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, torcida e música animada ] Apito inicial para mais um Sem Falta, como sempre, com o nosso audioárbitro e ex-árbitro internacional Pedro Henriques. Hoje, para analisarmos os principais lances de arbitragem da final da Supertaça Cândido de Oliveira, pôs frente a frente Sporting Clube de Portugal e Sport Lisboa e Benfica. Pedro Henriques, como sempre, começamos pela apresentação da equipa de arbitragem que esteve à frente desta final.
Sim, basicamente, com foco em duas pessoas que são sempre muito importantes no jogo: o Fábio Veríssimo, árbitro internacional desde 2015, portanto da Associação Futebol de Leiria, e o vídeo-árbitro, que é um vídeo-árbitro especialista. Aliás, agora os que são, são todos especialistas, com essas alterações que houve regulamentares, neste caso concreto, o Bruno Esteves.
Seguimos em frente então, desde já para os principais lances de arbitragem que destacas nesta tua análise do Sem Falta. Começamos por um lance aos cinco minutos. Houve decisão correta por parte da equipa de arbitragem em não mostrar o amarelo a Barreiro?
Sim, para mim é uma boa decisão. Realmente é uma falta fora de tempo e às vezes essas faltas fora de tempo são passíveis de cartão amarelo. O Leando Barreiro não parou o seu movimento. O Morita, entretanto, já tinha feito o passe e o Leando Barreiro quando chegou lá, acaba por tocar e derrubar o Morita, por assim dizer, já sem bola. Contudo, é uma situação de imprudência, ou seja, ele ainda tentou evitar, não parou o seu movimento, acaba por não ser propriamente aquelas entradas duras a varrer com a tal intencionalidade. Portanto, para mim, boa decisão.
Apesar de ter havido alguns protestos por parte dos jogadores do Sporting.
Sim, mas isso foi o jogo todo. Por isso é que houve uns amarelos e quatro expulsões no banco. Foram os bancos e foram os jogadores que passaram o jogo, sobretudo na parte final, enfim, a implicar uns com os outros em termos de empurrões e outras situações desse género. Para mim, esta decisão é correta. Realmente há uma falta fora de tempo, apenas em imprudência, no sentido não mostrou atenção para com o adversário na maneira como abordou e por isso sem cartão amarelo.
Também aos cinco minutos, houve um gol anulado aos Leões após a intervenção do vídeo-árbitro. O que aconteceu neste lance, Pedro?
Correta a decisão. Numa fase inicial, o árbitro assistente validou toda a jogada, e nomeadamente o gol do Sporting. Depois, havendo gol, aquilo que o VAR vai fazer sempre é perceber se naquela que é chamada fase de ataque, neste caso, toda a ação que decorreu no ataque do Sporting haveria alguma infração, nomeadamente aquela para a qual o vídeo-árbitro tem sempre uma grande atenção, que é a questão dos foras de jogo e com as imagens paradas e com as linhas de fora de jogo, é sempre fácil de fazer. E realmente, sim, o Umut quando passa para Conrado, no corredor esquerdo, o Conrado estava adiantado 28 centímetros. Estes 28 centímetros foram colocados à posterior, depois pelo sinal injetado por parte da cidade do futebol. Era o António Silva que estava a pôr ou não o Conrado em fora de jogo e era mesmo. Portanto, o Conrado estava adiantado e por isso é daquelas decisões que não tem qualquer contestação, porque é tudo tecnológico, e em cima 28 centímetros, tudo certo, e o gol foi bem anulado após a intervenção do VAR.
Aos 23 minutos, surge o primeiro cartão amarelo do jogo.
Sim, o Dedic e o Max Iraos tiveram vários encontros imediatos entre eles. Enfim, algumas situações ali, que é normal, um a fazer o corredor esquerdo e o outro a fazer o corredor direito, no sentido contrário. E portanto, aconteceu exatamente numa dessas situações em que o Dedic faz ali um gênero de um salto e um take, e de forma negligente acaba não com a perna que vai à frente, mas com a perna dobrada que vai atrás. Quando se faz um take, normalmente leva-se uma perna esticada à frente e a perna de trás vai normalmente dobrada. E foi com essa perna que acertou no calcanhar esquerdo o Max Iraos. É uma entrada negligente e por isso passiva apenas de cartão amarelo.
Aos 29 minutos, outro cartão amarelo, desta vez mostrado ao Diomande.
O Pavlidis faz-lhe um túnel, passa a bola entre as pernas e vai tentar passar por Diomande, que usou os braços para fazer exatamente essa opção com contato, ou seja, impedir que o Pavlidis passasse. E é esta opção com contato, esta falta que ele faz, que acaba por ser passível de cartão amarelo, porque estando próximo da área, de alguma forma, embora houvesse mais jogadores do Sporting, o Pavlidis poderia se aproximar e abordar a área, acaba por cortar aqui uma jogada já de algum perigo, aquilo que nós chamamos de ataque promotor. E por isso, cartão amarelo bem mostrado, que se porventura o árbitro não mostrasse por isso, porque ele depois fez o gesto até no sentido com a mão que ia na direção da baliza, e foi isso que mostrou, seria com certeza cartão amarelo pelos protestos que logo a seguir o Diomande acabou por fazer. Mas de qualquer maneira, o cartão amarelo é bem mostrado.
Ainda antes do final da primeira parte, os jogadores do Sporting, depois de mais uma falta do Dedic, pediram o segundo amarelo para o jogador do Benfica. Havia motivos para tal?
Não, não havia. O Dedic tem ali, por momento, um agarrar do Trincão. Nós sabemos que as questões para os jogadores que é o cartão amarelo, ainda mais perigoso se torna, que o agarrar normalmente quando é feito de forma deliberada ou ostensiva e quando impede uma progressão de um adversário, ou que vai em transição ofensiva, ou aquela situação da falta útil que é para destruir a jogada, ou quando vai na direção da baliza, normalmente estes agarrões são punidos com cartão amarelo. Aqui é uma situação diferente. É junto à linha lateral, ainda antes da linha do meio-campo, em que o Trincão está de costas até para o meio-campo adversário, está por tirar a bola junto à linha lateral. E portanto, naquele momento de disputa de bola em que um protege e o outro tenta chegar à bola, há esse agarrar e puxar o Trincão. Portanto, é uma situação diferente dos agarrões em que inibe essas questões das progressões ou que os jogadores vão fugir e que há um comprometimento desportivo. Portanto, esta é a situação típica de um agarrão apenas para lisos diretos em cartão amarelo, boa decisão, neste caso, técnica e disciplinar.
Saltamos já para a segunda parte, para o minuto 53. Vamos olhar para o que aconteceu a este minuto 53.
Este é um lance que eu até escrevi bastante. Por causa do seguinte: é um lance em que, sendo um lance, é uma bola mentida para o Conrad Harder, que fica com a ideia que não há fora de jogo, mas aí se houvesse alguma infração para cartão vermelho ou para pênalti, neste caso, a situação depois até foi fora da área, o VAR teria que depois Provar e mostrar que haveria ou não haveria fora de jogo, obviamente que isso era fundamental, porque se houvesse fora de jogo, anula tudo que vinha para frente. A questão que se coloca é, sendo um lance importante, porque há um contacto do Otamendi sobre o Guardado fora da área, se porventura é falta, é para cartão vermelho, porque anula a chamada, claro, não há golo, o jogador vai por ali fora, vai isolado. A questão que se coloca é que, tirando o movimento normal da jogada ao vivo, só depois aparece uma repetição de longe e lateral, em que no momento do contacto nem se vê o jogador do Sporting, porque a imagem vem de lá, tipo câmera de fora de jogo, e vê-se a imagem só do jogador do Benfica, do Otamendi, e não se vê do Konrad.
De resto, foi um dos lances mais confusos do jogo.
Exatamente, porque depois há uma sequência logo a seguir. Este lance tem que ter uma repetição para que nós possamos perceber se realmente há falta ou não. Pareceu-me, na altura, que poderia ter havido falta, depois fui tentar ver repetição, não há nenhuma repetição. Quando começo a ver, pelo menos a imagem corrida, fico com a ideia que há contacto, mas não tenho a certeza que haja infração. Há uma certeza que eu tenho: o VAR tem acesso a todas as câmaras, pode ampliar e pode ver todos os ângulos, inclusivamente o ângulo inverso. E portanto, se ele, o VAR, não faz intervenção, e estão lá três, um VAR e dois AVARs, é porque para ele não há qualquer infração. Eu vou dar esse benefício da dúvida, quer para aquilo que o árbitro viu em campo e para aquilo que é a possibilidade de intervenção com boas imagens da parte do videoárbitro, porque eu, sinceramente, não tenho capacidade de dizer "tenho aqui uma imagem que me prove aquilo que tem que ser", tem que me provar que há infração, eu não posso deduzir. E por isso fico com a ideia que a decisão é boa, exatamente com base nisso que acabei de dizer, e vou dar como boa decisão. Agora, não consigo compreender, aliás, não foi só essa vez, não consigo compreender estas transmissões modo UEFA, que não faz sentido, e depois vem alguém com um telemóvel da bancada a mostrar imagens, que depois não sabemos se são reais ou se não são reais, ou se são marteladas, desculpem a expressão. Se o objetivo da UEFA, no princípio disto tudo, era com estas situações, para evitar que as pessoas tenham ângulos muito aproximados.
Ver transparência ao final do cabo, não é?
Exatamente. Porque a transparência é que desmonta tudo aquilo que depois possam ser imagens marteladas e, sobretudo, suspeições, e sobretudo aquilo que acontece muitas vezes, que é não tendo a certeza, não tendo uma imagem, as pessoas dizerem "ah, pois não..." Ou seja, tudo que no fundo é suspeição. E este tipo de transmissão já não faz sentido. Bem pelo contrário, seja falta ou não seja falta, é para mostrar. Esqueçam lá os "entre aspas" para tapar esse tipo de imagens que não faz sentido. Fico aqui com esta dúvida, vou dar benefício da dúvida à equipa de arbitragem e ao próprio videoárbitro, que esse tem todas as imagens para ver e, portanto, pode comprovar melhor do que todos se não houve falta, e ele não deu essa falta, mas deixa-me aqui muitas dúvidas, mas vou dar claramente como positiva.
E aqui esta chamada de atenção também para as transmissões televisivas para, a bem da transparência, mostrarem o máximo de repetições possível. Ainda aos 53, e como estavas a dizer, na sequência desta jogada, houve uma entrada dura do Pedro Gonçalves sobre o Otamendi. Foi mostrado um cartão amarelo bem, certo?
Para mim, sim, bem. Aliás, estes são os dois lances que já estão a decorrer um bocadinho na crítica social. Os sportinguistas querem uma falta do Otamendi sobre o Konrad de
No início da jogada
E os benfiquistas querem, na sequência, um possível cartão vermelho. Para mim, é só cartão amarelo, e este só no sentido de que realmente ele salta, ele pisa.
Mas foi um senhor pisão.
Sim, é um pisão de cima para baixo, em cima de um peito do pé do jogador que tem o pé apoiado no chão. É totalmente diferente de um tackle, de um carrinho ou de uma entrada, por exemplo, pisão ao nível dos tornozelos, ou dos joelhos, ou do meio da perna. Este é um pisão de cima para baixo num pé que está apoiado. E isto também é relevante e importante, ou seja, o contacto da zona do contacto e a maneira como abordou o lance. Realmente é em salto, para mim, só negligência, não tem em conta o perigo e as consequências do seu ato. Não vejo ali motivo para aquilo que é muitas vezes uso de força excessiva ou violenta, no sentido de dizer que põe claramente a segurança e integridade física do adversário em risco.
Se houvesse um cartão laranja era motivo para mostrar.
Sim, mas eu, honestamente, e este é um jogo em que eu tenho que ter algum cuidado na perspectiva de tomar partido, no bom sentido da palavra, por uma decisão, isto é, mesmo que depois as pessoas concordem ou não concordem com a decisão, não é daqueles jogos que devemos ficar numa zona de facilitismo, dizer: "Ah, se fosse era, se não fosse também não era". Eu vou tomar partido no sentido que, neste caso concreto, nesta jogada, para mim, e há ali duas repetições, são relativamente boas, uma delas está um bocadinho tapada, mas a outra é boa, para mim, negligência pura e dura, de acordo com a lei 12, aquilo que é realmente o texto da negligência, que é não tem em conta a maneira como aborda o lance, não tem em conta o perigo e as consequências do seu ato para com o adversário. E para mim não passa disso. Por isso, para mim, boa decisão de ser só cartão amarelo.
Seguimos em frente já para o minuto 73. Ainda temos alguns lances para olhares aqui neste "Sem Falta". No minuto 73, cartão amarelo para o Otamendi.
Sim, o Jérémy Katombe já tinha sofrido uma falta junto à linha lateral e o árbitro estava a apitar para essa falta e o Otamendi tem, obviamente, consciência disso mesmo e não para o seu movimento e vai contra o jogador do Sporting, digamos, a bola rolando. É como a gente costuma dizer na linguagem, "foi ali dar-lhe um cheirinho". De qualquer maneira, este comportamento desportivo que curiosamente o árbitro, como já está a marcar a falta, se calhar não tem essa perceção e fico com a ideia que foi o árbitro assistente que lhe dá a indicação, porque ele não mostra logo o cartão amarelo, para mostrar cartão amarelo. Pareceu-me correta. Aliás, pareceu-me não, tenho a certeza que é correta esta decisão, porque realmente o Otamendi podia ter evitado aquele contacto e faz num comportamento antidesportivo de uma jogada que até já estava a ser interrompida. Por isso, cartão amarelo bem mostrado.
Aos 74 minutos, pediu-se penalty após uma queda de Trincão na área encarnada.
Boa decisão. Desculpe a interrupção.
Não, vamos.
Boa decisão. E lá está, este é um lance que carecia de repetições e teve duas excelentes repetições. Uma vista por trás do Trincão, portanto, no sentido que o Trincão levava no sentido da baliza e a outra vista pelo lado da baliza. E em ambas as repetições percebe-se claramente que quem está nas costas é o Leandro Barreiro e o Trincão, curiosamente, cai por este motivo. Ele encaixa, coloca a sua perna esquerda no meio das pernas do Leandro Barreiro e é ele próprio, Trincão, que acaba, ao fazer aquela abertura de perna e com o seu movimento, com o seu pé, tocar e acertar no calcanhar do Leandro Barreiro. Não é que faça falta, mas acerta e é esse contacto que ele próprio promove no calcanhar do Leandro Barreiro, que é o lado esquerdo, que o faz tropeçar e cair. Portanto, boa decisão, sem penalty.
Aos 80 minutos, mais um amarelo, desta vez para o Iomante.
Sim, o Richard Rios salta na frente, aparece de antecipação, o Ullman não para o movimento e acaba por o ponteapear quando ele está em salto, e é uma entrada negligente. De resto, o árbitro já estava ali no limite para alguma falta que o Ullman fizesse um pouquinho mais dura. Foi este o caso e por isso cartão amarelo bem mostrado.
A partir dos 90 minutos, já em tempo de descontos ou em tempo adicional extra, começaram as perdas de tempo e o António Silva foi contemplado desde logo aos 90 mais um com cartão amarelo. Por quê?
Três jogadores que vão bater um livre a favor do Benfica, passa ao primeiro, passa ao segundo e ainda ao terceiro, que é o António Silva, que também não bate o livre. E o árbitro entendeu que este jogador foi o que mais se evidenciou e aquele que podia e devia ter batido o pontapé livre, que ainda por cima foi deixar para o guarda-redes. E o árbitro entendeu aquilo como retardar o recomeço de jogo, e eu também entendo, e, portanto, cartão amarelo bem mostrado.
Mais uma que zilia depois aos 90 mais cinco, desta vez entre Luís Soares, o reforço do Sporting, e o guarda-redes do Benfica, Trubin.
O Trubin está com objetos na mão porque estão a ser arremessados à bancada. O Luís Soares quer que ele acelere, ou seja, acha que ele está ali com aquilo só mesmo para perder tempo. Resultado disto tudo: o Luís Soares empurra, o Trubin também empurra, houve ali um complemento desportivo e o árbitro bem amostrar cartão amarelo a ambos.
Ainda houve tempo para mais um chamado sururu aos 90 mais nove.
A bola sai pela linha de baliza, é pontapé de baliza para o Sporting. João Veloso numa primeira abordagem tenta impedir que o Debast ficasse com a bola, o Debast depois vai lá o Peresteanu ainda por cima do Debast também para o barulho, para o garnel. E o árbitro tem aqueles três jogadores ali a envolverem-se todos num complemento incoerente e desportivo uns para os outros e cartão amarelo para o João Veloso e para este ano do Benfica, cartão amarelo para o Debast do Sporting e uma boa decisão.
Pedro Henriques, chegamos ao final das lances em análise para esta final da Supertaça. Sporting 0, Benfica 1. Falta-nos saber a nota do árbitro.
Sim, eu vou dar nota sete, vou dar nota positiva. O jogo tem um grau de dificuldade elevadíssimo por ser uma Supertaça, é sempre, é uma final, é sempre. Ser um Benfica-Sporting ainda torna mais difícil, com todos os antecedentes que nós sabíamos em relação a este jogo, depois da Taça de Portugal, foi o outro jogo logo a seguir, por assim dizer, entre os jogos, embora já tenha passado mais de 60 dias. Depois desta questão dos comunicados, havia aqui um grau de dificuldade muito elevado que estava em torno da arbitragem. E se nós formos promover isto tudo, eu acho que a equipe de arbitragem sai com nota positiva, sai bem por cima, acaba por fazer uma gestão técnico-disciplinar possível, com 11 amarelos, quatro vermelhos, que a gente aqui não os coloca, obviamente, quatro vermelhos para os bancos, e mais um amarelo, portanto, para elementos oficiais. O que mostra bem a dificuldade que houve entre estes 11 amarelos e estes quatro vermelhos, obviamente, que foram criados por comportamentos, atitudes e posturas. Alguns dos amarelos, obviamente, foram por faltas propriamente ditas. E por isso o jogo teve grau de dificuldade elevado e o árbitro e a equipe de arbitragem, no meu ponto de vista, saiu-se bem, nomeadamente naquilo que são os lances às vezes mais importantes de vermelhos, que ele teve bem, na questão dos eventuais pontapés de pênalti, ou seja, dentro das áreas também teve bem. E por isso eu vou dar uma nota positiva, nota 7 para este jogo de abertura das provas em Portugal e por isso acho que o Fábio Veríssimo está de parabéns com esta arbitragem.
Pedro Henriques, está feito, revisto e assinado este "Sem Falta". Obrigado mais uma vez por ter se juntado a nós nesta emissão especial de esporte e desejo também uma boa época desportiva e de futebol. Até breve, Pedro Henriques. Um abraço. Uma boa noite.
Obrigado. Até amanhã. Obrigado.