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Esta semana no Isto Não Passa na Rádio, o tema é: canções em dueto. "Where Is the Love". Roberta Flack e Donny Hathaway, com a escolha do Tiago Pereira na abertura do Isto Não Passa na Rádio desta semana. Canções em dueto, canções a duas vozes, canções a duas mãos.

A quatro.

Eleições a segunda volta.

Porque se fora duas, cada pessoa só usa uma mão.

É verdade. Está bem. A não ser que sejam-

Claro, certo. Ou que uma esteja no bolso.

Exato. De resto, eu creio que há alguns anos já tínhamos tocado neste tema assim ao de leve. Creio.

Ó Nelson.

Nem eu já me lembro, quanto mais os outros. Entretanto, como se tem falado muito de uma segunda volta entre dois candidatos, e o tango faixa dois, e este programa também.

Eu pensava que ias dizer que estamos a fazer a segunda volta de todos os temas.

Olha, é um bocadinho.

Está aqui uma ideia.

Boa! Obrigado, Tiago, por essa. Entretanto, se tiverem mais ideias, podem enviar para ouvinte@oobservador.pt.

Podíamos fazer peço imensa desculpa. Eu tinha aqui uma coisa. Por exemplo, as pessoas precisavam de canções para resolver situações.

Ok.

Situações mais sentimentais ou práticas, por exemplo.

Já tivemos temas desses.

Sim, "preciso de receber os meus sogros pela primeira vez em minha casa. Dêem-me canções." E nós damos. Desculpa.

Estejam à vontade. ouvinte@oobservador.pt. Bem, começamos o programa em 1972, com Roberta Flack e Donny Hathaway, de resto, com um disco precisamente com esse nome, com o nome dos dois.

Sim.

Creio eu.

"Where Is the Love?"

Foi recriada esta canção várias vezes.

Sim, foi gravada várias vezes. A grande magia do dueto, porque é fácil fazer um dueto, por exemplo, Nelson. Não, calma. Eu e tu podíamos gravar aqui uma cantiga, eu trazia uma viola, tu trazias um djembê ou um didgeridoo dos teus tempos, e nós gravávamos aqui.

É bué mogário.

Mas a questão é: quando é que acontece magia no dueto? Isso é que faz a diferença. Roberta Flack e o Donny Hathaway, dois enormíssimos nomes da soul e do R&B norte-americanos, nem sempre tidos em consideração quando nos lembramos deste gênero musical, porque a vida assim o ditou por circunstâncias várias, mas o que é triste. Tinham este cruzamento raro. E esta canção é muito interessante, porque é alguém que está apaixonado por outra pessoa, que, por seu lado, está apaixonado por uma terceira pessoa.

Acontece.

E esta que está a cantar está angustiada, e portanto está a desabar emocionalmente nesta cantiga. Curiosidade, o Donny Hathaway morreu tragicamente em 1979, demasiado cedo.

Como que ele morreu? Se posso perguntar ou não queres abordar isso nesta altura?

Ele estava no 15º andar.

Ok.

Pronto, tira as tuas conclusões.

Está bem.

Não coube bem. Muitas complicações, demasiadas. E no ano a seguir, Roberta Flack, que tinha uma relação muito próxima com o Donny Hathaway, editou um álbum de duetos com ele. Era só mais uma prova do entrosamento destes dois.

Sabes o que ele estava a fazer quando morreu? A preparar um novo álbum de duetos.

Pronto.

Ok?

Enfim.

Agora pensa.

Pois é.

Olha, tenho aqui uma outra assustante.

Se isto não era a melhor forma de abrir este programa, não sei qual seria.

Já falámos muito. Vamos ouvir uma canção que eu trouxe aqui também em dueto e já voltamos a falar sobre esta coisa de canções a duas vozes.

It's not time to make a change. Just relax and take it easy. You're still young, that's your fault. There's so much you have to know. Find a girl, settle down. If you want, you can marry. Look at me, I am old, but I'm happy. I was once like you are now, and I know that it's not easy to be calm when you found something going on. But take your time, think a lot. Why think of everything you've got, for you will still be here tomorrow, but your dreams may not. How can I try to explain? When I do, he turns away again. It's always been the same, the same old story. From the moment I could talk, I was ordered to listen. There's a way, and I know that I have to go away. I know I have to go. It's not time to make a change. Just sit down and take it slowly. You're still young. That's your fault. There's so much you have to go through. Find a girl, settle down. If you want, you can marry. Look at me, I am old, but I'm happy. All the times that I cried, keeping all the things I knew inside. It's hard, but it's harder to ignore it. If they were right, I'd agree. But it's them, you know, not me now. There's a way, and I know I have to go away. I know I have to go.

Há pouco estivemos com o R&B e a soul de Roberta Flack e Donny Hathaway. De resto, é um género que tem muita história em termos de duetos. O R&B e a soul é um género que se dá muito a duetos, de facto. Aqui, por outro lado, o Johnny Cash e a Fiona Apple, nesta "Father and Son", têm um registo de dueto que também existe, mas que é diferente do anterior. A Fiona está muito lá atrás, está só um pouquinho a acompanhar.

E é daqueles duetos que podia ser feito à distância.

Sim.

Sabes?

Sim, percebo.

Por acaso não sei se foi.

Não creio. Aliás, o Johnny Cash e a Fiona Apple já tinham gravado o "Bridge Over Trouble Water", do Simon & Garfunkel, para o álbum "American IV: The Man Comes Around", e depois gravam esta versão do "Father and Son", do Cat Stevens, que só surge no álbum póstumo de 2003, o "Unearth". E é aí que surge depois este segundo dueto Cash/Apple. São duas vozes muito diferentes. Ele tem aquele lado mais cavernoso, ela tem aquele lado mais doce, mas ambos têm a dor na voz.

E é isso que faz toda a diferença. Pois é.

Gosto muito desta versão. Olha, por que trouxeste Kruder & Dorfmeister? Para já, por quem eu gosto muito e pensei que tu não ligavas nada.

Gosto muito do nome deles.

Estiveram aí há pouco tempo, tive pena de não ver.

Sim, eles voltaram às atividades.

Sim.

Eu trouxe porque um dos grandes palcos de duetos das últimas décadas é a eletrónica. Sobretudo aqui neste campeonato do DJing/produção/remix.

Mas achas que isto é um dueto?

Acho que sim.

Então qualquer duo é um dueto?

Não, eu acho que é um dueto. Como é que eu tenho de explicar? É como se estivessem a jogar pingue-pongue, sobretudo aqui. Eu trouxe o tema que abre o álbum "DJ-Kicks" de 96, que é um desafio, esta coleção "DJ-Kicks". Portanto, são pessoas desafiadas a remisturar, reinventar canções que já existem. É uma espécie de desafio, mas um desafio indireto. Tu tens duas pessoas a manipular uma matéria-prima e a ver onde é que aquilo chega

Eu gosto muito das sessões DJ Kicks, tenho várias.

Eu acho que eles fazem isto muito bem. Eu trouxe esta também, porque achei que tu ias gostar muito do nome da banda.

Por quê?

Este é o tema "Hey Mother" e a banda era uma banda dos anos 90, que era os Herbalizer.

Eu adoro os Herbalizer. Sabes que eu tentei ir buscar uma música dos Herbalizer para o programa de hoje?

Eu achei que isto tinha tudo a ver contigo.

Vamos a isto.

Pois é.

Kruder & Dorfmeister, "Hey Mother". Isto tem colaboração de Herbalizer? Os Herbalizer entram aqui?

Não, eles trabalham em cima de um tema dos Herbalizer.

Todo esse álbum DJ Kicks é Herbalizer.

Não, cada faixa é uma outra coisa que há.

É uma outra recriação. Exato. É que há tantos DJ Kicks.

É pouco comum, isto.

Eu gosto muito deste género e gosto muito dos Kruder & Dorfmeister. Estiveram há pouco no Lisboa Ao Vivo, tive pena de não os ver. Tanto já tinham passado no Coliseu dos Reys a fazer uma celebração do K&D Sessions, que é um grande disco.

Isto tem muito anos 90. Eu lembrei-me agora de imensas coisas.

Eu também. Podíamos ficar por aqui o resto do programa, mas não. Vamos a Nancy Sinatra e Lee Hazlewood. Já falámos um bocadinho deste dueto. Já regressei a isto também com mais canções a duas vozes. Sei lá, duas, qualquer coisa.

Duas.

O que quiser.

A dois.

Kruder & Dorfmeister, "Hey Mother".

"Paris Summer" "Paris Summer"

Canções em dueto é o tema do "Isto Não Passa na Rádio" esta semana. Canções que são feitas a duas vozes ou por duas entidades artísticas, não sei se também vale.

Pode ser.

Pode ser, não pode?

Pode ser.

Há pouco estivemos com a Nancy Sinatra e Lee Hazlewood em "Summer in Paris", uma canção que faz parte do segundo disco que fizeram juntos. Saiu em 68, "Nancy & Lee", e depois em 72, "Nancy & Lee Again". E é desse disco que saiu esta "Paris Summer". Gosto muito dos duetos da Nancy Sinatra com Lee Hazlewood, acho que são o arquétipo do dueto, porque há pouco já falávamos do R&B e da soul se dar muito a esse gênero, mas eu acho que é o arquétipo de Beauty and the Beast. Quando o dueto é oposição.

Percebo. Quando tens aparentes opostos, mas depois percebes que comungam.

Lee Hazlewood tem aquela coisa, não é? E ela é a Bela. A loira, bonita, doce na sua voz.

Mas depois há ali um break even, em que aquilo se encontra e faz sentido.

Eu acho que são dos melhores duetos, eles são ótimos juntos, têm vários discos. Depois, em 2004, saiu também um disco, "Nancy & Lee III", começando o terceiro disco.

Parece a "Guerra das Estrelas". Episódio nove.

E depois vamos ter uma prequela. A "Summer Wine", a "Some Velvet Morning" podiam ter sido escolhas, mas gosto desta "Paris Summer", numa altura em que summer não tem existido muito e Paris é sempre uma boa solução.

Achas?

Não, mas apeteceu-me dizer isto. Achei que ficava bem na frase. E agora tu escolhes Duo Negro.

Duo Negro.

Sempre em dueto estes.

Sempre em dueto.

Georgina, esta canção é muito gira.

Um dueto que é muito associado a um tipo de música, a um tipo de interpretação, a um contexto, a uma forma de apresentação. Eu acho que há uma memória do Duo Negro.

Eu tenho uma memória muito televisiva do Duo Negro.

E que não tem muito a ver, certamente, com este álbum de 1972, que é o "Black Ground", e que é um álbum que eu acho que mostra, de facto, a capacidade, a ambição, a amplitude criativa que estes dois tinham. É um álbum estupidamente, e estupidamente é um elogio, africano, mas com uma ambição de o tornar global de alguma forma. É um álbum de quem tem uma visão clara e de quem sabe que a música que está a trabalhar é uma fonte de criatividade ímpar e sem limite. Esta canção, Georgina, é uma canção que vem da tradição moçambicana e que o Duo Negro apropria no bom sentido e faz esta bela cantiga que é muito simples e que por isso também é tão difícil de fazer desta forma tão brilhante. Ai, Georgina. Georgina. Georgina Wakamamba. Georgina Wakamamba. Georgina Wakamamba. Georgina Wakamamba. Georgina Wakamamba. Georgina Wakamamba. Georgina Wakamamba. Georgina Wakamamba. Georgina Wakamamba. Georgina Wakamamba. Georgina Wakamamba.

O do Ouro Negro tem-

Viste esta harmonia no fim?

Incrível. Era isso que eu ia dizer. O Ouro Negro é mestre nesta coisa da harmonização.

Não brinquem comigo. Simon e Garfunkel? Não brinquem comigo.

Simon e Garfunkel. Adoro Ouro Negro. Georgina, escolha do Tiago Pereira. Belo dueto, de facto. Eles são mestres da harmonização entre eles. A folk faz muito isto.

É espetacular.

Muitos duetos folk, do género folk, trabalham muito essa harmonização entre as vozes.

Qualquer folk ou folclore, como queiras chamar-lhe, é canção que passou de geração em geração, que vem do dia a dia, vem do trabalho, da rua, do campo, e em que as pessoas cantavam muitas vezes sem qualquer tipo de instrumento e a harmonia fazia parte.

Tinha que ter, não havia uma guitarra para disfarçar o que se cantava mal.

Exato.

Muito bem. Lembrei-me também aqui de um disco que está cheio de duetos. Chama-se "Echo in the Canyon", é a banda sonora de um filme documentário com o mesmo nome, a propósito do Laurel Canyon. Já aqui falámos muito. Essa zona ali da Califórnia, foi para ali toda a gente viver, não sei se as rendas eram acessíveis na altura, mas foi tudo ali para aquelas montanhas, creio que um bocadinho a norte de Los Angeles. O Laurel Canyon foi a casa dos Mamas & the Papas, dos Crosby, Stills, Nash, Young, and etc. Eric Clapton e essa malta toda viveu por ali e alguns deles participam neste disco, mas também há, por exemplo, Josh Homme, Fiona Apple, Cat Power, Norah Jones, Regina Spector, Neil Young, claro, e o Jacob Dylan, e o Beck. Há imensos duetos neste disco que eu gosto muito. É um disco de 2019. O filme também vale muito a pena para conhecer um movimento na música norte-americana que deixou lastro e muito, essa malta do Laurel Canyon. E esta é uma versão dos Turtles. Ficou mais conhecida nos Turtles. Os Birds já tinham gravado antes dos Turtles. Depois, há uma mais conhecida até, e mais recente, creio que dos anos 90, dos Lightning Seeds. As Salt-N-Pepa fizeram uma versão desta "You Showed Me". E a canção surge aqui nas vozes do Jacob Dylan e Cat Power para este "Echo in the Canyon", um disco para o filme documentário com o mesmo nome. Eu, se um dia fizesse um dueto, a Cat Power era a minha primeira escolha. Queria fazer com a Cat Power, porque ela não harmoniza a voz com ninguém, mas mantém o seu gênero. E por falar em harmonizações, que estávamos aqui há pouco a falar sobre o Ouro Negro, esta é uma canção que tem um registro completamente diferente de dueto. Está cada um um pouco na sua. A coisa funciona bem.

Este é aquele tipo de dueto que é o diálogo, é como se eles estivessem a ter uma conversa. E, portanto, fala um, fala o outro.

Gosto muito desta canção. Uma canção eterna. É daquelas canções que por mais que lhe mexam, ela parece que continua a ter a sua essência e a ser bonita.

É isso que dita a-

A intemporalidade?

A qualidade da canção. Claro.

Sem dúvida. Olha, Bill Evans.

Por falar em intemporal.

Por quê? Waltz for Debby.

Olha, para já, porque, como dizia, um dos primeiros álbuns de Bill Evans, um dos mais famosos pianistas da história do jazz. Ele tinha um disco que se chamava Everybody Digs Bill Evans. E isso é verdade. É impossível. Eu desafio alguém que envie um e-mail para ouvinte@observador.pt, se não gostar de Bill Evans e se souber e for capaz de argumentar o porquê. Eu desafio qualquer um, mas não pago nada. E esta canção chama-se Waltz for Debby. Canção, enfim, ninguém canta, mas aquele piano é como se cantasse. E Debby era sobrinha de Bill Evans e ele dedicou-lhe uma valsa. Este tema foi gravado várias vezes, com muita gente, e eu trouxe aqui uma versão em que o convidado no saxofone é o Cannonball Adderley, que é também um monstro, se assim quiseres, do gênero e que fez parte do sexteto do Miles Davis, por exemplo. E a gravação é extraordinária, o tema é extraordinário, o Bill Evans é um génio e será para sempre e a vida é bonita.

É pena não se ouvir como o Tiago Pereira bate o pé nesta waltz, "For Debby".

Como se eu percebesse alguma coisa disto.

Como percebesse alguma coisa de jazz modal ou de hard bop.

Não percebo absolutamente nada.

Este subgênero do jazz praticado pelo Bill Evans.

Não percebo absolutamente nada, mas adoro isto.

Estavas aqui a falar do Cannonball Adderley, que está aqui no saxofone. Quer o Bill Evans, quer o Cannonball participaram no "Kind of Blue" do Miles Davis. E o Bill era o único branco do sexteto do Miles Davis. É muito engraçado. Bela escolha.

Já viste a cantura deste piano?

É óptimo, ficava aqui agora horas. Ficava o resto do dia a ouvir isto, mas temos que fechar o programa desta semana e vamos fazê-lo em português. Canções para duetos ou canções em dueto, assim é que é. Lembrei-me de uma iniciativa que há algum tempo começou a ocupar alguns teatros. O Conta-me uma Canção, é no Maria Matos, em Lisboa, não sei se já foi a outras salas, mas estava-me a lembrar que há um novo ciclo.

Vem aí outra vez.

Vem aí outra vez. Estava só a tentar recordar quais são as novas datas e os novos compositores que colaboram.

Lembro-me de Benjamim e Tozé Brito.

Sim, eu lembrei-me do "Olá Então Como Vais?", o dueto do Paulo de Carvalho com o Tozé Brito. Depois há um dueto dessa canção à Tozé Brito, António Zambujo e depois essa canção é recriada no disco "Tozé Brito de Novo" pelo Benjamim e pelo B Fachada. Gosto muito dessa canção, mas a propósito do regresso desta iniciativa Conta-me uma Canção, que vai ter mais concertos em breve em Lisboa, lembrei-me da colaboração que existiu entre o Benjamim e o Samuel Úria, chama-se "Os Raros", eles acabaram por lançar essa música. Eu gosto muito desta canção, ela é muito lenta, mas muito bonita. E estão aqui dois dos, para mim, melhores cantautores. Ainda se usa isto, os cantautores?

Ou não.

Juntos, numa bela canção que fizeram também juntos. Procurem aí também pelo Conta-me uma Canção, que eu acho que está de regresso com novos espetáculos. Fechamos o programa desta semana em português com este dueto. Para a semana regressamos com mais canções. Um abraço, Tiago.

Até para a semana.

Trouxe a massa, mãe. Compartilho o que é meu, pai. Vim de pedra cá. Ancorado àquele mal. Já me encartilhei. Sou fluente no não sei. Zelo em contramão. Certo em tudo não sei não. Caso raro mais de mil. Quase extinto mais de mil. Tão exclusivo mais de mil. Cá do alto assumo a engia. Finjo só para ser. Sendo assim valo mais ser. Doze a dor dos ais. Qualquer dia vão ser mais. Denudado em dó. Então fico só eu só. Peça de museu. Quando o espólio for só eu. Um achado mais de mil. Inaudito mais de mil. Puto índigo mais de mil. Cá do alto assumo a engia. Caso raro mais de mil. Quase extinto mais de mil. Tão exclusivo mais de mil. Cá do alto assumo a engia. Tão em cima assumo a engia. Cá do alto assumo a engia.