1231,4kWh poupados 1231,4 kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Morreu Lô Borges, cantor e co-autor do "Clube da Esquina", aos 73 anos

Este artigo tem mais de 6 meses

Cantor deixa uma carreira de mais de 50 anos, iniciada com o disco em parceria com Milton Nascimento. Estava internado desde o mês passado devido a intoxicação por medicamentos.

Cantor sofreu uma falência múltipla de órgãos
i

▲Cantor sofreu uma falência múltipla de órgãos

Facebook/Lô Borges Oficial

▲Cantor sofreu uma falência múltipla de órgãos

Facebook/Lô Borges Oficial

Lô Borges, cantor e compositor brasileiro, morreu na noite de domingo aos 73 anos na cidade mineira de Belo Horizonte, confirmou a família na rede social Instagram. Borges foi uma das peças fundamentais do disco Clube da Esquina, de que foi coautor com o cantor e compositor Milton Nascimento e que se tornou um dos álbuns mais aclamados pela crítica da história da música popular brasileira.

Estava internado nos cuidados intensivos do hospital da capital do estado de Minas Gerais desde 17 de outubro devido a uma intoxicação por medicamentos, tendo morrido devido a uma falência múltipla de órgãos, confirmou a família ao G1.

Dentro do Clube da Esquina, Borges, com apenas 20 anos na altura do seu lançamento em 1972, deu a voz a duas faixas icónicas do disco: Um girassol da cor do seu cabelo e O trem azul, esta última a ser cantada e a dar um nome ao segundo disco póstumo da cantora Elis Regina.

Em 2024, o disco, marcado pela fusão do rock ao estilo Beatles com a bossa nova e com elementos da música clássica, foi classificado em quarto lugar na lista dos “300 melhores álbuns de sempre” da Paste Magazine. Já a edição brasileira da revista Rolling Stone colocou-o em sétimo na sua lista de “100 maiores discos da música brasileira” em 2007.

Há 50 anos, Milton Nascimento quis fugir do mundo e criou o “Clube da Esquina”

No Instagram, a equipa de Milton Nascimento escreveu uma homenagem a Lô Borges. “Foram décadas e mais décadas de uma amizade e cumplicidade lindas, que resultaram em um dos álbuns mais reconhecidos da música no mundo: o Clube da Esquina”, lê-se ainda. “Lô nos deixará um vazio e uma saudade enormes, e o Brasil perde um de seus artistas mais geniais, inventivos e únicos“.

Apesar de emblemático na sua carreira, o Clube da Esquina foi apenas o primeiro de uma longa carreira de mais de 50 anos, marcada por sete anos de pausa após o lançamento do seu primeiro disco a solo, Lô Borges, em 1972.

Ainda este ano, Borges lançou aquele que seria o seu último álbum, Céu de giz, composto por faixas escritas pelo músico Zeca Baleiro, que chamou ao seu último parceiro “um génio, um farol, um cânone da música brasileira”. “Artista único, eterno, inimitável. Deixa um vazio impossível de preencher”, concluiu.

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

O seu plano não inclui a oferta de artigos

Para poder oferecer artigos aos seus amigos, faça upgrade para um plano de subscrição superior.

Ofereça até artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.