Momentos-chave
- António Filipe acusa Gouveia e Melo de defender prioridades do "rotativismo neoliberal"
- "Não serei nem uma marioneta do Governo, nem uma força de bloqueio"
- António Filipe espera que proposta laboral seja retirada. Como PR não ficará "a meio da ponte"
- "O seu modelo económico é o da estatização. Falhou em todo lado"
- "Não se percebe o que Gouveia e Melo pensa sobre coisa nenhuma"
- "O Governo tem de ter uma atitude mais negocial"
- António Filipe provoca: quer saber o que Gouveia e Melo pensa sobre o pacote laboral
- António Filipe: "Não aceito a ideia de que temos de ir morrer onde nos mandarem"
- "Não devemos ser uma quinta coluna dos interesses fascistas da Rússia atual"
- António Filipe: "Se alguém está nos antípodas de Putin sou eu, não é o senhor"
- "António Filipe chegou a dizer que Zelensky era apoiado por neonazis"
- António Filipe sobre Ucrânia: "Quem tem de chegar a acordo são eles, não vão pedir a minha opinião"
- Liderança PSD/CDS-PP/IL na Câmara de Lisboa acredita na viabilização do orçamento para 2026
- Presidente da República adia viagens a Espanha e ao Vaticano
- Presidência da República "está a avaliar" agenda de Marcelo. Visitas a a Madrid e ao Vaticano este mês por confirmar
- Marcelo deve ter alta "previsivelmente durante a manhã" desta quarta-feira
- "Vamos ter o Presidente a cumprir as suas funções até às próximas eleições presidenciais", garante Aguiar-Branco
- Luís Montenegro "leva um abraço do povo português" a Marcelo e duvida que Presidente da República consiga abrandar o ritmo
- Luís Montenegro e Aguiar Branco visitam Marcelo Rebelo de Sousa juntos às 14h
- Moedas mantém devolução dos 5% de IRS aos lisboetas e IMI a 0,3%
- Investimento público na Câmara de Lisboa vai crescer 30% em 2026
- Marcelo Rebelo de Sousa lamenta morte de Constança Cunha e Sá, uma "mulher de grande caráter"
- Primeiro-ministro tenciona visitar hoje o Presidente da República
- Aguiar-Branco visita Presidente da República ao início da tarde
Histórico de atualizações
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Fica por aqui a cobertura da atualidade política desta terça-feira. Pode continuar a acompanhar tudo o que de novo se passa esta quarta-feira, dia em que Marcelo Rebelo de Sousa deverá ter alta do Hospital de São João, onde se encontra internado depois de ter submetido a uma cirurgia urgente. Aceda a esta novo liveblog.
Fique connosco!
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Primo de Ventura, bisneto de um general espírita e descendente de italianos. O que conta a árvore genealógica de Gouveia e Melo
Nas ligações familiares do candidato presidencial, há um futebolista famoso, dois adversários políticos e um pioneiro do espiritismo. Uma investigação Observador e Associação Portuguesa de Genealogia.
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As notas dos debates. Ucrânia (e Cuba e Venezuela) derrota António Filipe no confronto com Gouveia e Melo
Fora o desejo de rápida recuperação ao homem que querem substituir no cargo, divergiram em tudo. António Filipe manteve a posição do PCP sobre a Ucrânia e Gouveia e Melo foi mais longe na lei laboral.
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Gouveia e Melo atacou António Filipe com Ucrânia e Fidel. De volta recebeu críticas às "banalidades" que defende
Num debate vivo, Gouveia e Melo lembrou posições mais polémicas do PCP. António Filipe acusou o almirante de não ter posições definidas para conquistar desencantados de Seguro e Mendes.
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António Filipe acusa Gouveia e Melo de defender prioridades do "rotativismo neoliberal"
As prioridades de Gouveia e Melo são as do “rotativismo neoliberal”, atira, dizendo que a sua é que os portugueses sintam que o Presidente está ao seu lado e preza a Constituição. “As pessoas precisam de viver melhor”.
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"Não serei nem uma marioneta do Governo, nem uma força de bloqueio"
Responde Henrique Gouveia e Melo. “Parece-me que há margem negocial e é esse o processo que devo promover. Se for o caso, se for eleito Presidente, terei de fazer essa apreciação”.
“A minha preocupação é conseguir transformar este país. Temos muitos problemas. É preciso estabilidade para os resolver. Estarei sempre do lado da estabilidade”, diz, dando como exemplos de áreas prioritárias a Economia, a Educação, as pessoas mais velhas, os mais jovens.
“Farei tudo o que puder para incentivar a mudança.Mas farei com o Governo, não contra o Governo. Não serei nem uma marioneta do Governo, nem uma força de bloqueio”, diz.
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António Filipe espera que proposta laboral seja retirada. Como PR não ficará "a meio da ponte"
António Filipe diz esperar que a proposta do Governo seja retirada e que o PR não tenha de se pronunciar porque ela “já não exista”, pedindo respeito por quem trabalha.
“Esta proposta pretende baixar salários e rendimentos”, atira. Lembra que não é negociador e se for PR não deixará de apreciar o que lhe chegará e não ficará “a meio da ponte”.
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"O seu modelo económico é o da estatização. Falhou em todo lado"
Gouveia e Melo responde ao desafio de António Filipe, garantido que as suas posições são sobejamente conhecidos. “Quer trazer para o debate presidencial questões do foro legislativo e do foro partidário. Já agora, não quer debater aqui, passo a passo, a lei? O senhor está a interferir nas negociações”, diz.
“O seu modelo económico é o da estatização. Falhou em todo lado. Essa agora? Parece que o senhor já não é comunista. A minha posição é totalmente clara. A do senhor é que é ideológica”, atira.
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"Não se percebe o que Gouveia e Melo pensa sobre coisa nenhuma"
António Filipe diz que a lei laboral atual é “má e fragiliza muito a posição dos trabalhadores”. E diz que não se percebe o que Gouveia e Melo “pensa sobre coisa nenhuma”, porque “diz umas banalidades”.
Pergunta sobre questões concretas da proposta do Governo. “A minha posição tem sido claramente expressa, de Gouveia e Melo temos umas generalidades sobre este tema ou outro qualquer. Por muitas tentativas continuamos a não perceber. Procura explorar o facto de os eleitores do PS não se identificarem muito com Seguro e os de PSD com Marques Mendes”, dispara.
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"O Governo tem de ter uma atitude mais negocial"
O almirante fala agora sobre a reforma laboral proposta pelo Governo. “O Presidente deve intervir no sentido de ajudar a moderar as posições e a encontrar um consenso entre o Estado, os trabalhadores e os empregadores”, diz.
“Devemos ter uma economia que é pujante, essa economia deve ser liberta de alguns entraves. Por outro lado, uma economia sem coesão social vai destruir a própria sociedade. Deviam encontrar-se mecanismo na concertação social para promover uma economia nova e preservar o núcleo verdadeiro dos direitos dos trabalhadores”, argumenta. “Acredito que é possível fazer esse novo contrato social.”
Para Henrique Gouveia e Melo, “o Governo tem de ter uma atitude mais negocial”. “Temos de encontrar o tal equilíbrio: um novo contrato social, um Estado mais eficiente e um país também mais seguro.”
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António Filipe provoca: quer saber o que Gouveia e Melo pensa sobre o pacote laboral
António Filipe diz que o direito internacional deve ser respeitado, assim como os interesses da comunidade de portugueses na Venezuela. É importante que sejam reestabelecidas as ligações aéreas.
E provoca: quer saber o que Gouveia e Melo pensa sobre a greve geral e a lei laboral.
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Gouveia e Melo sobre situação na Venezuela: "É a lei do mais forte. E isso é perigoso."
Intervém Henrique Gouveia e Melo. “O artigo 5.º não é um artigo ofensivo. É um artigo defensivo”.
Agora, fala sobre a situação da comunidade portuguesa na Venezuela. “É um assunto da mais elevada importância. É extremamente preocupante. Decorre deste novo tempo que foi iniciado pela invasão da Ucrânia pela força. É a diplomacia da força”, lamenta. “É a lei do mais forte. E isso é perigoso.”
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António Filipe: "Não aceito a ideia de que temos de ir morrer onde nos mandarem"
António Filipe responde que teve “muita honra” em acompanhar Marcelo a Cuba. “Temos relações diplomáticas que nunca se quebraram, um PR não pode referir-se assim a quem tem a importância que Fidel Castro teve”.
Nota uma “ânsia para atacar por via do anticomunismo” e colocar pelo meio em causa as relações diplomáticas de Portugal e Cuba, ataca.
“Também lhe posso perguntar qual é o seu modelo, se é um país capitalista qualquer como o Haiti”, atira, dizendo que um PR deve ter uma postura de Estado. Gouveia e Melo responde que quer um modelo de social democracia. António Filipe frisa que o PCP abandonou a ideia de uma ditadura do protelariado antes do 25 de Abril. “Começou por dizer que queria que os debates fossem sobre coisas importantes…”.
António Filipe ainda reclama por não haver mais perguntas “sobre Portugal”. Depois defende que o PR deve ter uma “voz própria” e diz não aceitar a ideia de que “temos de ir morrer onde nos mandarem”. Dentro da NATO tem havido opiniões diversas, frisa. “Se nos tivessem mandado ir morrer para o Iraque tínhamos ido morrer para o Iraque?”.
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"Não devemos ser uma quinta coluna dos interesses fascistas da Rússia atual"
Responde Henrique Gouveia e Melo. “A paz com capitulação não é uma paz. É a imposição da vontade do outro. Não vai haver nenhuma guerra nuclear, nem nenhuma guerra até ao último ucraniano. Não devemos ser uma quinta coluna dos interesses fascistas da Rússia atual. Isso é diplomacia da força.”
A seguir, o almirante diz que Portugal está obrigado a cumprir os tratados, nomeadamente o da NATO, para contextualizar a sua afirmação sobre a necessidade de jovens a ter de defender outros territórios.
“O senhor tem uma conceção da sociedade da ditadura do proletariado. O senhor anda a defender o património do Fidel Castro”, atira, referindo-se a uma entrevista de António Filipe ao Observador.
António Filipe: “É simplista e errado qualificar Fidel como ditador”
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António Filipe: "Se alguém está nos antípodas de Putin sou eu, não é o senhor"
António Filipe reage irritado às acusações de Gouveia e Melo: “Não está mais longe de Putin do que eu. Se alguém está nos antípodas sou eu, não é o senhor”.
“Não fui eu que disse que os jovens portugueses deviam morrer onde a NATO mandasse”, dispara ainda, criticando a “narrativa” de Gouveia e Melo, dizendo que o apoio de neonazis a Zelensky é um “facto”.
Argumenta que a arquitetura da paz na Europa ruiu e que diz há muito que quanto mais cedo se encontrar uma solução de paz para a Ucrânia, melhor; e que é isso que é ser “solidário” com o país. “O que é que não perceberam os que queriam guerra até ao fim?”.
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"António Filipe chegou a dizer que Zelensky era apoiado por neonazis"
Retoma Henrique Gouveia e Melo. É desafiado a falar sobre a questão da Ucrânia e o plano de paz para o conflito no leste.
“São negociações importantes. De forma cândida, António Filipe diz que não tem nada a ver com isso. É preciso ter uma posição. António Filipe chegou a dizer que Zelensky era apoiado por neonazis. Acho que se enganou em quem invadiu quem”, atira Henrique Gouveia e Melo.
“Continua acreditar que Zelensky é apoiado por fascistas e neonazis e que o grande democrata é Putin? Portanto, agora temos de capitular perante o senhor Putin?”, insiste.
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António Filipe sobre Ucrânia: "Quem tem de chegar a acordo são eles, não vão pedir a minha opinião"
António Filipe deseja o reestabelecimento de Marcelo Rebelo de Sousa e deixa também as condolências à TVI pela
“Eu creio que a Constituição resolve isto”, frisa sobre Marcelo, lembrando que a lei fundamental prevê que a substituição não se coloque a não ser que o Presidente tenha uma situação de saúde grave em que precise de pedir a substituição ou haja uma morte súbita. No caso, nada disso se coloca.
É depois questionado sobre a Ucrânia e se deseja que a solução gerida pelos EUA, ainda que ignorando as pretensões europeias, se concretize. O candidato vai protestando. “Não me vão pedir a minha opinião. Quem vai ter de decidir vão ser os ucranianos e russos, espero é que rapidamente cheguem a acordo que ponha termo à guerra”.
“Já é muito tarde, morreu muita gente, perderam-se oportunidades pelo caminho”, diz, rejeitando “estados de alma” sobre o assunto. “Quem tem de chegar a acordo são as partes envolvidas, não sou eu”. “A guerra é sempre má e a paz é sempre boa. É desejável que seja uma solução duradoura”, frisa.
“Espero que cheguem agora a acordo, seja lá como for, mas tem de ser entre eles”.
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Gouveia e Melo sobre Marcelo: "Deus queira que recupere rapidamente"
Arranca Henrique Gouveia e Melo. A primeira pergunta é sobre Marcelo Rebelo de Sousa e o estado de saúde de um Chefe de Estado. É desafiado a dizer se se deve ou não considerar a substituição de um Presidente da República nestas circunstâncias.
“Considero que se deve cumprir a Lei. Desejo uma rápida recuperação. Deus queira que recupere rapidamente”, diz o almirante na reserva. Henrique Gouveia e Melo afasta a hipótese de substituição de um Presidente nestas circunstâncias.
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Os debates para as presidenciais continuam esta noite com António Filipe e Henrique Gouveia e Melo frente a frente. Acompanhe aqui.
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PS na Câmara de Lisboa critica proposta de orçamento para 2026 enquanto Chega ainda avalia
O PS na Câmara de Lisboa considera que a proposta de orçamento municipal para 2026, apresentada hoje pela liderança PSD/CDS-PP/IL, falha nas prioridades essenciais da cidade, enquanto o Chega defende que “ainda é muito prematuro” pronunciar-se sobre o documento.
Para a vereação do PS, liderada pela socialista Alexandra Leitão, “apesar de o anúncio de apregoar ‘mais despesa’, este orçamento não responde às necessidades urgentes da cidade no setor da habitação”, considerando que “reduz a capacidade de investimento público em casas municipais num momento em que milhares de famílias aguardam soluções dignas”.