Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Adeus. Adeus. Pronto, então? Espera aí. É para fechar? É para fechar. Fechei. Adeus a Lionel Messi, que se despediu da seleção argentina. Não do futebol, ainda. Ele continua a jogar no Inter Miami. Desculpem o ataque. Ele e o Ronaldo. Mas parece que neste capítulo em particular das seleções, vai mesmo ficar atrás de Cristiano Ronaldo em número de internacionalizações e em número de gols. Mesmo assim, fecha a carreira pela seleção argentina com números impressionantes. Foram 207 jogos e 125 gols pela seleção argentina e muitos títulos. Títulos que vieram já numa segunda fase da carreira de Lionel Messi. É bom lembrar que em 2016, portanto há 10 anos, Messi ainda era um jovem de 29 anos. O astro argentino anunciou a retirada, que ia sair da seleção argentina, porque tinha perdido quatro finais entre Campeonatos do Mundo e Copa América. Não tinha vencido nenhum grande título pela seleção argentina, à exceção do título olímpico em 2008, ainda numa fase muito inicial da carreira, e também o título do Mundial de sub-20 em 2006. Mas na seleção principal não tinha vencido nenhum título. As coisas não estavam a correr bem. Na Argentina, era muito criticado pelos adeptos por não render o mesmo na seleção que rendia no clube, no Barcelona, e então, na altura, Messi anunciou a sua retirada, mas depois lá foi convencido a regressar e ele próprio se convenceu a regressar e a partir daí, foi limpar praticamente tudo, com o Mundial 2022 à cabeça, mas também conquistou ainda duas Copas América, em 2021 e 2024, e acaba com este registo impressionante de três finais do Mundial, 2014 e a deste ano, de 2026 para além da que venceu em 2022, perdeu as outras duas, mas foi sem dúvida a grande figura da seleção argentina, talvez a maior figura da história, acaba por ser o jogador com mais jogos e mais gols pela seleção argentina. Conquistou um mundial. O que será que o Ronaldo sentiu quando viu esse anúncio do Messi? Ganhei. Aguentei. Ainda vou ter uma hipótese. Ainda vai ter, é muito provável. Vamos ver, está aí quase a chamada convocatória de Jorge Jesus, a primeira. Em princípio, o Ronaldo continuará a jogar. Não sabemos se Lionel Messi vai ter ainda um jogo de despedida. Não já um jogo oficial, mas um jogo particular de despedida. Em princípio, deverá acontecer na Argentina, até calculo que seja aqui com uma seleção do resto do mundo. Normalmente era assim que se fazia nos tempos, antigamente. Lembro-me da despedida de Platini, por aí 87, 88, em que normalmente faziam-se esses jogos. Juntava-se uma seleção ou então uma das equipas que o jogador tinha representado contra uma seleção dos melhores do mundo. Claro que as coisas no futebol mudaram muito. Hoje em dia, nós olhamos para os clubes e os clubes já são praticamente seleções do resto do mundo. Já não há aquele entusiasmo por ver as seleções com os melhores da Europa ou com os melhores do mundo. Estamos concentrados num clube. Acabam por ser seleções do resto do mundo, os melhores clubes. Mas provavelmente ainda teremos uma despedida de Lionel Messi, ele que explicou, mostrou nas redes sociais o bilhete que escreveu, uma nota que escreveu de despedida. Ele diz que escreveu dois dias depois da final. Também para esta decisão contribuiu, claro, a morte do pai recentemente, já depois do mundial, e que o afetou também, a doença do pai afetou ainda durante o mundial. Ele diz que já não tem mais nada para dar, vem uma nova geração. E é verdade, há muito talento também na seleção argentina. E Lionel Messi despede-se com as grandes conquistas, conquistou tudo aquilo que havia para conquistar ao nível da seleção. Os argentinos reconciliaram-se a partir de 2016 com Messi e por tudo aquilo que fez, e vimos agora no último mundial. Não só os adeptos, mas também os próprios jogadores estiveram sempre ao lado do seu grande ídolo e foi para eles uma honra, e era uma honra defendê-lo em campo. Não correu bem depois na final, mas fica aqui uma história, de facto, ímpar no futebol internacional, a despedida de Lionel Messi dos palcos internacionais, do futebol de seleções. Quem ainda não disse adeus ao futebol foi Álvaro Morata, um verdadeiro globetrotter. Já passou por Real Madrid, Atlético de Madrid, Juventus, Chelsea, passou por alguns dos melhores clubes do mundo. Agora foi apresentado no Leganés, da segunda divisão espanhola. Ele ainda tem contrato com o Como, de Itália. A última época não correu muito bem, marcou apenas um gol em 30 jogos. Foi apresentado e não correu muito bem a apresentação. Sabem que os jogadores, nestas apresentações, gostam sempre de exibir os seus dotes técnicos, a dar toques e fazer uns malabarismos. Desta vez não correu muito bem. Álvaro Morata teve uns momentos em que a bola parecia que tinha ganhado vida e não deve ter sido muito inspirador para os adeptos do Leganés, porque, claro, veem chegar uma estrela mundial ao clube, que está na segunda divisão, mas os primeiros indícios não foram os mais animadores. Álvaro Morata também explicou por que decidiu dar este rumo à sua carreira. Um jogador que já passou por tantos grandes clubes e jogou nas maiores competições como a Champions, por que agora ia para a segunda divisão. Ele diz: "Nem tudo na vida são as maiores competições e os grandes jogos." Pois é, é verdade. E agora na segunda divisão de Espanha vai ter muito disso, jogos com menos interesse e competições que também não são propriamente a Champions. Por último, vamos à Argentina, não à seleção argentina, já falámos de Lionel Messi, mas ao campeonato argentino, aqui um jogo entre o Independiente Rivadavia e o Racing. E que ficou marcado por uma situação insólita e que vem provar aquilo que se costuma dizer: "Quem não chora, não mama." É verdade. O que é que se passou? Na primeira parte, na marcação de um canto, o jogador Lionel Buca foi agarrado na área e ficou sem camisola. E o que é que ele fez? Não fez nada. Deixou-se estar a jogar sem camisola. Isto porque o árbitro não assinalou nada, não assinalou nenhuma falta. Ele disse: "Então espera aí. Então agora também não ponho a camisola, que é para veres mesmo que houve qualquer coisa." E o árbitro teve de interromper o jogo, foi chamado pelo VAR e acabou por marcar penalty a favor da equipa de Lionel Buca. Valeu a pena. Valeu a pena. Às vezes os jogadores mostram a camisola rasgada ao árbitro para assinalar que sofreram uma falta, sofreram um agarrão, um puxão ou qualquer coisa, e os árbitros têm sempre de dar ordens ao jogador para substituir, para trocar de camisola. Isso é uma regra, mas muitas vezes não assinalam a falta. Aqui o jogador não esteve com meias-medidas e deixou-se estar mesmo sem camisola em campo e obrigou o árbitro a ir ver as imagens ao VAR. Fica aqui uma dica para os jogadores: ou então rasguem a própria camisola, se sentem um puxão, rasguem a própria camisola, pode ser que o árbitro vá ao VAR e acabe por vos beneficiar com um penalty.