Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Na Rádio Observador. Jornal das três, com José Rafael Lopes. José, o Presidente da República saúda o entendimento entre o Governo e o Partido Socialista para aprovar o Orçamento do Estado e apela a que mais partidos se juntem para viabilizar o documento.
A proposta do Governo ainda não é conhecida, mas já tem aprovação praticamente garantida com o anúncio da abstenção por parte do Partido Socialista. No primeiro discurso como chefe de Estado, no dia da implantação da República, António José Seguro elogiou essa aproximação entre o Governo e o PS e pediu, Vasco Maldonado Correia, mais exemplos de políticas pensadas a longo prazo.
No 5 de Outubro, como em todo o mandato, António José Seguro deixa o apelo ao entendimento interpartidário.
Precisamos de soluções duradouras e de capacidade política para as aplicar. Portugal precisa de uma nova cultura política com base em entendimentos e compromissos interpartidários, focada na resolução concreta dos problemas das pessoas e numa visão estratégica para Portugal.
E volta a manifestar vontade em ver uma política que pense a longo prazo.
Agir sobre o curto prazo com uma ideia de futuro para Portugal obriga a políticas públicas que se apliquem em várias legislaturas. Não podemos estar sempre a voltar ao início só porque se mudou uma legislatura.
Com o Primeiro-Ministro na plateia, fica também a lembrança que sem diálogo nada se faz.
Num regime democrático, ninguém abdica das suas diferenças, mas a democracia também não pode transformar as diferenças em impossibilidades de entendimento, nomeadamente quando os governos não dispõem de apoio parlamentar maioritário.
Com a viabilização do Orçamento do Estado praticamente garantida, Seguro deixa um elogio direto a duas das três maiores forças políticas.
Saúdo o Governo e o Partido Socialista pelo caminho de aproximação que têm vindo a fazer, tendo em vista a aprovação do Orçamento do Estado para o próximo ano. Oxalá outros partidos possam juntar-se a este caminho de compromisso e de convergência nestes e noutros processos legislativos.
O Presidente da República entende que os eleitores sabem distinguir entre populistas e quem procura o bem do país.
E até mesmo aqueles que, porventura, só agem em função de incentivos eleitorais, digo-vos com muita convicção que acredito que os portugueses apreciam e recompensam os partidos e os atores políticos que acordam em soluções para melhorar a vida concreta das pessoas.
Com a mensagem de que os portugueses precisam de razões para continuar a confiar nas instituições, o chefe de Estado pede também soluções para a crise vivida em todo o planeta.
A crise energética, razão fundamental de muitos destes problemas, não pode ser enfrentada apenas com respostas nacionais. Não se resolve país a país. Exige uma resposta europeia coordenada que proteja as pessoas, a economia e reduza estruturalmente a dependência externa da energia.
Há muito a fazer e é preciso vontade para avançar. Mensagens de António José Seguro no primeiro discurso enquanto chefe de Estado, no dia em que se celebra a implantação da República em Portugal.
Vasco Maldonado Correia a acompanhar as cerimónias do 5 de Outubro, na Praça do Município, em Lisboa, em que António José Seguro apelou a que mais partidos ajudem a viabilizar o Orçamento do Estado.
A esta hora já abriram as portas do Palácio de São Bento para as visitas livres que vão ocorrer durante esta tarde.
É já uma tradição do dia 5 de Outubro, faz parte das celebrações. É no Palácio de São Bento que está o David Biléu, jornalista da Rádio Observador. David, as portas já abriram, sendo que esta cerimónia começou com José Pedro Aguiar-Branco a deixar palavras sobre o combate à desinformação.
Aqui no Palácio de São Bento, as portas já abriram para as visitas livres que as pessoas vão fazer. As portas abriram por volta das 14h30 e vai acontecer até às 19h, com a última entrada permitida às 18h30. Ora, o presidente da Assembleia da República, José Aguiar-Branco, proferiu um discurso onde se dirigiu às pessoas que aqui estavam para visitar a Assembleia. Fez um discurso muito direcionado para os mais jovens. Disse que o fato de os mais jovens entrarem na Assembleia e conhecerem as instalações e como funcionam os trabalhos parlamentares ajuda no combate da desinformação e no reforço da democracia. José Pedro Aguiar-Branco disse que é preciso ter cidadãos e pessoas mais atentas e que estas iniciativas são uma forma de o fazer. Disse mesmo que as pessoas deviam sentir a Assembleia da República como se fosse a sua casa. Ora, também estivemos aqui fora, onde várias pessoas se encontram aqui na fila para entrar. A fila que já estava bastante longa, já à 13h, onde várias pessoas, muitas delas, inclusivamente, acabaram por não entrar, visto que teriam de estar uma hora à espera. Estas visitas são marcadas por um programa cultural diversificado que envolve exposições, música ao vivo. Aqui mesmo na abertura, tivemos o solo de piano por parte do pianista Gil Brito, um pianista de cerca de 10 anos de idade, que fez aqui um solo muito agradável. Um dos grandes destaques vai ser também o concerto Luís Trigacheiro, às 17h30, na Sala do Senado e, portanto, espera-se que mais pessoas cheguem até às 18h30, Zé.
A reportagem do David Biléu com os destaques das palavras de José Pedro Aguiar-Branco e também com o arranque desta visita livre que acontece durante a tarde no Palácio de São Bento, no âmbito das celebrações do 5 de Outubro
Na atualidade internacional, Pedro Sánchez dissolveu o Parlamento Espanhol.
Já terminou esse Conselho de Ministros que o líder do governo tinha anunciado de manhã com essa decisão, a dissolução do Parlamento Espanhol. O governo espanhol cai. Pedro Sánchez anunciou já eleições para 29 de novembro. O ato eleitoral avança depois de um chumbo de medidas para habitação. Há já uma reação do líder da oposição em Espanha, que saúda o anúncio de eleições antecipadas. Alberto Núñez Feijóo diz que estas eleições vão ser diferentes. Desta vez não é um duelo entre PP e PSOE, mas sim um duelo entre Espanha e Pedro Sánchez.
"A pergunta que faço aos espanhóis é se querem mais quatro anos disto ou se estão dispostos a dar uma oportunidade à mudança. Sofremos políticas sem escrúpulos e um líder com poder sem limites, um governo disposto a tudo. Agora é momento de escolher entre um projeto de ambição individual ou um projeto para o país. Não são eleições como antes. Este vai ser um duelo entre Espanha e o que representa Pedro Sánchez. A nação e a democracia têm de vencer quem mais dano lhe causou".
As palavras do líder da oposição em Espanha. Já Pedro Sánchez tinha dito antes de dissolver o Parlamento que pretende uma maioria progressista mais ampla.
"Para fazer mais, precisamos renovar e ampliar o nosso apoio para dar seguimento às reformas que precisamos, para que a cidadania possa reduzir os níveis de desigualdade. Devemos mobilizar-nos e devemos garantir que o Parlamento nos dote de uma maioria muito mais ampla e progressista, com a qual possamos derrotar as elites, conquistar novos avanços sociais e continuar a transformar Espanha".
É o que pretende alcançar Pedro Sánchez com estas eleições antecipadas marcadas para 29 de novembro. O primeiro-ministro espanhol quer reforçar o poder do PSOE no Parlamento.
No desporto, o Benfica entregou à Federação Portuguesa de Futebol um documento com propostas de reforma para a arbitragem do futebol português.
O documento baseia-se em quatro eixos estratégicos: independência, profissionalização, transparência e responsabilização. Entre as medidas integradas na proposta, destaca-se a criação de uma entidade autónoma em relação à Federação Portuguesa de Futebol, à Liga Portugal e aos clubes destinada, em exclusivo, à gestão do setor da arbitragem. A informação está a ser avançada pelo jornal A Bola, que diz que o documento prevê que a liderança deste organismo seja recrutada através de concurso internacional com mandatos fixos. O plano submetido pelo Benfica estabelece também a separação funcional entre a entidade responsável pela nomeação das equipas de arbitragem e a entidade encarregue de avaliar o desempenho dos árbitros.
Procedamos à informação de âmbito local.
Começamos em Sintra. Um homem de 72 anos foi resgatado esta manhã na Praia da Aguda, depois do veleiro em que seguia se ter incendiado. O homem conseguiu abandonar a embarcação numa embarcação insuflável de emergência e ligar para o 112. Segundo a Polícia Marítima, foi levado para bordo do navio-patrulha da Polícia Marítima, onde foi depois avaliado por uma enfermeira. Em Santarém, a Câmara Municipal está a preparar uma nova vaga de investimentos para o centro histórico e para a zona ribeirinha. Os projetos incluem a requalificação do Teatro Rosa Damasceno, a criação de novos espaços para museus e a recuperação do espaço público. O investimento total previsto é de € 4 milhões. A obra deve arrancar no próximo ano. Em Matosinhos, a Câmara Municipal já reabilitou cerca de 12 km de passadiços da orla costeira, num investimento de cerca de € 3 milhões. A intervenção mais recente inclui a substituição das estradas de acesso e de ligação entre as estradas, os estacionamentos e a praia. A autarquia pretende melhorar as condições de segurança e circulação dos peões numa rede de passadiços que estão particularmente expostos ao vento, à chuva e à areia. Em Ourém, realiza-se hoje em Seiça a primeira edição do Troféu de Seiça by Orion, uma nova prova de ciclismo de estrada. A corrida reúne 300 atletas. Corre-se num circuito fechado de 47 km. A partida está marcada para às 16h30, numa prova organizada pela equipa de ciclismo Orion Cycling. Em Arouca, arranca este sábado o projeto Dó Ré Mi: Música para a Infância, dedicado a bebês e crianças até aos seis anos. As sessões vão decorrer todos os meses ao longo do ano e pretendem estimular a criatividade, a expressão artística e o contacto com a música, através de atividades lúdicas e interativas. O evento acontece na Biblioteca Municipal de Arouca, com entrada gratuita, mediante inscrição prévia. E fechamos em Almada, onde está a decorrer até o final deste mês o Festival Sons de Outono, dedicado à música antiga. A programação inclui cinco concertos com repertórios que percorrem diferentes períodos, desde a Idade Média ao Barroco, e conta com músicos nacionais e internacionais. A entrada é gratuita.
José Rafael Lopes, com o Jornal das Três.