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As notícias com Luís Soares. O novo selecionador nacional vai ser conhecido nos próximos dias. O presidente da Federação Portuguesa de Futebol não confirma Jorge Jesus, mas garante que o perfil está traçado e que o processo vai ser fechado em breve.

Pedro Proença falou aos jornalistas esta manhã à chegada ao aeroporto de Lisboa. A seleção portuguesa aterrou pouco depois das 6h. Aos jornalistas, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol promete ser rápido no processo de transição depois da saída de Roberto Martínez.

O perfil do novo treinador tem que ser alguém que conheça muito bem o futebol português, que se identifique com esta dinâmica de vitória da Federação Portuguesa de Futebol da nossa seleção. É com esse perfil que nós vamos procurar e que vamos encontrar uma solução que queremos, obviamente, que nos próximos dias possamos apresentar.

Enquanto isso, o senhor queria ter dado uma pista mais clara da solução?

Neste momento, obviamente que há várias hipóteses. Como disse, o perfil está definido. Ainda hoje irei para a Cidade do Futebol para tratar eu pessoalmente desse dossiê e espero que até o final desta semana tenhamos novidades concretas e objetivas.

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol reconhece também que a prestação de Portugal no Mundial ficou muito aquém das expectativas. Pedro Proença assume, de forma clara, que Roberto Martínez não era a opção da atual direção da Federação.

Este Campeonato do Mundo ficou muito aquém daquilo que nós pretenderíamos. Tínhamos a plena consciência que quando assumimos a Federação Portuguesa de Futebol, esta também não era uma nossa opção. Assumimo-la, demos todas as condições a essa direção técnica e agora cabe-nos a nós dar uma resposta o quanto antes para que isso possa acontecer.

Pedro Proença, em declarações aos jornalistas esta manhã, à chegada ao Aeroporto Humberto Delgado. Roberto Martínez não falou, tirou apenas algumas fotografias com adeptos, sem jeito de despedida. Os jogadores como Vitinha, Bruno Fernandes e Nuno Mendes interagiram também com os adeptos, tiraram fotografias e deram autógrafos antes de saírem do aeroporto.

Quanto às equipes que continuam no Mundial, a Suíça e a Argentina apuraram-se para os quartos de final. As duas seleções vão agora encontrar-se na próxima ronda.

Um jogo que está marcado para o próximo domingo. A Suíça eliminou a Colômbia nas grandes penalidades depois de um 0x0 no tempo regulamentar e também no prolongamento. Já a Argentina garantiu a passagem com uma reviravolta frente ao Egito, venceu por 3x2. Lionel Messi voltou a marcar e foi decisivo para o apuramento da Argentina.

Já está disponível em podcast o Diário do Mundial, com o enviado do Observador, Miguel Cordar, no qual damos conta de todas estas notícias. Destaque agora para a cimeira da NATO, que termina hoje. Luís Montenegro não acredita que a integridade territorial da Dinamarca e da Gronelândia estejam em risco.

Isto na sequência das declarações de Donald Trump. O presidente norte-americano referiu ontem que Washington deveria assumir o controle da Gronelândia por questões de segurança, já durante a cimeira da NATO. Já hoje a Dinamarca respondeu e prometeu defender cada centímetro da região. Luís Montenegro desconfia das declarações de Donald Trump, recusa a qualquer mal-estar dentro da NATO e diz que Portugal está comprometido com os valores da Aliança Atlântica.

Nós temos um compromisso de aliança para garantir a integralidade territorial de todos os Estados-membros da NATO face a países externos, a países terceiros. Ora, se nós temos esse objetivo para o exterior, naturalmente temos de salvaguardar também no interior. E creio que independentemente das declarações e do contexto em que elas foram proferidas, não estará em causa de maneira nenhuma a integralidade territorial de nenhum Estado-membro da NATO, incluindo, naturalmente, a Dinamarca.

Declarações do primeiro-ministro aos jornalistas em Ankara, na Turquia. O líder do executivo português sublinha ainda que Portugal cumpriu o objetivo do investimento em defesa superior aos 2% e também por isso agradece que esta cimeira da NATO discuta a questão da segurança marítima, um tema importante para Portugal.

Portugal está à altura da sua responsabilidade enquanto parceiro e, naturalmente, também espera que, no âmbito da aliança, os nossos interesses possam ser acautelados, nomeadamente no que diz respeito à segurança marítima, que é uma área na qual temos redobrado o empenho na defesa do nosso território, na defesa do nosso interesse estratégico e também na defesa do interesse de toda a Aliança Atlântica. Esta centralidade atlântica, também à volta da segurança marítima, é prioritária para nós.

Uma das áreas de grande interesse para Portugal, declarações de Luís Montenegro no último dia da cimeira da NATO. O primeiro-ministro português apontou ainda para a vontade de materializar o apoio à Ucrânia.

O secretário-geral da NATO defende os últimos ataques dos Estados Unidos contra o Irão. Mark Rutte afirma que foram totalmente necessários.

Os Estados Unidos voltaram a atacar o Irão nas últimas horas. O exército norte-americano atingiu mais de 80 alvos no país. A Casa Branca justifica, diz que foi uma resposta aos ataques iranianos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz. O Irão acusa Donald Trump de violar o acordo de cessar-fogo e respondeu também com ataques a mais de 85 alvos em bases militares norte-americanas no Bahrain e também no Kuwait. Na reação, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, sai em defesa da ofensiva norte-americana.

Penso que o ataque norte-americano foi totalmente necessário. Quando temos um cessar-fogo e o Irão viola esse cessar-fogo, como vimos ontem, penso que é crucial a reação dos Estados Unidos.

Mark Rutte, em declarações aos jornalistas esta manhã, à entrada para o segundo dia da cimeira da NATO em Ancara, na Turquia, defendeu que a reunião de hoje tem por objetivo implementar as decisões que foram definidas na cimeira de Haia. Para hoje está previsto também um encontro entre Donald Trump e o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy, à margem desta cimeira da Aliança Atlântica.

Em Almada, moradores e comerciantes promovem hoje um cordão humano para chamar a atenção para o problema da falta de água. A Câmara Municipal está a intensificar ações de fiscalização para garantir que não estão a ser cometidas ilegalidades.

A organização deste protesto promete um cordão humano silencioso e pacífico. A iniciativa está marcada para o início da noite, no centro histórico da Costa de Caparica. Em causa, as falhas de abastecimento de água que se têm acentuado, sobretudo na Costa de Caparica. A Junta de Freguesia e os bombeiros locais começaram ontem a disponibilizar água à população para as necessidades básicas em casa. Entretanto, a Câmara de Almada anunciou que vai proibir alguns gastos de água não essenciais para restabelecer as reservas. A autarca avisa que o município vai reforçar as ações de fiscalização para garantir que as regras estão a ser cumpridas. A jornalista do Observador, Marina Ferreira, explica outras medidas que estão a ser também tomadas para atenuar o problema.

A Câmara de Almada aplicou um plano de contingência. Existe também um gabinete de crise para dar resposta a esta questão e foram admitidas várias possibilidades, incluindo a ativação de caminhões-cisterna com água para ajudar a população que não tem este abastecimento da rede pública. Até ao momento, sabemos que a Junta de Freguesia da Costa da Caparica, em articulação com os bombeiros voluntários de Cacilhas, tem um caminhão a fornecer água, porque esta terça-feira a Costa da Caparica foi especialmente afetada por este corte de água.

A jornalista do Observador, Marina Ferreira, na edição de hoje da História do Dia. A autarquia espera que no prazo de duas a três semanas seja possível ultrapassar estas sucessivas falhas de abastecimento no município. Ontem a ministra do Ambiente alertou que Almada é o município com maiores perdas de água do país.

Este é um assunto em destaque a esta hora no site do Observador e a História do Dia já está disponível em podcast. Oito e nove. Já a seguir temos Momentos de Glória. Primeiro, Luís, que outras notícias marcam esta manhã de quarta-feira?

O ministro da Educação admite que o Estado pode vir a compensar as famílias afetadas pelas alterações de prazos na correção de exames. Fernando Alexandre reconhece que o digital tem riscos e admite que nem tudo está a correr bem no processo de correção digital. Em entrevista à CNN Portugal, o ministro garante que não há motivos para novas mexidas nos prazos, que tiveram de ser alterados por causa dessas falhas. Quanto aos constrangimentos causados à família, Fernando Alexandre reconhece o impacto das alterações ao calendário e promete que caso existam famílias prejudicadas, o Estado vai ressarcí-las. O incêndio no Sabugal, distrito da Guarda, foi dominado esta madrugada. O fogo chegou a ter duas frentes ativas e ontem esteve a ser combatido por 11 meios aéreos. Foi dominado por volta das 05h30. No terreno continuam 300 operacionais apoiados por 90 viaturas. O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas começa hoje uma visita de quatro dias à Venezuela, duas semanas depois dos sismos que afetaram o país. Emídio de Sousa vai avaliar no terreno o apoio de Portugal. O mais recente balanço dá conta de 100 portugueses ou luso-descendentes entre as vítimas mortais, outras 59 pessoas estão desaparecidas.