Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura da campanha eleitoral, que antecede as eleições antecipadas de dia 18 de maio.

    Pode acompanhar todos os desenvolvimentos desta terça-feira no liveblog que agora encerramos. Obrigada por estar connosco.

    Décimo dia de campanha leva partidos de norte a sul, mas Lisboa concentra ações

  • Fato de Rui Rocha manchado por pó verde vai a leilão a partir de dia 15. Valor mínimo é de 150 euros

    O fato que o líder da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, estava a usar no comício de Lisboa quando foi atingido por dois elementos do movimento Fim ao Fóssil vai ser leiloado entre os dias 15 de maio, a começar às 13h00, e 24 de maio, terminando pelas 19h.

    Ativistas climáticos invadem palco da IL e atiram pó verde a Rui Rocha. Partido vai fazer queixa

    O valor mínimo de licitação é de 150 euros, sendo o valor de referência 500 euros, lê-se no site criado para o leilão, que vai reverter para Associação Acreditar.

    Na descrição do produto refere-se que se trata de um fato Hugo Boss, modelo EcoExtremist Splash, tamanho 50. “O fato que simboliza a Liberdade política sempre acima da ignorância, da intolerância e da cobardia”, destaca-se.

  • Ventura passa no casino Solverde e pede que portugueses "reenviem Montenegro para a Spinumviva"

    À passagem pelo casino da Praia da Rocha, da Solverde, André Ventura aproveitou para apelar ao voto: “O primeiro-ministro não deveria continuar e não tinha condições para continuar, mas isso é uma história do passado, no domingo espero que os portugueses reenviem o Luís Montenegro para a Spinumviva e deixe o Chega governar Portugal.”

  • Mortalidade infantil. CDU avisa contra um "país a andar para trás"

    Sem mencionar diretamente a ministra da Saúde, Paulo Raimundo acabaria por comentar o aumento da mortalidade infantil em 20% no último ano.

    Em tom alarmista, o secretário-geral do PCP, avisa que os comunistas não aceitam que “o país ande para trás” e que regrida “anos e anos na qualidade de vida e nos direitos das crianças”. “É preciso travar isto e pôr o país a andar para a frente”.

    Ainda sobre o estado da saúde, Raimundo insiste que a CDU não aceita que a atual falta de médicos e os serviços de urgência encerrados.

    Apontando a um governo que “apenas sabe fazer propaganda” e novamente com os medicamentos para os idosos na ponta da língua, Paulo Raimundo contesta uma das medidas mais apregoadas por Luís Montenegro, de que hoje os reformados e pensionistas têm direito a medicamentos gratuitos. Fala em “ilusão e propaganda” que estará a ser vendida pelo Governo.

    Apesar de avançar com uma cabeça de lista em Santarém desconhecida do holofote mediático (a operária Inês Santos), o secretário-geral do PCP dramatiza o apelo ao voto. “Todos juntos somos uma força imensa, não se deixem levar por ilusões. Peguem nessa força e deem força aos vossos“, ou leia-se à CDU.

  • "Eles nunca conseguiram uma legislatura inteira em minoria", diz Pedro Nuno que aponta o PS como "bom a garantir estabilidade"

    Ainda no comício do PS em Coimbra, o líder socialista falou também na questão da estabilidade política no pós eleições. Continua a apresentar como trunfo a capacidade negocial que diz existir em governos socialistas, “mesmo quando não há maioria absoluta”.

    “Somos bons a garantir a estabilidade política Mesmo quando não temos maioria absoluta conseguimos condições. “Eles nunca conseguiram uma legislatura inteira em situação de minoria. Nós conseguimos e não foi uma vez”, lembra.

    No PS, Pedro Nuno diz que existe “capacidade de dialogar, ouvir, ceder e construir” porque se quer “garantir estabilidade”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    O líder do PS voltou a atacar, nesta intervenção, como já tinha feito na arruada em Coimbra, a ministra da Saúde para dizer que “foi incapaz de assumir uma responsabilidade que pelo que quer que seja, nem o falhanço no INEM, nem dos portugueses à espera de consulta”.

    Promete, para o SNS, uma mudança de filosofia, com o serviço “menos centro no hospital” e com os enfermeiros a “terem um papel fundamental”.

    Este foi também o discurso onde Pedro Nuno Santos aproveitou a condenação ao que se passa na faixa de Gaza por parte de Isabel Soares, para se referir ao “crime cometido na Palestina. O nosso país é um país de gente solidária e não somos indiferentes ao facto de um povo inteiro estar neste momento a ser condenado à fome”.

    Terminou o comício de Coimbra a apelar ao voto útil: “Não desperdicem votos”, disse em relação aos distritos onde a esquerda à sua esquerda não elege.

  • Hugo Montenegro aponta à maioria absoluta do pai. “Se Deus quiser”

    Hugo Montenegro, filho de Luís Montenegro que acabou inadvertidamente no centro de toda polemica em torno da Spinumviva, esteve esta segunda-feira em Vila Real, numa ação de campanha da AD.

    No final, aceitou falar aos jornalistas dizer que espera que deixem o pai, Luís Montenegro, governar. “Algo que o não deixaram fazer no último ano”, disse, em declarações captadas pela SIC, TVI e RTP.

    Desafiado a dizer que resultado espera a 18 de maio, Hugo Montenegro apontou à maioria absoluta. “Se Deus quiser. Tem feito por isso.”

    Sobre a hipótese de ter de responder pela Spinumviva em caso de CPI, Hugo Montenegro não hesitou. “Se tivesse de ir, não havia problema”.

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

    JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

  • Pedro Nuno provoca IL sobre acordo pré-eleitoral: "Já devia saber que Luís Montenegro nunca assume nada"

    Há pouco, no comício do PS em Coimbra, Pedro Nuno Santos voltou a espicaçar a relação entre AD e IL para concluir que “não se pode confiar na direita portuguesa. Nem em Luís Montenegro, nem em Rui Rocha, e muito menos em André Ventura”.

    Mas o foco foi mesmo na IL com Pedro Nuno a aproveitar “tentativa e acordo pré-eleitoral” entre AD e IL, que o líder da AD nega, para dizer a Rui Rocha que “já devia saber que Luís Montenegro nunca assume nada”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    E lembra mesmo que já tinha sido assim na “negociação do Orçamento do Estado com André Ventura. Também não assumiu convites ous as cinco reuniões que o outro diz que aconteceram”. Tudo isto para dizer que “Montenegro nunca assume nada, esconde sempre tudo dos portugueses”.

    Depois volta a Rui Rocha para dizer que também não percebe como é que a IL “quer tanto” coligar-se “depois das coisas acertadas que disse sobre Montenegro, diz com ironia.

    Isto para elencar os três pontos que a IL colocou como condições para Montenegro ficar como primeiro-ministro, em fevereiro quando foi noticiada a avença mensal da Solverde à Spinumviva. “Nenhum dos três pontos se verificam”, disse Pedro Nuno para concluir que “mão se pode confiar na direita portuguesa, nem em Luís Montenegro, nem em Rui Rocha e muito menos em André Ventura.”

  • Rocha: "Na IL respondemos pelo nosso valor e não o dos nossos contactos telefónicos"

    “O IRS vai mesmo descer para as pessoas”, promete Rocha, enquanto vai deixando críticas à esquerda e lembra a geringonça, cujo resultado diz ser uma degradação dos serviços públicos, crise na Habitação ou emigração dos jovens.

    “É por isso que temos tantos portugueses zangados. A esquerda trouxe estagnação, mediocridade e falta de soluções”, ataca, perguntando pelo prometido Hospital do Algarve ou soluções ferroviárias para a região, assim como para assegurar armazenamento de água. “Percebo bem que haja tantos portugueses e algarvios zangados. Mas tenho um desafio para os algarvios zangados: podem continuar a apostar nos que não têm soluções para o país, que fazem barulho, reclamam, protestam mas não trazem soluções; ou podem aproveitar a onda da IL e transformar essa raiva numa energia positiva”.

    Diz que insiste, nesta campanha, em falar na sua trajetória pessoal e no facto de ter crescido graças ao seu trabalho porque na IL se vem para “mudar o país”. “Não somos os dos jogos de bastidores, dos esquemas. Vivem enredados nesse mundo e não percebem as consequências”, atira. “Mas nós temos um percurso fora da política, profissional, e respondemos pelo nosso valor e não das nossas agendas e contactos telefónicos. Sabemos as consequências dos jogos políticos na vida das pessoas”.

    Insiste: a IL não está aqui para “certificar o comportamento de outros, mas para mudar o comportamento dos outros”. Seja “ético ou político”: “Queremos recuperar a dignidade das instituições e mudar a política”. Promete que com a IL o hospital do Algarve avança mesmo, assim como a ferrovia e os planos da água para esta região.

  • Rocha lança farpa a Montenegro: "Temos sempre gosto em responder a perguntas, incluindo da RTP"

    Começa agora o jantar-comício da Iniciativa Liberal em Albufeira. O primeiro a falar é o cabeça de lista por Faro, Daniel Viegas, anunciando que chegou o tempo de “fazer diferente”, da “liberdade com responsabilidade” e da “transparência com ambição”.

    “Ninguém tem mais verdade, coragem e futuro do que este projeto liberal”, sentencia, elogiando depois Rui Rocha, “o líder com o pé no acelerador”.

    Já Rui Rocha diz que este é o evento com maior mobilização de sempre no Algarve (estão mais de cem pessoas no restaurante) e que é daqui que o partido vai arrancar para o “melhor resultado de sempre em legislativas”.

    “Temos sempre gosto em responder a perguntas de todos os órgãos de comunicação social, incluindo a RTP. Muito obrigado pelo vosso trabalho. E incluindo a RTP mesmo quando as perguntas são feitas pela SIC. Respondemos a todas!”, atira, numa farpa a Luís Montenegro, que se irritou com a SIC por causa de uma pergunta sobre a Spinumviva (achando que a pergunta tinha sido feita pela RTP).

    “Estamos a liderar a discussão política. Todos falam da IL”, prossegue. Em particular, a esquerda “ataca sistematicamente”, nota, por duas razões: “Sabe que com a IL a liderar o país vai mesmo mudar e portanto a esquerda vai ficar condenada à oposição durante muito, muito tempo — e merece lá estar”.

    “A esquerda não só tem eleições como tem um passado”, regista, lembrando que a IL fala da reforma da Segurança Social e a esquerda responde “com ataques — porque não tem coragem para ter soluções”. O mesmo para a privatização da TAP, porque no passado “a esquerda desbaratou 3,2 mil milhões de euros”, ou para a reforma da Saúde.

  • Montenegro reforça as diferenças entre a AD e a IL. "Somos do centro, do equilíbrio e da moderação"

    É a segunda vez que Luís Montenegro atinge diretamente a Iniciativa Liberal nesta campanha eleitoral, ainda que nunca, como hoje em Vila Real, o social-democrata tenha ido tão longe nas referências aos liberais.

    Já na fase final do discurso, e depois de ter explicado as diferenças ideológicas e programáticas entre a AD e o PS, Montenegro vincou de forma clara o que o separa de Rui Rocha na Escola Pública, na Habitação ou na Saúde.

    “Não somos liberais. Se fôssemos liberais, achávamos que era o mercado que resolvia os problemas todos. Não somos nem de um extremo, nem do outro. Somos do centro, do equilíbrio e da moderação”, atirou o primeiro-ministro.

    Mesmo a terminar, Montenegro recuperou uma crítica que tem feito nos últimos dias a Pedro Nuno Santos, dizendo que o socialista parece apostado em acenar com uma crise internacional para retirar dividendos políticos.

    “Parece que estão a contemplar os desafios e incertezas em vez de os enfrentarem Quem é que quer governar um país com base na desesperança? Sabemos que os tempos são duros e perigosos. Mas isso não deve inibir-nos da nossa responsabilidade. Temos de superar a situação e puxar o país para cima.

    “Queremos quatro anos de estabilidade e seremos julgados no fim”, despediu-se Luís Montenegro.

  • Montenegro: "Os pensionistas vão dar uma grande lição aos profetas da desgraça"

    Luís Montenegro fala agora novamente sobre a questão dos pensionistas, tema recorrente nesta campanha da AD, para acusar o PS de estar a reeditar um “fantasma” que já utilizou no passado.

    “Tentam criar o medo mais uma vez. Só que há dois problemas: já ninguém acredita; se há pessoas que são justas e sabem distinguir entre quem é genuíno e quem anda a mandar uns piropos são os nossos pais e avós.”

    “É tão feio criar falsos medos que salta à vista desarmada de todos que o efeito vai ser precisamente o contrário. No próximo domingo, os portugueses, e os pensionistas em particular, vão dar uma grande lição àqueles que são uns profetas da desgraça. Os portugueses são mais inteligentes do que esses argumentos matreiros.”

  • AD e PS caem na Tracking poll da CNN. Chega é quem mais sobe na sondagem diária

    A Tracking Poll da CNN Portugal aponta esta segunda-feira uma descida dos dois maiores partidos, que obtêm os piores resultados desde o início da sondagem diária, por oposição ao Chega, que alcança o melhor resultado.

    A AD de Luís Montenegro mantém a trajetória de descida dos últimos dias, cai mais 1,1 pontos percentuais, ficando-se pelos 32% — o pior resultado da coligação até agora. O PS, liderado por Pedro Nuno Santos, também desce na sondagem diária (0,6 pontos percentuais), com 25,1%. É o terceiro dia consecutivo em quebra e também o pior resultado desde o início da publicação dos resultados.

    Em sentido inverso, o Chega sobe 2 pontos percentuais e alcança 18% das intenções de votos — é o melhor resultado da sondagem diária realizada desde 2 de maio. Este valor ronda o que o partido de André Ventura obteve nas eleições do ano passado e que lhe permitiu eleger 50 deputado.

    Nos restantes partidos não há grandes mudanças. A IL segue com 6,9%, depois de um subida de 0,1 pontos percentuais, já o Livre e o BE descem 0,4 pontos percentuais, para 4,5% e 2,4%. A CDU sobe 0,1 pontos percentuais, para 3,3%. Já o PAN com 1,8% — é uma subida de apenas 0,4 pontos percentuais para o partido de Inês Sousa Real, mas o representa o melhor resultado do PAN até agora.

  • Montenegro faz rasgado elogio à ministra da Saúde. "Rija, resistente, competente e humana. Uma mulher de armas"

    Discursa agora Luís Montenegro, que arranca a sua intervenção com um elogio rasgadíssimo a Ana Paula Martins, ministra da Saúde. “É rija. É resistente. É competente. É humana. Tem uma sensibilidade social, cívica e moral acima da média.”

    “É por isso que tem enfrentado o Ministério mais difícil que há no Governo. Ainda mais difícil pelo estado em que encontrámos o SNS. A tarefa de o salvar necessita de alguém com fibra. Não é qualquer um que é capaz de lá estar”, continua Montenegro, referindo-se a Ana Paula Martins como uma “mulher de armas”.

  • Melo refere-se a Ventura como um "simples oportunista" que só "destrói e divide"

    Discursa agora Nuno Melo, que começa por recordar Jaime Neves, natural de Vila Real, que desempenhou um papel importante no 25 de Novembro, ao liderar o Regimento de Comandos da Amadora, uma das unidades militares que pôs fim à influência da esquerda militar radical e conduziu ao fim do PREC. “A política é feita de símbolos”, sublinha o líder do CDS.

    Melo recorda Jaime Neves para dizer que estas eleições legislativas são também uma “disputa entre a moderação e o extremismo”.

    “Este PS é o PS mais extremado em 50 anos de democracia. Quer governar mesmo se perder as eleições. Os portugueses não podem arriscar um governo com este PS radical.”

    A seguir, Melo fala concretamente sobre o partido liderado por André Ventura. “O Chega é um partido que só destrói e divide manipulando o ódio. É imperdoável. Diz-se de direita, mas foi o primeiro e mais importante aliado do PS. Diz-se de direita, mas fez cair três governos de centro-direita em Portugal, de mão dada com a esquerda.”

    O líder do CDS e ministro da Defesa fala depois para os eleitores do Chega, distinguindo-os do partido e de André Ventura, e pedindo que percebam que a “direita moderada” está verdadeiramente representada pela AD e não pelo Chega.

    A terminar, um último ataque a Ventura, usando um cartaz do Chega (“Eles [PS e PSD] falharam nos últimos 50 anos”) para recordar que Ventura passou grande parte da sua vida adulta a apoiar vários líderes do PSD — de Durão Barroso a Pedro Passos Coelho.

    “Quem renega a sua história à cata de votos, renega-se a si mesmo para se transformar num simples oportunista. Portugal não precisa de oportunistas. O sentido de Estado está na AD.”

  • Isabel Soares: "Outros também disseram que a União Soviética era o sol na terra. Não precisamos de um farol”

    No comício do PS em Coimbra, no pavilhão Centro de Portugal, Isabel Soares interveio para entrar no ataque a Montenegro e para convencer os “soaristas” de que o seu pai e a sua mãe estivessem vivos “estariam na primeira linha do combate à direita revanchista”.

    A socialista começou a intervenção por lembrar a luta do pai Mário Soares e resistência perante a tortura , mas depois passou para o ataque à AD e a Luís Montenegro considerando que “devia assumir as suas reponsabilidades”, numa referência as questões de ética.

    Também respondeu à auto-proclamação do líder da AD como “farol”, para atirar que já ouviu “outros dizerem que a União Soviética era o sol na terra, não precisamos de um farol mas de um Governo responsável e competente”.

    Dirigiu-se diretamente aos “soaristas” para pedir o voto no PS numa altura em que é preciso que “Portugal não volte ao passado”.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • Ministra da Saúde acusa PS de usar mortalidade infantil para a "chicana política"

    Em Vila Real, fala agora Ana Paula Martins, ministra da Saúde e cabeça de lista da AD pelo distrito “Portugal pode ir mais longe. Precisamos de tempo, planeamento e coragem política”, começa por dizer.

    A ministra da Saúde responde de imediato a Fernando Araújo, ex-CEO do SNS e atual cabeça de lista do PS pelo Porto, que, há um dia, usando a expressão de Luís Montenegro, disse que o “farol” não estava a funcionar e que os barcos estavam a “encalhar” na Saúde. “Bem podem falar de navegação, mas nunca vão conseguir sair do cais, como nunca saíram”, começa por atirar a ministra da Saúde.

    “Tenham confiança no trabalho que estamos a fazer. É verdade que leva algum tempo, mas os efeitos virão. Nunca se deixem enganar pelos arautos da desgraça que usam os números da mortalidade infantil para a chicana política. É preciso não ter respeito pelas grávidas e pelos profissionais de Saúde.”

  • Pedro Nuno, com arruada morna em Coimbra, ataca ministros das Finanças e Saúde: "Responsáveis governativos não são sérios"

    Em Coimbra, a arruada socialista foi das menos participadas das últimas campanhas eleitorais do partido. Pedro Nuno Santos circulou com o cabeça de lista e a candidata do partido à autarquia e atirou aos ministros das Finanças e da Saúde.

    Em declarações aos jornalistas, o socialista disse que este “não é um Governo de responsáveis governativos sérios”. Em causa estavam os ministros das Finanças e da Saúde, por razões diferentes.

    Sobre Miranda Sarmento, Pedro Nuno disse que o ministro “não tem credibilidade nenhuma”, já que “prometeu um crescimento perto de 3% e a economia está a cair 0,5%”. E volta a dizer, por oposição, que “o programa do PS é credível e prudente e prepara o país para uma situação de crise inflacionista” e “não é para ser levado a sério”.

    Já a ministra da Saúde foi criticada à boleia dos número da mortalidade infantil conhecidos esta segunda-feira. Pedro Nuno Santos disse que viu com “preocupação a reação da ministra” que acusa de “dizer que o que está bem foi responsabilidade deles e que o que está mal foi do Governo anterior”. Aproveitou também para colar outra mensagem aos dados conhecidos: “Só vamos voltar a ter números mais baixos na mortalidade infantil se investirmos no SNS, O Governo desistiu do SNS”, acusou.

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

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    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

    DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

  • Montenegro ao lado do filho em Vila Real

    A caravana da AD estacionou na cidade de Vila Real para a última ação do dia de campanha. Depois de uma curta arruada à chuva, Luís Montenegro já está na tenda organizada para o comício da coligação. Com um dado particular: Luís Montenegro fez questão de subir ao palco com o filho Hugo, que é hoje o rosto da empresa Spinumviva.

  • Acordos à esquerda? "PS tem de clarificar visão"

    O antigo líder da CGTP Arménio Carlos não fecha a porta a uma entendimento entre CDU e PS, mas deixa uma aviso: “É preciso que o PS clarifique as políticas de acordo com os ideias da esquerda”.

    Ouça aqui a entrevista a Arménio Carlos

    Acordos à esquerda? “PS tem de clarificar visão”

  • PSD e IL em "sintonia". CDS com "amnésia"

    O deputado da Iniciativa Liberal Rodrigo Saraiva defende que Rui Rocha revelou o convite do presidente do PSD para acordo pré-eleitoral por uma questão de “transparência”.

    Ouça aqui a entrevista a Rodrigo Saraiva

    PSD e IL em “sintonia”. CDS com “amnésia”

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