Rádio Observador

Nos Bastidores

Fotogaleria. Nos bastidores do regresso de Shakespeare aos palcos em 97 minutos

"As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos" “viaja” pelas tragédias, comédias, peças históricas e sonetos do mais famoso e influente dramaturgo inglês. Estreia dia 12 em Lisboa.

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

“As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos” é um espetáculo que “viaja” pelas tragédias, comédias, peças históricas e sonetos do mais famoso e influente dramaturgo inglês, provando que “ser ou não ser” não é uma questão a colocar quando se trata do fenómeno que este espetáculo é desde a sua estreia, em 1996.

Este ano, a peça sobe ao palco com um texto revisto e inúmeros apontamentos adaptados à era digital, às referências modernas da cultura pop e da atualidade. No ensaio para a imprensa, nem Rosa Grilo faltou ao espetáculo — no dia em que começou o julgamento, suspeita de assassinar o marido, os atores utilizaram esse pormenor para fazer com que o público (imprensa, amigos e familiares dos atores) soltasse mais do que uma vez várias gargalhadas.

“As intenções textuais e códigos de interpretação shakesperianos”, como destaca Pedro Pernas, um dos protagonistas deste espetáculo de 97 Minutos, “são evidentes”, pois, apesar da sua roupagem clássica, estão presentes no quotidiano, com um toque atual.

Como sublinha Pedro Pernas “o público também é ator, pois respiramos com eles e esperamos pelas suas reações e pela sua interação”, acrescentando que “temos de ser rodas dentadas de um relógio suíço, para o fazer em 97 minutos”. “Estamos a fazer todas as personagens, de todas as peças de Shakespeare“, realça Rúben Madureira, complementado no pensamento por Sissi Martins, que acrescenta que “a dificuldade está no número de personagens diferentes e no movimento associado a cada uma delas”.

“Nós divertimo-nos imenso a fazer esta peça e esperamos esse retorno”, confessa Telmo Ramalho.

A estreia está marcada para o dia 12 de Setembro, no Auditório dos Oceanos Casino Lisboa e conta com a encenação de António Pires, interpretação de Pedro Pernas, Rúben Madureira e Telmo Ramalho, e coreografia de Sissi Martins.

Veja a fotogaleria acima com imagens exclusivas dos bastidores e do espetáculo.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: jporfirio@observador.pt
História

O azar do museu Salazar /premium

P. Gonçalo Portocarrero de Almada

A ignorância e o fanatismo, que estão na origem dos totalitarismos, combatem-se com a verdade e o conhecimento. A ditadura não se vence com a ignorância, mas com a ciência.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)