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Em territórios do interior, Luís Montenegro procurou assegurar o voto dos pensionistas e puxou da promessa que fez há um ano.

Eu prometi que nos íamos reconciliar com os pensionistas e reformados portugueses. Estamos não só reconciliados, como estamos num processo de valorização ainda maior.

Com 11 meses de Primeiro-Ministro na pele, Luís Montenegro procura pôr travão ao discurso do PS e renova a garantia.

É a altura de todos ignorarem o medo, ignorarem as tentativas de contaminação do debate com as velhas táticas de criar novos temores.

Num dia em circuito fechado, com almoços, comícios e jantares, o cabeça de lista por Castelo Branco e Ministro da Economia, Pedro Reis, deu eco à mensagem.

A oposição gosta de falar, gosta de dizer mal, gosta de criticar, gosta de envenenar. Ou seja, sabe é engonhar.

As críticas à oposição, e apesar da fase inicial da campanha, Montenegro vai já carregando no apelo ao voto.

Nós estamos mesmo no bom caminho. Há mesmo uma onda de entusiasmo conosco, mas o entusiasmo não ganha eleições. O que ganha eleições é o voto.

O discurso que se inaugura por norma na última semana vai sendo vincado, tanto em Castelo Branco como na Guarda, com o candidato da AD à procura da tal maioria maior.

Não há eleitores da AD, nem há eleitores do Chega, nem há eleitores do PS. Há votantes que não são propriedade de ninguém. Há pessoas que têm uma opção de voto, que não é obrigatório que seja sempre a mesma.

E em jeito de estratégia para os dias que estão pela frente, a cabeça de lista da Guarda, Dulcineia Catarina Moura, deixa um pedido.

Vamos provar que somos nós que estamos do lado certo e vamos defender com toda a força e convicção o nosso líder.

A AD no interior, antes de voltar a Lisboa para assinalar os 51 anos do PSD.