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Festivais de Música

Bons Sons assinala 10.ª edição com livro ilustrado que retrata o festival e a aldeia

O festival Bons Sons, que decorrerá na aldeia de Cem Soldos, Tomar, de 08 a 11 de agosto, assinala a 10.ª edição com o lançamento de um livro que retrata o evento e os artistas que nele participaram.

CARLOS MANUEL MARTINS/BONS SONS

Autor
  • Agência Lusa

Bons Sons x10: uma aldeia em manifesto é o título do livro que “celebra os 13 anos e as 10 edições que o Bons Sons completa este ano, e que revela muitas histórias da vida do festival”, divulgou esta quinta-feira a organização, o Sport Clube Operário de Cem Soldos (SCOCS).

Produzido em parceria com as Edições Escafandro, o livro faz o percurso do festival de música portuguesa, que se realiza desde 2006 na aldeia de Cem Soldos, no concelho de Tomar, no distrito de Santarém, atraindo milhares de festivaleiros.

A obra ”retrata os artistas que fizeram parte da sua história, desvendando curiosidades, momentos felizes, dramáticos e relatos inéditos sobre tudo o que lá se passou”, refere o comunicado do SCOCS.

Ângela Vieira, Joana Ray, Nuno Saraiva, Pedro Brito e Silvia Belli foram os ilustradores desafiados a partilhar as respetivas visões sobre o festival, no livro onde os desenhos são acompanhados por textos de Rita Nabais, Nuno Matos Valente e João Neves (Edições Escafandro).

Na capa estão representados os autores que dão nome aos palcos da aldeia, entre compositores, músicos, musicólogos, ensaístas: Fernando Lopes-Graça, Michel Giacometti, João Aguardela, Amália, José Afonso, Agostinho da Silva e os mais recentes, António Variações e Carlos Paredes.

A capa e alguns detalhes do interior de “Bons Sons x 10”

No interior, cada edição do Bons Sons “surge representada de acordo com a imagem gráfica que a marcou, e todas juntas dão a conhecer o festival, a comunidade que o faz e parte da cultura portuguesa”, refere a apresentação do livro.

Com lançamento agendado para o dia 08 de agosto, às 15:00, trata-se, segundo o SCOCS, de um livro para “aqueles que querem recordar as memórias do festival e redescobrir os seus concertos favoritos”, mas também para aqueles que “nunca foram à aldeia e que ainda não sabem bem o que lhes espera, porque nunca foram ao festival”.

“Mergulhar neste livro é a melhor maneira de descobrir que as memórias do Bons Sons não são só feitas de música, mas de atividades, jogos, conversas e [de] um sentido de comunidade e partilha com esta aldeia, que acolhe milhares de visitantes”, pode ainda ler-se no comunicado enviado às redações.

“Bons Sons x10: uma aldeia em manifesto” estará à venda no festival, de 08 a 11 de agosto, por 12,50 euros.

Organizado desde 2006 pelo SCOCS, o Bons Sons manteve-se bienal até 2014, passando depois a realizar-se anualmente.

A aldeia de Cem Soldos é fechada e o seu perímetro delimita o recinto que acolhe 10 palcos integrados nas ruas, praças, largos, igreja e até garagens e lagares.

São os cerca de 1.000 habitantes da aldeia que organizam e montam o festival, ao longo do qual acolhem e servem os visitantes, numa partilha que distingue o Bons Sons dos restantes festivais nacionais.

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