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No caso dos professores aposentados, eles vêm pelo índice 167, mas se for um professor que atinja a idade da reforma, mas que permaneça no sistema, são os tais €750 brutos. Portanto, isto aqui traz uma incongruência.

Uma diferença entre...

Reformar-se e depois ter acesso ao índice 167, é uma medida incongruente, pese embora uma esteja sinalizada para todas as escolas e outra só para as escolas identificadas como problemáticas. Mas mesmo a acumulação até 10 horas dos bolseiros de doutoramento parece-me demasiadamente excessiva e traz também problemas de equidade, porque neste momento os bolseiros de doutoramento lecionam, muitos deles, em instituições de ensino superior até 04h, de forma totalmente gratuita. E portanto, tudo isto tem que ser feito, de facto, com muito cuidado. Relativamente às estimativas e só muito rapidamente. O governo já veio esclarecer que os critérios utilizados são diferentes. No caso da UTAL, que consideraram os professores todos até ao nono escalão, e no caso do governo, até aos 70 anos. Portanto, é importante que se clarifique quais são os custos que vão ser assumidos, nomeadamente em sede do próximo Orçamento de Estado, para que se saiba verdadeiramente o impacto desta medida.

E agora já ultrapassamos mesmo o nosso tempo.

Ia só dizer que era interessante também saber o impacto que teria se considerássemos também os professores do décimo escalão que ficam de fora nas negociações do tempo de recuperação ou do alargamento a toda a administração pública.