Momentos-chave
- O que se passou até agora
- EUA ter-se-ão oposto à incluir referência a "mais apoio" para a Ucrânia na declaração de reunião do G7
- Zelensky diz que "russos não estar a dar nenhum sinal de cessar-fogo" e quer aumentar pressão
- Trump reivindica "progressos" para acabar com guerra na Ucrânia
- Lavrov recusa cessar-fogo incondicional antes de negociar fim da guerra na Ucrânia
- Rússia condena quase uma centena de mercenários estrangeiros
- Próxima cimeira da NATO terá apoio e futuro da Ucrânia em cima da mesa, diz Rutte
- Reino Unido denuncia "campanha cibernética" contra entidades que prestam apoio à Ucrânia
- Estado Maior das Forças Armadas ucranianas garantem estar a combater ainda em Kursk e Belgorod
- Conversas ao nível técnico com Rússia e Ucrânia devem continuar na próxima semana no Vaticano, diz Presidente finlandês
- Polónia intercetou navio da "frota sombra" russa perto de cabo elétrico, diz Tusk
- Conversas de rádio intercetadas mostram ordens russas para cometer crimes de guerra
- Navio russo detetado "em manobras suspeitas" sobre cabos submarinos polacos
- Ex-assessor de Yanukovych morto a tiro em Madrid
- Ucrânia vai pedir à UE que tome a iniciativa de impor sanções à Rússia
- Putin visita a região de Kursk pela primeira desde a retirada das tropas ucranianas
- Trump recusa adotar novas sanções contra a Rússia por afetar oportunidades de negócio com Moscovo
- Seis militares morreram e 10 ficaram feridos em ataque russo a Sumy
Histórico de atualizações
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Encerramos aqui o liveblog desta quarta-feira sobre a guerra na Ucrânia. Pode continuar a acompanhar todos os desenvolvimentos desta quinta-feira neste outro artigo em direto.
Declarações de Putin sobre zona tampão “rejeitam” os “esforços de paz”, acusa Kiev
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O que se passou até agora
- O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia não está a mostrar sinais de cessar-fogo e apelou aos aliados para intensificarem a pressão sobre Moscovo através de sanções económicas e políticas. Zelensky destacou a situação crítica na região de Donetsk, sublinhando a necessidade de apoio contínuo à Ucrânia.
- Os Estados Unidos opuseram-se à inclusão de referências de “mais apoio” à Ucrânia e à descrição da invasão russa como “ilegal” na declaração final da reunião dos ministros das Finanças do G7. Esta decisão, relatada pelo Politico, surge num contexto de tentativas americanas para negociar o fim da guerra na Ucrânia.
- Donald Trump afirmou ter realizado progressos significativos nas negociações para acabar com a guerra na Ucrânia após uma conversa de duas horas com o Presidente russo, Vladimir Putin. Apesar disso, Trump expressou relutância em impor novas sanções à Rússia, temendo impactos negativos nas relações comerciais futuras entre os dois países.
- As autoridades russas condenaram cerca de 100 mercenários estrangeiros, incluindo 13 norte-americanos, por combaterem ao lado das forças armadas ucranianas.
[A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 1.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]
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EUA ter-se-ão oposto à incluir referência a "mais apoio" para a Ucrânia na declaração de reunião do G7
Os Estados Unidos ter-se-ão oposto à inclusão de uma referência para “mais apoio” para a Ucrânia na declaração final da reunião informal dos ministros das Finanças do G7, que ainda não foi divulgada.
A notícia foi avançada pelo Politico, citando dois oficiais que estão próximos das negociações entre os ministros. Segundo as mesmas fontes, os EUA também se terão oposto a incluir uma referência de que a invasão russa terá sido “ilegal.”
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Zelensky diz que "russos não estar a dar nenhum sinal de cessar-fogo" e quer aumentar pressão
O Presidente da Ucrânia defende que a Rússia não está a “dar nenhum sinal de cessar-fogo” e apela aos aliados para aumentarem a pressão internacional sobre Moscovo.
“Infelizmente, os russos não estão a dar nenhum sinal de cessar-fogo. E ainda não estão prontos para encerrar a guerra”, disse Volodymyr Zelensky num vídeo partilhado no Telegram.
“A pressão convence, a pressão no campo de batalha, a pressão na economia. É para isso que servem as sanções. A pressão na política. Quero agradecer a todos os que apoiam a Ucrânia”.
Zelensky acrescentou que, neste momento, a situação é “mais tensa na região de Donetsk”.
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Trump reivindica "progressos" para acabar com guerra na Ucrânia
Os Estados Unidos da América já fizeram “grandes progressos” para acabar com a guerra na Ucrânia, disse o presidente norte-americano numa conferência de imprensa na Casa Branca, esta quarta-feira.
“Estamos a tentar resolver a questão Rússia-Ucrânia. Falei com o Presidente Putin durante duas horas anteontem. Acho que conseguimos grandes progressos. Mas isto é um banho de sangue”, acrescentou Donald Trump, que descreveu a guerra como “uma coisa horrível”.
“Há muito ódio, muitas mortes”, acrescentou, citado pelo Kyiv Independent.
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Lavrov recusa cessar-fogo incondicional antes de negociar fim da guerra na Ucrânia
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, recusou o estabelecimento de um cessar-fogo incondicional, a que chamou da técnica “Vamos fazer tréguas – e depois logo se vê”.
“Não, malta! Já entrámos nessas histórias, não queremos fazer mais isso”, acrescentou o ministro, em declarações numa universidade de Moscovo citadas pela agência russa RBC.
“E os Macrons, Starmer, von der Leyens e outras figuras europeias que agora exigem histericamente que os Estados Unidos se juntem às ações anti-russas e aumentem o número de sanções – isso apenas os entrega de bandeja”, acrescentou Lavrov.
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Rússia condena quase uma centena de mercenários estrangeiros
A justiça russa condenou cerca de 100 mercenários estrangeiros, incluindo 13 norte-americanos, por terem combatido ao lado das forças armadas ucranianas, anunciou esta quarta-feira o chefe do Comité de Investigação Russo (IRC), Alexandr Bastrikin.
“Como resultado dos julgamentos, 97 mercenários de 26 países foram condenados”, disse Bastrikin, citado pela agência de notícias russa Interfax, durante uma reunião com jovens no Fórum Jurídico Internacional de São Petersburgo.
O diretor do IRC afirmou que entre os condenados há também 42 georgianos e 10 letões.
Referiu que o organismo de investigação judicial, que depende diretamente do Presidente Vladimir Putin, dispõe de informações sobre 902 mercenários de mais de 70 países, 695 dos quais foram declarados como procurados pela justiça.
“O testemunho dos mercenários detidos mostra claramente que contactaram as embaixadas ucranianas nos seus países, onde foram entrevistados e receberam instruções e contactos na Ucrânia”, afirmou Bastrikin, segundo a agência de notícias espanhola EFE.
Entre os mercenários condenados encontra-se o colombiano Miguel Angel Montilla Cardenas, que em 24 de abril foi condenado a nove anos de prisão por ter combatido nas fileiras ucranianas.
De acordo com a sentença, Montilla está a cumprir a pena numa prisão de alta segurança.
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Costa garante a Zelensky apoio da UE a proposta de cessar-fogo
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, garantiu nesta quarta-feira ao Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, o apoio da União Europeia (UE) à proposta de cessar-fogo da Ucrânia, pedindo-lhe também colaboração com os Estados Unidos.
“Na minha conversa telefónica com Zelensky, transmiti o apoio da UE à proposta de cessar-fogo da Ucrânia. É importante continuar a colaborar com os Estados Unidos, intensificando simultaneamente a nossa pressão sobre a Rússia através de novas sanções”, escreveu António Costa numa publicação na rede social X.
In my phone call with @ZelenskyyUa, I conveyed the EU’s support to Ukraine’s ceasefire proposal.
It is important to continue to engage with the United States, while stepping up our pressure on Russia through new sanctions.
We also discussed Ukraine’s European path and I…
— António Costa (@eucopresident) May 21, 2025
“Debatemos igualmente a trajetória europeia da Ucrânia e salientei o meu forte empenho pessoal em assegurar que o processo de adesão avance”, adiantou o líder da instituição que junta os chefes de Governo e de Estado da UE.
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Próxima cimeira da NATO terá apoio e futuro da Ucrânia em cima da mesa, diz Rutte
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, garante que o apoio à Ucrânia será “um tópico de discussão” na próxima cimeira da aliança atlântica, em Haia.
“Temos de garantir que a Ucrânia, enquanto a luta continua, receba todo o apoio coletivo possível para estar na melhor posição possível para continuar”, afirmou Rutte, citado pelo Kyiv Independent numa conferência de imprensa, onde afirmou também que um eventual acordo terá de ser “duradouro e sustentável” para evitar erros do passado.
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Reino Unido denuncia "campanha cibernética" contra entidades que prestam apoio à Ucrânia
O Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido denunciou uma campanha de ciberataques contra entidades logísticas e empresas tecnológicas que prestam apoio à Ucrânia e que estará a ser patrocinada pelo Kremlin.
“Esta campanha maliciosa dos serviços de informações militares russos representa um sério risco para as organizações visadas, incluindo as que estão envolvidas na prestação de assistência à Ucrânia”, afirmou o chefe do Centro, Paul Chichester, num comunicado publicado no site.
“A atividade maliciosa inclui a adivinhação de credenciais, o spear-phishing e a exploração das permissões das caixas de correio Microsoft Exchange, bem como o ataque a câmaras ligadas à Internet nos postos fronteiriços ucranianos e perto de instalações militares”, afirmou a entidade, emitindo uma orientação para que as entidades visadas reforcem os procedimentos de segurança.
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Estado Maior das Forças Armadas ucranianas garantem estar a combater ainda em Kursk e Belgorod
O Estado Maior das Forças Armadas ucranianas garantem, num post no Facebook, que ainda estão a combater nas regiões russas de Belgorod e Kursk, negando “declarações dos representantes do Estado agressor sobre o alegado fim das hostilidades na região de Kursk”.
“Embora as condições continuem a ser difíceis, os defensores ucranianos mantêm as suas posições, cumprem as suas tarefas e infligem danos efetivos ao inimigo”, lê-se no comunicado publicado pelo Estado Maior no Facebook.
“Além disso, as unidades ucranianas continuam a operar ativamente em certas zonas da região de Belgorod, na Federação Russa”, afirmam ainda.
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Conversas ao nível técnico com Rússia e Ucrânia devem continuar na próxima semana no Vaticano, diz Presidente finlandês
As negociações ao nível técnico sobre a guerra na Ucrânia devem continuar na próxima semana no Vaticano, disse o Presidente da Finlândia, Alexander Stubb, numa conferência de imprensa citada pelo canal público de televisão Yle.
“É muito provável que na próxima semana, por exemplo no Vaticano, se realize uma reunião a nível técnico envolvendo russos, ucranianos, americanos e europeus”, especificou o líder, citado pelo jornal finlandês Ilta-Sanomat.
O Presidente garantiu ainda que os Estados Unidos “não desistiram” de ajudar na mediação entre Rússia e Ucrânia.
“Agora há mais mediadores. No passado, apenas os Estados Unidos desempenhavam o papel de mediador, mas agora a Europa também está envolvida”, acrescentou.
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Polónia intercetou navio da "frota sombra" russa perto de cabo elétrico, diz Tusk
O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, diz que os militares polacos intercetaram “um navio russo da “frota sombra” sancionada” que “estava a fazer manobras suspeitas perto de um cabo elétrico que liga a Polónia à Suécia”.
“Após uma intervenção eficaz dos nossos militares, o navio dirigiu-se para um dos portos russos”, acrescentou Tusk, contando que um navio da marinha polaca está a “ir para o local do incidente”.
Rosyjski statek z „floty cieni” objęty sankcjami wykonywał podejrzane manewry w pobliżu kabla energetycznego łączącego Polskę ze Szwecją. Po skutecznej interwencji naszego wojska statek odpłynął do jednego z rosyjskich portów. ORP „Heweliusz” płynie na miejsce zdarzenia.
— Donald Tusk (@donaldtusk) May 21, 2025
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"Novas sanções da UE à Rússia pecam por vir tarde"
O Major-General João Vieira Borges afirma que Trump continua mais próximo de Putin do que de Zelensky. Garante que Israel ficará numa posição frágil se houver uma potência nuclear no Médio Oriente.
Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.
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Conversas de rádio intercetadas mostram ordens russas para cometer crimes de guerra
Conversas de rádio que foram intercetadas entre militares russos revelam ordens claras para cometer crimes de guerra na Ucrânia.
Nestas gravações, documentos que a CNN conseguiu ter acesso junto de um oficial da inteligência ucraniana, os soldados russos dão ordens para as tropas capturarem apenas o comandante ucraniano e eliminar todos os outros soldados, mesmo que estejam desarmados ou feridos.
As interceções são, de acordo com a mesma fonte, uma evidência de que os crimes cometidos não são ações isoladas. Fazem parte de uma política das forças da Rússia, indicando que os soldados russos têm consciência de que estão a violar o direito internacional.
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Navio russo detetado "em manobras suspeitas" sobre cabos submarinos polacos
O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, afirmou numa publicação no X que as forças armadas polacas foram forçadas a intervir no Mar Báltico depois de um navio russo da “frota fantasma” ter efetuado “manobras suspeitas” por cima de cabos submarinos ligaM a Polónia à Suécia.
“Após a intervenção bem sucedida dos nossos militares, o navio navegou para um dos portos russos”, escreveu. O operador de rede polaco PSE confirmou que os cabos continuam operacionais.
Rosyjski statek z „floty cieni” objęty sankcjami wykonywał podejrzane manewry w pobliżu kabla energetycznego łączącego Polskę ze Szwecją. Po skutecznej interwencji naszego wojska statek odpłynął do jednego z rosyjskich portów. ORP „Heweliusz” płynie na miejsce zdarzenia.
— Donald Tusk (@donaldtusk) May 21, 2025
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Ex-assessor de Yanukovych morto a tiro em Madrid
Andriy Portnov, ex-assessor do antigo presidente ucraniano Víktor Yanukovych, foi morto a tiro no Colegio Americano de Pozuelo de Alarcón em Madrid. De acordo com o El Mundo, o ucraniano de 52 anos tinha acabado de chegar à escola para deixar os seus filhos.
#SUMMA112 confirma el fallecimiento de un varón con heridas por arma de fuego en #PozueloDeAlarcón.
Colabora @SEAPAPozuelo y #PolicíaLocal.@policia se encarga de la investigación. pic.twitter.com/yJJnoCcval
— 112 Comunidad de Madrid (@112cmadrid) May 21, 2025
O jornal espanhol avança ainda que Portnov foi acusado de alta traição pela Ucrânia por ter trabalhado para apoiar a Rússia durante a guerra. Tem ainda um historial de desvio de fundos e ligações ao crime organizado.
O autor do crime está a ser procurado pelas autoridades.
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Ucrânia vai pedir à UE que tome a iniciativa de impor sanções à Rússia
A Ucrânia vai pedir à União Europeia, na próxima semana, que considere uma posição mais agressiva e independente em matéria de sanções a Moscovo, incluindo a apreensão de bens russos e a aplicação de sanções a alguns compradores de petróleo russo, face à decisão de Donald Trump.
De acordo com a Reuters, o documento que vai ser apresentado pela Ucrânia apela ainda à adoção de uma legislação que acelere a apreensão pela UE de bens de indivíduos sancionados, enviando-os para a Ucrânia, visar as empresas estrangeiras que utilizam a sua tecnologia para ajudar a Rússia e “a introdução de sanções secundárias sobre os compradores de petróleo russo”.
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Dois mortos e 23 feridos em ataques russos a Ucrânia nas últimas 24 horas
No último dia, duas pessoas morreram e pelo menos 23 ficaram feridas na sequência dos ataques russos ao território ucraniano, avançou o Kyiv Independent.
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Putin visita a região de Kursk pela primeira desde a retirada das tropas ucranianas
Vladimir Putin visitou a região de Kursk pela primeira vez desde que as forças russas conseguiram reconquistar o território ocupado durante mais de seis meses pelas tropas ucranianas. Segundo a CNN Internacional, um vídeo da visita divulgado pelo Kremlin sugere que Putin esteve em Kursk na terça-feira.
O Presidente russo encontrou-se com várias organizações de voluntários na região, visitou a central nuclear de Kursk, atualmente em construção, e encontrou-se com os dirigentes municipais da cidade de Kurchatov.