Momentos-chave
- Sondagem reflete tripartidarismo, mas PS está (ligeiramente) na frente
- Marcelo condecorado com a Grande Colar da Ordem da Liberdade
- "Governo ainda vai fazer todos os esforços para chegar a um entendimento", garante fonte governamental sobre acordo no pacote laboral
- "O Governo está com pressa e se está com pressa vai seguir o seu caminho", disse Mário Mourão à saída do ministério do Trabalho
- Montenegro antecipa "cooperação leal e produtiva" com Seguro
- "A única conclusão é não haver acordo", garante João Vieira Lopes, presidente da CCP, sobre as negociações do pacote laboral
- "Confederações e o Governo forçaram a que UGT assumisse o que queria", diz Armindo Monteiro da CIP
- "Discutimos tudo até à exaustão, se alguém não quis assinar foi por razões políticas", afirma presidente da CTP
- Negociações do pacote laboral terminam sem acordo entre a UGT, Governo e confederações
- Seguro ainda sem chefe da Casa Civil. Função será assumida provisoriamente por Cláudia Ribeiro
- Seguro já está no Mosteiro dos Jerónimos e homenageia Camões
- Cabrito e o vinho produzido por Seguro no primeiro almoço em Belém
- Seguro abandona agora a Assembleia da República
- Xi Jinping felicita António José Seguro e destaca relação com Portugal
- Ventura admite existirem "condições políticas para trabalhar" com Seguro
- Paulo Raimundo: "Estabilidade política só vale se tiver consequências na vida das pessoas"
- Carneiro defende que mensagens de Seguro têm "total apoio por parte do PS"
- Paulo Núncio elogia "primeiro bom discurso" de António José Seguro
- Seguro recebe os primeiros cumprimentos enquanto Chefe de Estado
- Rui Tavares diz que sorte de Seguro será a "sorte do país" e elogia "linhas vermelhas" no discurso
- Mariana Leitão concorda que "há todas as condições para que haja estabilidade" nos próximos três anos
- Chega coloca cartaz em frente à Assembleia com fotografias de Lula e João Lourenço a acusá-los de corrupção
- Marcelo Rebelo de Sousa sai a pé da Assembleia da República
- Seguro termina discurso inaugural a pedir "diálogo em vez de trincheiras”
- Seguro diz que descentralização "merece reflexão e decisões futuras"
- "Sou livre." Presidente da República promete tratar "todos os partidos por igual"
- Seguro alerta que valores europeus estão a ser "testados como nunca"
- Seguro convoca partidos para compromisso sobre saúde e diz que é "urgente" defender a democracia
- Seguro reafirma que não dissolve Assembleia da República se OE for chumbado: "As legislaturas são para cumprir"
- Seguro: "Tudo farei para estancar esse frenesim eleitoral"
- Seguro alerta para "tempos de mudança profunda" onde "o homem é o lobo do homem"
- Seguro expressa "gratidão" a Marcelo e evoca Soares e Sampaio (sublinhando "leituras políticas diferentes" em relação aos dois)
- Seguro promete ser Presidente de "Portugal inteiro" e prossegue prática de celebração do Dia de Portugal na diáspora
- Aguiar Branco diz que presidenciais e eleição de Seguro mostraram que "democracia funciona"
- Aguiar-Branco recorda selfies de Marcelo, um Presidente "igual a si próprio" e uma "proximidade irrepetível"
- Seguro já tomou posse e troca de lugar com Marcelo
- António José Seguro faz juramento e é aplaudido de pé
- Os dois Presidentes já estão no hemiciclo e começa a posse
- "Vai ser um grande Presidente", disse Marcelo antes de entrar na Assembleia da República
- Marcelo Rebelo de Sousa acaba de chegar à Assembleia da República
- Rei Felipe VI já chegou à Assembleia da República
- Marcelo caminha em direção à Assembleia
- A caminho da Assembleia, Marcelo faz paragem no supermercado
- António José Seguro já chegou à Assembleia da República
- Governo já está no hemiciclo para assistir à tomada de posse
- Montenegro a subir a escadaria da Assembleia
- Daniel Chapo na Assembleia da República para assistir à posse de Seguro
- Presidente de Angola chega à Assembleia para assistir à posse de Seguro
- Marcelo já deixou Belém e segue para a Assembleia da República
- Marcelo despede-se do Palácio de Belém
- Aguiar-Branco abre e suspende sessão, como previsto, para receber convidados para a tomada de posse
- Marcelo vai sair de Presidente como entrou no Parlamento para tomar posse: a pé
- Sondagem mostra que 64% dos portugueses têm confiança num desempenho “positivo” ou “muito positivo” de Seguro como Presidente
- Os desafios do Presidente Seguro: recuperar estabilidade, lidar com guerra e puxar pelo Governo
- António José Seguro toma hoje posse como Presidente da República
Histórico de atualizações
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Negociações do pacote laboral terminam sem acordo entre a UGT, Governo e confederações
As negociações do pacote laboral chegaram esta segunda-feira ao fim, sem haver acordo entre Governo, a UGT e as confederações patronais, como confirmado pelo Observador pelos líderes das quatro confederações patronais.
Esta segunda-feira, as partes negociais reuniram-se no Ministério do Trabalho, entre as presenças nas cerimónias da tomada de posse de António José Seguro.
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Bom dia,
Terminamos aqui a nossa cobertura da atualidade da política nacional neste liveblog, mas pode consultar o nosso novo artigo em direto, que irá acompanhar os principais momentos desta terça-feira.
Obrigado por continuar connosco.
Cerimónias da posse de Seguro prosseguem hoje em Arganil, Guimarães e Porto
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Carneiro critica "falta de humildade democrática" do Governo na concertação social
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, considerou hoje que o Governo demonstrou “falta de humildade democrática”, que “está a ficar cara ao país”, nas negociações sobre a proposta de legislação laboral, devido à falta de acordo.
“Pelos vistos, o Governo não se entende com os parceiros que são essenciais para conseguir viabilizar uma reforma, neste caso da legislação laboral”, afirmou José Luís Carneiro, em Évora.
O líder do PS também reiterou diversas críticas à proposta de legislação laboral do Governo, que “é especialmente lesiva dos mais jovens, que são lançados na precariedade durante mais tempo, é lesiva especialmente das mulheres trabalhadoras, porque dificulta a compatibilização da vida pessoal com a vida profissional e com a vida familiar” e é igualmente “lesiva dos trabalhadores mais frágeis, mais vulneráveis”.
“Espero que o Governo, agora, crie as condições para reatar o diálogo nos termos em que os parceiros estejam disponíveis a aceitar a continuidade desse diálogo”, defendeu.
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Sondagem reflete tripartidarismo, mas PS está (ligeiramente) na frente
Uma nova sondagem revelada esta segunda-feira pelo Diário de Notícias reforça o atual tripartidarismo no panorama político português, com um empate técnico entre PS, AD e Chega. No barómetro da Aximage para o jornal, o partido liderado por José Luís Carneiro surge em primeiro com 27% das intenções de voto (em outubro tinha 23,8% na mesma sondagem), seguido da AD (que cai de 32,4% para 26,6%) e do Chega (sobe de 21,9% para 25,8%).
O resultado das 551 entrevistas realizadas depois das eleições presidenciais (ente 2 e 3 de março), resulta da distribuição dos 6,9% de indecisos. Sem eles, a AD mantém-se à frente (com 25,4%), seguida do PS (25%) e do Chega (23,5%).
No entanto, os inquiridos têm uma opinião vincada sobre quem consideram ser a principal figura da oposição, com André Ventura a somar 59% das preferências. José Luís Carneiro fica nos 21%.
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Aguiar-Branco recusa admitir pedido do Chega para debate de urgência sobre combustíveis
O presidente da Assembleia da República recusou esta segunda-feira admitir um requerimento do Chega para a realização de um debate parlamentar de urgência sobre combustíveis, alimentação e impostos, por este partido ter esgotado os seus agendamentos potestativos.
Segundo o presidente do parlamento, “nada obsta, porém, que o Chega renove a iniciativa na quinzena seguinte, caso entenda mantê-la, desde que sejam observados os requisitos temporais previstos” no Regimento da Assembleia da República, “com a indicação da sessão plenária para a qual é pretendido o respetivo agendamento”.
“A inadmissibilidade do requerimento não assenta, pois, no objeto material da iniciativa, nem na relevância política da matéria que se pretende submeter a debate, mas exclusivamente na verificação de um limite regimental aplicável ao exercício de direitos potestativos”, acrescenta-se no despacho de José Pedro Aguiar-Branco.
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Lei Laboral. Francisco Calheiros: "Não houve vontade política da UGT para fazer acordo"
Francisco Calheiros critica UGT de não fazer cedências para chegar a acordo com Governo. O presidente da Confederação do Turismo admite que desistiram de exigências, mas que não chegou para acordo.
Ouça aqui o presidente da Confederação do Turismo
Lei Laboral. Francisco Calheiros: “Não houve vontade política da UGT para fazer acordo”
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António José Seguro foi aposta segura dos portugueses?
Marcelo Rebelo de Sousa diz adeus a Belém e deixa para trás décadas de selfies e críticas. Já António José Seguro entra em plano cheio de promessas. O que podemos esperar do novo PR?
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Negociações do pacote laboral chegam ao fim sem acordo. UGT acusa Governo de "pressa" e patrões apontam "razões políticas" para o desfecho
CIP diz que ficaram por acordar 12 pontos que são entrave para consenso sobre o pacote laboral, que era debatido há 7 meses. Governo diz que ainda vai “fazer todos os esforços para chegar a acordo”.
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Que entendimentos conseguirá alcançar António José Seguro?
PSD, Chega e PS admitem que António José Seguro tem margem para alcançar entendimentos durante a presidência que arranca hoje. Assumem ainda abertura para voltar a falar sobre a reforma laboral. Ouça aqui o novo episódio de Explicador da Rádio Observador.
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Marcelo recebe palmas dos membros da sua Casa Civil. Seguro segue para receção com convidados
De Grande Colar posto, Marcelo cumprimenta cada um dos membros da sua Casa Civil que estão no Palácio Nacional da Ajuda. No final recebe uma salva de palmas.
António José Seguro já seguiu para o salão ao lado onde decorre uma receção. É o último ponto da agenda de hoje do novo Presidente que amanhã de manhã vai visitar a aldeia de Mourísia, no concelho de Arganil.
O segundo dia da tomada de posse passará ainda por Guimarães, onde Seguro vai visitar o Laboratório da Paisagem, e pelo Porto, onde terá uma receção na Câmara e um concerto, no final do dia na Casa da Música.
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Marcelo condecorado com a Grande Colar da Ordem da Liberdade
Neste momento, no Palácio Nacional da Ajuda, António José Seguro condecora Marcelo Rebelo de Sousa com o Grande Colar da Ordem da Liberdade.
Foi uma cerimónia ultrarápida, que começou antes da hora, e onde o Presidente cessante é agraciado com uma insígnia destinada a chefes de Estado. Tem sido um gesto repetido entre novos Presidentes e os seus antecessores: foi assim em 1996, quando Sampaio tomou posse e agraciou Soares com o mesmo Grande Colar, e também com Cavaco Silva para com o seu antecessor Jorge Sampaio, em 2006.
JOAO PORFIRIO/OBSERVADOR
JOAO PORFIRIO/OBSERVADOR
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"Governo ainda vai fazer todos os esforços para chegar a um entendimento", garante fonte governamental sobre acordo no pacote laboral
Fonte governamental afirma ao Observador que a UGT “está intransigente”, após a reunião desta segunda-feira no ministério do Trabalho.
“O Governo ainda vai fazer todos os esforços para chegar a um entendimento”, garante a mesma fonte.
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"O Governo está com pressa e se está com pressa vai seguir o seu caminho", disse Mário Mourão à saída do ministério do Trabalho
Cerca de 20 minutos antes de os representantes das confederações patronais deixarem o edifício do Ministério do Trabalho, Mário Mourão, líder da UGT, saiu.
Não quis revelar ao Observador o desfecho da reunião, que viria a culminar no fim das negociações do pacote laboral, tal como confirmado pelos quatro representantes dos patrões. O líder da central sindical afirmou apenas: “O Governo está com pressa e se está com pressa vai seguir o seu caminho.”
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Montenegro antecipa "cooperação leal e produtiva" com Seguro
O primeiro-ministro desejou esta segunda-feira ao novo Presidente da República “o maior sucesso” no seu mandato e manifestou-se certo de que haverá cooperação institucional e política leal, contribuindo para uma conjuntura de estabilidade, prosperidade e justiça social.
Esta posição foi transmitida por Luís Montenegro numa mensagem que publicou na sua conta oficial na rede social X, acompanhada de uma fotografia em que aparece a saudar António José Seguro no Salão Nobre da Assembleia da República, no início da cerimónia de apresentação de cumprimentos ao novo chefe de Estado
“Desejo ao Presidente António José Seguro o maior sucesso no mandato que hoje iniciou. Estou certo que vamos cumprir uma cooperação institucional e política leal e produtiva, garantindo estabilidade, prosperidade e justiça social”, escreveu o primeiro-ministro.
Na sua mensagem, Luís Montenegro salienta ainda um princípio: “Sempre com Portugal e com os portugueses acima de tudo”.
Desejo ao Presidente António José Seguro o maior sucesso no mandato que hoje iniciou.
Estou certo que vamos cumprir uma cooperação institucional e política leal e produtiva, garantindo estabilidade, prosperidade e justiça social.
Sempre com Portugal e com os portugueses acima de… pic.twitter.com/pzDc6Mnwuf— Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) March 9, 2026
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"A única conclusão é não haver acordo", garante João Vieira Lopes, presidente da CCP, sobre as negociações do pacote laboral
“Hoje ficou claro que a posição da UGT, apesar de falar sempre em negociação, se tinha fechado para qualquer evolução nesse processo. E por isso a única conclusão é não haver acordo”, assegura ao Observador João Vieira Lopes, presidente da Confederação de Comércio de Portugal (CCP).
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"Confederações e o Governo forçaram a que UGT assumisse o que queria", diz Armindo Monteiro da CIP
“Havia uma procura de pretexto. E hoje as confederações e o Governo forçaram a que UGT assumisse o que queria”, afirma ao Observador Armindo Monteiro, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP). O presidente da confederação diz que a central sindical foi “obrigada a assumir” qual era a sua vontade em relação à continuação das negociações.
“Entrámos aqui numas coreografias para arranjar pretexto para desistir das negociações”, acrescenta também. “Foi ao ponto de as confederações aqui reunidas porem em cima da mesa que quase prescindiam de todos os pontos e ainda assim o acordo não era firmado”, garante também.
“As confederações deram uma prova de desapego a todos os pontos, não fixaram linhas vermelhas e é lamentável que não tenhamos do lado sindical que restou o mínimo esforço para dar uma oportunidade ao país”, afirmou ainda o representante dos patrões.
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"Discutimos tudo até à exaustão, se alguém não quis assinar foi por razões políticas", afirma presidente da CTP
“Lamentamos muito, é com grande tristeza que chegamos aqui. Não me lembro em muitos anos de confederação de termos investido tanto para fazer um acordo”, afirma ao Observador, Francisco Calheiros, presidente da Confederação de Turismo de Portugal (CTP) em relação à não chegada a acordo sobre o pacote laboral.
“Não entrando em detalhes, não interessa se foi o contrato a termo, o banco de horas, tecnicamente discutimos tudo”, garante.
O líder da confederação patronal destaca o “trabalho incansável” que a ministra do Trabalho fez. “Discutimos tudo até à exaustão, se alguém não quis assinar foi por razões políticas, e não foram as confederações patronais”, afirma ainda Francsico Calheiros.
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"Trago-vos uma palavra de esperança: acreditem em Portugal". O discurso da tomada de posse de Seguro na íntegra
Seguro já tomou posse como Presidente da República. No Parlamento, o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa prometeu ser o “Presidente de Portugal inteiro.” E deixou uma mensagem: “Acreditem em Portugal”
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Seguro recebe jovens nos jardins de Belém, sempre à distância da comunicação social
O novo Presidente da República recebeu agora no Palácio de Belém jovens de uma escola de Penamacor, o local onde nasceu. Ao lado da sua mulher, António José Seguro falou com o grupo, sempre longe da comunicação social.
Já não acompanhou os jovens na visita pelos jardins do Palácio, dirigindo-se logo para o interior.
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
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Governo confia que Bruxelas não levantará objeções sobre desconto no ISP do gasóleo
O Governo disse hoje confiar que a Comissão Europeia “não tenha qualquer objeção” ao desconto no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) ao gasóleo, por ser “extraordinário e temporário” devido à guerra no Médio Oriente.
“Não creio que a Comissão Europeia, neste momento, para este desconto extraordinário e temporário, tenha qualquer objeção”, afirmou o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, falando à entrada para a reunião do Eurogrupo, em Bruxelas.