Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Não sei se viram as imagens, os vídeos, mas estão por todo lado, não por serem uma coisa do outro mundo, mas por serem caricatas. A foto de Trump e Melania a subirem a pé as escadas rolantes das Nações Unidas. As escadas que pararam assim que eles pisaram os primeiros degraus. As escadas não estavam paradas. Isto aconteceu minutos antes do discurso de Trump na Assembleia Geral da ONU em Nova York. Mas por que isso continua a ser notícia? Porque a Casa Branca quer despedir o funcionário responsável pela avaria, paragem das escadas rolantes. A porta-voz Karoline Leavitt disse que caso um funcionário das Nações Unidas tenha desligado intencionalmente a escada rolante no momento em que o presidente e a primeira-dama estavam prestes a subir, deveria ser imediatamente despedido e investigado. Mencionou ainda aquilo que o jornal Times escreveu sobre isto, que o encerramento das escadas seria para dizer ao presidente dos Estados Unidos que as Nações Unidas estão sem dinheiro. Quando aconteceu, Trump olhou à volta surpreendido, tipo: "o que se passa aqui?", mas depois continuou a caminhar atrás da primeira-dama, ignorou as perguntas dos repórteres que registaram o momento nas escadas. Quando discursou perante a Assembleia Geral, disse: "Tudo o que recebi das Nações Unidas foi uma escada que quando sobe, para no meio". E depois acrescentou que se a primeira-dama não estivesse em grande forma, teria caído. "Estamos os dois em grande forma", disse ele a rir. Mas as exclamações não ficaram por aqui, durante o discurso disse: "Tudo o que posso dizer é que quem quer que esteja a operar este teleponto está em sérios problemas". Uma ameaça em tom de provocação. Portanto, parece que o teleponto também não funciona bem. Sobre as escadas, isto ainda vai dar o que falar, com certeza.

Também há um vídeo em que ele comenta isso com António Guterres, e António Guterres explica-lhe: "Ah, isso foi alguém que acionou o botão de paragem. Todas as escadas vamos ter aquele botão de paragem em caso de emergência, e foi essa a justificação que António Guterres lhe deu.

Pois, mas qual seria a emergência ali? Estava tudo a correr normal.

O tal funcionário que ele quer despedir.

Exato. Vamos ver no que isto vai dar.

Tu falaste aí de um casal internacional, eu também trago aqui outro casal internacional. Sim, neste caso Nicolas Sarkozy e Carla Bruni, que também está a dar o que falar.

Ele foi notícia estes dias.

Ele foi notícia pela condenação ontem de cinco anos de prisão, mas não é tanto dele que se fala, mas sim da mulher, Carla Bruni, que provocou os jornalistas que estavam no local onde foi lida esta sentença, onde Sarkozy soube que ia ser condenado. E há um vídeo também a circular nas redes sociais, um vídeo muito curto, tem apenas uns segundos, é tudo muito rápido. Assim que Sarkozy termina de falar aos jornalistas, Carla Bruni retira a esponja vermelha do microfone do Mediapart, um site de jornalismo de investigação francês, e depois atira a esponja pro chão, segue viagem. Ainda se ouve uma voz a dizer: "É inacreditável".

Não atirou para o lado.

Não, atirou pro chão, mas só a esponja, não foi o microfone. Uma esponja vermelha, curiosamente.

Vai comprar.

Exato. Carla Bruni se mantém inabalável no apoio a Sarkozy depois da condenação. Ficou ao lado dele enquanto ele falava aos jornalistas, ainda antes de ela retirar a tal esponja. Também pôs um post no Instagram logo depois de conhecer a sentença, escreveu Carla Bruni: "O amor é a resposta", com o hashtag "o ódio não vencerá". Mas isto tem tudo uma explicação. Este site, o Mediapart, que ainda a esta hora tem em manchete a condenação de Sarkozy, foi a publicação que revelou o caso que levou à abertura deste inquérito em 2013. Em causa uma nota dos serviços secretos líbios, datada de dezembro de 2006, que mencionava um alegado acordo com o então governante Muammar Gaddafi para ajudar a financiar a corrida presidencial de Sarkozy. Ora, o antigo presidente francês, que antes também já tinha feito duras críticas a este site, prometeu lutar até o fim, sublinhou a ideia de que o tribunal até chegou a declarar que esse documento do Mediapart, que deu origem ao processo, era uma farsa. Certo é que o tribunal condenou Sarkozy a cinco anos de prisão. Mesmo que recorra desta decisão, o antigo presidente francês vai mesmo ter de cumprir pena. Ele foi considerado culpado de algumas, mas não de todas as acusações, nomeadamente de associação criminosa. Vai ainda ser condenado ao pagamento de € 100 mil e durante estes cinco anos não vai poder votar nem ocupar cargos públicos. No entanto, foi absolvido das acusações de encobrimento, de desvio de fundos públicos e também de corrupção passiva. Mas para a história fica este vídeo.

E vai poder contar com as visitas de Carla Bruni.

Era nisso que eu estava a pensar.

Levar-lhe umas marmitas.

Será que...

Estavas a pensar, queres dizer? Não, fica no ar. As visitas.

Visitas conjugais.

As visitas conjugais, não se sabe. Imagina, coitado do Sarkozy. Cinco anos.

Isto temos que guardar. Eu penso que acordamos às 5h da manhã.