Séries

Nova série de Marco Martins e Bruno Nogueira passa pelo IndieLisboa antes de chegar à RTP

Chama-se "Sara", tem Beatriz Batarda como protagonista e estreia na RTP em outubro. Os dois primeiros episódios, contudo, podem ser vistos a 3 de maio, no festival IndieLisboa.

Beatriz Batarda é a protagonista da série e interpreta o papel de Sara Moreno, uma atriz de cinema e teatro forçada a aceitar um papel numa telenovela

A aposta da RTP nas séries tem-se intensificado nos últimos meses e “Sara” promete ser uma das grandes estreias de 2018. Depois de, entre outras, “País Irmão” (que se estreou em setembro passado) e “1986” (série de Nuno Markl que começou a ser transmitida há um mês), a estação televisiva começa a transmitir a 7 de outubro um novo projeto de ficção nacional, com autoria de Bruno Nogueira e realização de Marco Martins (realizador de “Alice” e “São Jorge” e encenador de “Actores” e “Todo o Mundo é um Palco”). Os dois primeiros episódios poderão ser vistos, em antecipação, no dia 3 de maio, no Grande Auditório da Culturgest.

Protagonizada por Beatriz Batarda e escrita por Ricardo Adolfo, Bruno Nogueira e Marco Martins, “Sara” conta ainda no elenco com Nuno Lopes, Albano Jerónimo, Miguel Guilherme, Rita Blanco, José Raposo e o próprio Bruno Nogueira. Em comunicado à imprensa, a série é apresentada assim:

‘Sara’ acompanha a transformação de Sara Moreno (Beatriz Batarda), uma atriz de cinema e de teatro, conhecida pela densidade dos seus papéis dramáticos e pela facilidade em chorar nas personagens que interpreta. Com a doença do pai, Sara deixa de conseguir chorar e é forçada a aceitar o papel principal numa telenovela, algo que irá transformar por completo a sua vida.”

[“1986”, de Nuno Markl, foi uma das séries nacionais mais recentes a chegar à RTP:]

“Adorada pelos realizadores, Sara consegue sempre dar uma profundidade trágica a todas as personagens que interpreta. De resto, é sempre para isso que a convidam: para uma personagem trágica. Um dia cansa-se de chorar e abandona as filmagens. Decide falar com o seu agente e encontrar um caminho diferente para a sua vida de atriz. Numa busca pelos tempos que correm, Sara começa a experimentar os mundos das novelas, do facebook, do instagram, das sessões fotográficas com a família em casa para revistas cor de rosa e começa a frequentar com regularidade um motivador pessoal, uma espécie de life coach de emoções, numa busca por algo diferente que a faça sentir-se mais próxima do grande público”, explicam ainda os autores, numa sinopse de antecipação.

D. R.

Esta é a estreia de Marco Martins na escrita e realização (em simultâneo) de uma ficção televisiva. O Festival IndieLisboa exibe os dois primeiros episódios na sua 15ª edição, que abre a 26 de abril com o filme “A árvore”, de André Gil Mata e encerra a 6 de maio com “Raiva”, de Sérgio Tréfaut. “Mariphasa”, de Sandro Aguilar, “O homem pikante”, de Edgar Pêra (um filme sobre o escritor Alberto Pimenta), uma retrospetiva sobre o cineasta francês Jacques Rozier e as curtas-metragens “Russa”, de João Salaziva e Ricardo Alves Jr., “Sleepwalk”, de Filipe Melo e “Self Destructive Boys”, de André Santos e Marco Leão são alguns dos destaques da edição, que conta com 245 filmes programados. Pode consultar todo o programa aqui.

Todos queremos saber mais. E escolher bem.

A vida é feita de escolhas. E as escolhas devem ser informadas.

Há uns meses o Observador fez uma escolha: uma parte dos artigos que publicamos deixariam de ser de acesso totalmente livre. Esses artigos Premium, por regra aqueles onde fazemos um maior investimento editorial e que mais diferenciam o nosso projecto, constituem a base do nosso programa de assinaturas.

Este programa Premium não tolheu o nosso crescimento – arrancámos mesmo 2019 com os melhores resultados de sempre.

Este programa tornou-nos mesmo mais exigentes com o jornalismo que fazemos – um jornalismo que informa e explica, um jornalismo que investiga e incomoda, um jornalismo independente e sem medo. E diferente.

Este programa está a permitir que tenhamos uma nova fonte de receitas e não dependamos apenas da publicidade – porque não há futuro para a imprensa livre se isso não acontecer.

O Observador existe para servir os seus leitores e permitir que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia. Por isso o Observador também é dos seus leitores e necessita deles, tem de contar com eles. Como subscritores do programa de assinaturas Observador Premium.

Se gosta do Observador, esteja com o Observador. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: gcorreia@observador.pt
Paris

A morte das catedrais

António Pedro Barreiro

A separação forçada entre a beleza e a Fé é lesiva para ambas as partes. O incêndio em Notre-Dame recorda-nos isso. Recorda-nos que as catedrais não são montes de pedras.

Paris

A morte das catedrais

António Pedro Barreiro

A separação forçada entre a beleza e a Fé é lesiva para ambas as partes. O incêndio em Notre-Dame recorda-nos isso. Recorda-nos que as catedrais não são montes de pedras.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)