Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Muito bom dia, comandante José Miranda. Muito obrigado pela disponibilidade em falar com a Rádio Observador. Perguntava-lhe, neste momento, qual é o balanço que se pode fazer das ocorrências devido à passagem da tempestade Kirk?
Muito bem. Temos um registo acumulado de 1874 ocorrências desde as 18h do dia de ontem, desde que se iniciou o período de alerta para o território continental. Destas 1874, 77% de ocorrências são motivos de queda de árvore e a região mais afetada é a região Norte, com 1339 ocorrências, das quais 517 foram registadas na área metropolitana do Porto. Envolvemos 2011 veículos, 5673 operacionais. Isto são dados até às 11h do dia de hoje. Tivemos a linha do Inho interrompida até decorrer os trabalhos para corte e remoção de uma árvore que caiu sobre a linha, na zona de Barcelos, mas já está em resolução. Não temos vítimas civis e relativamente a danos, neste momento, ainda não é possível indicar qualquer tipo de números, porque essa informação ainda está a ser devidamente avaliada por parte dos serviços municipais de proteção civil.
Alguma previsão sobre os cenários que se irão viver nas próximas horas?
Desde o dia de ontem até agora, o maior pico que foi indicado e observado será agora até às 12h. Depois, há um ligeiro desagravamento das condições até sensivelmente às 18h, que se prevê que a intensidade do vento seja muito diminuta face àquilo que se fez sentir até ao momento.
Quais são os principais conselhos para a população nesta altura?
Essencialmente, por causa dos avisos do vento, é garantir a adequada fixação das estruturas soltas, como exemplo os andaimes, os placares ou outro tipo de estruturas que estarão suspensas. Garantir também a boa gestão dos sistemas de escoamento das águas pluviais. Ter especial atenção também e cuidado na circulação e permanência junto às áreas arborizadas, de forma a estar atento à possibilidade de quedas de ramos de árvores. Aos condutores, adotar condições defensivas, reduzindo as velocidades e tendo especial atenção à possível formação de lençóis de água nas vias. Se avistarem alguma zona inundada, não as atravessar, de modo a precaver qualquer arrastamento de pessoas ou mesmo viaturas para buracos que não estejam em linha de vista.
Muito obrigado, comandante José Miranda, pela sua disponibilidade em fazer este ponto da situação à Rádio Observador. Bom dia.
Muito obrigado. Bom dia.