Momentos-chave
- Ucrânia diz que detetou drones de reconhecimento na fronteira com a Hungria
- Zelensky acusa Putin de "mentir aos líderes que ainda falam com ele"
- PR polaco assina lei que prolonga proteção de refugiados ucranianos
- Sapadores ucranianos desativam bomba russa de 500 kg na região de Zaporíjia
- Dinamarca não vai ativar Artigo 4.º da NATO após incidente com drone russo
- UE "precisa de desenvolver capacidades adicionais" de detenção
- O que aconteceu até agora
- Órban disse a Trump que Hungria não vai parar de importar combustível russo
- Agência Internacional de Energia Atómica relata drone abatido nas imediações de central ucraniana
- Zelensky admite não se recandidatar à presidência da Ucrânia depois da guerra
- Donald Trump reitera "desilusão" com Putin e alerta: "Guerra é muito má para a reputação da Rússia"
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até agora
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O Presidente dos Estados Unidos voltou a expressar a sua “desilusão” com o homólogo russo, Vladimir Putin. “Não tenho gostado nada. Ele está a matar gente sem razão nenhuma”, declarou Donald Trump na quinta-feira, em declarações aos jornalistas na Casa Branca.
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O líder ucraniano admitiu não se recandidatar à presidência da Ucrânia depois da guerra. “Se terminarmos a guerra com a Rússia, estou pronto para não me candidatar”, disse numa entrevista à Axios. Zelensky sublinhou que o seu “objetivo é acabar o conflito” e que esse é o maior contributo que pode dar ao seu país”.
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A AIEA relatou a destruição de um drone nas proximidades da central nuclear do sul da Ucrânia, alertando para a necessidade de contenção militar perto de instalações nucleares. A explosão ocorreu a 800 metros da central, sem causar danos, mas o diretor da AIEA, Rafael Grossi, sublinhou que a situação pode não ser tão favorável no futuro.
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O primeiro-ministro húngaro, Viktor Órban declarou que a Hungria vai “agir de acordo com os seus interesses” e que disse ao Presidente norte-americano que vai continuar a comprar combustível à Rússia. “[Hungria e Estados Unidos] são países soberanos. Não há necessidade de aceitarmos os argumentos um do outro. A América tem os seus interesses, a Hungria também”, declarou, em entrevista à rádio estatal.
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Bom dia.
Encerramos aqui este liveblog. Pode continuar a acompanhar os acontecimentos em torno da guerra na Ucrânia neste outro liveblog.
Lavrov avisa países europeus: “Qualquer agressão terá uma resposta decisiva”
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Rússia ataca Zaporíjia com dois drones
A Rússia fez um ataque com dois drones contra Zaporíjia, deixando uma loja destruída devido ao incêndio causado pelos drones.
No Telegram, o governador regional Ivan Fedorov explicou que o ataque ocorreu perto da meia-noite local, 22 horas em Lisboa.
As autoridades locais indicam que há feridos, mas não quantificam.
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Sistema de defesa anti-drones reforçado no norte da Alemanha após voos suspeitos
O Ministério do Interior alemão informou hoje que os sistemas de defesa contra ‘drones’ foram reforçados nos estados do norte da Alemanha, após identificação de voos suspeitos na última noite.
A emissora alemã NDR noticiou que na noite de quinta para sexta-feira as autoridades de Schleswig-Holstein identificaram a presença de diversos ‘drones’ neste estado do norte da Alemanha.
As autoridades, segundo a mesma fonte, suspeitam que estas aeronaves controladas remotamente possam estar ligadas à espionagem.
O Ministério do Interior alemão informou que estão em curso investigações e que os sistemas de defesa contra ‘drones’ foram reforçados.
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Ucrânia diz que detetou drones de reconhecimento na fronteira com a Hungria
Zelensky afirma que a Ucrânia detetou “acontecimentos muito invulgares” na fronteira entre o país e a Hungria.
“As nossas forças detetaram drones e aqueles eram drones de reconhecimento”, diz o Presidente da Ucrânia. “Dei instruções aos militares para fazerem uma análise completa e, se esses drones voltarem a aparecer, vamos responder de forma apropriada para a defesa do nosso Estado”, explica.
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Zelensky acusa Putin de "mentir aos líderes que ainda falam com ele"
O Presidente da Ucrânia acusa Vladimir Putin de “mentir aos líderes que ainda falam com ele quando diz que as forças de ocupação estão a conquistar alguns dos seus objetivos”.
A afirmação é feita no discurso diário de Zelensky. O governante ucraniano afirma que “há anos que eles [Rússia] são forçados a inventar novas e novas razões para explicar que os prazos definidos por eles continuam a ser adiados”.
Em relação à ida a Nova Iorque, onde se “encontrou com parceiros próximos”, afirma que discutiu a evolução da guerra com o Presidente Trump. Zelensky diz que o homólogo norte-americano “está muito bem informado sobre a situação na frente, sobre o que os russos estão a fazer e como estão a tentar iludir toda a gente”.
Zelesnky afirma que a Ucrânia “está a discutir com os EUA medidas específicas para parar a guerra”, dizendo que “a solução existe”.
O Presidente da Ucrânia afirma ainda que falou com a primeira-ministra da Dinamarca e que trocaram “detalhes sobre os incidentes com drones”, que considera ser “óbvio que não são acidentais”.
Zelensky diz que a “Rússia está a tentar redefinir a Europa à sua medida — em linha com a visão que tem para a sua própria vida”. “E essa é uma visão que ninguém na Europa irá alguma vez aceitar — exceto, claro, aqueles que a Rússia já corrompeu.”
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PR polaco assina lei que prolonga proteção de refugiados ucranianos
O chefe de Estado polaco, Karol Nawrocki, assinou hoje uma lei que prolonga a proteção temporária acordada aos refugidos ucranianos, mas limitando algumas ajudas existentes, informaram os seus serviços.
Em agosto, Nawrocki vetou uma primeira versão da lei apresentada pelo governo do primeiro-ministro Donald Tusk e exigiu a limitação de algumas prestações.
Depois da invasão da Ucrânia pela Federação Russa em fevereiro de 2022, a Polónia acolheu mais de um milhão de refugiados ucranianos, em particular mulheres e crianças.
O governo, em comunicado, salientou que as alterações agora feitas permitem “eliminar abusos ligados aos pagamentos de prestações familiares” e resolver “a questão dos refugiados de guerra ucranianos na Polónia”.
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Sapadores ucranianos desativam bomba russa de 500 kg na região de Zaporíjia
Os sapadores dos Serviços de Emergência da Ucrânia desativaram uma bomba russa de 500 kg na região de Zaporíjia.
Segundo a Ukrinform, tratava-se de uma bomba aérea guiada, que foi descoberta numa casa. A bomba ficou enterrada cinco metros no solo após um ataque. A profundidade do engenho explosivo dificultou os trabalhos de desativação.
Foi usado equipamento especial para extrair a bomba do solo.
Serviços de Emergência da Ucrânia
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Ucrânia pronta para se juntar à "muralha de drones" da UE, diz ministro
Depois do anúncio do comissário da União Europeia, a Ucrânia diz que está pronta a juntar-se ao projeto da “muralha de drones”, de acordo com o ministro da Defesa, Denys Shmyal, citado pelo Ukrinform.
Esta iniciativa pode ser oficializada em outubro e a Ucrânia deve estar entre os vários países signatários de uma declaração conjunta.
“A ‘muralha de drones’ criará um ecossistema de defesa totalmente novo na Europa, e a Ucrânia está pronta para fazer parte dele. Juntamente com os nossos aliados, coordenaremos as respostas às provocações russas nos céus e implementaremos as soluções mais eficazes”, disse Shmyhal, sublinhando que a Ucrânia já está pronta para “enviar equipas técnicas para preparar unidades que farão parte desta ‘muralha de drones'”.
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Países do leste da UE concordaram com criação de barreira para detetar e destruir drones
O comissário da União Europeia para a pasta da Defesa revelou que que os países da fronteira oriental da União acordaram a criação de uma “barreira de drones” que pretende detetar, intercetar e, eventualmente, destruir drones que entrem no espaço aéreo desses países.
“A Rússia está a testar a UE e a NATO, e a nossa resposta deve ser firme, unida e imediata,”, disse Kubilius depois de uma videoconferência com ministros da Defesa desses países, com presença da Ucrânia e da própria NATO.
“Analisaremos como construir uma política industrial abrangente da União Europeia e um conjunto de instrumentos financeiros para tornar o escudo uma realidade”, acrescentou, citado pela Reuters.
À Euronews, Kubilius admitiu também que estavam à procura de “meios eficazes de como destruir” esses drones.
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Dinamarca não vai ativar Artigo 4.º da NATO após incidente com drone russo
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca confirmou que o país não tem planos para ativar o Artigo 4.º da NATO após ter sido detetado um drone russo no seu território, que obriga a consultas em casos em que se considera haver uma violação da integridade territorial.
“O Artigo 4.º foi ativado nove vezes na história da NATO, duas vezes recentemente pela Polónia e a Estónia, por isso não temos motivos para o fazer”, afirmou Lars Løkke Rasmussen, citado pelo Guardian.
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UE "precisa de desenvolver capacidades adicionais" de detenção
O comissário da Defesa da União Europeia sublinhou hoje que o bloco comunitária “precisa de desenvolver capacidades adicionais”, nomeadamente na área da deteção de drones e aeronaves que voam em baixas altitudes. Andrius Kubiliu falava na sequência da primeira reunião com países da UE na linha da frente na guerra da Ucrânia para criar defesas contra drones e evitar invasões do espaço aéreo comunitário — a designada drone wall.
Comissão Europeia promove 6.ª reunião sobre defesa contra drones na União Europeia
A iniciativa surgiu depois de vários equipamentos russos terem entrado no espaço aéreo da Polónia, Roménia, Estónia e Lituânia. Foi discutida a criação de um “muro de drones”, que alguns especialistas dizem que poderia estar terminada no espaço de um ano, explicou Kubilius.
Questionado sobre como poderá ser possível proteger países com fronteiras extensas com a Rússia e a Bielorrússia, o comissário reconheceu que será um desafio encontrar soluções. É preciso um sistema mais “eficaz”, admitiu.
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Rússia vai construir quatro centrais nucleares no Irão
O Irão assinou com a Rússia um contrato de 25 mil milhões de dólares (21,4 mil milhões de euros) para a construção de quatro centrais nucleares no sul do país, anunciou hoje a televisão iraniana.
“Um acordo para a construção de quatro centrais nucleares, no valor de 25 mil milhões de dólares, em Sirik, na província de Hormozgan (sul), foi assinado entre a empresa Iran Hormoz e a Rosatom”, indicou a televisão estatal.
Não foram divulgados detalhes sobre o calendário do acordo entre as empresas dos dois países aliados.
O Irão dispõe apenas de uma central nuclear operacional, em Bushehr (sul), destinada à produção de eletricidade, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).
A central tem capacidade para produzir 1.000 megawatts (MW), o que representa apenas uma fração das necessidades elétricas do país.
Cada uma das futuras centrais terá uma capacidade de cerca de 1.255 MW, segundo a agência de notícias oficial IRNA.
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Órban disse a Trump que Hungria não vai parar de importar combustível russo
Na terça-feira, ao discursar nas Nações Unidas, Donald Trump deixou um aviso aos parceiros europeus para pararem de importar combustíveis russos. Hoje, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Órban declarou que a Hungria vai “agir de acordo com os seus interesses” e que disse ao Presidente norte-americano que vai continuar a comprar combustível à Rússia. “[Hungria e Estados Unidos] são países soberanos. Não há necessidade de aceitarmos os argumentos um do outro. A América tem os seus interesses, a Hungria também”, declarou, em entrevista à rádio estatal.
Em causa está a dependência energética da Hungria do combustível russo, sem o qual, a economia húngara ficaria “um desastre”. “Eu disse ao Presidente dos EUA que se a Hungria ficar sem acesso ao petróleo e gás natural russo, imediatamente, num minuto, a performance económica vai cair em 4%. Significa que a economia húngara estaria de joelhos”.
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NATO detetou cinco caças russos perto do espaço aéreo da Lituânia
A missão de policiamento aéreo da NATO na Lituânia interveio na quinta-feira no espaço aéreo da Lituânia após a deteção de cinco caças russos a voar perto, anunciou hoje a aliança militar.
Segundo a organização, foram ativados especificamente dois caças húngaros que fazem parte da missão de policiamento aéreo do Báltico, que descolaram da base de Siauliai para intercetar cinco caças: três MiG-31, um Su-30 e um Su-35, que se encontravam perto do espaço aéreo lituano.
A organização militar não forneceu mais pormenores sobre o incidente, embora tenha sublinhado que a intervenção da Hungria demonstra o compromisso da aliança com a defesa do Báltico e do flanco leste da Europa.
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Agência Internacional de Energia Atómica relata drone abatido nas imediações de central ucraniana
Um drone foi abatido ontem à noite depois de se ter aproximado demasiado da central nuclear do sul da Ucrânia — a segunda maior de cinco centrais no país — o que causou uma explosão a cerca de 800 metros do perímetro da central. Ao todo, 22 drones sobrevoaram as imediações na noite passada, relatou a equipa da Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA, na sigla em inglês), no local.
“Felizmente, o incidente não resultou em danos na Central Nuclear do Sul da Ucrânia”, declarou o diretor da agência Rafael Grossi, em comunicado. “Da próxima vez, podemos não ser tão sortudos. Continuo a apelar a ambos os lados que mostrem a máxima contenção militar perto de todas as instalações nucleares importantes”, acrescentou.
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Autoridades russas relatam novo ataque numa das maiores refinarias do país
As autoridades regionais de Krasnodar Kai, na Rússia, relataram um ataque com drones ucranianos na refinaria de Afipsky durante a noite, noticia o Kyiv Independent. A queda de destroços de drones gerou um incêndio com cerca de 30 metros quadrados, que foi extinguido horas mais tarde. As autoridades russas disseram que não se verificaram vítimas ou danos significativos.
A refinaria de Afipsky é uma das maiores da região, no sul da Rússia, e processa mais de 9 milhões de toneladas de petróleo por ano. O local já tinha sido atingido por drones ucranianos nos dias 7 e 28 de agosto. As autoridades ucranianas ainda não confirmaram um ataque.
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Zelensky admite não se recandidatar à presidência da Ucrânia depois da guerra
“Eleições não são o objetivo” de Volodymyr Zelensky, declarou o próprio esta quinta-feira, em entrevista à Axios. Nesse sentido, o Presidente ucraniano admitiu que não se deverá recandidatar ao cargo em eleições depois da guerra. “Se terminarmos a guerra com a Rússia, estou pronto para não me candidatar”, respondeu, questionado sobre o tema.
Zelensky sublinhou que o seu “objetivo é acabar a guerra” e que esse é o maior contributo que pode dar ao seu país. O Presidente tem sublinhado a importância de o país ir a eleições o mais rapidamente possível e, à Axios, declarou que faria tudo para que fossem organizadas durante um eventual cessar-fogo — mesmo que este fosse permanente e não um acordo definitivo.
O atual chefe de Estado foi eleito em 2019 com uma vitória expressiva nas eleições presidenciais e o seu primeiro mandato teria terminado em maio de 2024. Contudo, a imposição da lei marcial (que tem sido renovada desde fevereiro de 2022) impede a realização de novas eleições — ainda assim, sondagens mostram que Zelensky continua a reunir altos níveis de popularidade junto da população ucraniana.
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Donald Trump reitera "desilusão" com Putin e alerta: "Guerra é muito má para a reputação da Rússia"
O Presidente dos Estados Unidos voltou a expressar a sua “desilusão” com o homólogo russo, Vladimir Putin. “Não tenho gostado nada. Ele está a matar gente sem razão nenhuma”, declarou Donald Trump na quinta-feira, em declarações aos jornalistas na Casa Branca.
O chefe de Estado repetiu ainda as avaliações negativas sobre a situação económica e militar da Rússia. “A economia deles está a caminhar para o inferno”, disse. E ainda: “Estão a bombardear tudo por todo o lado e a capturar muito pouco território. Na verdade, estão a perder território”. Tudo somado, Trump considera que a guerra “tem sido muito má para a reputação da Rússia”.
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Bom dia.
O Observador continua a acompanhar todos os desenvolvimentos da guerra na Ucrânia. Pode recordar os eventos desta quinta-feira neste outro artigo em direto, que agora arquivamos.
Dinamarca. Novos relatos de drones no aeroporto de Aalborg. Um avião desviado e um voo cancelado