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É o Jornal das 11, com edição da jornalista Diana Rosa. E Diana, apesar de se manter o baixo risco de propagação do hantavírus, a Organização Mundial da Saúde admite que a situação pode mudar.
A OMS apela aos países para que sigam as orientações e afirma que o trabalho ainda não terminou com o repatriamento dos passageiros do cruzeiro onde o diretor-geral Tedros Ghebreyesus alerta para a possibilidade de surgirem mais casos de contágio. É o que cita o jornal "El Mundo". O responsável considera que não há indícios de que estejamos perante o início de um surto de maior magnitude, como foi a Covid-19, mas lembra que a situação pode mudar.
Entretanto, as próximas horas serão determinantes para a cidadã francesa infectada com hantavírus.
É o que revela o especialista do hospital francês onde está internada a mulher de 65 anos. Está em estado grave, apresenta a forma mais severa da infecção pulmonar causada pelo vírus, tem prognóstico reservado e está sob ventilação artificial.
Seguimos com as notícias noutros assuntos. Donald Trump recusa a ajuda da China para resolver o conflito no Irão.
Ainda que seja relevante a aproximação entre Pequim e Teerão, têm uma amizade próxima, o presidente dos Estados Unidos considera que a intervenção chinesa é desnecessária. Acredita que consegue resolver o conflito, quer seja ou não, de forma pacífica.
Eu não acho que precisamos de ajuda nenhuma com o Irão. Nós vamos ganhar de uma maneira ou de outra. Vamos ganhar de forma pacífica ou não. A força marítima deles desapareceu, a força aérea deles desapareceu, todos os elementos da máquina de guerra deles desapareceu. Nós vamos vencer.
Trump promete um encontro positivo com Xi Jinping a caminho da China. O líder dos Estados Unidos diz que a relação entre os dois é boa.
Ele é um amigo meu, ele é uma pessoa com quem nos damos bem e eu acho que vamos ver coisas boas acontecerem. Esta vai ser uma viagem muito entusiasmante. Muitas coisas boas vão acontecer.
E garante que vão sair boas novidades dos dois dias de visita oficial a Pequim.
O PS acusa o governo de estar a fazer o contrário do que o SNS precisa para melhorar as condições de resposta nos hospitais públicos.
E responsabiliza o primeiro-ministro. Estratégia errada, desde logo de falhas orçamentais, à falta de planeamento e à desvalorização do órgão que gera saúde. É o entendimento da dirigente do PS, Maria Antónia Almeida Santos.
O governo, em nosso entender, tem feito o caminho oposto àquilo que é preciso fazer. A desvalorização da direção executiva, as demissões, a desorçamentação expressiva que aconteceu até já em março, que foi preciso fazer uma injeção financeira nos hospitais e também todos sabemos que não há planeamento. Portanto, sem estes instrumentos não há autonomia nem boa gestão, não há competência. Infelizmente, o senhor primeiro-ministro mostrou incompetência a gerir este setor. O senhor primeiro-ministro é o primeiro e último responsável por esta situação.
Ouvimos aqui Maria Antónia Almeida Santos, que é uma das porta-vozes do PS para a saúde, lamenta o decréscimo da atividade assistencial, seja em consultas ou em cirurgias, considera que prova a falência do sistema público às mãos do governo de Luís Montenegro.
O bispo de Leiria, de Fátima, critica a demora no apoio às populações mais afetadas pela depressão Cristina. José Ornelas alerta para um excesso de burocracia.
O bispo explica que há demasiadas regras, o que acaba por causar constrangimentos na resolução de problemas.
A reparação estrutural e a ajuda que as pessoas, as famílias e as estruturas locais precisam, isso tem vindo a ser lento. Deve-se também à morosidade de processos que foram criados e que não ajudam. Sei de instituições que já têm o provimento das verbas necessárias, mas que depois embatem com outras regras que não permitem que se chegue aos casos concretos. E isto é generalizado.
O bispo de Leiria-Fátima, zona do país mais afetada pelos tempestades, alerta ainda que os processos para a distribuição dos apoios têm que ser mais claros.
Nós precisamos de um sistema bastante mais claro e mais efetivo para chegar às pessoas e às suas necessidades. Algo já foi feito, mas há processos que fazem as pessoas perderem a paciência também, não só a paciência.
José Ornelas, bispo de Leiria-Fátima, considera ainda que as empresas da região têm feito um esforço grande para evitar o pior que se temia, que era um desemprego generalizado.
E chegou hoje a Portugal um grupo de famílias que foram vítimas da guerra na Ucrânia. Foi recebido pela ministra da Cultura, Juventude e Desporto.
Uma iniciativa que decorre no âmbito de um projeto promovido pelo Ministério da Defesa e pelos veteranos de guerra na Ucrânia. O objetivo é apoiar as famílias de militares e vítimas de guerra. Marta Caramel Nobre.
E não é a primeira vez que Portugal acolhe mães e crianças ucranianas em programas semelhantes. Desta feita, 18 crianças e 14 mulheres, na maioria dos casos viúvas, da região de Dnipro, uma das mais fustigadas pela guerra. Durante duas semanas vão ficar a residir num centro de reabilitação em Santarém. Vão ter acesso a acompanhamento psicológico, fisioterapia e atividades lúdicas e culturais num programa orientado para a recuperação emocional. A ministra Margarida Balseiro Lopes sublinha a importância do apoio a este tipo de iniciativas.
A verdade é que estas pessoas chegam a Portugal e conseguem dormir duas semanas sem o som de sirenes ou sem a necessidade de irem para abrigos. E esta tranquilidade, esta hospitalidade, que obviamente também é muito nossa, esta sensação de paz que conseguem ter nestas duas semanas.
E chegam mais grupos antes do verão, diz a embaixadora da Associação dos Refugiados Ucranianos em Portugal, Teresa Leal Correia.
Temos a expectativa não só de um terceiro grupo de senhoras e crianças, como de militares.
Para estas famílias, a viagem representa mais do que uma deslocação humanitária. É uma pausa num possível percurso marcado pela perda, pela incerteza e pela violência de uma guerra que continua a deixar marcas na sociedade ucraniana.
Um trabalho da repórter Marta Caramelo Nobre, que esteve a acompanhar a chegada das famílias ucranianas marcadas pela guerra. Chegaram ao aeroporto de Lisboa esta tarde. E agora, com oito minutos para lá das 11h, vamos ao habitual espaço de informação local de Ana Rosa. O ministro da Educação reuniu-se com o presidente da Câmara Municipal da Marinha Grande, no âmbito da reconstrução das escolas afetadas pela tempestade Cristina. A reunião teve como objetivo alinhar estratégias e acelerar a concretização de soluções. Algumas das escolas reabilitadas devem ser preparadas como locais de abrigo e refúgio para situações de emergência, é o que defende Fernando Alexandra. A ministra do Ambiente visita amanhã a obra da alimentação artificial das praias de Almada. Maria Graça Carvalho vai visitar a empreitada que decorre nas praias da Costa de Caparica e São João, às 10h30 da manhã. A ministra vai também acompanhar a abertura oficial da época balnear nas praias do concelho. O município de Santarém quer adquirir o presídio militar e o antigo centro comercial. A autarquia avançou com o pedido de empréstimo de mais de € 2 milhões, com o prazo de 10 anos para o pagamento, no âmbito da estratégia de revitalização do centro histórico. O empréstimo vai ser contraído ao abrigo da Lei das Finanças Locais. As propostas devem ser entregues até ao final do mês. Aveiro, a Unidade de Saúde Familiar de Rio Meão vai receber um investimento municipal de perto de €180 mil para as obras de ampliação. A autarquia de Santa Maria da Feira diz que a empreitada vai criar novos gabinetes e reformular as áreas de atendimento e acessibilidade. A partir de sexta-feira, os serviços passam a funcionar de forma provisória no Largo de Santo António. A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou por unanimidade um voto de pesar pela morte do antigo vereador Pedro Faiste. A Câmara afirma que o centrista vai ser recordado pelo trato e pela capacidade de diálogo. É o que se lê no voto apresentado pela AML. O ex-deputado, vereador e dirigente do CDS morreu hoje aos 90 anos. Os serviços da Linha Azul do Metro do Porto vão ser reforçados com as festas do Senhor de Matosinhos, que arrancam na sexta-feira. Neste fim de semana, o Metro de Matosinhos vai passar de 12 em 12 minutos, nos dois sentidos, até às 21h, depois de 15 em 15, a partir dessa hora, sempre em veículos duplos. A operação na Linha Azul vai também prolongar-se por mais uma hora. O metro encerra às 2h. E voltamos com mais informação na cinta informativa das 11h30. Até já, Diana Rosa.
Até já.