Momentos-chave
- Jorge Pinto sobre voto útil: "Que eu me lembre" nunca cedi
- Familiar de Ventura com alguém do Bangladesh? "Amor pode acontecer em todo o lado, mas preferia que fosse uma portuguesa"
- Mendes sobre comentários televisivos: “Às pessoas para quem fui injusto, lamento”
- Jorge Pinto destaca regionalização, violência doméstica, transição ecológica e energética e cultura (e ataca Cotrim)
- Ventura ambiciona "limpeza que o Estado precisa" e "reforma a sério"
- Mendes lembra Passos para atacar almirante: "Questão da estabilidade separa-nos"
- Ventura: "André Pestana deve ter a pestana pouco aberta para não perceber que o Chega tentou acabar com benefícios fiscais a partidos"
- António Filipe quer "falar verdade sobre imigração" e aponta como erro a extinção do SEF
- "Estou nesta campanha para elevar o debate público", diz Seguro para se distanciar da picardia
- Mendes dispara contra Gouveia e Melo: "Especializou-se na ordinarice"
- Mendes defende que modelo atual para a imigração é "equilibrado"
- Jorge Pinto atira a Ventura: "Fraude é mentir diariamente"
- Cotrim fala aos idosos: “Pensões mais altas são necessidade absoluta”
- Seguro diz que Ventura "está na eleição errada" quando o provoca com imigração
- Ventura: "Nunca aceitarei que qualquer número de crescimento possa pôr em causa a nossa identidade e segurança"
- Jorge Pinto responde a Catarina Martins: "Eu serei o contrapeso" democrático
- António Filipe: "A minha candidatura é para levar até ao fim. Ponto final."
- Ventura diz que candidatura de Jorge Pinto é "uma fraude"
- Seguro sobre desistência à esquerda: "Compreendo a questão de Jorge Pinto"
- Catarina Martins para Jorge Pinto: "Se queria concertar alguma posição podia-me ter telefonado"
- Jorge Pinto: "Não será por mim que António José Seguro não será Presidente de Portugal"
- Mendes ataca adversários por só "quererem criar problemas ao Governo". Gouveia e Melo "faria greve, coisa do PREC"
- Ventura: "Marques Mendes não pode ser PR porque vai ser o Presidente do Governo"
- Seguro diz que magistratura "deve ser exercida com total independência em relação a todo o tipo de interesses"
- Jorge Pinto critica Governo por não ter sido "cabal na condenação" do ataque à Venezuela
- António Filipe rejeita comparações. “Nunca ouvi um antifascista a pedir uma intervenção externa”
- Seguro defende que EUA "devem esclarecimentos aos seus aliados e parceiros da NATO"
- Ventura diz que não há um venezuelano triste e chama "disparate" à ambição de Trump sobre Gronelândia
- Mendes diz que futuro da Venezuela "tem de ser decidido pelos venezuelanos"
- Sondagem. Seguro reforça liderança e Cotrim disputa terceiro lugar com Gouveia e Melo
- Cotrim deixa mistério sobre conversas com Passos Coelho
- Manuel Carvalho da Silva apoia António Filipe, lamenta apelos ao voto útil na 1ª volta e apela à mobilização da esquerda
- António Filipe responde a Seguro: "Quando um cidadão ouve dizer que o seu voto não conta é que deve ficar incomodado"
- Henrique de Freitas, ex-Chega e ex-PSD, junta-se a Cotrim de Figueiredo
- Pestana critica ação dos EUA na Venezuela e diz que Ventura "está todo assanhado a favor de Trump"
- Mendes diz que principal tarefa se for Presidente será "negociar Orçamentos para evitar crises"
- Mendes "surpreendido" com sondagem: "Se houver grande dispersão corro o risco de perder a eleição"
- Ventura recusa falar de OE, acusa Mendes de "atirar fumaça" e avisa: "Tem de crescer muito politicamente para me entalar"
- Ventura assume dificuldade extra na fase seguinte: "Há uma tendência para vencermos a primeira volta e para podermos não vencer a segunda"
- Ventura considera-se o "menos prejudicado" com voto útil e desvaloriza números de Cotrim
- Seguro diz que sente na rua "tendência favorável" das sondagens e pressiona a esquerda
- Ventura diz que Cavaco está “errado” e que Sá Carneiro “não é exclusivo do PSD”
- Catarina Martins: "Seguro pede voto para quê? Para se voltar a orgulhar de cortes contra a Constituição?"
- A agenda dos candidatos para esta terça-feira
Histórico de atualizações
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Este liveblog fica por aqui.
Continue a acompanhar a campanha para as eleições presidenciais de 18 deste mês, neste novo liveblog em que reportamos ao minuto tudo sobre o quarto dia de campanha.
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Notas do debate a 11. Seguro foi "elevar o debate público" e saiu vencedor da "ordinarice" entre Mendes e Gouveia e Melo
As picardias entre Gouveia e Melo e Marques Mendes subiram de tom, com o Almirante a falar novamente em “facilitador de negócios” e Mendes a responder: “ordinarice”. Seguro e Cotrim sairam ilesos.
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Da Venezuela aos Açores. Os riscos globais no debate a 11
Com a detenção de Maduro e o futuro incerto na Venezuela, os candidatos a Belém debateram sobre os riscos que se levantam para Portugal e para a Europa. Apontam ainda que papel deve ter o Presidente.
Ouça aqui a posição dos candidatos deixada no debate a 11
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"Ordinarice". Mendes responde ao Almirante no debate a 11
O debate a 11 ficou marcado por acusações entre dois dos candidatos: Henrique Gouveia e Melo e Marques Mendes, que garantiu: “Não sou facilitador de negócios”.
[Ouça aqui a reportagem da Rádio Observador]
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"A greve por tempo indeterminado foi a proposta mais votada pelos professores", diz Pestana
“Já sentiu que uma greve foi longe demais?”, pergunta Carlos Daniel.
André Pestana responde que ao contrário de outras estruturas, o STOP é o único sindicato com mandatos finitos para os dirigentes e as decisões das lutas são decididas por quem trabalha nas escolas.
“A greve por tempo indeterminado foi a proposta mais votada pelos professores”, afirmou.
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Jorge Pinto sobre voto útil: "Que eu me lembre" nunca cedi
Questionado se já cedeu alguma vez ao voto útil, Jorge Pinto negou. “Que eu me lembre não.”
E explicou que desde sempre tem votado com o objetivo de “eleger alguém que exerça determinado cargo. Aí cedo sempre ao voto útil”.
“Sempre votei no projeto que considerei certo para o país. Votei útil porque votei sempre no projeto que considerei certo”, rematou. A resposta levou André Ventura a rir.
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Manuel João Vieira volta a defender direito constitucional à felicidade
Manuel João Vieira diz que defende seriamente a inscrição do “direito à felicidade” na Constituição da República.
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O que faz Humberto Correia levantar a voz? "A pobreza e a miséria de muitos portugueses"
“A pobreza e a miséria de muitos portugueses” é o que faz Humberto Correia “levantar a voz”, afirmou o candidato.
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Catarina Martins diz que causas fraturantes são "avanços civilizacionais" que "sararam fraturas na sociedades"
A pergunta para Catarina Martins é “qual é a causa fraturante pela qual vale mais a pena lutar hoje?” A eurodeputada diz que normalmente chamamos a “avanços civilizacionais” que “sararam fraturas na sociedades”, nomeando a IVG. “Há muitas pelas quais vale a pena lutar”, concluiu.
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Cotrim: “O liberalismo tem um travão embutido em si próprio”
“João Cotrim de Figueiredo, quando é que o liberalismo precisa de um travão?”, perguntou Carlos Daniel. “Desculpe?”, disse Cotrim. Carlos Daniel repetiu a pergunta e o candidato respondeu que “o liberalismo tem um travão embutido em si próprio”.
“A moral pode ser esse travão?”, perguntou o moderador. “Já é”, respondeu o eurodeputado liberal.
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Seguro não se arrepende de ter feito primárias no PS em 2014
Uma pergunta da mesma natureza para Seguro. Foi afastado do PS em eleições primárias, já perdoou quem teve a ideia dessa forma de eleição? “Não porque essa pessoa fui eu próprio.”
“Quando as ideias resultam de convicções só temos de aceitar o resultado democrático”, acrescentou ainda sobre o episódio defendendo a “abertura” dos partidos.
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Familiar de Ventura com alguém do Bangladesh? "Amor pode acontecer em todo o lado, mas preferia que fosse uma portuguesa"
André Ventura questionado sobre como reagiria sobre se um familiar se apaixonasse por alguém do Bangladesh realça: “Respondo-lhe que o amor pode acontecer em todo o lado, mas preferia que fosse uma portuguesa.”
Ainda assim, sugere que aceitaria se as regras fossem cumpridas.
Aproveitando o minuto final, ainda acrescentou: “Marques Mendes hoje foi injusto porque lembro-me de muitos [comentários] injustos sobre mim.”
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Gouveia e Melo: "Nunca tive necessidade desobedecer a uma ordem por violar a minha consciência"
Na ronda de perguntas rápidas, em jeito de dilema, a questão para Gouveia e Melo foi: “Alguma vez desobedeceu a uma ordem hierárquica por razões de consciência?” A resposta do almirante foi a seguinte: “Não. Nunca tive necessidade disso. Porque nunca me deram nenhuma ordem que me obrigasse a violar a minha consciência.”
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Mendes sobre comentários televisivos: “Às pessoas para quem fui injusto, lamento”
Mendes é questionado sobre o comentário em televisão de que mais se arrepende. Diz que é “muito difícil, assim de repente”. “Se me der alguns minutos para pensar talvez”. Concorda que haverá momentos em que se pudesse voltar atrás faria diferente, e que seguramente terá sido injusto várias vezes, mas tentou acima de tudo ser independente. “Às pessoas para quem fui injusto, lamento”.
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"As alteração climáticas serão o fim da humanidade", afirma Humberto Correia
Humberto Correia quer trazer as alterações climáticas para o debate eleitoral. “As alteração climáticas serão o fim da humanidade”, afirma o candidato, referindo que será necessário plantar “500 mil hectares” de floresta, de acordo com uma “visão” que teve, para poder minimizar o impacto deste fenómeno.
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Catarina Martins lembra pilares de relatório escrito por Maria de Lourdes Pintasilgo
Catarina Martins propõe a perspetiva do “cuidar” e que, por exemplo, “não temos de escolher entre cuidar dos mais jovens ou dos mais velhos”.
“Temos de cuidar de uma economia para ser mais igual. Para cuidar da liberdade, temos de cuidar da imprensa, da cultura.”
Por fim, invoca Maria de Lourdes Pintasilgo e um relatório de que foi autora, no fim do século passado, onde elegeu dois pilares de ação política: “erradicar a pobreza e travar a degradação ambiental” que, segundo Catarina Martins, “continuam a ser os fundamentais”.
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Manuel João Vieira propõe botão individual para resolver problemas de portugueses
Intervém agora Manuel João Vieira. Faz mais uma intervenção satírica sobre um possível botão individual que resolveria quase todos os problemas dos portugueses.
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Seguro contraria Cotrim: "Nos últimos dez anos onde é que eu estive?"
Quando ouve Cotrim dizer que “está na política há décadas”, Seguro sorri e, depois, pede a palavra para lhe perguntar: “Nos últimos dez anos onde é que eu estive? Que cargo político tive?”.
“Mais rigor”, pede ao adversário que do lado de lá lhe responde: “Durante 20 anos da vida adulta esteve na vida política, fez um interregno e agora voltou”. Ao mesmo tempo Ventura vai atirando a Seguro que foi “corrido do PS”.
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Jorge Pinto destaca regionalização, violência doméstica, transição ecológica e energética e cultura (e ataca Cotrim)
Como temas para abordar na penúltima ronda, Jorge Pinto escolheu 4: regionalização, violência doméstica, transição ecológica e energética e cultura.
Quanto ao primeiro — um tema bandeira que tem marcado a campanha — diz ser “intolerável continuar por cumprir com esse imperativo”. Já a violência doméstica “tem de ser a prioridade do Presidente da Republica”, sublinha.
No que toca à transição ecológica e energética, identifica o primeiro como um “grande desafio, mas também uma grande oportunidade” e quanto ao segundo salienta que tornará o país “mais forte para resistir a ataques externos”.
Por último, desatacando o tema da cultura, o candidato mostrou-se supreendido por João Cotrim Figueiredo referir o mesmo tema, após ter tentado retirar a “linha do direito ao acesso à cultura” no processo de revisão constitucional.
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Cotrim aproveita temas que faltam para atacar 4 adversários
Cotrim de Figueiredo disse que nesta campanha falta falar de cultura e conhecimento e que “sem isso não vai haver a mudança que as pessoas querem”.
E aproveita para lançar farpas aos principais adversários: “Quem quer mudar não vai encontrar em Seguro ou Mendes que estão na política há décadas. Ou no Almirante cujas políticas não são conhecidas. Ou naqueles que chegando à segunda volta não a vão ganhar”, diz, referindo-se a Ventura. “Na segunda volta não tem hipótese”.