Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Este liveblog fica por aqui.

    Continue a acompanhar a campanha para as eleições presidenciais de 18 deste mês, neste novo liveblog em que reportamos ao minuto tudo sobre o quarto dia de campanha.

    Seguro em Lisboa, Ventura em Santarém, Gouveia e Melo no Porto e Marques Mendes em Setúbal: candidatos passam por oito distritos ao quarto dia de campanha

  • Notas do debate a 11. Seguro foi "elevar o debate público" e saiu vencedor da "ordinarice" entre Mendes e Gouveia e Melo

    As picardias entre Gouveia e Melo e Marques Mendes subiram de tom, com o Almirante a falar novamente em “facilitador de negócios” e Mendes a responder: “ordinarice”. Seguro e Cotrim sairam ilesos.

    Notas do debate a 11. Seguro foi “elevar o debate público” e saiu vencedor da “ordinarice” entre Mendes e Gouveia e Melo

  • Da Venezuela aos Açores. Os riscos globais no debate a 11

    Com a detenção de Maduro e o futuro incerto na Venezuela, os candidatos a Belém debateram sobre os riscos que se levantam para Portugal e para a Europa. Apontam ainda que papel deve ter o Presidente.

    Ouça aqui a posição dos candidatos deixada no debate a 11

    Da Venezuela aos Açores. Os riscos globais no debate a 11

  • "Ordinarice". Mendes responde ao Almirante no debate a 11

    O debate a 11 ficou marcado por acusações entre dois dos candidatos: Henrique Gouveia e Melo e Marques Mendes, que garantiu: “Não sou facilitador de negócios”.

    [Ouça aqui a reportagem da Rádio Observador]

    “Ordinarice”. Mendes responde ao Almirante no debate a 11

  • "A greve por tempo indeterminado foi a proposta mais votada pelos professores", diz Pestana

    “Já sentiu que uma greve foi longe demais?”, pergunta Carlos Daniel.

    André Pestana responde que ao contrário de outras estruturas, o STOP é o único sindicato com mandatos finitos para os dirigentes e as decisões das lutas são decididas por quem trabalha nas escolas.

    “A greve por tempo indeterminado foi a proposta mais votada pelos professores”, afirmou.

  • Jorge Pinto sobre voto útil: "Que eu me lembre" nunca cedi

    Questionado se já cedeu alguma vez ao voto útil, Jorge Pinto negou. “Que eu me lembre não.”

    E explicou que desde sempre tem votado com o objetivo de “eleger alguém que exerça determinado cargo. Aí cedo sempre ao voto útil”.

    “Sempre votei no projeto que considerei certo para o país. Votei útil porque votei sempre no projeto que considerei certo”, rematou. A resposta levou André Ventura a rir.

  • Manuel João Vieira volta a defender direito constitucional à felicidade

    Manuel João Vieira diz que defende seriamente a inscrição do “direito à felicidade” na Constituição da República.

  • O que faz Humberto Correia levantar a voz? "A pobreza e a miséria de muitos portugueses"

    “A pobreza e a miséria de muitos portugueses” é o que faz Humberto Correia “levantar a voz”, afirmou o candidato.

  • Catarina Martins diz que causas fraturantes são "avanços civilizacionais" que "sararam fraturas na sociedades"

    A pergunta para Catarina Martins é “qual é a causa fraturante pela qual vale mais a pena lutar hoje?” A eurodeputada diz que normalmente chamamos a “avanços civilizacionais” que “sararam fraturas na sociedades”, nomeando a IVG. “Há muitas pelas quais vale a pena lutar”, concluiu.

  • Cotrim: “O liberalismo tem um travão embutido em si próprio”

    “João Cotrim de Figueiredo, quando é que o liberalismo precisa de um travão?”, perguntou Carlos Daniel. “Desculpe?”, disse Cotrim. Carlos Daniel repetiu a pergunta e o candidato respondeu que “o liberalismo tem um travão embutido em si próprio”.

    “A moral pode ser esse travão?”, perguntou o moderador. “Já é”, respondeu o eurodeputado liberal.

  • Seguro não se arrepende de ter feito primárias no PS em 2014

    Uma pergunta da mesma natureza para Seguro. Foi afastado do PS em eleições primárias, já perdoou quem teve a ideia dessa forma de eleição? “Não porque essa pessoa fui eu próprio.”

    “Quando as ideias resultam de convicções só temos de aceitar o resultado democrático”, acrescentou ainda sobre o episódio defendendo a “abertura” dos partidos.

  • Familiar de Ventura com alguém do Bangladesh? "Amor pode acontecer em todo o lado, mas preferia que fosse uma portuguesa"

    André Ventura questionado sobre como reagiria sobre se um familiar se apaixonasse por alguém do Bangladesh realça: “Respondo-lhe que o amor pode acontecer em todo o lado, mas preferia que fosse uma portuguesa.”

    Ainda assim, sugere que aceitaria se as regras fossem cumpridas.

    Aproveitando o minuto final, ainda acrescentou: “Marques Mendes hoje foi injusto porque lembro-me de muitos [comentários] injustos sobre mim.”

  • Gouveia e Melo: "Nunca tive necessidade desobedecer a uma ordem por violar a minha consciência"

    Na ronda de perguntas rápidas, em jeito de dilema, a questão para Gouveia e Melo foi: “Alguma vez desobedeceu a uma ordem hierárquica por razões de consciência?” A resposta do almirante foi a seguinte: “Não. Nunca tive necessidade disso. Porque nunca me deram nenhuma ordem que me obrigasse a violar a minha consciência.”

  • Mendes sobre comentários televisivos: “Às pessoas para quem fui injusto, lamento”

    Mendes é questionado sobre o comentário em televisão de que mais se arrepende. Diz que é “muito difícil, assim de repente”. “Se me der alguns minutos para pensar talvez”. Concorda que haverá momentos em que se pudesse voltar atrás faria diferente, e que seguramente terá sido injusto várias vezes, mas tentou acima de tudo ser independente. “Às pessoas para quem fui injusto, lamento”.

  • "As alteração climáticas serão o fim da humanidade", afirma Humberto Correia

    Humberto Correia quer trazer as alterações climáticas para o debate eleitoral. “As alteração climáticas serão o fim da humanidade”, afirma o candidato, referindo que será necessário plantar “500 mil hectares” de floresta, de acordo com uma “visão” que teve, para poder minimizar o impacto deste fenómeno.

  • Catarina Martins lembra pilares de relatório escrito por Maria de Lourdes Pintasilgo

    Catarina Martins propõe a perspetiva do “cuidar” e que, por exemplo, “não temos de escolher entre cuidar dos mais jovens ou dos mais velhos”.

    “Temos de cuidar de uma economia para ser mais igual. Para cuidar da liberdade, temos de cuidar da imprensa, da cultura.”

    Por fim, invoca Maria de Lourdes Pintasilgo e um relatório de que foi autora, no fim do século passado, onde elegeu dois pilares de ação política: “erradicar a pobreza e travar a degradação ambiental” que, segundo Catarina Martins, “continuam a ser os fundamentais”.

  • Manuel João Vieira propõe botão individual para resolver problemas de portugueses

    Intervém agora Manuel João Vieira. Faz mais uma intervenção satírica sobre um possível botão individual que resolveria quase todos os problemas dos portugueses.

  • Seguro contraria Cotrim: "Nos últimos dez anos onde é que eu estive?"

    Quando ouve Cotrim dizer que “está na política há décadas”, Seguro sorri e, depois, pede a palavra para lhe perguntar: “Nos últimos dez anos onde é que eu estive? Que cargo político tive?”.

    “Mais rigor”, pede ao adversário que do lado de lá lhe responde: “Durante 20 anos da vida adulta esteve na vida política, fez um interregno e agora voltou”. Ao mesmo tempo Ventura vai atirando a Seguro que foi “corrido do PS”.

  • Jorge Pinto destaca regionalização, violência doméstica, transição ecológica e energética e cultura (e ataca Cotrim)

    Como temas para abordar na penúltima ronda, Jorge Pinto escolheu 4: regionalização, violência doméstica, transição ecológica e energética e cultura.

    Quanto ao primeiro — um tema bandeira que tem marcado a campanha — diz ser “intolerável continuar por cumprir com esse imperativo”. Já a violência doméstica “tem de ser a prioridade do Presidente da Republica”, sublinha.

    No que toca à transição ecológica e energética, identifica o primeiro como um “grande desafio, mas também uma grande oportunidade” e quanto ao segundo salienta que tornará o país “mais forte para resistir a ataques externos”.

    Por último, desatacando o tema da cultura, o candidato mostrou-se supreendido por João Cotrim Figueiredo referir o mesmo tema, após ter tentado retirar a “linha do direito ao acesso à cultura” no processo de revisão constitucional.

  • Cotrim aproveita temas que faltam para atacar 4 adversários

    Cotrim de Figueiredo disse que nesta campanha falta falar de cultura e conhecimento e que “sem isso não vai haver a mudança que as pessoas querem”.

    E aproveita para lançar farpas aos principais adversários: “Quem quer mudar não vai encontrar em Seguro ou Mendes que estão na política há décadas. Ou no Almirante cujas políticas não são conhecidas. Ou naqueles que chegando à segunda volta não a vão ganhar”, diz, referindo-se a Ventura. “Na segunda volta não tem hipótese”.

1 de 5