O grupo português Danças Ocultas vai dar 11 concertos no Canadá em outubro, no âmbito de uma digressão internacional de apresentação do disco Inspirar que os vai levar à China e à Bélgica até março, foi esta quarta-feira anunciado.

Em comunicado, é revelado que a digressão se inicia em 9 de outubro no Quebeque, no Canadá, onde prossegue até dia 25 desse mês em várias cidades, com uma passagem por Otava.

Em novembro, os Danças Ocultas vão dar dois concertos em Dunhuang, na China, com atuação também marcada para Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian, no dia 28, para o espetáculo Flúmen, já esgotado.

De acordo com o site da fundação, o espetáculo “incide sobre temas novos e alguns retirados da sua discografia passada, acompanhados pela projeção de paisagens que apontam para a natureza como fonte de inspiração”.

[Dois meses após o desaparecimento, e já depois de o genro, Raymond Quendoz, lhes ter anunciado que ia divorciar-se dela, os Silva Pais recebem finalmente notícias da filha. Annie está bem. Recusa dar detalhes sobre o seu paradeiro mas há cada vez mais evidências de que fugiu do marido para se juntar à revolução cubana. E, se isso aconteceu, uma coisa é certa: Annie tem de ter tido a ajuda e o aval do próprio Fidel Castro. Resta apenas saber porquê. Já pode ouvir o segundo episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]

Em março, o grupo dá seis concertos na Bélgica, também no âmbito da apresentação de Inspirar.

O disco foi gravado em janeiro de 2025 na Biblioteca Manuel Alegre, em Águeda, de onde a banda de Artur Fernandes, Filipe Ricardo, Filipe Cal e Francisco Miguel é originária.