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Boa noite, o meu nome é Maria Miguel Marques, vamos às notícias. Estão confirmados dois portugueses desaparecidos na sequência das inundações no Nepal e no Tibete. Trata-se de um homem e de uma mulher. A informação é avançada à Rádio Observador pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, que garante estar a acompanhar a situação ao minuto. Há já 160 mortes confirmadas e pelo menos 600 pessoas desaparecidas. A tragédia aconteceu na sequência de uma avalanche de gelo e rocha, que provocou uma enxurrada na zona de fronteira entre o Nepal e o Tibete. O secretário-geral da ONU, António Guterres, anunciou que equipas das Nações Unidas e parceiros humanitários estão a mobilizar mantimentos e pessoas para apoiar as comunidades afetadas. O Presidente da República já enviou uma mensagem de condolências ao homólogo do Nepal, em nome pessoal e do povo português. O chefe de Estado apresentou as condolências às famílias das vítimas e desejou uma rápida recuperação às pessoas feridas. O diretor nacional da PSP considera que ainda há muitos agentes da polícia em falta no país. Luís Carrilho sublinha que são precisos agentes em Portugal inteiro e não apenas em Lisboa. Em entrevista à Sic Notícias, o diretor nacional da PSP garante que o aumento de agentes da polícia em Portugal é insuficiente.

Temos feito, desde 2024, um grande esforço de aumento do número de polícias na Polícia de Segurança Pública. Insuficiente, em primeiro lugar, para o diretor nacional da Polícia de Segurança Pública, ou melhor, insuficiente, em primeiro lugar, para Portugal. Todos nós queremos mais polícias. Para Lisboa, o grande problema não é o número de polícias que mandamos para Lisboa, é o número de polícias que saem de Lisboa. Nós este ano, com a escola de formação, que acabou em maio, tivemos que, e tomamos essa decisão, as fronteiras são muito importantes, 360 dos polícias foram para os aeroportos. Os outros 190 foram para Lisboa.

O diretor nacional da PSP, Luís Carrilho, em declarações à Sic Notícias, não diz se a promessa feita pelo governo de um aumento de 200 polícias nas ruas pode ser mesmo concretizada. E na política, Luís Marques Mendes aconselha o governo e a oposição a terem humildade democrática. No discurso que fez esta quarta-feira na Universidade de Verão do PSD, o ex-líder do partido afirma que não é possível viver em campanha eleitoral permanente. Luís Marques Mendes lamenta o facto de se viver num clima de crispação constante.

Eu olho às vezes para a vida política nacional e parece que vamos ter eleições nos próximos meses. É tudo num clima de crispação da direita à esquerda, um clima quase de campanha eleitoral. Acho que era importante olhar para estes exemplos, mas não há apenas os exemplos no PSD, há também Mário Soares e outros exemplos. É preciso um pouco de humildade democrática, sentido de responsabilidade, alguns entendimentos políticos, não precisam ser muitos, mas alguns, para o país seguir em frente. O país é mais importante que a circunstância que somos cada um de nós.

Discurso de Luís Marques Mendes na noite desta quarta-feira na Universidade de Verão do PSD. O ex-candidato presidencial aproveitou ainda para dizer que considera que a revisão constitucional não é necessária nem uma prioridade. Realça, no entanto, que pode ser positiva se for cirúrgica. Ao final da tarde desta quarta-feira, à chegada a Castelo de Vide, onde corre esta Universidade de Verão do PSD, Luís Marques Mendes tinha já prestado declarações aos jornalistas, garante que a carreira política chegou ao fim.

Isto é algum regresso à ação política? Não, não é. Para mim, a ação política, em termos de cargos políticos ou de candidaturas a cargos políticos, acabou. Foi uma fase da minha vida. Gostei umas vezes, gostei menos outras, mas essa fase terminou. E, portanto, este aqui é um contributo cívico e de cidadania. Sobretudo, aceitei porque eu hoje venho falar em homenagem ao doutor Francisco Pinto Balsemão.

Marques Mendes, na Universidade de Verão do PSD, está, no entanto, disponível para regressar ao comentário televisivo. Diz que já tem várias propostas, mas afirma não ter pressa. O Ministério da Saúde vai decretar serviços mínimos para a greve dos técnicos de emergência pré-hospitalar, que está marcada para os dias 14 e 28 de setembro. Na tarde desta quarta-feira, a ministra da Saúde, a direção do INEM e o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar estiveram reunidos com o objetivo de chegar a acordo para a greve ser desconvocada, mas esse entendimento não foi possível. A ministra ainda tem esperança de que a greve venha a ser desconvocada, mas para precaver, anunciou já a marcação de serviços mínimos para os dois dias de protesto.

Avançaremos de imediato com a marcação de serviços mínimos, porque caso a greve venha a ser suspensa, não serão naturalmente necessários os serviços mínimos. Mas se não for suspensa, nós temos de garantir que os serviços mínimos estão assegurados. Por isso, é tudo quanto temos para vos dizer e mais uma vez referir que a reunião foi, de facto, muito construtiva.

Ana Paula Martins, que avança ainda que na próxima semana o presidente do Conselho Diretivo do INEM vai analisar de forma mais detalhada as reivindicações dos trabalhadores. Ainda antes da ministra, falou o presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, Rui Lázaro, que admite que existiram ainda algumas aproximações entre as partes.

Houve uma aproximação quanto ao governo conseguir nos garantir que as atuais 56 ambulâncias de emergência médica se mantêm quase na totalidade ou salvo raras exceções, disponíveis para socorrer os cidadãos, que é a nossa reivindicação. Também aproximação no caso das ambulâncias SIV, de que se possa eventualmente avançar com projetos piloto para análise e posteriormente decisão mais tarde. Nós demonstramos essa flexibilidade também de receber a contraproposta e analisá-la para tomarmos uma decisão futura.

O presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, em declarações aos jornalistas na tarde desta quarta-feira, na sede do Ministério da Saúde, em Lisboa. Olhamos também para o desporto. O Benfica entra nesta quinta-feira em campo na Dinamarca, frente ao Aarhus, é o último obstáculo para a qualificação para a fase de liga da Liga Europa. Na primeira mão, os encarnados trazem uma vantagem de dois gols depois da vitória por 3 x 1 no Estádio da Luz. Na antevisão à partida, o treinador das Águias, Marco Silva, afirma que o desempenho no primeiro jogo foi positivo, mas prevê um adversário com pressa para marcar.

A nossa estratégia tática, tivemos muito bem no jogo também. Sei que sofremos um gol completamente evitável no momento que tínhamos bola, mas taticamente tivemos bem, ajustamos algumas questões de posicionamento da nossa linha média, que funcionou também bem. Esperamos um jogo difícil, um adversário que naturalmente vai querer reagir, um adversário que vai querer ter um impacto desde o começo do jogo. E como disse há pouco, é um jogo que vai exigir que estejamos a um nível muito bom para passar.

Marco Silva ganhou hoje um novo reforço para o plantel dos encarnados, o internacional português João Palhinha. O treinador do Benfica está satisfeito com mais uma entrada, mas ainda quer mais.

Quando contratamos um jogador como o João para o nosso clube, é porque acreditamos que vai realmente acrescentar algo importante. Eu tinha falado muito do perfil que procurávamos para aquela posição e nesse aspecto decidimos ir pelo João. É um jogador como todos os outros que tentamos contratar e eu percebo a vossa questão e a curiosidade por aquilo que são as nossas opiniões e o impacto que pode ter ou não. Quando contratamos jogadores é para tentar que o Benfica seja mais forte e esse foi o objetivo com o João.

Treinador das Águias, Marco Silva. A partida entre o Aarhus e o Benfica tem apito inicial às 19h desta quinta-feira e tem relato e comentário aqui na Rádio Observador. José Mourinho garantiu uma vitória em casa do Real Madrid, no regresso do internacional português ao Bernabéu, 13 anos depois. O Real Madrid goleou a Real Sociedad por quatro bolas a uma, com um hat-trick de Mbappé e um gol de Vinicius Junior. Com esta vitória, a equipe comandada por Mourinho sobe ao primeiro lugar da La Liga, com os mesmos seis pontos que o Sevilha e Betis em duas temporadas. Notícia de fecho deste jornal da uma da manhã. O essencial da informação é atualizado à 13h30.