Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

São 7 horas. Sete da manhã, muito bom dia. Atualizamos toda a informação na Rádio Observador. Eu sou o José Rafael Lopes. Luís Montenegro foi reeleito para um terceiro mandato como presidente do PSD. O primeiro-ministro alcançou mais de 94% dos votos nas eleições diretas do partido. Luís Montenegro era o candidato único num ato eleitoral marcado pela abstenção. De acordo com os dados divulgados pelo Conselho Nacional de Jurisdição do PSD, apenas 15 mil militantes votaram nas diretas, num total de 56 mil. A abstenção rondou os 73%. Luís Montenegro agradeceu a reeleição através das redes sociais, fala numa adesão expressiva. O primeiro-ministro defende que o PSD é o maior partido português, com responsabilidades acrescidas perante os portugueses.

Estamos focados em não defraudar as expectativas que foram criadas sobre nós. Sabemos que as pessoas, os portugueses, nos confiaram a responsabilidade de olhar pelo seu presente e pelo seu futuro. E é isso que estamos a fazer. Portugal é hoje um país que é um exemplo na Europa e é uma referência no mundo. Ao nível da estabilidade económica, da estabilidade financeira, da estabilidade social.

Luís Montenegro, após a reeleição como presidente do PSD, vai avançar para um terceiro mandato como líder social-democrata. O coordenador do Bloco de Esquerda apela à mobilização dos trabalhadores sindicalizados ou não para a greve geral agendada para a próxima quarta-feira. José Manuel Pureza diz que a proposta do governo para alterar o Código de Trabalho é uma humilhação para os trabalhadores. Depois de uma reunião da Mesa Nacional do Bloco, o líder do partido defende que é necessária uma alternativa clara para o país.

As alterações ao Código de Trabalho que o governo propõe são de agressão a quem trabalha, são de humilhação de quem trabalha e por isso o Bloco de Esquerda, desde o primeiro momento, tem estado totalmente mobilizado para a contestação desta proposta do governo e também para a formulação de uma alternativa.

José Manuel Pureza na Feira do Livro a apelar à mobilização, à greve geral que foi convocada pela CGTP, a central sindical que acusou o governo de desvirtuar as prestações sociais. Em causa está a proposta para implementar uma prestação social única, aprovada na sexta-feira em Conselho de Ministros. A central sindical diz que desta maneira o governo está a tentar limitar o acesso a apoios sociais. A CGTP acusa o Executivo de usar o pretexto de aproveitar os fundos disponíveis no PRR e de ceder às intenções da União Europeia para desvirtuar todo um conjunto de prestações sociais que respondem a quem mais precisa. Diz também a CGTP que tal é inaceitável. Há dois vereadores do Partido Socialista na Câmara Municipal de Lisboa arguidos na operação Emergente. É uma notícia avançada pelo Observador. Tratam-se de Sérgio Cintra e Carla Madeira. Sérgio Cintra foi presidente da Assembleia da Freguesia da Junta de Santa Maria Maior, que está no centro da investigação. O presidente desta autarquia, nesse mesmo período, era Miguel Coelho, também um dos principais visados na investigação. Em declarações ao Observador, Sérgio Cintra mostra-se disponível para colaborar com as autoridades na investigação. Diz também desconhecer o teor das suspeitas que estão na base da constituição como arguido. Já Carla Madeira, a outra vereadora socialista arguida neste processo, foi questionada várias vezes pelo Observador, não respondeu. Nenhum dos dois pretende, no entanto, suspender as funções que desempenham na Câmara Municipal de Lisboa. O Paris Saint-Germain voltou a ser feliz numa final da Liga dos Campeões. É bicampeão europeu. Venceu o Arsenal nas grandes penalidades após o empate a um golo durante o tempo regulamentar. Kai Havertz marcou para o Arsenal, Ousmane Dembélé para o PSG. O jogo partiu para o prolongamento, onde se manteve o empate. Foi por isso precisa a decisão nas grandes penalidades, onde o PSG levou a melhor. É agora bicampeão europeu. É a segunda Liga dos Campeões consecutiva para a equipa de Paris, bem como para o quarteto português Vitinha, João Neves, Nuno Mendes e Gonçalo Ramos. O encontro ficou marcado pela lesão de Vitinha, o médio português, ele que foi eleito o homem do jogo. Ele teve que ser substituído durante o prolongamento devido a queixas físicas. No entanto, já depois do encontro ter terminado, em declarações à Sport TV, o médio internacional português garante que não há qualquer tipo de questão física que possa ser prolongada e que o mundial não está em risco.

Infelizmente foram só câimbras, mas que me impediram de continuar. Fiquei fulo porque queria continuar e é difícil quando o músculo começa a agarrar. Infelizmente tive que sair, mas estou bem, acho que foram só câimbras.

Tudo OK para o mundial?

Sim. Agora é celebrar e depois mundial.

Vitinha, médio do PSG, após ter conquistado a segunda Liga dos Campeões ao serviço do Paris Saint-Germain. Dar ainda conta de que pelo menos 79 pessoas foram detidas em Paris nas comemorações da vitória do PSG. É um balanço ainda provisório feito pelas autoridades locais. Um polícia ficou ferido em confrontos com os adeptos. Segundo adiantou a Câmara Municipal de Paris, a polícia estima que se tenham reunido cerca de 20 mil adeptos nos Campos Elísios para assistir à final da Liga dos Campeões. Apesar da operação de segurança reforçada, que foi implementada pela polícia, estas centenas acabaram por provocar alguma tensão, que é comum após esta vitória francesa do PSG e que acabaram por voltar a acontecer. Ainda assim, 79 pessoas acabaram detidas em Paris nas comemorações dos festejos do Paris Saint-Germain. Os colombianos vão hoje às urnas para escolher um novo chefe de Estado, num universo de votantes superior a 41 milhões de pessoas. Vai ser eleito o próximo chefe de Estado da Colômbia. Vai suceder a Gustavo Petro, que já não se pode recandidatar. O senador Iván Capera, do partido Pacto Histórico, o mesmo do atual presidente, é o candidato de uma coligação de esquerda, é dado como favorito. O candidato da extrema-direita, do partido nacionalista Defensores da Pátria, surge nas sondagens em segundo lugar. Estas eleições presidenciais são consideradas as mais violentas dos últimos anos. Ocorrem num período de grande tensão, marcado pelo aumento da insegurança e violência em vários pontos do país. O ressurgimento dos conflitos armados entre grupos paramilitares, bem como o aumento do narcotráfico, são dois dos principais problemas que o país enfrenta e que o presidente eleito da Colômbia vai ter de lidar. Notícia de fecho neste Jornal das Sete. A informação volta a ser atualizada às 19h30.