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As notícias. Começa agora o Jornal das 8, edição do jornalista Luís Soares. E Luís, já terminou a primeira reunião semanal entre o Presidente da República e o Primeiro-Ministro, um encontro que vai passar a acontecer às terças.
O tradicional encontro de quinta-feira passa agora a ser à terça-feira, decisão acordada esta tarde nesse primeiro encontro no Palácio de Belém. A reunião demorou perto de hora e meia e Vasco Maldonado Correia, a reunião termina com elogios de Luís Montenegro.
Foi o primeiro encontro entre o novo Presidente da República, agora já empossado, e o Primeiro-Ministro. Durou uma hora e meia e acabou com um aperto de mão, mas só desta vez se vai realizar a uma quinta-feira. Por questões de agenda e de organização do trabalho, as reuniões semanais entre Montenegro e Seguro passam para as terças-feiras às 18h. Depois de acordada mais uma rutura com o passado, também o Primeiro-Ministro fugiu à regra para declarar.
Estes são encontros, como sabem, que não são publicitados e, portanto, ficam no recato das relações institucionais entre o Governo, o Primeiro-Ministro e o Presidente da República. E, naturalmente, posso destacar o ambiente de completa cordialidade e cooperação estratégica que existe entre o Governo e o Senhor Presidente da República.
Início pacífico nas novas relações entre Belém e São Bento, Montenegro volta a encontrar-se com Seguro já na próxima terça-feira.
Vasco Maldonado Correia, essa notícia foi avançada por fonte do gabinete da presidência. As reuniões às quintas-feiras eram já uma prática antiga nas relações entre Belém e São Bento. Foram mantidas tanto por Cavaco Silva como por Marcelo Rebelo de Sousa, agora passam a ser à terça-feira.
O antigo diretor-executivo do SNS diz que houve falta de planeamento do poder político para responder à greve do INEM.
Foi na Comissão Parlamentar de Inquérito ao funcionamento do Instituto Nacional de Emergência Médica. Fernando Araújo criticou o atual governo pela forma como geriu a paralisação dos técnicos de emergência médica. Em resposta aos deputados, Fernando Araújo diz que existiu falta de planeamento e criticou que o governo tivesse responsabilizado os trabalhadores.
Aparentemente, houve descoordenação da liderança política, já que as greves eram conhecidas e, portanto, houve, na minha opinião, e olhando para os relatos que o próprio relatório da IGAS transmite, houve, de alguma forma, uma falta de planeamento no sentido de acautelarmos os efeitos negativos que essa greve poderia trazer na resposta às populações. E acabaram por ser responsabilizados técnicos que estavam a trabalhar, o que considero, apesar de tudo, algo infeliz no meio deste processo todo. Estas alterações de lideranças num curto espaço de tempo, que foi como aconteceu agora, transmite uma enorme instabilidade à instituição, seja ela qual for. Então esta, mais ainda.
Fernando Araújo, ouvido na Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, o antigo diretor-executivo do SNS diz que saiu da estrutura por falta de confiança política. Diz que estava preparado para continuar e ser avaliado ao fim de quatro anos pelo projeto que estava a implementar. Desafiado a comentar outros tópicos relacionados com o SNS, Fernando Araújo diz que a situação das urgências não melhorou no último ano.
No ponto de vista global, tem sido mantido alguma das limitações que tinham sido identificadas no passado, isto é, não houve uma evolução positiva nesse sentido e, portanto, é uma área que seguramente é necessário intervir.
Fernando Araújo, que foi diretor-executivo do SNS aquando da reforma do sistema de saúde, ainda durante o governo de António Costa.
Depois das buscas da PJ na morgue do hospital, o Santa Maria está a averiguar se há situações menos regulares na instituição.
A Polícia Judiciária realizou hoje 10 buscas domiciliárias e uma nas instalações da casa mortuária do hospital, por fortes suspeitas da prática do crime de recebimento ou oferta indevida de vantagem. Confrontado com estas buscas, o presidente da ULS Santa Maria, Carlos Martins, diz que o processo está em curso e que vai aguardar pelas conclusões.
Naturalmente, estamos a colaborar com as autoridades. É um processo que está em curso e vamos aguardar serenamente pela sua conclusão. Houve um conjunto de medidas em tempo de correção de algumas situações menos regulares, que me antecedem a mim e, portanto, que vimos agora. E foi uma ação dentro daquilo que é normal neste tipo de situações, quando há denúncias. Não sei a origem das denúncias.
Carlos Martins, em declarações esta tarde aos jornalistas, depois da inauguração formal pela Ministra da Saúde da Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital de Santa Maria.
Daqui a pouco, depois do jornal, temos Vixi e Soares. Agora são 08h04. Que outras notícias marcam a atualidade?
Em pleno conflito no Médio Oriente, o barril de petróleo Brent para entrega em maio subiu hoje mais de 9%. Ficou acima dos $100 no fecho do mercado de futuros de Londres, após as declarações do Irão sobre o encerramento do Estreito de Ormuz. O preço atingiu o valor mais alto desde 2022. Entretanto, as Forças de Defesa de Israel lançaram uma extensa onda de ataques contra o Irão. Dizem ter como alvos infraestruturas do regime. Vamos ainda ao desporto. O Porto venceu o Estugarda por 2 x 1 na primeira mão dos oitavos de final da Liga Europa. A equipa portuguesa esteve com uma vantagem de dois gols logo na primeira parte, por Moffi e Rodrigo Mora. Antes do intervalo ainda, a equipa alemã reduziu a desvantagem. Foi esse o resultado final da partida: 2 x 1. O Porto chega, assim, em vantagem para a segunda mão dos oitavos de final. A esta hora, o Braga joga com o Ferencváros, também primeira mão dos oitavos de final da Liga Europa, com cerca de cinco minutos de jogo. O marcador mantém-se ainda em branco, 0 x 0. É a primeira vez que os Miúdos jogam na Hungria.
E é o ponto final no Jornal das 8, edição do jornalista Luís Soares. Até já, Luís. Até já não, estás de saída. Até amanhã. Já a seguir temos Vixi e Soares.