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Piers Morgan exige que livro sobre Diana seja removido de circulação devido a erro factual e ameaça processo

O jornalista foi apontado como editor do Daily Mirror em 1993, mas só ingressou no jornal em 1995. Autor e editora Penguin pediram desculpa, mas Morgan quer o livro fora das prateleiras.

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SOPA Images/LightRocket via Gett

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Piers Morgan exigiu esta terça-feira que o livro escrito por Charles Spencer sobre a sua irmã, Diana, seja retirado de circulação. Em causa está a acusação presente nesta obra de que o jornalista e apresentador britânico terá sido responsável por divulgar fotografias da Princesa de Gales no ginásio no jornal Daily Mirror, mas Morgan ainda não trabalhava nesse tabloide aquando da publicação das imagens. Autor e editora já assumiram o erro e garantiram que será retificado em edições futuras.

Lançado internacionalmente esta terça-feira, O Canto do Cisne – Diana, a minha irmã é o mais recente livro de Charles Spencer, irmão mais novo de Diana, detalhando a relação entre os dois até à sua morte precoce em 1997. Algumas das revelações contidas nesta obra e reveladas em antecipação ao seu lançamento provocaram várias polémicas, mas a mais recente ameaça chegar aos tribunais.

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De acordo com a BBC, em causa está o facto de Piers Morgan ser identificado no livro como o editor do Daily Mirror quando este jornal publicou “fotografias extremamente intrusivas da princesa Diana no ginásio” em 1993.

Morgan, no entanto, recorreu ao seu programa do YouTube “Piers Morgan Uncensored” para desmentir essa alegação, demonstrando como, à época, ainda trabalhava no tabloide rival The Sun, aceitando esse cargo no Mirror Group apenas em 1995. Por essa razão, o jornalista garantiu que iria “intentar uma ação judicial” contra Charles Spencer e a editora Penguin “para que as mentiras sejam retiradas e seja paga uma indemnização ao King’s Trust”.

Um representante do autor já veio declarar em comunicado que, “enquanto historiador, a precisão é importante para o Conde Spencer” e que, por isso, o autor “deseja esclarecer que a sua suposição estava errada” e “pede desculpa ao Sr. Morgan por este erro”.

Morgan, entretanto, fez saber em resposta à BBC que aceita o pedido de desculpas mas não que o livro continue a ser comercializado sem que o erro tenha sido retificado. “Queremos que as páginas em questão sejam removidas deste livro. E se isso significar que a primeira edição tenha de ser destruída, que assim seja”, declarou.

“Ele é um historiador, deveria querer que o livro fosse retirado das prateleiras. Ora, se está a fazer isto por uma questão de registo histórico, por que razão queria que uma série de afirmações tão completamente falsas, ao longo de várias páginas, sobre uma figura pública continuasse a constar nesse livro? Agora que admitiu que é falso e pediu desculpa, ele devia retirar o livro“, afirmou ainda.

A emissora pública, no entanto, adianta também que a Penguin vai corrigir este aspeto nas edições futuras do livro, mas não recebeu qualquer indicação de que esta primeira edição seria retirada de circulação.

[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]

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