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Este é um podcast da Rádio Observador. Pode ouvir a rádio também em 98.7, na Grande Lisboa, e 98.4, no Grande Porto. Tudo a postos para mais um Termómetro das manhãs 360. Hoje com o jornalista de lifestyle Mauro Gonçalves. Olá, Mauro, bom dia.

Bom dia.

O fim de semana foi bom?

Foi bom.

Bonzinho.

Razoável.

Vamos então ao quente.

Vamos. Ontem foi noite de Video Music Awards, os prémios da MTV, dos quais Lady Gaga saiu como grande vencedora. No total, a cantora levou para casa quatro estatuetas: artista e canção do ano, melhor colaboração e melhor cinematografia, já que estes prémios destacam precisamente os videoclipes das músicas. Nos seus discursos não pôde deixar de referir o período anormal que o mundo atravessa. Lady Gaga incentivou quem a ouviu a seguir os seus sonhos. "Sei que a cultura pop vai inspirar-vos", rematou.

Foi uma noite que acabou por marcar o regresso das grandes entregas de prémios, apesar de ter sido muito pouco convencional, não é?

É, muito pouco convencional mesmo. A cerimónia teve lugar ao ar livre, sem público, e as atuações de artistas como Ariana Grande e os sul-coreanos BTS aconteceram em diferentes locais de Nova York e também de Los Angeles. Mas há coisas que de facto nunca mudam. Isto inclui, obviamente, as indumentárias extravagantes de Lady Gaga. Mesmo sem passadeira vermelha, a cantora exibiu figurinos futuristas, alguns mais pareciam saídos de um filme de ficção científica.

Como sempre, não é?

Exato. E apostou muito forte nas máscaras.

É a nova moda.

Portanto, até parece que este contexto foi feito a pensar nela.

Vamos ao morno, Mauro.

Vamos ao morno. Falo-vos da Rainha Rania da Jordânia, que está hoje de parabéns. Completa 50 anos, meio século. São mais de duas décadas, neste caso, de reinado. Rania casou em 1993 com o príncipe herdeiro do trono jordano, futuro rei Abdullah II. Os dois têm quatro filhos com idades entre os 15 e os 26 anos.

Estamos a falar de uma figura carismática, podemos dizer assim, que sempre se destacou.

É um grande marco deste reinado. É esse, aliás, o grande marco deste reinado, sobretudo numa cultura do Médio Oriente, onde não é habitual as mulheres sobressaírem desta maneira. Rania sempre se destacou, não apenas pelas causas humanitárias e sociais que foi abraçando, mas mesmo como ícone de estilo e de elegância.

Eu estava a ver que tu não referias isso, não é, Mauro?

É verdade. Não há como passar ao lado.

É lindíssima.

É verdade. Ainda assim, nos últimos anos assistimos a uma redução da agenda pública de Rania. Atualmente, a Rainha consorte da Jordânia fica-se muito mais pelas redes sociais, que explora bastante, e aparece menos, por assim dizer.

Mauro, e terminamos com o frio, que é de facto muito frio.

É verdade, muito frio. Retomamos a trágica notícia que marcou o fim de semana, a morte do ator Chadwick Boseman, aos 43 anos, e ao fim de quatro a lutar em silêncio contra um cancro.

Em silêncio, dizes bem, porque de facto esta morte aparentemente apanhou toda a gente de surpresa, não é? As mensagens a esse propósito têm-se multiplicado.

É verdade. Os últimos dois dias têm sido muito preenchidos com mensagens deixadas nas redes sociais, a começar obviamente pelos atores do universo Marvel, que trabalharam diretamente com Boseman, mas também a chegar a personalidades como Oprah Winfrey, que descreveu o ator com as qualidades de coragem, força e poder. Barack Obama também salientou publicamente a dedicação do ator, com quem chegou a trabalhar na Casa Branca, segundo conta o ex-presidente norte-americano no Twitter, num projeto social que envolvia crianças.

É uma notícia que também teve reações em Portugal.

É verdade. Entre elas, Ana Moura, que se destaca, que chegou a privar com o ator. A cantora lamentou a morte de Boseman e partilhou uma fotografia no Instagram, onde aparecem os dois durante um jogo da NBA em Los Angeles.

A morte de Chadwick Boseman a fechar este Termómetro da Rádio Observador, hoje com o jornalista de lifestyle Mauro Gonçalves. Amanhã há mais, para ouvir sempre antes das 05h50. Até amanhã, Mauro.

Até amanhã.