Livros

E-Primatur lança obra completa de Luís de Camões

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A editora vai lançar, a partir de outubro, a obra completa de Luís Vaz de Camões, a começar pela épica e pelas cartas. Desde os anos 80 que não se via uma coisa assim.

A edição tem organização, introdução e notas de Maria Vitalina Leal de Matos, a maior especialista na obra de Camões

A editora E-Primatur vai lançar, a partir de outubro, a obra completa de Luís Vaz de Camões, revelou ao Observador o editor, Hugo Xavier. Com organização, introdução e notas de Maria Vitalina Leal de Matos, professora na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e a maior especialista na obra do autor de Os Lusíadas, esta edição irá incluir as novas descobertas e debates mais recentes, de modo a apresentar “de forma definitiva o corpus de obras do poeta nacional por excelência”, referiu o editor.

O primeiro volume, com data de lançamento agendada para outubro, será dedicada à épica e às cartas escritas pelo poeta. O segundo, de lírica e teatro, só deverá sair no decorrer do próximo ano. A coleção, a primeira do género a sair desde a década de 1980, tem o alto patrocínio da Presidência da República.

Raul Brandão, H. G. Wells e um filho da mãe na rentrée da E-Primatur

Além do primeiro volume da obra completa de Camões, a E-Primatur vai publicar até ao final do ano O Anel dos Lowenskölds, de Selma Lagerlöf (traduzido diretamente do sueco por João Reis), e o primeiro volume de ficção de H. G. Wells, nunca antes publicada em Portugal.

Os dois livros devem sair ainda neste mês de setembro, na mesma altura que chega às livrarias A Vida e o Sonho, um volume que pretende celebrar os 150 anos do nascimento do escritor Raul Brandão. Com organização de Vasco Rosa, o livro procura oferecer uma perspetiva geral da obra do autor, com “notas e guias de leitura que contextualizam o leitor”. Incluirá também alguns inéditos.

Em outubro, a editora vai lançar O Filho da Mãe, uma das obras mais importantes de José Vilhena, que surge pela primeira vez reunida num volume só. Uma “obra devidamente censurada, apreendida e destruída pela PIDE, constitui o retrato social mais impiedoso jamais feito da sociedade portuguesa e talvez uma das primeiras abordagens à política e ao crime escritas no tempo do outro senhor que, também ele, era um filho da mãe”, frisou Hugo Xavier.

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