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Histórico de atualizações
  • Bom dia, caro leitor! Termina o artigo em direto que acompanhou a atualidade política do último domingo antes das eleições — dia que ficou marcado pela ida às urnas de milhares de portugueses, que votaram antecipadamente, e pelo ato dos ativistas climáticos que interrompeu o discurso de Rui Rocha (IL).

    Pode acompanhar este artigo para acompanhar em permanência todas as notícias sobre o primeiro dia da última semana de campanha.

  • Montenegro diz que Governo caiu porque Chega e PS "entraram a pés juntos": "Levaram cartão vermelho e agora vão cumprir 4 anos de castigo”

    Durante o programa Isto é gozar com quem trabalha, o primeiro-ministro, um assumido fã de futebol, foi questionado sobre “o jogador da extrema-direita” que quer jogar com a AD há um ano — leia-se André Ventura — a quem “nunca passa a bola”. Garantindo que não é “individualista”, nem no desporto nem na política, Luís Montenegro afirmou que “esse jogador tem vários problemas.”

    “Um deles é que passa a vida a falar para a bancada. Nós precisamos numa equipa de futebol de jogadores que se entre-ajudem e colaborem para o jogo de equipa e não aqueles gabarolas que ficam a falar para a bancada”, atirou.

    Montenegro disse ainda, sem nunca mencionar o nome do líder do Chega, que o jogador da extrema-direita “tem alguma falta de jeito” e faz lembrar “aqueles jogadores que parece que calçam as chuteiras ao contrário”. “Depois quando querem passar a bola passa sempre para um lado diferente (…) Ele muitas vezes quis passar a bola e depois acabava a endossá-la para o PS e quando queria passar para nós a bola ia sempre para a bancada”, apontou.

    Continuando na metáfora do futebol, e em resposta a uma provocação do apresentador sobre o Governo ter caído em 11 meses, respondeu: “Eu só caí porque eles entraram a pé juntos os dois. Entrou o Chega de um lado e o PS do outro e pronto e eu de facto caí.” Ainda acrescentou que os dois partidos “levaram cartão vermelho e agora vão cumprir quatro anos de castigo.”

  • Entre os "vícios de um país dividido entre PS e PSD", Ventura questiona medo do Chega: "Qual é o papão?"

    André Ventura começa com o novo mote — “Vencer”. “Recebi boletins o dia todo com o sinal da cruz do Chega. É sinal de que algo está a mudar em Portugal”, diz, numa referência ao voto antecipado.

    Além de referir que o Chega vai ter um “grande resultado” em Portalegre, realça que é uma espécie de “bastiões”. “O nosso objetivo não é só ganhar Portalegre. Nós temos de ganhar o país inteiro”, vinca o presidente do partido.

    “Somos o único partido que quer mesmo mudar o país. Entre Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos a diferença é praticamente zero”, considera André Ventura. “Acabar com a mama dos subsídios não demora muito tempo”, aponta, prosseguindo para a necessidade de criar incentivos num distrito como Portalegre para que os jovens não tenham de emigrar.

    Diz que Luís Montenegro ouviu queixa de idoso que tinha pensão baixa e que o primeiro-ministro teria dito “é preciso trabalhar”. “Os ciganos não mandam trabalhar, mas os pensionistas mandam”, atira.

    Fala da imigração, do exemplo de um imigrante que diz receber 750 euros de subsídio e aponta: “Para viver de subsídios temos muitos cá!” Defende novamente as quotas na imigração, que “nem PS nem PSD quiseram”, e recorda o anúncio da expulsão de imigrantes, apontando que “PS expulsou mais gente”.

    “Os que vieram por bem não tem de ter receio de uma vitória do Chega”, garante Ventura, para rematar: “O Chega nunca ameaçou ninguém por ser essa pessoa ou desse grupo, não podemos é permitir que tenham direitos que outros não tenham.”

    Ventura nota que Portugal “é país onde é mais difícil ter uma casa, exceto para Luís Montenegro” e o “país onde os jovens progridem menos no mercado de trabalho”. “Ficámos com os vícios de um país dividido entre PS e PSD e agora começaram a perceber que há outro que pode ganhar, mas há uns que ainda têm receio. Qual é o papão?”, questiona.

    “É tempo de dar a estes homens e mulheres uma oportunidade para governar Portugal”, remata.

    “Tornámo-nos o partido que quer vencer. Não votem no Chega se quiserem governação igual ao do PS ou PSD, se quiserem colocar pessoas do Chega na administração pública. Quem tem de gerir unidade de saúde não tem de ter cartão do Chega, tem de ter competência”, vinca o líder do Chega.

  • Convidado no Isto é gozar com quem trabalha, Montenegro garante que nunca interveio em assuntos de clientes com o Governo

    Depois de uma manhã a jogar voleibol em Espinho e um final do dia em comício em Viseu, o primeiro-ministro e líder da Aliança Democrática foi o convidado desta noite no programa Isto é gozar com quem trabalha, da SIC. O arranque foi marcado pelo caso Spinumviva, com o apresentador Ricardo Araújo Pereira a provocar o candidato ao perguntar se tinha “problemas de próstata”, já que os clientes da empresa que criou foram sendo conhecidos aos poucos.

    Em resposta, Luís Montenegro lembrou que os primeiros clientes foram relevados pela Spinumviva, um outro assumiu ele próprio a relação empresarial, e os últimos foram conhecidos através de um “espião”, uma referência ao facto de os restantes oito clientes terem sido tornados públicos depois de ter enviado essa informação à Entidade para a Transparência.

    O primeiro-ministro foi então questionado sobre se os portugueses deviam acreditar que, se Montenegro voltar a ser eleito, irá realmente pedir escusa quando o Governo negociar uma eventual renovação do acordo que mantém com a Solverde — uma das empresas a quem a Spinumviva prestou serviços. O líder da AD lembrou que o contrato se faz por concurso publico, tendo sido prorrogado duas vezes e com Governos do PS.

    “Desde que cheguei ao governo nunca intervim em nada que estivesse relacionado com os meus antigos clientes e pessoas conhecidas e assim continuará”, assegurou. “Há 18 milhões de razões para acreditar em mim, como eu já tinha dito no parlamento”, afirmou, numa referência ao recurso que o seu Governo interpôs para travar uma indemnização desse valor à Solverde.

  • Só IL, Chega e CDU crescem na Tracking poll da CNN. Diminui a distancia entre AD e PS

    A Tracking Poll da CNN Portugal aponta este domingo uma descida da maior parte dos partidos nas intenções de votos. As exceções são a Iniciativa Liberal, o Chega e a CDU. O balanço de hoje também mostra uma diminuição ligeira da distância entre a AD e o PS.

    A ferramenta, feita pela Pitagórica, mostra que a AD cai 0,6 pontos percentuais, alcançando 33,1% das intenções de voto, enquanto o PS regista uma descida de 0,2 pontos percentuais, ficando pelos 25,7%. A distância da coligação de Luís Montenegro e o partido de Pedro Nuno Santos passa assim de 7,8 para 7,4 pontos percentuais.

    O Chega, de André Ventura, sobe este domingo de 15,3% para os 16%. Já a Iniciativa Liberal, de Rui Rocha, sobe 1,2 pontos percentuais, para 6,8% das intenções de voto. Além destes partidos também a CDU cresce, de 2,7 para 3,2%.

    Em sentido inverso, o Livre, que tinha vindo a crescer nas sondagens nos últimos dias, caiu dos 5,3 para o 4,9%. O Bloco de Esquerda desce 0,6 pontos percentuais, conseguindo 2,8% das intenções de voto. Já o PAN, depois de três dias seguidos a subir, volta a cair (01, pontos percentuais) e fica-se pelos 1,5%.

  • Pedro Nuno lembra o líder parlamentar de Passos que "teve prazer em ir além a troika"

    O Theatro Circo de Braga já estava bem composto para a atuação da artista Mónica Sintra, que antecedeu a do socialista Pedro Nuno Santos. Lotação sentada completa e um líder socialista a puxar à memória da troika e de quem era o líder parlamentar de Passos Coelho.

    A recordação desse tempo está instalada na campanha do PS e Pedro Nuno Santos aproveitou hoje em especial já que tinha no comício “o melhor ministro do Trabalho e da Segurança Social que este país já conheceu”, como de referiu a José António Vieira da Silva, que discursara antes.

    Usou uma senhora que, à entrada para o comício se queixou de Passos e do corte de pensões da altura, para perguntar e responder: “Sabem quem era o líder parlamentar que sempre apoiou os cortes e a austeridade? Luís Montenegro”.

    “Não venham com a conversa do ajustamento e do que aconteceu. Fizeram sempre gáudio e tiveram prazer em dizer que estavam a ir para lá da troika”, disse Pedro Nuno sobre esse tempo acusando o PSD de o ter “feito com com gosto” e ainda de tentar “tornar permanentes os cortes nas pensões: só não conseguiram por causa do chumbo do Tribunal Constitucional e da nossa vitória em 2015”.

    Depois apontou novamente ao risco de a IL se coligar à AD, chamando a isso um “Governo radical”. A sala rebentou em assobios.

    Antes disto tinha falado já na linha que agora tomou conta do seu discurso — para lá dos casos de Montenegro — , dizendo que o mundo está “num contexto de incerteza” e que “uma das coisas que sabemos da AD é que nunca foi boa a gerir situações difíceis” e que também sabe “quem invariavelmente pagou: os trabalhadores, os reformados e as famílias”.

    Atirou também ao programa da AD que classifica de “mentira” e pede aos eleitores que pensem sobre “quem é que querem, tendo em conta o histórico dos diferentes partidos, a liderar o leme de um Governo num contexto de incerteza”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

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  • PS. Carneiro diz que lhe "custou" ver AD "inchada" a inaugurar obras do PS: "Podiam ter humildade"

    Ainda no comício do PS em Braga, fala o cabeça de lista do partido pelo círculo eleitoral , José Luís Carneiro. que confessa que lhe custou, na última legislatura “vê-los inchados, aquele inchaço que tem quem está cheio de ignorância e dizerem-nos que fizeram mais em onze meses do que nós em 8 anos”.

    O socialista apontou o dedo a um Governo que “inaugurou obras que o PS lançou no Governo”, dizendo que “podiam ter pelo menos a humildade de dizer quem deu início do processo, pôs as obras em concurso público e lançou a execução”.

    Fala em várias áreas da governação e aproveita a educação para responder a Montenegro e dizer que “esse sim o farol da nossa cidadania”, defendendo a aposta na escola pública.

    Tal como Vieira da Silva, também não passou ao lado da situação empresarial de Montenegro. “Como é que um primeiro-ministro não sabe que tem de comunicar uma obra em casa à Câmara?”, questionou para logo a seguir dizer que “uma democracia qualificada e uma cidadania exigente exige padrões ético acima da média”.

    Deseja que Pedro Nuno Santos “seja o referencial de defesa dessa integralidade” e o “porta voz do estandarte para que estes valores voltem a entrar na República”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

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  • Inês Sousa Real diz que incidente com Rui Rocha foi desrespeito pela democracia

    A porta-voz do PAN, Inês Sousa Real, condenou hoje o ataque ao líder da Iniciativa Liberal com pó de tinta verde por parte de ativistas climáticos, considerando tratar-se de um “desrespeito para quem está a trabalhar em prol da democracia”.

    Em declarações aos jornalistas em Vila Nova de Famalicão, durante uma visita à Festa da Flor, Inês Sousa Real ressalvou, no entanto, que compreende que os ativistas estejam frustrados e zangados “com os grandes partidos, que preferem dar borlas fiscais a quem mais polui e lucra”.

    “Achamos que é prejudicial este tipo de ações, é um desrespeito para quem está a trabalhar em prol da democracia”, referiu.

    A porta-voz do PAN admitiu que tem muitas divergências políticas e ideológicas com a Iniciativa Liberal e o seu líder, Rui Rocha, que classificou “negacionistas das alterações climáticas”. “Mas não é atirando tinta a quem está a trabalhar em prol da democracia, que tem uma agenda política diferente da nossa, que estamos a contribuir para que as pessoas fiquem mais esclarecidas da importância de termos governantes alinhados e preocupados com o facto de que se o clima mudou, eles também têm que mudar nas suas políticas”, acrescentou.

  • Moedas revela que afluência às urnas em Lisboa rondou os 79% até ao 18h00

    A afluência às urnas na Cidade Universitária para exercer o voto antecipado nas eleições legislativas era de 79% até às 18h00, segundo um balanço feito aos jornalistas pelo presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas.

    Os números foram avançados por Carlos Moedas (PSD), pelas 19h10, numa altura em que já estavam encerradas as mesas de voto, e refletem um universo de 39.259 eleitores inscritos para votarem antecipadamente em mobilidade.

    “Isto mostra um aumento da participação em relação às eleições anteriores (Europeias 2024), que foi de 76%, de 34 mil inscritos. Portanto, há um aumento de participação, um aumento dos portugueses naquilo que é a participação cívica”, sublinhou o autarca.

  • Rui Tavares solidário com Rui Rocha: "A democracia é confronto de ideias — apenas ideias"

    O porta-voz do Livre, Rui Tavares recorreu à rede social X para manifestar solidariedade para com Rui Rocha, que esta tarde foi atingido por por verde por dois jovens pertencentes ao movimento Fim ao Fóssil.

    “A democracia é confronto de ideias — apenas ideias. Tudo o que saia destes limites, incluindo a violação de espaço e segurança pessoal, como fizeram com Rui Rocha hoje, não pode fazer parte e deve ser condenado”, sublinhou.

    Deixando um abraço a Rui Rocha, Rui Tavares desejou uma “campanha segura para todos.”

  • Vieira da Silva aponta "escorpião" que ameaça pensões e "imoralidade" de Montenegro

    No comício do PS em Braga, José António Vieira da Silva junta-se para puxar pela experiência socialista na Segurança Social. Acena, mais uma vez, com o risco para as pensões com a AD no poder: “São como o escorpião, ao atravessar o rio vai-hes as mãos para a vontade e lá teremos outra reforma para cortar da Segurança Social”.

    Mas o socialista também foi a Braga para criticar quem diz que caso da Spinumviva deve ser lateral à campanha. “Quem diz isso é quem quer proteger Montenegro e esta imoralidade”, diz o socialista.

    Na intervenção que fez numa sala com lotação praticamente completa, Vieira da Silva questionou a plateia várias vezes: “Pode um primeiro-ministro acumular essa função e uma empresa privada familiar que funciona na sua casa com o seu telefone e os seus clientes?” “Não”, iam respondendo aos socialistas. Para Vieira da Silva, Montenegro “está sempre a enganar e a fugir até ao um quarto para a meia noite de qualquer dia”.

    “E o PPD pode aceitar isso?”. Novamente “não”, diz o público. E Vieira da Silva diz saber que “muitos não aceitam”, e que “esta verdade pode doer mas é necessária nesta semana que falta de até ao momento da decisão”.

    Acaba a intervenção a dramatizar a direita no poder, sem fazer distinções: “A direita é hoje uma grande ameaça no mundo e que piara sobre a Europa. A sombra dos inimigos da liberdade e da democracia está aí de novo e como sempre acontece não ganharão pela minoria que são .”

    Mas Vieira da Silva avisa que é preciso não aceitar “que a extrema direita se ligue ao poder da direita” e que sei isso acontecer, “sabemos começa e a história mostra como acabou, com a destruição da liberdade e da democracia com milhões de mortos e tragédias sem fim”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • "Não há democracia plena se houver mulheres incapazes de denunciar agressão", diz sucessora de socialista suspeito de violência doméstica

    Em Braga o PS volta ao Teatro Circo, e no comício Liliana Matos Pereira, que sucedeu ao líder do PS Braga investigado por violência doméstica, disse não existir “democracia plena” enquanto mulheres esconderem agressões.

    “Não há democracia plena enquanto houver mulheres incapazes de denunciar uma agressão”, disse a líder da distrital do PS que até abril era liderada pelo presidente da Câmara de Vizela. Depois da notícia do Observador, Pedro Nuno Santos pediu a Vítor Hugo Salgado se demitisse, o que aconteceu. Também deixou de ter o apoio socialista à Câmara.

    A intervenção da sua sucessora no PS Braga foi precisamente muito focada nas mulheres e na luta pelos seus direitos.

    Presidente da Câmara de Vizela e líder do PS/Braga investigado por violência doméstica

  • Rocha não pede indemnização e leiloa fato sujo com pó verde

    A Iniciativa Liberal confirmou agora, nas redes sociais, que já fez queixa por causa do ataque com pó verde, acrescentando que — ao contrário de Luís Montenegro — Rui Rocha não vai pedir indemnização pelo fato.

    A ideia é leiloá-lo e fazer reverter o valor recebido para a Associação Acreditar.

  • Ventura diz que episódio com pó verde atirado a Rocha é "muito grave" e critica "mau sentido democrático"

    André Ventura, numa curta arruada em Elvas, considera “muito grave” que Rui Rocha tenha sido atingido por pó verde durante uma ação de campanha.

    “É muito grave. É muito grave que os ciganos andem a perseguir a comitiva do Chega, é grave que haja miúdos do clima a atingir outros adversários, é grave porque mostra que não estão acostumados à democracia”, defende o líder do Chega, sublinhando que “são pessoas sem sentido democrático”.

    “É grave e as pessoas têm que compreender que estamos em campanha política, não podemos ter medo, nem ser condicionados a andar na rua, só mostra que isto é gente sem qualquer sentido democrático. Quem ataca adversários, quem os persegue, quem os ameaça, quem lhes atira coisas, está a fazer um péssimo serviço à democracia, seja quem for que seja o alvo”, acrescenta.

    Mais do que isso, Ventura salienta que esse tipo de atitude “só mostra que essa malta, sobretudo a malta de esquerda, tem mau sentido democrático e não sabe viver com a democracia”.

    O líder do Chega recusa que se “relativize ou diminua a gravidade de ataques e ameaças, acrescentando que se deve “evitar que a violência se torne o normal em Portugal” porque “quando um candidato é ameaçado, ofendido, perseguido ou quando é atingido, não devemos fazer disso jogo político, devemos dizer que é condenável”.

  • Em manhã de voleibol de praia, Montenegro não afastou vir a fazer dupla com Rocha

    Montenegro reservou a manhã de domingo para jogar vólei com os amigos. No dia anterior, Rocha fez o mesmo com os liberais. Aos jornalistas, líder do PSD disse que não exclui vir a fazer dupla com ele.

    Em manhã de voleibol de praia, Montenegro não afastou vir a fazer dupla com Rocha

  • Montenegro manifesta solidariedade para com Rui Rocha

    Luís Montenegro já reagiu ao ataque de que Rui Rocha foi alvo esta tarde. Na rede social X, antigo Twitter, o primeiro-ministro e líder da AD condenou o incidente e a forma de protesto encontrada pelos agressores.

    “Por mais defensáveis que possam ser as causas, o debate justo e aberto nunca pode ser feito com violência ou ataques à integridade de ninguém. Hoje, Rui Rocha, como nós na AD há um ano, foi alvo de um ataque. Nada o justifica. Deixamos toda a nossa solidariedade à Iniciativa Liberal”, escreveu o social-democrata.

  • Rui Rocha atingido. "IL fará queixa dos ativistas"

    O testemunho da jornalista Mariana Lima Cunha, durante o comício da Iniciativa Liberal em Lisboa, do momento em que o Rui Rocha é atingido com tinta verde, tal como Luís Montenegro o ano passado.

    Rui Rocha atingido. “IL fará queixa dos ativistas”

  • Montenegro sugere que Pedro Nuno vive de "larachas" e reforça o apelo: "Não dispersem voto"

    Luís Montenegro encerra o mega-comício de Viseu, antes de rumar para Lisboa, onde vai participar no programa “Isto é Gozar com Quem Trabalha”, de Ricardo Araújo Pereira

    “Nós somos um projeto positivo. Temos palavra e cumprimos a nossa palavra. Não gostamos de andar aos ziguezagues. Quando dizemos que ‘não’, os portugueses sabem que não o vamos fazer. Dizemos que não ao radicalismo, à injustiça, à imaturidade e àqueles que estão sempre contra tudo — esses não acrescentam nada.”

    Depois passar em revista as medidas que o Governo tomou ao longo de 11 meses, em particular aquelas pensadas para os mais velhos e pensionistas, Montenegro voltou a tentar desmontar a estratégia do “medo” ensaiada por Pedro Nuno Santos. “Nunca demos razão aos profetas do medo.”

    “Quero que os portugueses e as portugueses percebam que este não é um projeto de fogachos, daqueles que se lembram de mandar umas larachas. Não vão mudar nada. Nos últimos oito anos, levamos essa lição para o país. Nestes 11 meses mostrámos que é possível retirar mais do nosso potencial”, insiste.

    “Nós merecemos a oportunidade de governar quatro anos. No fim de quatro anos, estaremos aqui para nos sujeitarmos à vossa avaliação”, continua Montenegro.

    A terminar, Montenegro fala para “aqueles que querem acordar na segunda-feira com a tranquilidade de um governo para quatro anos, com um governo tolerante e dialogante, que não anda a amesquinhar os adversários”. “Não dispersem voto”, despede-se o líder social-democrata.

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

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  • A campanha entra "na reta final" e Paulo Raimundo reclama o título de "porto seguro" para enfrentar todas as marés

    Paulo Raimundo segue o exemplo de António Filipe para ensaiar um apelo ao voto. No encerramento do comício em Lisboa, o secretário-geral do PCP pede que o “bom ambiente” em torno da campanha da CDU acabe dar um “resultado eleitoral expressivo”.

    A CDU é, no entender de Paulo Raimundo, “o verdadeiro porto seguro”. Antes, António Filipe tinha acusado Pedro Nuno Santos de se apropriar da expressão, mas sem a “coragem e a firmeza” dos comunistas. Por isso, o líder do PCP insiste: “Este porto seguro, o verdadeiro porto seguro, para quando a onda é grande e para quando a onda é pequena”.

    Paulo Raimundo mencionou ainda o apoio do arquiteto Álvaro Siza Vieira à coligação que reúne ecologistas e comunistas.

  • O momento em que jovens do movimento Fim ao Fóssil atiram pó verde a Rui Rocha

    Dois jovens do movimento Fim ao Fóssil interromperam um comício da Iniciativa Liberal esta tarde e atiraram pó verde ao líder do partido, Rui Rocha. Veja as imagens.

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