contar o que aconteceu naquela noite terrível e uma coisa que todas disseram foi que nunca tinham sentido nada assim. É natural, ventos de 200 km não é uma coisa que uma pessoa felizmente sinta com frequência, se é que alguma vez vai sentir durante a vida inteira. E uma coisa que nenhuma dessas pessoas fez foi imputar culpas. Acho que todas elas percebem que a natureza hoje e sempre, tem momentos assim, momentos em que a força, no caso a força dos ventos, ou noutros casos, a força da chuva ou do fogo, ou do que calha, se sobrepõe ao homem, no sentido genérico da palavra. Há de certeza coisas que se podem fazer para prevenir que os estragos sejam tão vastos, e há de certeza coisas que se podem fazer para conseguir resolver da melhor maneira possível as consequências daquilo que na língua inglesa se designa por acts of God, ou que podemos traduzir por ações divinas ou de força maior, ou outra coisa qualquer. O que não vale a pena é vir falar em alterações climáticas a cada catástrofe que acontece. Eu até tenho medo, por isso não me vou pôr a dar palpites acerca do assunto para não ser chamado de negacionista e palavrões piores, porque hoje em dia, levantar a mais vaga dúvida acerca de certos temas sensíveis, e este é um tema particularmente sensível, é logo meio caminho andado para a excomunhão. E para não ser excomungado, vou admitir, para facilitar a tese, que sim, que o que sucedeu, por exemplo, em Leiria e na região centro, foi o resultado das alterações climáticas provocadas não por ação de Deus, mas por ação nossa, da humanidade em peso. E se aceitarmos essa premissa, a pergunta que se põe é: e depois? Se aceitarmos que a evolução industrial e tecnológica, e a poluição decorrente daí, é responsável direta por todas as manifestações naturais, terramotos incluídos e mais algumas coisas, isso leva-nos a fazer exatamente o quê? Até ver, que uma pessoa possa constatar o alegado consenso científico em volta das alterações climáticas, tem suscitado sobretudo duas coisas. Uma são aqueles discursos dramáticos, o engenheiro Guterres é um excelente ou um deprimente exemplo disso. Aqueles discursos dramáticos, alguns proferidos em cimeiras, que deixam uma pegada poluidora inimaginável, em que os participantes viajam em aviões privados para avisar os simples mortais que devem deixar de viajar em voos comerciais comuns. Ou deixar de viajar de todo, a não ser que seja a pé, imaginam. A outra coisa é o aumento da carga fiscal sobre todos nós, a pretexto muito duvidoso da preservação do ambiente. Não é preciso explicar o processo. A verdade é que no fim do processo, o ambiente, melhor ou pior, mais amável ou mais destruidor, continua a existir à revelia do fisco. E tudo isso não significa que não seja razoável apostar na investigação e no investimento em energias menos danosas. Com certeza, é evidente que sim, é uma questão de bom senso, é o mínimo. Mas é só isso, e mesmo isso deve obedecer aos limites da razoabilidade. E a razoabilidade aqui prende-se com os sacrifícios que estamos dispostos a fazer e que é decente que façamos. Eu estou a falar aqui num iPhone produzido na China, com certeza, nalguma fábrica, nalguma unidade industrial, provoca uma poluição tremenda. Se eu estivesse aqui a partir do iPhone a proferir um manifesto contra as alterações climáticas, ou contra a intervenção do homem, a influência do homem nas alterações climáticas, estaria a ser um hipócrita. Ninguém está disposto a abdicar do conforto obtido após séculos de progresso. É capaz de haver duas, três pessoas, mas em geral, as pessoas, a vastíssima maioria, não está disposta a abdicar. E é desumano também reverter a prodigiosa eliminação da pobreza, a redução da pobreza que o progresso capitalista nos trouxe. E ainda por cima, também não faz sentido nenhum regressar à Idade Média para evitar apocalipses que sucessivamente nos são anunciados e que depois nunca se cumprem. Há sempre um pânico que se tenta semear em volta do assunto e que é capaz de transtornar algumas almas mais sensíveis, e transtorna, de fato, há pessoas que vivem atormentadas com isto, mas isso não resolve absolutamente nada. Até porque da forma como têm sido geralmente trazidas ao debate público, e digo debate por conveniência, porque não é permitido debater grande coisa neste tema. Mas as alterações climáticas, na forma como têm sido trazidas a público, servem dois propósitos. O mais maligno é o combate ao capitalismo, é como as políticas identitárias, ou antes era a luta de classes, é um meio da luta da esquerda, com o habitual desprezo pelas causas por que diz lutar, e o foco inteirinho voltado para a desagregação social e econômica Temos o caso português da Climáximo, que atira umas tintas contra umas paredes e umas fachadas e as caras de umas pessoas. Não se percebe qual o benefício disso para o planeta, mas pelo menos entretém aquela gente. O propósito menos maligno da histeria em volta das alterações climáticas é justificar, primeiro, a impotência dos homens para lidar com os fenômenos naturais extremos, que é factual, e segundo, a maior ou menor incompetência dos poderes públicos para reduzir as consequências desses fenômenos. Falar em alterações climáticas provocadas pelo homem, eu estou a acabar, Ricardo, mais um minuto. A pretexto do que sucedeu em Leiria. Não tenho sequer um minuto. É a maneira ideal de fingir que aprendemos alguma coisa sem aprender nada, sem mudar nada daquilo que se pode aprender e daquilo que se pode mudar, evidentemente. É como aquelas frases do pastor Marcelo, que diz sempre que há que retirar daqui as devidas ilações, o que é uma forma de se dizer que não se vai tirar ilação nenhuma. Culpa-se as alterações climáticas, que são a coisa mais vaga e mais genérica que existe, e evita-se corrigir aquilo que é corrigível. E só mesmo para terminar, para não me acusarem que só critico e não apresento soluções, eu sugiro uma correção que podia ter feito com que a desgraça de Leiria e arredores fosse uma nadinha menor. O IPMA avisou horas antes para a possibilidade de devastação. Avisou com bastante exatidão. O problema é que o IPMA emite avisos constantes para qualquer brisa, qualquer chuvisco, sem relevância nenhuma. E o IPMA podia limitar-se a avisar para o que realmente importa e assim as pessoas talvez levassem os avisos a sério e se acautelassem na medida do possível. As pessoas andam assustadíssimas com os efeitos das alterações climáticas e não ligam nada aos efeitos do clima, que são mais palpáveis, como se vê.

Obrigado, Alberto. Tenho que te apressar, porque já estamos aqui também a queimar o tempo. Obrigado, Alberto. Um abraço e bom fim de semana.

Um bom fim de semana, Ricardo. Um abraço.

O Ideias Feitas conta com o apoio do Azeite de Lisman. Eu sou o Ricardo Conceição, está a Judite França comigo. Estivemos aqui em direto a partir de Leiria, Judite.

No Praça Café, aqui mesmo no centro de Leiria. Estivemos a fazer um balanço depois de um mês da passagem da tempestade Cristine, que destruiu uma parte do conselho e desta região. E aqui tentamos perceber o que foi feito e o que falta fazer.

Tivemos dezenas de pessoas aqui nesta emissão da Rádio Observador, também dezenas de pessoas da equipe envolvidas nestas horas de emissão aqui em Leiria e nos nossos estúdios em Lisboa, onde está o Nelson Ferreira. E Nelson, a emissão segue daí. Estivemos aqui nas manhãs 360 e na tarde política em Leiria para assinalar um mês da passagem da tempestade Cristine.

Ótimo trabalho. Um abraço também ao Ricardo e à Judite França, que estiveram nesta emissão especial em direto de Leiria e ao sonoplasta Pedro Oliveira, responsável aqui por todos os cuidados técnicos.

Era para mudar de casa, ter mais espaço para nós. Era para deixar de subir escadas todos os dias. Era para nunca mais ouvir a música dos vizinhos e nunca mais ouvir a voz do senhorio. Era para mudar de vida. Era. E foi. Era, a rede onde o prometido é garantido.

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Olá, preciso de um concessionário de usados na zona de Lisboa.

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Estou a ficar sem bateria. Emprestas-me o telemóvel para fazer uma chamada?

Mas não demores muito.

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Atualizamos notícias na Rádio Observador antes dessa emissão especial de desporto, agora com a Vanessa Cruz. Boa tarde, Vanessa.

Boa tarde, Nelson. Descarrilou um elétrico em Milão, em Itália. O balanço aponta para já para duas vítimas mortais e 39 feridos, alguns com gravidade. De acordo com o jornal italiano Corriere della Sera, o elétrico embateu num poste de trânsito e depois num restaurante na esquina de um prédio em Milão. Em Portugal, já se pode circular na A1 sem qualquer constrangimento na zona de Coimbra. De acordo com o Ministério das Infraestruturas, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil e o IMT, o regulador, já fizeram a inspeção à obra da Brisa. Condições de segurança garantidas, A1 totalmente reaberta. José Sócrates tem um novo advogado, chama-se Marco António Amaro e foi indicado pela Ordem dos Advogados. Já três advogados renunciaram à defesa do antigo primeiro-ministro, no que tem sido interpretado como uma tática de José Sócrates para empurrar o julgamento da Operação Marquês. Donald Trump diz que não está feliz com o Irão, mas ainda não tomou uma decisão sobre os passos seguintes. Hoje, o Reino Unido começou a retirar diplomatas de território iraniano e Pequim pediu também aos cidadãos chineses para saírem do Irão. Entretanto, chegou um porta-aviões norte-americano a Israel, um aliado dos Estados Unidos, para um possível ataque ao Irão. Um mês depois das tempestades em Portugal, ainda há 19 pessoas a viver em centros de alojamento em Leiria. É o balanço da diretora do Departamento de Coesão Social da Câmara de Leiria. Esteve há pouco num dos explicadores da tarde política, já disponíveis em podcast, no contexto desta emissão especial que fizemos hoje em Leiria de manhã e também na tarde política.

Vanessa Cruz, com algumas das notícias que estão a marcar a atualidade. Vamos de novo ter notícias no intervalo desse Porto-Arouca. A emissão especial de desporto já de seguida vai ser conduzida pelo José Rafael Lopes.

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Está no ar "As Desobedientes" da Rádio Observador. O fio condutor que inspira estas conversas é o livro "As Revolucionárias: 12 Mulheres Portuguesas Desobedientes".

Todas são meninas más e todas mudaram a história. Vamos ver como.

Eu sou a Margarida Vila Nova. Vou ter comigo a escritora Maria João Lobo de Carvalho e o escritor e guionista Alexandre Borges.

Estes poderes extraordinários são atribuídos sempre às mulheres.

"As Desobedientes" fica disponível em podcast todas as segundas-feiras e vai para o ar na Rádio Observador depois das 14h. "As Desobedientes" tem o apoio da Toyota.

Na Toyota, declaramo-nos otimistas em relação ao amanhã, porque sabemos que já o estamos a construir. São projetos como Um Toyota Uma Árvore, que já plantou mais de 200 mil árvores em florestas portuguesas, ou a iniciativa Um Toyota Uma Missão, que apoia instituições de solidariedade social que nos mantêm em movimento para chegarmos onde queremos, mais além. Conheça os projetos Toyota que estão a fazer mover o mundo em toyota.pt.

Rádio Observador, Desporto.

Arranca agora a emissão especial de desporto na Rádio Observador. Nas próximas horas vamos acompanhar o regresso do campeonato. Há jogo entre Futebol Clube do Porto e Arouca, bem como o Estoril-Sporting, ou melhor, o Sporting-Estoril de mais logo. Há relato em dose dupla na sua rádio de eleição. Vamos estar no Estádio do Dragão e também no Estádio de Alvalade para lhe trazer todas as emoções do campeonato e, claro, da luta pelo título. Futebol Clube do Porto e Sporting abrem esta 24ª jornada com dois jogos em casa, duas equipas que são das principais candidatas ao título, numa luta que está, podemos dizer, taco a taco. Qualquer deslize pode ser determinante para a luta no topo da tabela. Sem esquecer, claro, que há um Benfica a pressionar, sendo que a equipa de José Mourinho ainda vai jogar na segunda-feira. São contas, por isso, para outra altura. Ao longo da emissão, vou contar com o relato em direto do Ricardo Loureiro, já vamos ao Estádio do Dragão, e os comentários do Gabriel Alves, do Luís Pinto Coelho e também do Pedro Henriques, o nosso audioárbitro. Isto no Futebol Clube do Porto Arouca. Mais tarde, em Alvalade, o relato vai ser em direto do Diogo Varela, com os comentários do Augusto Inácio, do João Castro e do Pedro Henriques. Eu sou o José Rafael Lopes, vou estar a conduzir esta emissão especial de desporto que arranca agora na Rádio Observador.

Rádio Observador, Desporto.

E é no Estádio do Dragão que começamos esta longa emissão especial de desporto na Rádio Observador. A equipa de Francesco Farioli lidera o campeonato e recebe o Arouca em casa. Ricardo Loureiro, a partir do Estádio do Dragão, tu que vais estar no relato. Mas para já, vamos ficar a conhecer as escolhas de ambos os treinadores para esta partida, que arranca daqui a pouco. Olá José Rafael Lopes, ouvinte Rádio Observador, muito boa tarde. Abrimos as portas do Capitólio do Futebol Azul e Branco, em sexta-feira, de visita dos Lobos de Arouca à casa forte do Dragão. Arouquenses desceram a Serra da Freita para subir a montanha mais difícil do campeonato. É no reduto do líder da Primeira Liga, sem derrotas como equipa visitada e com o peso de um triunfo maiúsculo da primeira volta por 4 x 0. Estávamos a 29 de setembro. Desde esse dia até hoje, o Porto é ainda mais líder, tem mais vitórias, mais pontos e bem menos jogos até à bandeira xadrezada do campeonato. O Arouca, tal como nessa segunda-feira outonal, mantém-se na luta pela permanência, ainda que nesta fase numa posição mais confortável. São 26 pontos e uma almofada pontual de oito pontos para a zona de playoff, lugar que é ocupado à entrada para esta jornada 29 pelo Clube Desportivo de Tondela e Santa Clara. Equipas que têm 18 pontos. Arouca, terra de reconhecida gastronomia, traz para a cidade do Porto uma vitória de prato cheio em casa com o Nacional por 3 x 0. O Porto não traz tantos gols da pretérita jornada, ainda assim vem de triunfo com o Rio Ave na noite do último domingo. Portistas que depois deste jogo, há Sporting na próxima terça-feira para a Taça de Portugal, depois Benfica para o campeonato, há Liga Europa antes da visita à cidade de Braga. É, porventura, o último grande ciclo de frenesi competitivo da corrente temporada num carrossel de jogos decisivo no apuramento do relatório e contas para a época 25/26. Em relação ao campeonato e para o jogo de hoje, o Porto apresenta sete jogadores indisponíveis por lesão: Diogo Silva, Neúton Pérez, Martim Fernandes, Luc De Jong e Samu. Está castigado por acumulação de cartões, Alan Varela. Sainz também não está, mas por razões familiares. Porto com Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kvior e Zaidu, Pablo Rosário, Victor Fadul e Gabri Veiga, Pepe, Galeno e Pepê. É este o 11 do Porto. Há uma alteração entre o jogo do último domingo com o Rio Ave e o embate deste final de tarde. Sai Alan Varela, entra Kvior. Francesco Farioli, que apresenta um 11 idêntico àquele que venceu pela margem mínima a equipa vila-condense do Arouca. Vasco Seabra muda três jogadores. Sai Lee Hyun-ju, Diogo Esgaio e Svan Erlic, entram Diogo Monteiro, Pablo González e Brian Mancilla. Baliza para Darúbà Rena, Diogo Monteiro, Vasco e Pepe são os laterais, dupla de centrais, a dupla espanhola com Javi Sánchez e José Fontán. Bem para a frente, o franco-argelino Djouahra, o nipónico Fukui, o espanhol Pablo González e os três mais adiantados, Alfonso Trezza, Brian Mancilla e Barbero. O árbitro é Yango Vasílica, na vídeo-arbitragem vai estar Rui Costa. Relvado em excelentes condições. Serão cerca de 45 mil espectadores cá dentro, mais 45 mil lá fora. Mas no trânsito num sempre dia difícil, fecho de dia, quer na via de cintura interna, nas ruas, vielas e avenidas da cidade do Porto e arredores. É mais um jogo para se ligar à rádio. Equipas no interior do tapete. O Ricardo Loureiro é o homem que nos vai trazer todas as emoções do Estádio do Dragão. Assim que estiver prestes a começar a partida, voltamos em definitivo ao contacto com ele. Para já, falamos sobre o que pode ser este encontro. Gabriel Alves, seja bem-vindo à emissão especial de desporto da Rádio Observador. Futebol Clube do Porto e Arouca, favoritismo para a equipa portista. Ainda assim, expectativas para o encontro que arranca já daqui a pouco?

Olha, eu pego aqui no Ricardo Loureiro quando ele dizia que estamos num ciclo de frenesi competitivo até terça-feira. Isto à 24ª jornada, depois a Taça de Portugal na terça-feira com um clássico. E falando de gastronomia, que eu falava de gastronomia.

Como Ricardo Loureiro também fez questão de referir.

Estou a meter a gastronomia nisso tudo, só estou a citá-lo. Os fabricantes de pipocas vão fabricar tantas. Toneladas de pipocas para este fim de semana. Fantástico. Azuis, vermelhas, verdes, com dragõezinhos, leõezinhos, aguiazinhas. Isto vai ser mesmo divertido. Olha, divertido queremos que seja o jogo, esta é que é a grande verdade. Este Futebol Clube do Porto e Arouca, obviamente que vêm ambos de resultados muito prometedores, o que naturalmente os deixa mais ou menos prontos para esta partida. A verdade é que o Arouca vai tentar fazer aquilo que pode para obstar este Futebol Clube do Porto, que como se sabe, é um coletivo, acima de tudo, coletivo força, índice físico, pressão alta e tem que marcar primeiro, porque quando não marca primeiro, tem muita dificuldade em virar, portanto, em fazer aquilo que se diz em Espanha, que é a remontada.

Mas marcar um gol ao Futebol do Porto tem sido muito complicado.

Também, por isso é que eu estou a dizer, é difícil de um lado, é difícil do outro. Portanto, vamos ficar aqui a fazer apostas. Eu acredito que o Porto vai ganhar.

É a aposta do Gabriel Alves. No estádio, ao lado do Ricardo Loureiro, está também o nosso adepto portista, Luiz Pinto Coelho. Acredito que bastante à vontade no Estádio do Dragão. E eu pergunto que expectativas tens também para este encontro, que arranca já daqui a pouco?

Estás com as pipocas na mão?

Olá, boa tarde. O mais importante serão os três pontos.

Os filhos do Dragão a tocar bem alto, certamente.

Sim, ele está a cantar, está a corrompê-lo, podia estar a fazer coro.

O mais importante são os três pontos, mas depois disso, tentar uma boa exibição, obviamente, e uma vitória convincente, porque vêm dois jogos de grau de dificuldade máxima, na terça-feira em Alvalade e depois no Estádio da Luz, e depois regressa também as competições europeias. Por isso eu diria que este será o jogo teoricamente, eu digo sempre teoricamente, porque nunca se sabe onde é que está o perigo, mais acessível nos jogos que vão agora começar neste ciclo de muitos jogos consecutivos. Acho que era o 11 expectável. Quini Ortuña recuperou e a dupla polaca volta ao centro da defesa. Vamos ver como é que o jovem Piotr Zezki também vai continuar a dar sequência à última boa exibição, mas é um jogo, obviamente, para conquistar os três pontos.

Esta dupla de centrais do Futebol Clube do Porto, esta dupla polaca, eu chamo-lhe dupla de ouro maciço.

Depois há também um nome que é Tiago Silva.

Sim, mas como se costuma dizer na gíria, é outra loiça. É outra loiça para outro tipo de banquete.

E agora, Gabriel, a loiça fica toda no Ricardo Loureiro. Vai arrancar a partida no Dragão.

Tudo a postos para o arranque deste desafio, ronda 24 da Primeira Liga Portuguesa entre Futebol Clube do Porto e Arouca. Está em andamento o desafio na casa do Futebol Clube do Porto. Vamos apontar para cerca de 45 mil espectadores. Não digo que estejam todos já cá dentro, mas ainda há muito movimento à entrada para o estádio nos principais acessos. Porto ataque vai fazer a Dinamarca! Gol! Não conta. Falso alarme. Mais uma corrida sobre o lado direito, o cruzamento para o segundo poste e está feita a primeira grande jogada do jogo logo nos instantes iniciais. E deixa, creio que é Dennis Goul lesionado.

O Pedro Henriques nem teve tempo para se sentar.

Ainda não teve tempo para sentar. O próprio Gabriel e eu ainda estamos aqui a tentar perceber o que é que aconteceu, porque efetivamente é um-

Fora de jogo

...parentesemente, sim, é um jogador, Ricardo Loureiro, que está em muito mau estado junto-

Eu creio que é Dennis Goul, quem está lesionado foi ele quem apareceu ao segundo poste a fechar a jogada para dentro da baliza.

Acho que ele chocou com o poste, não é? Parece.

É possível que sim. E fica no chão, está agora a ser assistido por parte da equipa médica. No primeiro momento de ataque, o Porto a chegar com muito perigo, um golpe pela direita, lance de rutura para a grande área e depois ao segundo poste, a aparecer bem Goul, a fechar a jogada da forma mais eficaz possível, ainda que atentado em relação à defesa.

E atenção, já temos aqui o Pedro Henriques. Pedro Henriques, se me permite.

Boa tarde.

Boa tarde. Ia-te pedir uma análise também ao perfil do árbitro, mas o momento do jogo é para já este. Vamos embora. Que análise é que faz?

Sim, o jogador do Porto ali choca contra o poste, não sofre nenhuma falta. É um lance de VAR, porque isto é muito no limite, porque não é no enviamento, pode ser que esteja adiantado, mas há um jogador próximo do jogador que faz o passe.

Segundo poste

De Arouca. Não, mas isso é no segundo poste, mas eu estou a dizer é o jogador que está próximo do colega que faz o passe, ou seja, no primeiro poste, que poderá estar a pôr o jogador do Porto em jogo. Portanto, do lado contrário. Vamos ver, porque vai ser ali muito no limite.

Iancu Vasilesca. Isso é mais logo.

Sim, relativamente ao Iancu Vasilesca e Rui Costa no VAR, é um árbitro que marca muito poucas faltas, 21. Média, amarelos tem menos de três, amarelos por jogo, vermelhos não mostrou nenhum. Isto relativamente aos seis jogos que já fez na Primeira Liga. Este é o jogo sete, jogo 55 da sua carreira, é um árbitro que subiu à primeira em 2019, ainda não tem muita experiência, nem muitos jogos e foi 16º classificado. Tem 40 anos e embora tenha este nome, ele é romeno, de ascendência, ele é da seção de Vila Real. E estamos à espera da análise do possível gol ou fora de jogo, que talvez esteja adiantado, mas é muito no limite.

Aqui, Pedro, acaba por ser relativamente simples, é colocar as linhas e ou há um fora de jogo ou não há.

Claro.

Réus vs Campos Rory.

Sim, mas é um Réus vs Campos Rory porque as imagens não são dadas no enviamento, a câmera de fora de jogo está ligeiramente no enviamento e, portanto, vamos ver. Isto é daquelas coisas, não há grandes dúvidas para o vídeo é o árbitro, vai ser muito fácil para o árbitro. O jogador que esteve a ser assistido é o Piotr Zezki.

Sim, foi ele que fez o gol, não é?

Vamos ver se é gol ou não.

Para já o lance ainda está a ser analisado e vamos ouvir o árbitro.

É gol.

Porto, agora é a sério. Gol! Porto, Porto, Porto. Gol! Não pode mais. No primeiro lance, a bola na baliza e o primeiro gol do FC Porto no Estádio do Dragão. E está a conseguir aqui faturar na plataforma e agigantar-se perante este Arouca logo nos instantes iniciais. Que entrada do Porto! Primeiro minuto cumprido no Estádio do Dragão, Porto 1 marcou Óscar, Piotr Zezki, Arouca 0.

O Pedro Henriques já anunciou seis centímetros, Pedro.

Exatamente. Está em jogo por seis centímetros, era um Réus vs Campos Rory, como foi dito aí, no momento do passe sofreu o gol. E pronto, gol bem validado, neste caso revertido pelo VAR. Percebem porque o VAR é importante, mesmo falhando, é muito importante.

Olha, e o passe é muito bom. Muito bom. E depois a entrada também dele, do marcador do gol. Mas olha, esta questão do VAR e dos gols, isto está uma bela peça de teatro, um belo filme de suspense. Isto é tão engraçado Grita-se golo, depois fica-se na ansiedade e volta-se a gritar golo. É tão bom.

E vou deixar aqui também uma menção ao que nos chegou. No momento das celebrações, Piotrowski a levantar bem alto a camisola de Borja Sáenz, o extremo do Futebol Clube do Porto, que está de fora deste encontro.

E de luto.

E de luto. Como tal, não deixa de ser um gesto bonito no mundo do futebol. Ricardo Loureiro, Futebol Clube do Porto, em vantagem ainda, marcou logo no primeiro minuto.

E um bom apontamento, José Rafael Lopes. Essa nota do avançado do Porto, ele marcou o golo e dedicou ao colega de equipa. Passe bola para a equipa do Porto, entrou, viu, chegou e está a vencer por 1 x 0, logo no primeiro momento de ataque. É um Porto a atacar nesta primeira etapa do Rio Douro para Viana do Castelo, sul para norte. Arouca em sentido contrário, de Matosinhos para Vila Nova de Gaia, de norte para sul. Bola para a equipa do Porto, impelida para trás para Bendtner. Esta recebe-se a meio de seu meio-campo, vai levantar a cabeça com o Porto a sair com a bola jogável. Arouca ainda não conseguiu tocar na bola. Esta para a esquerda, para Quivic, adianta para Zaidu, de primeira do meio para Pablo Osório. Solta mais à esquerda, a caminho de meio campo contrário. Bola novamente para o meio, equipa do Porto vai fazendo o reset da jogada e a bola vai novamente para o primeiro setor de construção de ataque. É para trás para Bednarek, outra vez a equipa do Porto no círculo central, a empurrar para a esquerda para Quivic. Este liberta a bola novamente para Bednarek, a soltar lá para frente, pede bola para Pepe, para já na dupla de centrais. Vai transitando bola, de pé para pé, a largar lá para frente na derrutora mais fácil para as mãos do uruguaio Darío Barrena. A segurar no interior da sua grande área, guarda-rede todo de vermelho. O Arouca hoje com equipamento alternativo, ainda que possa ser parecido ao tradicional, é uma camisola toda amarela, calção branco e meia amarela. E a bola agora a sair pela linha lateral, junto do banco de suplentes de Vasco Seabra.

Quatro, três, dois, um, aqui o Arouca, naturalmente, a tentar ter as linhas o mais aconchegadas possível. E o Futebol Clube do Porto controla a bola.

Passa a bola para a equipa do Porto, mais uma vez na sua primeira fase de construção. Pontapé na frente, está numa espécie de cave do ataque na primeira linha de montagem. Agora para Vítor Ferreira, este liberta lá para a frente para Pepe, captou, lançou a bola para a grande área, Piotrowski aparece na zona de há pouco. Há pouco encontrou ali o ouro. Desta vez a bola veio muito larga, vai para fora, lance do Arouca pelo lado direito. Lançamento para ser cobrado por parte de Ravi Sanchez, à saída da sua zona mais recuada. Recordar que o Arouca traz uma vitória maiúscula por três bolas a zero em casa, no Estádio Municipal de Arouca, diante do Nacional da Madeira na jornada passada. O Porto bateu, neste estádio, o Rio Ave por uma bola a zero. A bola para a direita, a levantar para Mansilla, não chega, corta o Porto na dupla de centrais. Ainda Mansilla tenta investir pelo corredor, pega na bola, ganha sobre um contrário, puxa para a zona central, leva a desmarcação de companheiros de equipa, um deles é Barbero. A captar com o pé, ajeita a bola para a próxima grande área. Vai o homem do Porto e tira. Que recuperação de bola. Esta dada para a direita, mas há um desarme. O Arouca está no ataque, cruzamento grande área, zona de pênalti é perigoso, pontapé por cima da baliza de Diogo Costa. Houve intervenção valendo a defensiva do Porto e por pouco foi mal. A bola vai para fora.

Sim, o Gabri Veiga faz uma boa recuperação, mas depois infantilmente entrega a bola ao jogador do Arouca.

Passa a bola a beneficiar a equipa do Porto, bola na posse de Diogo Costa. Para movimentar este lance de bola parada e um pontapé de rede, estamos nos instantes iniciais da partida. Jornada 24 da Primeira Liga Portuguesa, é o jogo que abre as portas da ronda 24. O pontapé é bom para Varanda Loureiro, este está liberto de pressão, adianta na esquerda. Piotrowski não chega, corta Sanchez. A bola ainda para o dinamarquês Varanda Loureiro, vai para o chão, fica a pedir falta, diz o árbitro que é mesmo. Pontapé livre a beneficiar a equipa que traça com o dragão ao peito. A bola para ser movimentada pelo lado direito. Recordar que esta equipa do Arouca apenas por uma vez conseguiu triunfar na casa do Porto. É uma vitória que tem 10 anos e uns trocos. A 7 de fevereiro de 2016, os aarouquenses venceram por 2 x 1, com dois gols de Walter González. Era treinador para os de cá, José Peseiro, para os de lá, Lito Vidigal. Numa época que valeu quinto lugar para a equipa do Arouca e a possibilidade de disputar uma prova da UEFA. Uma das duas participações da equipa aarouquense em termos de competições europeias, a outra mais recentemente com Armando Evangelista, em 2022. Bola para a equipa do Porto, transporta sobre a meia esquerda, vai libertar para a zona central. Bendtner vai adiantar numa zona despovoada, soltando para Pepe. Recebe, interior de meio campo contrário, o Porto mais uma vez com vários por um ataque, tentativa de cruzamento no vértice da grande área até à linha final. Agora a rodar sobre si próprio, Pepe ainda com a bola dominada, vai desmarcar Pablo Osório e perde Pepe! Ficou com a cabeça na almofada. A equipa do Arouca sai em ataque de impregressão, zona central, não consegue ter essa armação também. O Porto ganha em território adiantado pelo lado esquerdo para Zaidu. Vai colocar a bola para a frente, Zaidu tem uma das características prediletas de Francesco Farioli, que é sobretudo a sua capacidade física.

Isto tem estado muito bem. Fez duas excelentes exibições, por isso mantém hoje a titularidade. Mas deixe-me destacar aqui o miúdo Óscar Piotrowski, que aqui a fazer uma recuperação à estilo Borja Sáenz. Sempre muito intenso também na transição defensiva, só que ofensivamente é um jogador que eu penso que acrescenta um pouco mais, é mais irreverente, é mais forte no um para um e hoje entrou a todo gás, a faturar logo no início.

E a partida está interrompida praticamente com 10 minutos desta primeira etapa no Estádio do Dragão, na cidade do Porto. Este é o resultado, Porto 1, gol de Piotrowski, Arouca 0.

Gabriel Alves, que notas é que já a retirar destes primeiros 10 minutos, sendo que o Futebol Clube do Porto entrou praticamente a vencer na partida?

Sim, entrou a vencer, exatamente aquilo que pretendia. Já está à frente. Não tem que lutar, por exemplo, para chegar. Chegou logo na primeira jogada, mas é um Porto que está a controlar o jogo, num jogo que está com uma boa dimensão em termos de velocidade e de intensidade. E, para já, a equipa do Arouca a tentar descontrolar o controle que o adversário tem.

E há pouco soltaste ali um ui na simulação de Piotrowski.

É uma maravilha, eu gostei. Eu gosto de ver estas coisas, gosto desta irreverência, gosto de futebol e deixo o resto para o lado.

E futebol é o que nos traz o Ricardo Loureiro, com o relato a partir do Dragão.

E com emoção, com cor, com cinema.

O jogo está interrompido, há um homem ainda do Arouca a receber assistência. José Rafael Lopes, não sei se o consegues identificar cá de cima nem de binóculos

Nós aqui também, na emissão da televisão, as imagens que nos chegam a partir da Sport TV estão a mostrar as repetições do gol do Piotrowski e também da celebração do jovem jogador portista e há pouco era Alan Varela na bancada. Não te consigo ajudar neste instante, mas parece-me que Piotrowski ainda está ali com algumas queixas. Eu também estaria se batesse no poste com a violência com que ele bateu. Não te consigo ajudar neste momento, Ricardo.

Parecia uma tabela. Agora estamos a ver o Thiago Silva também. O realizador está atento à bancada.

A esta hora vai se recompondo o jogador do Arouca, mas ainda com muitas dificuldades. Ele esteve a receber assistência há instantes por parte da sua equipa médica, vai agora para o exterior das quatro linhas e é lançamento. Um pontapé livre a beneficiar a equipa arouquense à saída da sua zona mais sensível. Já estamos com 11 minutos e meio desta primeira etapa no Estádio do Dragão. Porto bate Arouca por uma bola a zero. O gol apareceu ainda na aurora deste embate. Estamos para lá, não muito, dos primeiros 10 minutos.

Ainda vai entrar gente no estádio. Ainda estão a entrar algumas pessoas no estádio.

Pontapé sobre o lado esquerdo para a equipa do Arouca, para o irlandês Bas Kuipers. Esta verticaliza jogo para-

Agora já vem tarde, Ricardo Mazzerow Ravi.

Pontapé sobre o lado esquerdo, direção de Pablo González. Obrigado, José Rafaela Lopes. A bola no meio, Diogo Monteiro capta de pé direito, vai agora fazer o levantamento para a entrada do meio-campo contrário, mantendo para a direita do seu ataque, de primeira para o meio para Barbero. Este tenta adiantar sobre Bednarek, corta a defensiva do Porto, insiste o Arouca sobre o lado esquerdo para Pablo González, o espanhol para Barbero, Mancilla recebe no bico da grande área para a próxima da baliza de Diogo Costa, cruzamento segunda poste, mas está no caminho da bola o português Diogo Costa. É dele o guarda-redes do Porto. Aí vem mais um embate entre portistas e arouquenses, é dos jogos menos vezes jogado no campeonato. O primeiro desafio vem de 2013, uma vitória portista por 3 a 1 em Arouca, com gols de Jackson Martínez, e foram dois, e Juan Quintero. Daí pra frente, 14 vitórias para o Porto, oito triunfos para o Arouca e sobra um empate. Já esta época, o Porto em Arouca venceu por 4 a 0 com gols de Samu, Téris Gol, Francisco Moura e Zaidu. Pontapé sobre a esquerda pra equipa do Porto para Quiver. Adianta para gol, vai fazer o domínio para já, projeta a bola para a frente, mas é desarmado. A atirar José Fontán, o espanhol mete pra direita para Diogo Monteiro, é desarmado também a falta. Diz o árbitro que há pontapé livre a beneficiar a equipa portista sobre a meia direita a caminho do meio-campo da equipa do Porto. Árbitro do desafio, Janco Vasilica. Há pontapé livre para a equipa do Arouca, metendo para trás Diogo Monteiro e José Fontán. Este passa por um, vai em driblinho acelerado, liberta para a esquerda, imprimindo bola para Bas Kuipers. Este aperta a lateral, devolve a gentileza a José Fontán, perto da grande área, agora também no guarda-redes Darúá Barrena. Na marca dos 11 metros, puxa a bola mais atrás, procura uma zona desfalcionada. O guarda-redes todo vermelho, hoje na baliza para já norte do Estádio do Dragão, e digo para já porque na segunda parte mudará de certeza absoluta de baliza. Pontapé à direita e a bola para fora. Sendo que ainda no decorrer desta semana tivemos um jogo em que a mesma equipa saiu com a bola jogável na primeira parte e na segunda.

Aconteceu no Brasil, no Palmeiras.

Isso mesmo. É a prova provada de que nunca já vimos tudo. A bola para Zaidu, este aperta lateral, mais atrás. É o Porto a começar a construir novamente a sua linha mais recuada. É à direita para Quiver, no meio está Bednarek. Avança com a bola da esquerda pra zona central, a equipa do Arouca encolhida no seu meio-campo. O Porto bate o Arouca por uma bola a zero. A bola vai para a direita para Bednarek, o passe vem de Quiver, recua em Diogo Costa. A fazer o papel de libera de bola antiga para o exterior da sua grande área, com a bola dominada no seu pé direito, mais à direita tem Quiver, Bednarek. Este a captar pela frente em Barbero, a soltar na esquerda. Vai empurrar a bola lá pra frente da ataque e do centro da velocidade, Óscar Piotrowski nem pensar. Bola comprida, rápida também, vai para a fácil recolha de Darúá Barrena. Com 14 minutos desta primeira etapa no Estádio do Dragão, Porto consegue, na perspetiva, naturalmente, da equipa portista, um gol cedo na primeira jogada que fazem ataque pelo corredor direito, um cruzamento para a grande área e o segundo poste, da melhor forma a acontecer por parte de Óscar Piotrowski, a aparecer na zona que é destinada ao extremo, que fecha bem junto do segundo poste. E é um resultado nesta altura que, imagino, tenha mudado de alguma forma os planos de Vasco Seabra, daquilo que era o projeto, o objetivo para o jogo deste final de tarde na Casa do Porto. É o Arouca longe dos degraus de baixo da tabela classificativa. Tem agora 26 pontos. Lembrar que, por exemplo, na época passada conseguiu a manutenção com 38 no campeonato. A bola vem pra direita pra equipa do Porto, vai tentar captar com ele, vai Mancilla, vai pra jogo o jogador portista e é falta. O árbitro diz que é o lançamento. A beneficiar a equipa do Arouca, alguns assobios, mas há lançamento. A beneficiar a equipa que traz a de amarelo sobre o relvado do Estádio do Dragão, é junto do banco de suplentes de Francesco Farioli. Farioli vai dando indicações à sua equipa. Nesta primeira parte, estádio muito bem composto, apontávamos por uma casa nos 45 mil espectadores. Ainda há muito movimento nos corredores de acesso ao interior das bancadas do Estádio do Dragão. E também uma nota para os adeptos que viajaram de Arouca, serão cerca de uma centena e meia, estão colocados na parte superior da bancada nascente do Estádio do Dragão e que estão em bom número também. E de quando em vez também se vão fazendo ouvir. Bola para Darúá Barrena. O uruguaio mete pra esquerda, procurava a desmarcação de Barbero, nem pensar. Bola pra fora, lança o Porto à direita. É lançamento para ser cobrado por parte de Alberto. Este mete para trás para Bednarek, recolhe, pois, o guarda-redes, Diogo Costa. A dominar no exterior da sua grande área, linha frontal da sua área, zona de ação do guarda-redes da equipa portista, corredor central. Pega na bola Bednarek, mais uma vez. Começa ali mais um ataque, desta forma conservadora, este início de ataque. A bola a Quiver, Bednarek, outra vez Quiver. A bola na dupla de centrais da equipa do Porto vão esticando o jogo. Os extremos, quer Pepe como também Piotrowski. A bola para o guarda-redes Diogo Costa, na marca dos 11 metros. O Arouca vai subindo linhas, o Porto tenta queimar algumas com um chute rápido, longo também. É Diogo Costa para Óscar Piotrowski, tentou do mínimo, mas intercepta um dos centrais e mete a bola pra fora. Lançamento pra equipa portista, é junto do banco de suplentes do pacense Vasco Seabra. É pra direita para Zaidu, recolhe bola Quiver, a caminho do meio-campo contrário, mais uma vez a temporizar jogo. Mais à esquerda está Piotrowski. Vai pro meio pra Bednarek. Círculo central do relvado a caminho da primeira vinha de minutos no Estádio do Dragão, passa à direita pra Alberto Costa, de forma curta para Pablo. Este vai soltar para Frazolto, caminha no corredor agora em Pepe. Vai acelerar Pepe para apoio do Frazolto, vai pra bola Pablo, a segurar em driblinhos, puxa a bola até a entrada da grande área, vai pra o chão, é falta Iancu Vasilică a dizer que é um pontapé livre para a equipa portista. Passe de Viktor Frolov, mais atrás para Bednarek, depois Nkunku. Alarga para a esquerda para Saïd, o mais à frente para Óskar Piątkowski. Vai, não vai lá sobre o opositor, tenta passar, foge agora para a zona central do 77. Mete o meio para Pablo, tenta mais uma finta, é desarmado à primeira, tenta concluir à segunda, não consegue. É o Arouca a partir para o ataque rápido, mas nem pensar. Bryan Mancilla pegou na bola, mas foi de imediato desarmado. É o Porto com uma barreira cerradíssima na zona intermédia do relvado a anular este potencial lance de ataque da equipa arouquense. Porto no ataque, mais uma bola, é a direita para Alberto, cruzou, mete a grande área primeiro posto, vai sair a bola no poste! No poste da baliza, que jogada mais uma vez rápida e outra vez o lado direito a funcionar. É mais um ataque rápido da equipa portista, poderia ter dado mais um golo.

Sim, cruzamento do Alberto e o Frolov a entrar ao primeiro poste, a rematar de primeira, bola no primeiro poste, a esbarrar à barra, teria poucas hipóteses. Parece-me um Porto bem na partida e o flanco direito a funcionar muito bem, com o Alberto a dar muita profundidade naquele corredor.

Minuto 17 serviu também para homenagear a mãe de Borja Sainz, falecida nesses dias, hoje aqui também homenageada por parte dos adeptos do Porto ao minuto 17, número da camisola de Sainz, com uma enorme salva de palmas. Aqui ouvido no Estádio do Dragão neste final de tarde, uma boa forma também de recordar, de homenagear um dos jogadores portistas, no caso, a mãe de Borja Sainz. Porto no ataque, segundo poste, pode acontecer golo, a bola passa por todos, não acerta Piątkowski, a bola passou-lhe por cima da batata direita. Escapou-se pela linha final, 18 minutos e meio, primeira etapa, este é o resultado, Porto 1 Arouca 0.

E Gabriel Alves, o futebol do Porto quando consegue colocar velocidade naquele lado direito, sobretudo, traz muitos dissabores à defesa do Arouca.

É, olha, para já está lá o Alberto Costa, que tem sete assistências contabilizadas nesta Liga 25/26. Isso é importante ter em conta, porque obviamente é o jogador de personalidade, o jogador de verticalidade e tem muito bom o último passe. Depois está muito bem acompanhado pelo Viktor dinamarquês, que sabe muito bem aparecer na rutura ali de espaço e agora quase que poderia ter feito o segundo, teve à beira. Mas não tem havido muito guarda-redes, esta também é a verdade. Atenção ao Porto.

Já se ouviu um bruá.

Uma espécie de um mítico golaio, com uma bola a ser defendida por parte de Arubarena, a soltar e depois a não conseguir encaixar. Dennis Goul na cara do guarda-redes, porque a bola acaba por levar muita força e não conseguiu com o pé direito ajeitar para a baliza. Foi mais uma boa chance de ataque da equipa do Porto. Vai pro chão, Alberto. Manda jogar o árbitro, passe bola para a equipa arouquense. Parte para o ataque com alinhado do lado esquerdo para Pablo González. Embalde meio-campo contrário em velocidade, a equipa do Arouca leva quatro. Para perto da baliza Diogo Costa, o passe vem no meio, direção do José Fonte, também no apoio ao ataque, agora a meter para Diogo Monteiro. Este a esticar o jogo para perto da grande área, zona da baliza do Porto, vai tirar de qualquer maneira. Uma bela finta do jogador portista, depois é carregado. Gabri Veiga numa roleta brilhante, marcelesa. Que jogada!

Sim, mas deixa-me dizer antes aquele desperdício do Goul, depois de um belo trabalho do Óscar, um bom remate fora da área, o Arubarena despachou a bola pra frente e o Goul tinha tempo e espaço pra fazer muito melhor. Não conseguiu pegar na bola, mas Óscar Piątkowski mais uma vez bem.

É um belo jogador. Ele está a dar nas vistas, assim de mansinho, vai pintando.

Passe bola para a equipa do Porto entre os centrais, mais uma vez de Nkunku para Bednarek, este recolhe, olha para a meia direita, aparece Pepê, também está Alberto, para já Vitor Frolov. Na brava de visar, a bola controlada no seu pé direito, mais do meio está a pedir Alberto. Ainda Frolov consegue descobrir Nkunku, é uma porta saída para mais um ataque, ainda que esteja recuado. Agora o lance é longo, é direção do 77, Óscar Piątkowski, mete a linha final, tenta aguentar a bola, consegue e pede que esta ultrapassa a linha final, mas não o lateral e é lançamento do Brai, equipa arouquense. Ainda assim, a equipa do Porto vai subir do relvado, vai fazer pressão a esta saída de bola, através da movimentação do lançamento na projeção da linha frontal da grande área arouquense. É uma bola para ser cobrada por parte de Ravi Sanchez. Vai soltar mais pela frente na direção de Taichi Fukui. O nipónico perde, avança Óscar Piątkowski, faz a bola chegar até a direita para Alberto, não consegue. É um passe direto para Bas Kuipers. Vai se ver isolado com liberdade sobre a esquerda, de forma curta, mete no nipónico. Taichi Fukui, e este mais atrás para José Fonte. É ali que tudo começa, primeiro degrau de ataque da equipa do Arouca, para já ainda não conseguiu chegar com perigo à baliza de Diogo Costa. Já conseguiu chegar com alguma frequência até ao meio-campo do Porto, mas criar perigo ainda nada. Já dobramos os primeiros 20 minutos do Estádio do Dragão nesta jornada 24 da primeira Liga Portuguesa. Um pontapé no meio de José Fonte para Diogo Monteiro. Este mais à direita, lança para Ravi Sanchez, oferece a Taichi Fukui, o nipónico numa rotação sobre si próprio, fica com a bola e mete mais atrás, novamente para a dupla de centrais. É o Porto, agora recuado, missão defensiva da equipa do Porto. Passe bola para o Arouca sobre o lado esquerdo para Pablo González. E este aperta lateral para Taichi Fukui, ameaça o chute, vira para a direita, faz um bel passe para Ravi Sanchez. Avança a equipa do Arouca com disparo lá pra frente, ataque, desmarcação de Barbero, não consegue e corta a equipa do Porto. A bola vai pim, pim, pim, até Gabri Veiga. Adianta para Pepê, recolhe, ainda longe da baliza, ainda assim desmarca Gabri e este aparece, faz mais uma finta, vai para o chão agora. O árbitro manda jogar. Porte bola para a equipa do Arouca, parte para o ataque rápido. É Mancilla, mais uma finta do uruguaio, puxando para a meia direita, desmarca-se Ravi. Vai a bola para lá, Ravi Sanchez faz mais uma finta, é desarmado por Pablo, esticou o pé, tirou. A bola lançada para Frolov, este mais na frente para Gabri Veiga e depois a recuar em Bednarek. Pedro Henriques, não sei se já temos imagem do lance de há pouco em que se pedia falta.

Não, eu vi-se que o jogador veio por trás, teoricamente tocou só na bola, não terá feito falta, mas não houve nenhuma repetição, até porque o jogo está sem paragem. Continua a correr.

Sim, está aquecimento praticamente 23 minutos desta primeira etapa no Estádio do Dragão, jornada 24. A lançar na frente, na direção de Dennis Goul. Depois há um corte do Porto e a bola vai para fora O árbitro a dizer que é uma posição irregular, será isso? De qualquer maneira, a bola vai ser colocada para a equipe do Arouca, lá em zona frontal, à saída da grande área. Está muito bem. Posse de bola para a equipe do Arouca. Chega à casa do Porto depois do triunfo na última jornada. A verdade é que no decorrer desta segunda volta já tem conseguido muitos mais pontos que, por exemplo, em tudo aquilo que foi a primeira volta. Arouquenses na primeira metade da época, alcançou 14 pontos em 17 jogos. Nesta segunda volta, já vai com 12 em apenas seis. É o Arouca claramente num ciclo de menos para mais na primeira liga. Bola para trás de Ravi Sanchez.

Aquele lançamento há um bocado não era falta, era muita falta mesmo. Foi muita, foi em cima e foi embaixo.

Olha, só uma nota aqui dada pelo Nuno Santos, que nos mandou 14 segundos é o gol mais rápido do Dragão. O recorde eram 18 segundos.

Bola rola.

Ora bem, fica aqui essa menção, o gol mais rápido do Dragão. Obrigado, Nuno Santos. Continua a escutar-nos, que nós gostamos muito de saber que estás desse lado. Vamos ligar o Loreti.

É um maiúsculo apontamento do Nuno Santos, um grande abraço para ele. A bola vai para fora. Há lançamento para a equipe do Arouca. A beneficiar a equipe arouquense, ainda se levanta o jogador do Arouca junto ao banco de suplentes de Vasco Seabra. Fica no chão Zaidu. Vai lá a equipe médica portista para perceber o estado do jogador. Creio que estará em condições de continuar. Foi uma queda aparatosa junto do banco de suplentes arouquense. E o jogo volta a estar interrompido. Estamos com 24 minutos e mais desta primeira etapa. Arouca que tem nove vitórias nos últimos 16 jogos.

Não deixa de ser curioso que o Zaidu ficou em mau estado mesmo ao lado de uma maca. Alguma coisa já está ali mesmo à mão.

É, mesmo. A bola vai para trás. É o mesmo que cortar um dedo no hospital. A bola vai na direção de Águar Barrera, este a segurar na sua grande área. Pode virar para a esquerda, para já temporiza jogo. Vamos com 25 minutos desta primeira etapa na Casa do Futebol Clube do Porto, partida que abre a ronda 24 da Primeira Liga. Vai Tachi Fukui, a receber da zona central, levando a bola para a meia esquerda numa zona mais liberta de pressão. Vai colocar a caminho do meio-campo contrário. A equipe do Porto já se defende, com uma cortina defensiva já bem definida e disciplinada, pelo menos já está alinhada no seu meio-campo, meio-campo sul do Estádio do Dragão. Posse de bola para a equipe do Arouca, José Fontaine dá para Diego Monteiro, este mais à direita para Ravi Sanchez, progredindo o real, vai mais na frente e emergindo com o pontapé para a frente, jogo verticalizado, corta Zaidu. A bola para fora, lança o Arouca mais uma vez.

Olha, este Porto marca muito bem em zona. Nem precisa de fazer homem a homem, marca muito bem em zona. Não tem espaço. Portanto, quando chega, está lá alguém que tira-lhe a bola. Portanto, a zona é muito bem feita, muito bem pensada, muito bem desenhada e muito bem cumprida.

Posse de bola para a equipe do Arouca, mais uma vez o pontapé no meio para o nipónico Tachifukui, na dupla de centrais para José Fontaine e depois para Diego Monteiro. Mais uma vez o Arouca, na sua fase inicial de construção, passa entre centrais. A variação vai para a direita para Pablo González, e este novamente para trás para Diego Monteiro. Outra vez a equipe do Arouca, 26 minutos, tique-taque, andamento. O Porto bate o Arouca por uma bola a zero. O gol foi de Óscar Piotrowski, 14 segundos da partida. Ataca o Arouca, posição frontal, Manzilha. O passe agora para Barbero. Barbero, ainda com a bola dominada, pica para a esquerda, corta a equipe do Porto e Alberto foi de cabeça, despachou para a direita. É o Arouca a ter bola, mas há uma falta. E o pontapé livre a beneficiar a equipe azul e branca. Historicamente, e acerca dos gols sofridos, o recorde do Porto no campeonato de 34 jornadas é de 25 partidas sem sofrer, e com estas 25 partidas não necessariamente consecutivas. Com 11 jornadas por disputar, a equipe orientada por Francesco Farioli pode ainda igualar e até superar esse marco. Os dados estatísticos mostram que a equipe portista chega a este desafio com 17 jogos sem sofrer gols. E volto aqui a reforçar essa ideia, não consecutivos, mas são 17 jogos do total já realizados na Primeira Liga Portuguesa. O recorde é de 25. A bola para Bednarek, depois em Diogo Costa, interior da grande área, joga com os pés. É para Zaidu, perto da lateral. Projeta a bola para a entrada do meio-campo contrário, mas esta vai para fora, lança o Arouca. Em pleno meio-campo da equipe portista pelo lado direito. É uma bola para Ravi Sanchez, movimentar junto ao banco de suplentes de Francesco Farioli. É para o meio, para Diogo Monteiro. O português larga para a esquerda, para José Fontaine. Este vai enviar mais à esquerda, a pedir bola, está também Pablo González. Ainda Tachifukui, também joga, soltando para a direita o passe errado, diretamente para o pé de Zaidu. Zaidu de primeira para Óscar Piotrowski. Avança Naza, esquerdo o ataque portista, caminha à grande área, é perigoso, vai veloz, cruzou, trivela a bola dentro da grande área e corta. O Arouca a tirar, que jogada feita Naza. É o Porto a carregar na segunda vaga de ataque. É o segundo take para Zaidu, adianta a bola e corta. A equipe do Arouca, lançamento para a equipe do Porto, outra vez à esquerda. É mais bola a beneficiar a equipe dos Dragões para Zaidu. Que jogada, que rapidez de Óscar Piotrowski numa trivela para a grande área.

Tentou o cruzamento à Quaresma, né? Trivela.

É verdade. Fez recordar bons momentos.

Ia responder à gentileza, depois de ter recebido a assistência, ia fazer o mesmo ao médio dinamarquês.

Posse de bola para a equipe do Arouca, tenta sair da zona de pânico, pontapé direito, mas vai a bola para fora, lança o Porto à esquerda, pressão alta de Zaidu. Bola para Zaidu a cobrar a caminho da grande área da equipe do Arouca. Praticamente com meia hora desta primeira etapa. E o Porto bate o Arouca por 1 x 0. Bela jogada, lado esquerdo. É Gulo agora a fazer a finta na face lateral direita da grande área do Arouca, mas corta. A tirar a equipe que viajou da Serra da Freita. Vai o Porto ganhar a zona alta, meio-campo da equipe arouquense. Avança no real, vale Alberto, uma posição que por norma não é dele, aparece pelo lado esquerdo. Dá para Piotrowski, endossa para Paulo Rosário, recebe, dá para a entrada da grande área Alberto, está em boa posição, vai disparar, não aguenta a bola da melhor forma e depois quando tenta a rotação, faz falta.

Tinha que ter rodado para o outro lado. Rodou para o lado onde estava o jogador do Arouca e ficou sem espaço.

E com isto, todos, já estamos com 30 minutos, 15 até o tempo de intervalo. O resultado é este, Porto 1, o gol foi de Óscar Piotrowski, Arouca 0.

Óscar Pietuszewski, que marcou o golo mais rápido no Estádio do Dragão, 14 segundos, e tornou-se também no estrangeiro mais jovem de sempre a marcar pelo Futebol Clube do Porto. Pietuszewski marca com 17 anos e nove meses. Antes, o recorde era de 18 anos e quatro meses, um tal chamado Anderson, que depois saiu do Porto para o Manchester United.

Está o mercado já a olhar pra aqui. Isso é série de mercado, estás a ver? Catorze segundos, mais jovem. É bom para o Futebol Clube do Porto e também para aqueles que olham o futebol português.

E agora tentava de novo atacar pela esquerda, mas Ricardo Loureiro deixou escapar a bola.

Isso mesmo, tentou mais um ataque, corredor à esquerda a ser usado para a entrada na grande área, mas acaba por não dar seguimento a esta jogada. A bola batida por parte do Arouca na cobrança de um pontapé de rede. Bate cabeça Kiewior, a bola para Tachi Wakui, vai perder para contrários, lançamento para a equipa do Porto, missão de ataque para Zaidu, rapidamente para cobrar, mas já pedia a bola Pietuszewski. Já agora, ele é o mais jovem do campeonato com minutos de jogo. Não é o mais jovem inscrito na liga, porque ainda siga do Vitória, que tem 16 anos, mas que ainda não jogou pela equipa principal. E daí podemos dizer que Pietuszewski é mesmo o mais jovem da atual Liga 25/26. A bola para Badaraque, recua o guarda-redes Diogo Costa. À saída da grande área, vai movimentar para a esquerda para Kiewior. Outra vez o Porto no seu processo de construção de ataque, passe de primeira para Vitor Ferreira, que recebe a bola, vai no corredor central, a bola entra na grande área, é perigoso, agora vai no disparo, Fredolte, o chute corta. A equipa do Arouca bateu na cortina defensiva, sobe ainda a bola pra direita para Alberto, este larga para Pablo Rosário, que vai soltar mais uma vez para a parte direita do ataque portista para Pepe. Cruzou na grande área, cruzou, sim, senhor, mas a bola bate no homem do Arouca, vai para fora. Lançamento para a equipa portista, mais uma vez para o ataque, não conseguiu chegar à baliza de Rui Barrena. É uma cortina defensiva do Arouca bastante cerrada, são todos a defender, 11 para trás da linha da bola. Alberto mete para trás para Badaraque, a receber na zona central Kiewior, pé de bola, avança a equipa portista interior de meio-campo contrário. A bola vai ser metida pra esquerda para Zaidu, também está a pedir, mais à esquerda está Pietuszewski, para já em Gabri Veiga, assegurado pé direito, encaixa para Pietuszewski, junto bem dos suplentes de Vasco e abre a bola dada para Zaidu, grande área, vai ser golo, pontapé e corta a equipa do Arouca e a bola vai para fora, lança o Porto pelo lado esquerdo. Mais um remate, mais um tiro ao boneco. É pra direita para a equipa do Porto, para Pablo Rosário. Vai fazer a rotação, passe curto para Óscar Pietuszewski. Mais uma vez numa finta, um pra um, tenta passar agora de bico e é desarmado. Foi guloso. A equipa do Arouca parte pra ataque para Barber. Barber faz uma finta de pé direito, encosta para Bránislav Mansilla. Tentou tuna, fecha as pernas o jogador portista e depois ganha Vítor Ferreira para Badaraque. E a bola em Pablo Rosário, os adeptos puxam pela equipa, gostaram da jogada, no meio pra Gabri Veiga, faz um mau domínio e a bola vai ser tirada por parte do Arouca diretamente para fora.

Mas a capacidade do Porto reagir à perda é notável e o Porto rapidamente pressiona logo os jogadores do Arouca e recupera muito rapidamente a bola.

Lançamento para Zaidu, a movimentar sobre o lado esquerdo, a bola dada de forma manual para trás e para Kiewior. Assegurado pé direito, encostado na zona central para Ryan Badaraque. No círculo central do relvado vem o polaco a caminho da baliza contrária, o Porto a atacar de sul para norte no Estádio do Dragão, vai atrás do segundo golo, bate o Arouca por uma bola a zero. O golo vem ainda nos escassos segundos do primeiro tempo. Parte que é jogada nesta altura, logo aos 14 segundos. Bola em Pepe, entre duas unidades contrárias, tenta uma porta de saída, puxa a bola para trás. Zona desevacuada, larga em Badaraque, depois em Kiewior. Este ataca sobre o flanco esquerdo, mas a bola vai novamente pra direita porque estava Alberto. Vai tentar captar um corte de cabeça, giganta de cabeça, Vasco e a bola para fora, lança o Porto à direita. Jogador emprestado pelo Vente, dos Países Baixos, vai na primeira temporada a serviço da equipa Arouquense. Trinta e um anos e que chega este Arouca a preocupar o lado esquerdo da defensiva da equipa de Vasco e abre a pontapé. É para a segunda posta, zona central da grande área e o Porto mais uma vez. É nas imediações da baliza do guarda-redes Rui Barrena. Lança em Zaidu, depois na frente, a captar Gabri Veiga, solta na frente, bem jogado para Óscar Pietuszewski, o passe na praça do pênalti, mas não estava lá ninguém pra emendar. Tentou um pênalti andamento, mas não estava lá ninguém.

Mas era fora de jogo, mas o passe do Gabri Veiga é delicioso. O Gabri Veiga tem pormenores de autêntico craque.

Trinta e três minutos no relógio e lá outra vez o Porto bate o Arouca por uma bola a zero. A bola a pronunciar a equipa do Arouca, ainda não conseguiu chegar com perigo. Gabriel Alves do Arouca, pra já, zero. Zero a zero em termos de baliza.

Faz figura de compadre, porque o Futebol Clube do Porto tem o controle do jogo completamente. E o Arouca não tem reação, não tem capacidade, não tem desenho. Disse há pouco uma coisa bem dita, que se havia de se abra uma projeção para o jogo, aquele golo aos 14 segundos desfê-la. E ele ainda não conseguiu, a partir do banco, obviamente, colocar um plano B. Não tem, pra já. E não sei se vai ter.

A bola vai na esquerda pro franco-argelino Juarás, tirou o cruzamento, mete a grande área do Porto, corta Badaraque. No primeiro momento efetivo, com qualidade de jogo até à baliza. O cruzamento aconteceu à esquerda, tirou a equipa do Porto. Ainda o Arouca, mais uma bola. É a saída da sua zona mais ofensiva com o pontapé de central pela central, recebe pelo lado esquerdo, envia para Tachi Wakui, este solta no meio, joga bem Bránislav Mansilla, ataca na baliza, perto desta, solta para Barber, vai tentar fazer barba, cabelo e patilha ao Dragão, não consegue. A segunda defensiva do Porto, vai agora a bola para trás, Fredolte para Alberto e este em Diogo Costa. Sacada na frente, a bola sobe na direção de Óscar Pietuszewski, que domina com as costas, cede dentro desta, vai até a beira da lateral, tenta fazer uma finta, desarma José Fontene, mete para fora, lança o Porto à esquerda. Que finta com as costas. A bola do 77 para trás na movimentação do lançamento. É para Kiewior. Recebe sobre a sua meia direita, caminho de meio-campo contrário. Leva a bola para perto da baliza da equipa do Arouca. Vai procurar fazê-lo em Gabri Veiga. Este solta a bola pra outro dos centrais, chama a jogo também pro ataque Badaraque. É ali que tudo começa, uma espécie de área uma vez do ataque da equipa do Porto. A bola sobra a rédea para Fredolte, depois em Pablo Rosário, vai no relvado, tenta ganhar emotivo mais na frente, mas há falta. E com isto todos já estamos com 35 minutos da primeira etapa em andamento no Estádio do Dragão. Este é o resultado, Porto um, Arouca zero.

Luís Pinto Coelho, há pouco falavas da recuperação de bola por parte do Futebol Clube do Porto, mas a verdade é que do lado ofensivo, a equipe portista está também a conseguir, com alguma facilidade, chegar à profundidade e criar perigo.

Sim, os corredores estão a funcionar bem. O Piotrowski está bem na partida, no lado direito é mais até o Alberto, porque o PP faz mais movimentos interiores. E depois a dinâmica do meio, aquele tri dentro do meio-campo é muito forte, o Frolo e o Gabriel Vega na pressão, e o Porto vai asfixiando um pouco o Arouca e quando o Arouca tem bola, o Porto nas transições também cria sempre muito perigo. Por isso a equipe arouquense está sempre um bocadinho em perigo, porque quer no ataque posicional o Porto é forte, quer nas transições.

Arouca que tenta agora visar a baliza de Diogo Costa, Ricardo Loureiro.

Procurava fazê-lo, tirou a equipe portista mais uma vez. Novamente bola para a equipe de amarelo sobre o lado esquerdo, Tachifukui. O japonês vai meter para a esquerda, 21 anos este japonês, na segunda temporada, é um ex-portimonense. Bota a pé para a direita para Gabi Sanchez, mais para a direita, direção de Treza. Este avança no corredor, bela finta para próximo da grande área, vai trazer Zaidu. Mais uma finta, perto da linha final, desmarca-se bem Tachifukui, dá-lhe a bola, este recebe, cruzou. A bola para o segundo poste, o nipónico cruza bem, meteu na grande área Tachifukui, mas a bola é ganha do lado contrário por parte da equipe do Porto. Arouca tenta uma nova investida, cruzamento para a entrada da grande área e corta. Mais uma vez o Porto a tirar, sobre o lado esquerdo, finta de Oscar Piotrowski, a fazer uma finta na sua zona defensiva e deixando Francesco Farioli à beira de um ataque de nervos.

E acredito que Luís Pinto Coelho também.

Sim, ali não é para brincar. Ali é meter a bola na frente, porque é sempre perigoso. Por acaso o árbitro marcou que o jogador do Arouca tocou a bola com a mão. Daqui até tenho algumas dúvidas, mas ali há uma certa infantilidade dos 17 anos de Piotrowski.

Bola para ser jogada é sair com o carro com a porta aberta. Que perigo ali, fazer uma finta. A bola para o meio para Diogo Costa, exterior da grande área. Neste empate entre Porto e Arouca, aqui uma nota bem curiosa. Nestas duas equipes residem dois dos cinco jogadores mais baixos do campeonato. Rodrigo Mora para o Porto, está no banco, e Alfonso Treza. Esses a jogar, Mora mede um metro e sessenta e oito, já Treza mede um e sessenta e seis. Já agora o mais baixo do campeonato é Alan, jogador do Moreirense, tem um e sessenta e cinco. A bola para PP, procura aparecer no jogo para a parte da grande área mais uma vez, liberta a bola em Alberto até a linha final, tentou o cruzamento, desarma Bas Kuipers para canto da equipe portista à direita. Pedro Henriques, 37 minutos, algum apontamento ao trabalho do juiz da partida?

Não. Resumindo tudo àquele gol que o assistente anulou e que o VAR depois reverteu, por estar seis centímetros no momento do passe o Frolo para o Piotrowski que estava em jogo. Tudo certo até agora.

Árbitro Iancu Vasilesca é o juiz deste desafio, na videoarbitragem está Rui Costa. Passa a bola para a equipe do Porto sobre o lado direito. É uma bola para ser movimentada por parte de Páblo Rosário.

Zaidu.

Muito bem, é Zaidu que foi da esquerda para a direita. É do lado oposto onde está instalada a tribuna de imprensa do Estádio do Dragão. Bota a pé de canto para a equipe portista, bola metida, jogada ensaiada em PP, o passe foi Zaidu. Calcanhar, cruzamento, bola metida para o segundo poste, cá em cima não acontece. Vai lá Piotrowski, também Gabriel Veiga, nem um nem outro. A bola metida para a direita para o ataque do Arouca, vai descendo o relvado para a baliza contrária e desarma. Tira de qualquer forma a ofensiva do Porto foi Denis, gol num bom compromisso defensivo.

Mas deixa-me dizer que é uma bola parada bem trabalhada. O cruzamento é que saiu um bocadinho mais alto, porque senão Bernarec atacava a bola sozinho e de frente, o que poderia ter sido muito perigoso para o Arouca.

Foi o segundo canto para a equipe portista, ainda não há nenhum canto para a equipe do Arouca, este o primeiro canto pelo lado direito, o outro havia sido pelo lado esquerdo. Double antebraço da equipe do Arouca.

Atenção, Carlos Matos, mas enquadrados na equipe entre postes, entre paus, só há dois do Futebol Clube do Porto. Atenção a isso. Quanto à equipe do Arouca, zero.

É como diz o outro, Nicholas Patatoidas. O Porto ganha uma bola e Denis, gol. Vai para a grande área e dá para PP. Recebe o novo cruzamento, pode acontecer gol, não é. A corta providencial para as mãos do guarda-redes Darócs Balázs. O poder de decidir no remate final não foi o melhor e permitiu a defesa do guarda-redes da equipe do Arouca. Guarda-redes que vai na terceira temporada ao serviço dos arouquenses, 29 anos, e é a terceira temporada não consecutiva. Isto porque ele regressa esta época depois de ter estado duas épocas em Arouca. É agora o regresso. À equipe arouquense o regresso agora na corrente temporada, entenda-se, 25-26. Bola para a esquerda para Bas Kuipers. Vai movimentar a pontapé livre de forma curta para Tachifukui. Este mais atrás para Diogo Monteiro. O português mete pro espanhol José Fontán. A segurar pela direita, mete mais na frente, corta Gabriel Veiga no sítio certo, à hora exata. Leva a bola para a entrada do meio-campo, depois calcanhar na bola, intercepta o homem do Arouca, bola para fora, o Porto a movimentar o lançamento. Com isto tudo, já estamos com 40 minutos da primeira etapa no Estádio do Dragão. Gabriel Alves falava há pouco e bem. Luís Pinto Coelho, temos tido pouca baliza. O Porto domina o jogo, mas baliza tem sido muito pouco.

Sim, tem tido várias aproximações perigosas, mas remates à baliza não há muitos, até porque alguns foram bloqueados pelos defesas do Arouca. Bastante volume ofensivo, mas sem grandes oportunidades claras.

Aí vem o Porto para o ataque.

Mas o Denis também nos seus movimentos não está a trazer muito.

O Porto para o ataque, para Gabriel Veiga, dá para a esquerda para Piotrowski, mais uma finta, puxa para a zona central, pode engatilhar, amiouça o chute, vê a desmarcação de Zaidu, dá-lhe a bola, ainda Piotrowski na receção, depois o cruzamento, segundo poste, a bola vai longa e para fora. E a bota pé direito para a equipe do Arouca, mais uma vez Piotrowski a querer decidir-se pelo cruzamento e a ideia não era má. Pedia a presença de Alberto Costa ou até mesmo PP ao segundo poste, mas nem um nem outro. Bola para fora Ontem pé de renda para a equipa do Arouca. Já dobrámos os 40 minutos, menos cinco para chegarmos aos 45 da primeira etapa. A bola vai no meio para Pablo Rosário, depois de cabeça em Gabri Veiga, soltando para Brodzek, de primeira para gol. Gol para Gabri Veiga. A tirar a equipa do Arouca, foi de bico. A bola vai lentamente para Bednarek, Ricardo, depois Alberto. Está instalado o introduz de meio-campo contrário, vê a desmarcação de companheiros de equipa, procurou o acesso para a baliza contrária. Rico a dar na direção de Bednarek, soltando em Kivior. Recebe no meio-campo contrário. A equipa portista para mais um ataque em Gabri Veiga, tudo ao primeiro toque. Pablo Rosário dá depois para Bednarek. Outra vez o carrocela a funcionar, veio da direita, agora para a esquerda. Avança a equipa do Porto para perto da baliza Darúaba Rena. Pablo Rosário, de bico, dá para Kivior, soltando em Pablo Rosário na devolução, vai no cruzado central, varia para a esquerda para Piotrowski. É aqui que está o ouro. Mais uma finta, calcanhar da bola para Zaidu, cruzou o primeiro poste, segundo agora. Cadominado! Dava a ideia de ter dominado a bola com os socos de Dançar o Vira no Altominho. Que mal!

Essa foi bem tirada. Mas Pepe tem muitas vezes isto. O cruzamento também sai forte de Zaidu, não era uma receção fácil. Ainda por mais foi para o pé esquerdo. Mas o Porto a ter muito volume ofensivo, mas depois no último passe, na última definição, a falhar constantemente.

Faltam-lhe os últimos 10 metros, 11 metros.

Lança a bola para a equipa do Porto, vai ganhar em altura. Está Pablo Rosário. Agora a jetar com o pé direito, saca a bola dominada, vai com esta sobre o meio-campo contrário. No pé direito para Brodzek, devolução para Pablo Rosário, vai no cruzado central, que era dito poder ser remate. Desmarca para a esquerda Piotrowski, mas a bola não passa. A tirar da equipa do Arouca, era muito sobre a bola. O pontapé em Marbero. Este vai tentar dominar, não consegue. A equipa do Porto mais uma vez em segunda investida e é falta. Falta! E é um pontapé livre para a equipa aroquense, 42 minutos e mais da primeira etapa. O gol vem nos 14 segundos iniciais por Óscar Piotrowski.

E deixa-me destacar mais uma tremenda exibição de Pablo Rosário, que foi uma contratação, até pelos valores envolvidos, tremenda, de um jogador super competente nas diversas posições que joga. Hoje como número seis, como médio defensivo, é a placa giratória deste futebol do Porto.

E foi questionada. Houve alguém a questionar.

Sim, mas é uma grande contratação do Porto.

Claro que é, e acima de tudo é um homem de confiança de treinador, que naturalmente todos eles querem ter um, seja quem for.

É, o homem faz todas as posições, que se cuide o condutor do autocarro. A bola para a zona central para a equipa do Arouca. A entrada do meio-campo contrário, perde isso por uma bola a sério, a verdade é que não tem chegado com perigo. A baliza de Diogo Costa. O pontapé de José Fontaine para Diogo Monteiro. A entrada do meio-campo contrário, bem relvado a equipa portista, mais relvado sul do Estádio do Dragão. Pontapé em Fakouh. Este mais atrás, novamente para Diogo Monteiro. Este que é o relvado, o sétimo melhor relvado para a Liga Portugal, numa classificação dinâmica da Liga Portugal, que tem a cabeça o relvado do Estádio da Luz. Será precisamente a próxima deslocação do Porto em termos de campeonato. Visita de amanhã, oito dias, neste caso de domingo, oito dias, a casa do Benfica, para mais uma jornada da Primeira Liga Portuguesa e mais um grande clássico do futebol nacional. Bola para Zaidu. É perto da sua zona defensiva, vai beneficiar do lançamento. Zaidu pede a desmarcação de companheiros de equipa, minuto 44 da primeira etapa. Atingimos os últimos instantes do primeiro tempo e a bola vai para trás. É para a equipa do Arouca, facilmente a recolher na sua linha mais sensível. José Fontaine vira-se para a esquerda, lança a bola na direção de Vasco Kupers. Este meio-campo contrário, mais à frente está Pablo González, prefere jogar em Fakouh. Este mais atrás, novamente para a linha mais sensível, e que a equipa do Arouca tem tido mais bola, principalmente do seu meio-campo. Darua Barrena recebe a bola, estica para a direita, lança para Javi Sánchez. Este tem pela frente Pablo Rosário, consegue se envasilhar-se. Agora para Brenet Mancilla, adenta a bola, tenta em progressão passar, não consegue. É Pablo Rosário, mais uma vez no sítio certo, à hora exata. Projeta a bola para a direita para Kivior. Também no caminho da bola está Alberto, agora em Kivior. Este vai para a entrada do meio-relvado da equipa aroquense, uma simulação, agora à esquerda, Zaidu vai soltar lá para a frente de ataque, fazendo passe para Piotrowski, está muito pressionado, tenta virar-se para o seu sentido de progressão, a bola no 77, atrás para Kivior, este larga mais à frente, direção de Alberto, Alberto para Pablo Rosário, esticando o jogo lá para a entrada do meio-campo contrário, vê a desmarcação de companheiros de equipa, o passe agora à esquerda para Gabri Veiga, vai com o brio risca para o ataque, desmarca Zaidu, a bola para lá, projeção da linha frontal da grande área do Arouca, o passe é curto, vai na direção de Piotrowski, cruzou o segundo poste, olha o gol, corta! A tirar a equipa do Arouca, vai tentar sair da zona de pânico, há uma invenção e consegue sair com vida desta bola perigosa, a tentar um túnel, à saída da zona mais recuada. Pedro Henriques, cinco minutos.

Sim, é recordar que não foi tanto pelo momento do gol do Porto e depois a reversão do VAR, mas em que o Piotrowski esteve a ser assistido. Portanto, enquanto não veio a decisão, ele esteve a ser assistido em campo e isso foi o principal momento. Eu tinha aqui quatro minutos, portanto, foi o tempo que esteve parado.

O Porto vai no ataque, cruzamento segundo o poste, olha agora o gol, o pontapé, corta! Corta no lance, gol feito, que jogada. Outra vez Piotrowski a servir a travessa do marisco para Pepe, esbarrou a bola no adversário. Que jogada de ataque do Porto, mais uma vez a cheirar a gol e muito à semelhança do que aconteceu logo no primeiro gol, desta vez a jogada veio pela esquerda e o segundo poste mais uma vez a funcionar, mas desta vez teve pressão, teve marcação.

Sim, mais uma jogada do Óscar Piotrowski, que fugiu para fora e depois faz o cruzamento de pé esquerdo. Pepe remata, mas há um bom corte do jogador do Arouca.

É o canto três para a equipa do Porto, vai ser levantado pelo lado direito. Já estamos dentro do primeiro dos cinco minutos decretados por parte do árbitro de tempo adicional mínimo. Bola para a equipa portista, mete toda a gente para atacar a baliza, ou praticamente toda a gente, para atacar a baliza de Darúaba Rena, exceção feita a Diogo Costa, é o único no introdução meio-campo, o resto dos jogadores ou na área ou nas imediações desta. Para atacar a baliza do guarda-redes da equipa aroquense. Olhe os postos na baliza do Arouca. É o pontapé que vem aí de Zaidu, a tomar muito balanço.

Está ali um jogador com sono.

É...

Estou a reparar numa coisa que é bastante curiosa. É o Treza, que é um dos jogadores mais pequenos, não só do campeonato, mas também do Arouca, que está ali a marcar Bednarek.

É para fazer algum bloqueio, tentar sempre não deixar o jogador embalar para depois atacar a bola.

Pode estar a contar com as cavalitas.

E olha que tem um jogador que tem oito gols e três assistências do Arouca.

É o melhor marcador da equipa.

Pois, pois.

Ponto para a equipa do Porto, à direita. Será que é hoje o canto? O árbitro continuou a conversar com dois jogadores. Eu creio que é Benarek e Trezeguet. Falávamos disso há pouco.

Nós temos um ex-árbitro que nos pode explicar o que é dito, mais ou menos, nestas situações, Pedro Henriques.

A questão que se coloca é assim: o árbitro não é proativo, embora a malta depois fique fora, quer é que o jogo corra. Aqui também houve alguns empurrões, não foi só a questão daqueles agarrões. Se o árbitro não é proativo, depois a bola está em jogo e é mais fácil haver um penalti ou uma agressão, uma coisa qualquer. Se o árbitro for proativo à partida ou tentar acalmar os jogadores, eles normalmente confortam-se melhor, porque sabem que estão sob observação.

Já agora, no lance Benarek-Trezeguet, alguma coisa a apontar, Pedro?

Não, para mim, não. Sem qualquer influência.

Bola para a equipa do Porto aproveitar o lançamento do pontapé de canto. Nada resultou. Houve um chuto para fora. O Porto a aproveitar o lançamento meio-campo da equipa do Arouca, puxando a bola para trás, direção de Benarek. No meio está Kiwior, pontapé em Zaidu. A receção perto do círculo central do relvado, indo embora, meio-campo contrário, a equipa do Porto com várias unidades para perto da zona mais sensível da equipa contrária. O passe em Benarek, recuar Benarek, a pisar bola pela frente em Barbero. Adianta na esquerda, soltando em Kiwior. Outra vez a equipa portista na sua linha de quatro, na sua zona mais sensível. Agora a jogar para a meia-direita para Roberto, a captar entre duas unidades contrárias, faça o passe entre linhas, lance de rotura, na direção de Denis, golo. A bola não passa, não levou o destinatário correto. É para a direita para José Fontaines, batendo sobre a relva de Fukui. Viragem de jogo para a meia-esquerda, pontapé em Pablo González, tentar adiantar no meio-campo contrário, mas é o Porto a tirar, a cortar por Pepe. Este leva a bola no seu pé direito, metendo mais atrás. Vítor Ferreira esticando o jogo em Benarek. Recolhe bola Kiwior. Outra vez a equipa do Porto nos instantes finais desta primeira etapa, 44 minutos. Resta um para chegarmos ao tempo de descanso. É o Porto a bater o Arouca por uma bola a zero nesta jornada 24 do campeonato. Pontapé de Benarek para perto da lateral. É a asa direita do ataque do Porto em Pepe. Este recolhe bola pela frente em Bass Keepers, consegue dar a bola mais atrás, oferece o meio para Gabri Veiga, estica atrás para Kiwior. Outra vez a equipa portista vai com golpe de bola paciente à saída da zona mais sensível, entre centrais, Kiwior e Benarek. De primeira para Varela, dá de bico, é para o meio, para Pablo Rosário, a bola não passa, ainda vai Pablo Rosário, aguenta uma bola, aguenta também esta, aguenta a carga. Foi mais forte fisicamente. Antecipou-se um adversário, a bola para a esquerda para Zaidu e este atrás para Kiwior. Nova bola para Zaidu, leva-la para a frente. É uma zona muito povoada dos jogadores do Arouca, ainda assim gol. Tenta ganhar bola no peito, para já agora para o relvado, perto da lateral. Vai na rotação, o apoio também de Zaidu, vai tirar a equipa do Arouca. Não desiste, gol. Vai lá também Piotrowski e mais um túnel. Que confusão! E é lançamento para a equipa do Porto. Consegue Piotrowski ganhar nenhum crédito nesta bola? Consegue o lançamento. Posse de bola para a equipa do Porto. A bola para trás da dupla de centrais, o passe foi de Zaidu, depois de Piotrowski ganhar esse lançamento. Kiwior, Zaidu outra vez. É à direita, vai dar para Gabri Veiga e acaba. Fecha a primeira etapa no Estádio do Dragão, o Porto a sair em vantagem no marcador. O golo vem nos 14 segundos iniciais por Óscar Piotrowski. Uma grande bola que veio da direita a aparecer, Piotrowski a fechar a jogada e é, para já, o lance que faz toda a diferença numa partida de mais Porto. Teve tudo mais do que esta equipa do Arouca, mais remates, seis face a um, mais bola, 54% face a 46% e em termos de cantos também. Foram três, nenhum para a equipa arouquense. Fecha a primeira etapa, Porto 1, Arouca 0.

Diz, Gabriel.

Se falássemos de pugilismo, o Arouca com um murro no estômago no início do combate, ficou nas cordas até agora.

O que vale é que no futebol há sempre mais do que um round e daqui a pouco vamos ter segunda parte neste encontro, que por agora vai dando vantagem da equipa portista, que cimenta ainda mais a liderança do campeonato, sendo que mais logo há jogo do Sporting frente ao Estoril. Há também relato aqui na Rádio Observador. Contas para outra altura. Por agora, foco total e absoluto neste Futebol Clube do Porto Arouca, que daqui a pouco tem direito a segunda parte, mas para já fazemos aqui uma curta pausa na emissão especial de Desporto para notícias na Rádio Observador.

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