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Aqui na Rádio Observador, vamos a mais um Pet Radio. Mais um domingo na Rádio Observador significa que temos mais um Pet Radio com o Nuno Paixão. Olá, Nuno, bem-vindo a mais um Pet Radio. Hoje vamos falar de alimentos que devemos ou não dar aos nossos animais, não é?

Sim, se bem que alimentos que devemos dar. Bem, devemos dar tudo que seja saudável .

Convém .

Nós quando pensamos nos nossos animais de companhia, eu volto a dizer, nós temos a obrigação de não lhes causar sofrimento, mas eu acho que já estamos naquela fase em que também temos a obrigação de lhes dar algum prazer. Este de andar só a falar na negativa, já chega . Já é evidente.

E se podemos fazer um bocadinho melhor e dar-lhes mais felicidade.

Sim, nós humanos retiramos muito mais o prazer da comida. As horas das refeições, as viagens pra ir fazer uma refeição num restaurante específico. Portanto, também temos um ritual acrescido à comida. Nos nossos animais companheiros, a gente não tem muito esse ritual. Agora, nós não duvidamos que eles também tiram algum prazer da alimentação.

Sim.

E há alimentos que são perigosos e às vezes a gente confunde. Uma coisa é um cão, um gato, de estar habituado a comer uma determinada ração e depois ataca o caixote do lixo e fica com uma gastrite. Bem, a comida que ele até comer no caixote do lixo podia ter alguma qualidade, não está estragada. Eles é que não estão habituados, os intestinos deles não estão habituados.

A comer aquela mesma ração.

Exatamente. E isso leva a uma gastrite, que pode ser desconfortável. Isso é uma coisa.

Sim .

Depois, sim, eles comem ração.

Mas há aquela uma lista de alimentos que realmente são-

Há alimentos que a gente gosta pra nós. Eu até diria que, por exemplo, não é raro, nós pensamos assim: "Ah, o gatinho e o pires de leite", de leite de vaca.

O clássico.

O clássico.

Afinal, não é assim tão bom?

Não, não é assim tão bom. Primeiro, os mamíferos só precisam de leite enquanto estão a ser amamentados.

Exatamente .

A gente não precisa de leite pra mais nada. Mas pronto, enfim, não vou entrar por aí. Nos humanos é outro tema. Nos cães e nos gatos também não há necessidade, e pode ser contraproducente, porque eles podem não fazer a digestão dos nutrientes do leite de forma adequada, pode levar a hipersensibilidades de outro gênero, alergias, coisas assim do gênero, também que acontece. Portanto, o leite de vaca propriamente dito e de outras espécies, a não ser da sua própria espécie, pode ser um potencial complicômetro.

Portanto, aquele clássico que até vemos nos desenhos animados e nas séries e tudo mais, dos gatinhos a beberem leite. Afinal, não é assim.

Outro clássico é comer o peixe com as espinhas e com tudo, que também não faz sentido nenhum. Primeiro, parece que esta coisa, os cães comem carne e os gatos comem peixe.

Comem peixe.

São carnívoros. Tem que ter proteína animal, isso é outra coisa. Não tem que ser peixe e muito menos com as espinhas. Nem os cães, nem os gatos. Espinhas, não. Podem ter complicações, podem levar a perfurações, obstruções. Mesmo os ossos a gente tem que ter muito cuidado com os nossos cães, porque: "ah, mas os cães conseguem comer ossos".

Há certos ossos que se calhar faz sentido usar, outros não.

Reparem, os cães inclusivamente têm um dente, um pré-molar, que nós chamamos de carniceiro. É assim o nome pet do dente, que era utilizado pra partir ossos. Que hoje em dia dá muitas complicações, dá abcessos, dá tudo, que é preciso ser tratado, porque eles já não precisam daquilo pra nada.

Da mesma maneira que nós também temos os sisos, também já não fazem muita falta.

Os nossos cães não estão habituados a comer ossos, e quando comem ossos, devemos ter cuidado, porque os ossos não podem ficar com pontas pontiagudas quando se partem. Podem causar obstruções intestinais, podem levar a uma obstipação, que leva a tratamentos. Podemos, às vezes, eventualmente, ossos muito grandes.

Mas era isso que ia perguntar, os ossos de vaca, aqueles maiores, se calhar é preferível não cozinhados. Por exemplo, aqueles do frango.

Sim, os de frango é para o cão. Não se deve usar. Depois temos outros assim que são menos óbvios. Por exemplo, as uvas. Uvas e passas não devemos dar nem a cães, nem a gatos. Têm um componente tóxico que pode levar a problemas gastrointestinais.

Não tem nada a ver com as grainhas .

Não. As grainhas têm um conteúdo tóxico lá dentro.

Pois, então, afinal, é isso .

Tanto que há quem diga que as uvas que não têm grainhas não são tóxicas.

Não são tóxicas . Por seguro, é melhor não dar.

Depois outro que também, o abacate, é uma coisa que pra nós até é muito saudável e tudo.

E por que não podemos dar?

Pode ser tóxico, porque tem uma componente que pode levar a problemas gastrointestinais e outros. Cebola, alho, pode levar a problemas, inclusivamente no sangue, destruição dos glóbulos vermelhos. O chocolate.

Pois, esse então é o grande problema.

Exatamente. Porque pode levar a intoxicações. Claro que se um labrador de 30 quilos come um cantinho do chocolate, ele não vai morrer por causa disso.

Claro.

Agora, será que ele tem assim tanto prazer a comer o chocolate que corremos o risco?

Vale a pena arriscar?

Exato. Isso é uma das coisas. Normalmente, a gente dá estes alimentos aos nossos animais só para nos satisfazermos também a nós.

Desculpa, Nuno, interromper, mas quanto mais puro for o chocolate, ou seja, o chocolate negro, se calhar é pior?

O chocolate negro, porque tem maior concentração.

Que o chocolate branco, não é?

Exato. Se bem que todos eles podem ter. E se for um yorkshirezinho a comer uma grande quantidade de chocolate branco, também não vai ser bom. Outra coisa, gatos principalmente, quando saltam para cima da bancada, mas os cães é pior. Antigamente nós tínhamos as frigideiras com aquele óleo.

Sim.

É irem ao óleo da frigideira. Primeiro, quente, está fora de questão que queime, é outro problema. Mas eles gostam de ingerir aquele óleo, é diferente para eles. Quantidades de gordura muito grandes, de forma intensa, pode levar a problemas de pâncreas, problemas de fígado, problemas de estômago e intestinos. Portanto, também devemos ter cuidado com isso.

E o chocolate tem o mesmo efeito nos cães que tem para os-

Nos gatos.

É o que eu estou aqui a dizer. Sabe por quê? Eu estava a comentar contigo lá fora, que eu já tive um susto que a minha cadela decidiu atacar uma tablete de chocolate e foi um filme. E tenho a questão que é: o chocolate tem este mesmo problema, não é um problema, mas as mesmas consequências para os cães e para os gatos, são iguais?

Sim.

A pensar aqui nos donos dos gatos, que também têm que ter atenção.

Têm que ter atenção. De uma forma geral, os gatos são mais seletivos, os gatos são mais desconfiados.

Já não vão a qualquer coisa.

Não roubam qualquer coisa, não comem qualquer coisa. Claro que isso é como tudo, cada um tem a sua personalidade e há sempre assim os mais afoitos. Mas sim, também é e deve ser evitado ao máximo. Portanto, há uma série de coisas que, por exemplo, fazer o arroz e pôr lá a cebola e dar-lhe, é uma coisa que poderia ser saudável para as pessoas, não é minimamente saudável para eles.

Já tendo ali a cebola, para ele já vai ser tóxico.

Já não é saudável. Portanto, às vezes a gente faz coisas, e não nos podemos esquecer que quando as pessoas fazem a comida em casa, às vezes gostam de pôr aqueles caldos Knorr e coisas do gênero, porque nós estamos habituados a ter esses saborzinho diferentes.

Queremos dar mais sabor.

E queremos dar mais sabor. Isto pode não ser assim tão importante para os nossos animais e pode ser prejudicial. Temos que ver o que é que lá está, porque o caldo Knorr a gente não vê o que lá está.

Claro.

Eu estou a falar sempre deste, mas pode ser outro caldo qualquer. Levar estas coisas. Quando nós queremos dar uma variedade muito grande de comida, normalmente é porque nós achamos que, e eu não estou a dizer que-

E aquele arroz branco com o peito de frango? Podemos?

Podemos. Não tem ossos, não tem nada.

Não tem nada, não tem sal .

Lá está.

Para nós parece uma coisa tão...

Exatamente. O sal é uma questão de sabor. Sim, todos nós precisamos de sal, porque a gente precisa do sódio, que lá está, mas muitas das vezes, e nós ingerimos sal a mais, de uma forma geral, e os nossos animais não precisam dessa quantidade de sódio que a gente põe na nossa comida, de uma forma geral. Mas lá está, muitas das vezes nós pomos o nosso gosto, a nossa apetência.

Pois.

Eu sei que a gente imaginar: "meu Deus, está sempre a comer aquela comida, sempre aquela ração, sempre aqueles grãos, sempre assim".

Que seca.

Que é uma seca. Sim, é.

Mas para eles não é.

Possivelmente não estamos a dar aquele prazer que a gente já vai falando, mas não sei até que ponto é que o prazer deles se vai traduzir na comida. Sim, a gente tem alguns que atiram-se à comida porque gostam imenso daquela comida. Mas o prazer que nós retiramos, às vezes, da comida, eu não sei, porque ainda há muitos instintos de sobrevivência na alimentação, se bem que os nossos gatos já estão muito longe dos tigres da savana, dos leões da savana, e os nossos cães já estão muito longe dos lobos.

Claro.

E dos coiotes, mas mesmo assim-

Ficam sempre com aquela coisa.

Fica sempre. E nós gostamos. E sim, há comidas que a gente sabe que eles se atiram com mais força e comem tudo. Que isso é outra coisa, também temos que ter cuidado com a velocidade com que comem, principalmente há certas raças, que podem levar a dilatação do estômago e torção do estômago, se comerem muito rápido.

Mais uma vez, voltando aqui, vou falar outra vez da minha cadela, eu sei que ela come muito rápido, às vezes quando lhe damos alguma comida da nossa, come muito rápido e passados uns minutos está a vomitar tudo, porque aquele estômago é muito sensível, portanto, temos que ter cuidado com isso também para eles.

Até há uns comedouros para cães que comem muito rápido. São uns comedouros que têm umas ranhuras e eles têm que andar lá a tentar tirar a comida do comedouro.

Ajuda.

E não vão absorver aquilo tudo.

Vão aspirar.

Exatamente, aspirar aquilo tudo. Portanto, há uns comedouros para eles se acalmarem, atrasarem a comida, atrasarem a ingestão, que também ajuda. Eu acho que a comida nós com os cães podemos utilizá-la mais numa parte lúdica, com os biscoitinhos, com as brincadeiras. Sim, não tanto na refeição em si. Ou seja, a refeição, aquilo que lhe dá as necessidades nutricionais, a gente faz, com o alimento completo, porque hoje em dia os alimentos quando a gente os compra são extremamente completos. E há muitos com apetência, há empresas que se preocupam com a apetência deles, que eles gostem da alimentação que têm. E depois temos os extras, e os extras, desde que não seja em excesso, fora estes que a gente falou, desde que não seja em excesso, não há problema.

O que é que podemos dar, Nuno?

Olha, o que é que podemos dar?

Fruta. Podemos dar uma maçã, por exemplo?

Sim, podemos dar algumas frutas, sim. Pêras, maçãs.

Uma maçã.

Podem, alguns deles gostam, outros olham para nós e mandam-nos dar uma volta.

Dar uma volta.

Sim, podemos. Podemos sempre usar alguma salsicha e coisa assim do gênero também, sem problemas nenhuns, desde que não seja em grandes quantidades.

Claro.

E sim, utilizar estes alimentos extra como recompensa, como situação lúdica, como brincadeira, como ele tem que encontrar, ele tem que trabalhar por isso, ele tem que se esforçar.

Não ser só assim de mão beijada, todos os dias a comer três salsichas.

Sim, exatamente. E a questão da mão beijada, nós podemos falar nisso noutro programa qualquer. Não é que a gente seja maus, que os queira pôr a trabalhar para comer.

Claro.

Não, mas também têm que fazer alguma coisa. E o fazer alguma coisa, volto a dizer, o espírito de sentir-me realizado porque fiz qualquer coisa, também é importante nos nossos animais. E a gente depois fala isso noutro programa, porque isso também é uma coisa boa.

É importante.

Há cães, principalmente cães, que se nota mais, que se sentem mais vivos Não estando tão seguros. Não quer dizer que a gente não tenha pensado nisso, mas o fato de eles correrem na rua, o fato de eles irem fazer algumas atividades que nós consideramos que não é o mais seguro pra eles. Sim, o mais seguro era ficarem fechados em casa quietos. Nada lhes vai acontecer.

Nada, exatamente.

E mesmo assim ainda podem cair de cima da mesa. Mas sim, voltando à nossa alimentação, é óbvio que do ponto de vista nutricional, darmos sempre a mesma ração.

Convém variar a ração?

Não convém muito. Hoje em dia, dentro da mesma marca existem variantes ou com salmão ou com borrego.

Exato. Sim.

E aí não há muito problema em mudarmos. O problema, às vezes, é quando mudamos drasticamente de alimento e isso pode variar.

Eles podem até nem se adaptar a essa nova ração.

Podem não se adaptar. Há cães e gatos que comem uma ração e depois fazem uma quantidade muito grande de fezes ou fezes mais pastosas, e mudando de marca, eles ficam melhor e adaptam-se melhor. Portanto, isso vai variando. Tudo o resto deve ser extras, deve ser os miminhos, as brincadeiras, e não a base da alimentação. Até porque é muito difícil com arroz e com o peito do frango, eu conseguir fazer uma alimentação equilibrada. Falta aqui muita coisa.

Sim.

Depois, outra coisa importante é que cães e gatos, uns são mais omnívoros, outros são mais carnívoros. Os gatos precisam mais de proteína animal, e os cães um pouco menos de proteína animal. Isto quer dizer o quê? Quer dizer que a alimentação de gato não é boa para os cães, apesar de eles gostarem dela, porque tem mais proteína, então sente-se mais atraente. E a comida de cão para gato não é suficiente, não lhe vai dar os nutrientes e os aminoácidos, esses nutrientes todos das proteínas mais necessários. Portanto, cuidado quando um gato está a comer sempre comida de cão e cuidado quando um cão come comida de gato.

Exato, porque os nutrientes não são suficientes.

Eles são diferentes. Desse ponto de vista, cão e gato é diferente.

Exato.

E pronto, uns ladram, outros miam, mas há mais do que isso. Eles são realmente diferentes e na alimentação são diferentes. E desde que eles se mantenham na alimentação deles, normalmente não há muitos estragos.

Ok.

Portanto, tudo o resto deve ser considerado pequenas quantidades, deve ser considerado extras. Não a alimentação em si, não é a base. E se a gente se mantiver nesta regra, pouquinho, não há muitos riscos.

E de preferência incluir esses alimentos extra nas atividades lúdicas.

Sim. É uma forma da gente interagir com eles.

Claro. Falamos até semana passada, acho que até foi no abandono emocional. Ou seja, nós brincando com eles e fazendo estas atividades, eles vão se sentir mais felizes e depois ganham mais.

Muito mais, e nós também.

Exato, e nós também.

E vão aprender a interagir conosco. Há sempre aquelas pessoas que vão à esplanada, o cão não para quieto, ladra, salta pra cima de toda gente e nunca mais o levam. Pois, o problema foi que ele nunca foi.

Não está habituado.

Não está habituado. Portanto, se nós aos pouquinhos formos habituando, melhor. Isto, a alimentação, sim, hoje em dia é difícil as pessoas terem algum tempo para estar a fazer as refeições para os nossos animais. Sim, há hoje em dia refeições cozinhadas, equilibradas, já feitas, até há nutricionistas que as conseguem planear. Mas isso não é ainda aquela facilidade do dia a dia.

Claro.

Há quem consiga fazer alimentação cozinhada, específica, depois é congelada, depois é entregue. Há já empresas que o fazem, o que é ótimo. Mas, volto a dizer, sim, nós temos que pensar este conceito de felicidade animal. Provavelmente vai passar pela alimentação. Sim, provavelmente vai.

Se calhar não tem a mesma dimensão que tem pra nós.

Que temos pra nós, sim. Para mim, eu sempre fui daqueles que a comida não é aquilo que me faz feliz.

Mais feliz.

Não é. Às vezes até me esqueço de comer. Mas há quem seja muito feliz a comer.

Sim.

Pronto, tudo bem. Cada um sabe. Acredito que alguns cães e alguns gatos também sejam.

Também levem esse prazer em comer.

Até às vezes olhando pro peso deles, a gente pode assumir que… mas coitados, muitas das vezes não é pela felicidade da comida, é pela ausência de exercício, é pela ausência de passeios.

Sim, era mais por aí.

Ou alguns que sejam mais doentes, que tenham outros problemas. Portanto, uma das coisas que às vezes leva que os cães fiquem, por exemplo, obesos, os cães e os gatos, é a partir de uma certa idade, com as artroses, com as doenças das articulações, com as dores nas articulações, não se mexem tanto.

Já não correm tanto, já não passeiam tanto.

Então como não se mexem tanto, ficam mais obesos, ficam mais obesos, vão sobrecarregar mais as articulações.

Uma bola de neve em frente.

Exatamente. Portanto, há várias coisinhas que a gente tem que ter em conta e eles não nos dizem que lhes estão a doer as articulações. Portanto, sim, se evitarmos estes alimentos, se evitarmos tudo o que é mais tóxico, que pra nós pode ser normal.

Pra terminar, até te ia pedir um top três de alimentos que devemos mesmo evitar dar.

Eu diria chocolate, eu diria as uvas passas, principalmente as passas, que dão complicações, e cebola.

Cebola. Por acaso não tinha essa noção de que a cebola era assim tão…

Demora. Não é de um momento pra outro. E às vezes nem se apercebemos. Eles estão anêmicos, estão com problemas de sangue, e aquilo demorou algumas semanas a chegar àquele ponto e não nos apercebemos que aquilo era uma alimentação que ele até fazia, ou que roubava, ia à horta e roubava, e andava a brincar com elas. Ou então, às vezes, há muitas cebolas numa casa e as pessoas usam aquilo como bola pra brincar com o cão.

Pronto, é um perigo.

Exatamente.

Atenção às cebolas.

É de evitar isso.

Portanto, um top três pra evitar e um top três, não digo que sejam alimentos que se deva dar, mas aqueles que até podem fazer bem. Fruta, legume, qualquer coisa.

Sim, bem, maçã faz bem.

Maçã faz bem.

A banana faz sempre bem também. Volto a dizer, desde que não seja tudo em exagero.

Claro.

Portanto, normalmente também depende do que eles gostam. Há cães que gostam de fruta, cães que olham pra gente e dizem: "Mas o que tu estás a querer? Eu não como estas coisas". Eles não querem saber. Portanto, vai tudo depender. Eu já conheci cães que gostavam de comer o caldo das couves. Tudo bem.

Não é péssimo.

Não é grave, desde que a quantidade não seja muita.

Ótimo, Nuno. Olha, muito obrigada por este Pet Radio. Hoje já não temos mais tempo.

Passa rápido.

É verdade, passa a correr 20 minutinhos assim super rápido, mas pra semana temos encontro marcado. Até lá.

Até pra semana.

Rádio Ob