Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Qual é? Jornal das 9, com edição da Diana Rosa. Diana, a Europa está a preparar um plano para desbloquear o Estreito de Ormuz sem os Estados Unidos.

A informação é avançada pelo Wall Street Journal. De acordo com o jornal, o plano só vai ser posto em prática quando houver um cessar-fogo e deve incluir o envio de navios de desminagem e outras embarcações militares. O plano pretende deixar de fora os Estados Unidos. O presidente francês deixou já claro que não vão ser incluídos os países envolvidos na guerra. Na sexta-feira, Emmanuel Macron e o primeiro-ministro britânico vão organizar uma reunião com dezenas de países, são aproximadamente 40 países, para discutir a melhor forma de policiar o Estreito de Ormuz no final do conflito. Keir Starmer vai participar de forma presencial. A maioria dos países vai entrar na reunião por videoconferência. De acordo com as autoridades francesas, a China e a Índia foram convidadas, mas ainda é incerto se vão ou não participar.

Diana, é um ponto de viragem. É desta forma que o embaixador de Israel nos Estados Unidos define as negociações de hoje com o Líbano.

O diplomata fala de uma vitória do bom senso e da paz.

"Esta foi uma vitória para o bom senso, para a responsabilidade e para a paz, porque ontem o líder do Hezbollah advertiu o governo do Líbano para que não participasse nestas negociações. E o executivo de Joseph Harm corajosamente disse não ao Hezbollah. Este é o início de uma batalha muito forte, sólida e consistente contra o Hezbollah".

O embaixador israelita em Washington adiantou ainda alguns dos pontos que foram abordados nesta reunião, que durou mais de duas horas.

"Descobrimos hoje que estamos do mesmo lado da equação. Essa é a coisa mais positiva que poderíamos ter retirado desta conversa. Falámos sobre vários assuntos e, acima de tudo, sobre a visão a longo prazo, em que haverá uma fronteira claramente delineada entre os nossos países. Deixamos bem claro que a segurança dos nossos civis não está aberta a negociações. Isso ficou entendido".

Depois deste encontro, o Líbano e Israel concordaram em encetar negociações diretas. O documento não especifica nem data, nem o local das negociações entre israelitas e libaneses.

E mais de 1 milhão de pessoas exigem que a União Europeia suspenda o acordo de associação com Israel.

Em causa os ataques israelitas à Faixa de Gaza, à Cisjordânia e ao Líbano. Trata-se de uma iniciativa de cidadania europeia, lançada em janeiro deste ano e que, no dia em que cumpriu três meses, atingiu 1 milhão de assinaturas, 15 mil são de Portugal. Promovida e financiada pela Aliança de Esquerda Europeia e subscrita por eurodeputados de outros partidos, organizações da sociedade civil e cidadãos, a iniciativa tem como objetivo pressionar a Comissão Europeia a apresentar ao Conselho a proposta de suspensão total do acordo de associação União Europeia-Israel, que rege as relações, sobretudo comerciais, entre os dois blocos.

E foi arquivado pelo Ministério Público o inquérito sobre o caso de Boaventura de Sousa Santos, desencadeado por alegado assédio sexual.

Faltou a queixa das vítimas às autoridades num prazo de seis meses. O inquérito, que envolve o Centro de Estudos Sociais, teve duas origens: um relatório final da Comissão Independente do CES, que confirmava a existência de padrões de conduta de abuso de poder e assédio, e uma carta assinada por 13 mulheres às autoridades judiciárias para investigarem as condutas mencionadas no relatório. António José Soares lembra-nos mais contornos deste caso.

Três investigadoras que passaram pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra denunciaram situações de assédio num capítulo do livro intitulado "Má Conduta Sexual na Academia para uma Ética de Cuidados na Universidade", o que levou a que os investigadores Boaventura de Sousa Santos e Bruno Sena Martins acabassem suspensos de todos os cargos que ocupavam no CES em abril de 2023. A instituição acabou por criar, uns meses depois, uma comissão independente para averiguar as denúncias e divulgou o seu relatório quase um ano depois. Este documento então divulgado confirmava a existência de padrões de conduta de abuso de poder e assédio por parte de pessoas em posições hierarquicamente superiores, mas sem especificar, no entanto, nomes, tendo sido denunciadas à Comissão Independente 14 pessoas por 32 denunciantes, isto num total de 78 denúncias. Segundo a Agência Lusa, o Ministério Público explica agora, no despacho de arquivamento, que as condutas descritas no relatório seriam suscetíveis de integrar a prática de crimes contra a liberdade sexual, mas isto depende da apresentação de queixa por parte das vítimas. No entanto, como nenhuma das ofendidas apresentou queixa no prazo de seis meses, foi determinado o arquivamento dos autos, carecendo o Ministério Público de legitimidade para o exercício da ação penal.

Boaventura de Sousa Santos diz à Lusa que este arquivamento reitera que o único objetivo das denunciantes foi apenas utilizar a comunicação social com o objetivo de difamação. Já a advogada das denunciantes, Lara Roque Figueiredo, adianta à Lusa que há factos que podem configurar outro tipo de crimes, esses públicos, e que o Ministério Público vai continuar a investigar.

E o ministro da Economia e da Coesão Territorial estabelece um prazo de poucos dias para que os apoios prometidos pelo governo cheguem aos municípios afetados pelas tempestades.

Em declarações à Rádio Observador, Manuel Castro Almeida assegura que o dinheiro vai chegar até ao final desta semana.

Já está feito o despacho, portanto agora está a correr o circuito administrativo para que os municípios possam receber rapidamente, será ainda esta semana. Vão receber apenas um adiantamento Vamos ver. Os municípios, como os particulares também, têm seguros e a primeira intervenção para cobrir os prejuízos é dos seguros.

Manuel Castro Almeida, entrevista na Rádio Observador, no dia em que Portugal pediu o apoio do Fundo da Solidariedade da União Europeia, por causa das tempestades no início do ano.

Uma ajuda, Diana, que vai ficar aquém dos prejuízos contabilizados.

Os danos registrados rondam os 5.300 milhões de euros, mas o Estado português só vai receber 5% desse valor. São 250 milhões que o governo já sabe como vai ser aplicado, explica o ministro da Economia.

Como este dinheiro só representa cerca de 5% do prejuízo total, não falta onde aplicar o dinheiro. Desde os equipamentos públicos, como intervenções em hospitais, em escolas, até à rede de infraestruturas, seja a rede de águas, a rede de esgotos, a rede de transportes, pontes, a área de energia, a área das comunicações.

Este explicador com o ministro da Economia já está disponível em podcast. E o chega admite que a lei laboral pode sofrer alterações no Parlamento, mesmo se houver acordo na concertação social. É evidente, considera André Ventura, que sublinha que o espaço da concertação e o espaço da Assembleia da República são coisas diferentes. Garante que o partido tem valores próprios e que não vai abdicar de matérias como a questão da proteção dos despedimentos e os direitos das mães trabalhadoras, mesmo que o GT não veja estas questões como fundamentais.

Passam oito minutos das nove da noite. Diana, vamos às notícias da âmbito local.

E começamos, Filipa, pelo Seixal. Arrancou hoje o ciclo de cinema dedicado à liberdade no Auditório Municipal do Fórum Cultural. A iniciativa acontece no âmbito das comemorações do 25 de abril, dura até quinta-feira. Vão estar em cena vários filmes, "Lavagante", por exemplo, de Mário Barroso, "Por Ti, Portugal, Eu Juro", de Diogo Cardoso e Sofia Palma Rodrigues, e "Marighella", de Wagner Moura. A entrada é gratuita, mediante reserva prévia. Na Amadora, Luís Duarte Costa demitiu-se da direção da urgência do Amadora-Sintra. Em declarações à Lusa, explica que a decisão resulta da impossibilidade de concretizar o plano para reduzir o número de doentes internados no serviço de urgência. Luís Duarte Costa ocupava o cargo desde maio de 2025, há menos de um ano. No Porto, a Câmara Municipal vai realizar uma ação de empregabilidade para migrantes com situação regularizada. A iniciativa, que se dirige a desempregados a viver no Porto, acontece nos dias 21 e 22 de maio. Pode ler-se no site da Câmara Municipal que o objetivo é esclarecer dúvidas práticas relacionadas com direitos e deveres dos trabalhadores migrantes. Vão ser abertas 50 vagas, as inscrições são gratuitas. Em Ourém, o governo deu luz verde à construção de um ascensor para o castelo, no despacho publicado hoje em Diário da República. O executivo reconhece o relevante interesse público da construção. O novo equipamento representa um investimento de dois milhões e meio de euros. Em Oliveira de Azeméis, começaram hoje as obras de requalificação do edifício da Academia de Música. O investimento da Câmara supera os 100 mil euros, faz parte da estratégia de valorização e modernização dos equipamentos públicos do Conselho. O prazo de execução é de 120 dias. Fechamos em Santarém. Assinala o Dia dos Monumentos este sábado, com a inauguração de um mural. Chama-se Ode a Santarém, fica no muro junto ao Convento de São Francisco, ali perto do Jardim da República, na Rua 31 de Janeiro. A iniciativa tem como objetivo valorizar o centro histórico e reforçar a identidade cultural da cidade.