Duas pessoas morreram e outra está desaparecida depois de um helicóptero médico ter caído no mar ao largo da ilha de Catalina, na Califórnia, nos Estados Unidos. Outras duas pessoas que seguiam a bordo ficaram feridas e foram transportadas para o hospital, segundo a Guarda Costeira norte-americana, citada pela CBS News.
O acidente ocorreu na quarta-feira, pouco depois de o helicóptero ter descolado da ilha. As equipas de emergência receberam o primeiro alerta e iniciaram as operações de busca por volta das 19h50 locais. Na manhã desta quinta-feira, a Guarda Costeira informou que as equipas tinham trabalhado durante toda a noite para localizar a pessoa desaparecida.
???? A REACH air ambulance helicopter (Airbus EC135, N313RX, callsign REH16) went down shortly after departing Avalon, Catalina, at 7:46 PM PT. ADS-B shows it reaching 175 ft, then descending before its signal was lost 8 seconds after takeoff. A U.S. Coast Guard MH-60 responded. pic.twitter.com/lOsJurJ9ob
— Squawk (@UseSquawk) October 1, 2026
As autoridades acreditam que o helicóptero estava a transportar uma pessoa para fora da ilha de Catalina, para receber tratamento médico adicional. A aeronave era um Eurocopter EC 135 P2 e o acidente vai ser investigado pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB, na sigla inglesa).
A supervisora do condado de Los Angeles Janice Hahn afirmou, numa publicação na rede social X, que a aeronave caiu pouco depois de descolar da ilha. “As operações de busca e salvamento estão em curso e estou a rezar por todos os que estavam a bordo”, escreveu Hahn.
I have been informed that a medevac helicopter leaving Catalina Island has crashed shortly after takeoff.
LA County Fire, Sheriff, Coast Guard, and Avalon Fire are on the scene.
Search and rescue operations are underway and I am praying for everyone who was on board.
— Janice Hahn (@SupJaniceHahn) October 1, 2026
Um porta-voz da Reach Air Medical Services confirmou que a empresa tinha conhecimento do acidente, mas disse que não podia fornecer mais informações. “A nossa preocupação imediata é o bem-estar das pessoas envolvidas”, afirmou, numa declaração citada pela mesma estação televisiva norte-americana.
[Annie está de volta a Havana. Apesar das relações privilegiadas com altas figuras do regime, quer viver como os cubanos, divertir-se como os cubanos e… sofrer como os cubanos. Mas continua a ser filha do diretor da PIDE. E Fernando Silva Pais e Armanda Palhota não estão dispostos a deixá-la passar tão facilmente para o lado do inimigo. Já pode ouvir o terceiro episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no YouTube.]