Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, obrigada por ter estado connosco ao longo do dia de ontem. Continuamos a seguir a guerra na Ucrânia neste novo artigo em direto.

    Trump acredita que a Ucrânia poderá ser “esmagada em breve” e que serão os EUA a salvar o país

  • Porta-voz do Governo ucraniano diz que se irão realizar "mais encontros" com aliados. Anúncio pode ser feito esta semana

    O porta-voz do Governo ucraniano, Heorhii Tykhyi, prometeu que está na calha a realização de mais encontros como os realizados em Londres e em Paris com os aliados europeus e dos Estados Unidos.

    “Viram algumas das reuniões em Londres e Paris, onde se trabalhou com os americanos e os europeus. Estamos confiantes de que este formato irá continuar. Haverá mais reuniões como estas. Alguns estão já em fase de planeamento”, disse o porta-voz numa transmissão em direto na rede social X, citada pelo Ukrinform.

    Tykhyi respondia a perguntas dos utilizadores da rede, mostrando ainda que um anúncio sobre novos encontros pode ser feito ainda “esta semana”.

  • "Outra tentativa de manipulação", diz Zelensky sobre cessar-fogo russo de três dias

    Volodymyr Zelensky denunciou o cessar-fogo anunciado por Vladimir Putin como “outra tentativa de manipulação” do Presidente russo, que quer “silêncio para o seu desfile”, referindo-se às celebrações da vitória na Segunda Guerra Mundial que terão lugar em Moscovo no dia 9 de maio — dia que calha no intervalo de três dias da trégua.

    “Valorizamos vidas humanas, não desfiles. É por isso que acreditamos e o mundo acredita que não há razão para esperar até 8 de maio”, acusou o Presidente ucraniano na rede social X.

    “O cessar-fogo não deve ser apenas por alguns dias, para depois voltar a matar. Tem de ser imediato, total e incondicional – durante pelo menos 30 dias para assegurar que é seguro e garantido. Esta é a base que pode conduzir a uma verdadeira diplomacia”, acrescentou.

  • ONU sobre cessar-fogo de três dias: "Queremos o fim da guerra"

    O porta-voz das Nações Unidas, Stéphane Dujarric, afirmaram que queriam “um fim à guerra”, respondendo a uma pergunta do Ukrinform sobre o cessar-fogo de três dias proposto pela Rússia.

    “A nossa posição mantém-se inalterada”, sublinhou Dujarric, que disse ainda que este fim da guerra “deve ser baseada em princípios, coerente e firmemente fundamentada na Carta das Nações Unidas, no direito internacional e em todas as resoluções pertinentes”.

  • Novo chanceler alemão prometeu continuar a apoiar a Ucrânia

    Friedrich Merz apelou ainda aos seus concidadãos para continuarem a apoiar a Ucrânia face à guerra russa, dizendo que a paz e a liberdade na própria Alemanha também estão em causa.

    “A luta da Ucrânia contra a agressão russa é também uma luta para manter a paz e a liberdade no nosso país”, disse o conservador na sua intervenção, acrescentando que a ofensiva de Moscovo “ataca a ordem política do continente europeu como um todo”.

    Merz prometeu continuar a apoiar a Ucrânia para preservar a paz na Alemanha e revelou parte do seu Governo, incluindo um ministro dos Negócios Estrangeiros, Johann Wadephul, que é altamente crítico do Kremlin.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia questiona proposta de cessar-fogo russo: "Porquê esperar até 8 de maio"?

    Da Ucrânia, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Andrii Sybiha, reagiu ao cessar-fogo anunciado pelo Presidente da Rússia, Vladimir Putin, que entrará em vigor a 8 de maio.

    “Se a Rússia quer verdadeiramente a paz, deve aceitar um cessar-fogo imediatamente”, notou o chefe da diplomacia da Ucrânia no X.

    O diplomata insistiu que a Ucrânia “continua a apoiar um cessar-fogo duradoura, durável e total”. “E é que estamos a constantemente a propor, pelo menos por 30 dias.”

  • Trump recusa cessar-fogo temporário e insiste em trégua permanente na Ucrânia

    A Casa Branca insistiu esta segunda-feira que o Presidente dos EUA, Donald Trump, quer um cessar-fogo permanente na Ucrânia e não apenas uma trégua temporária como a que foi anunciada pela Rússia.

    “O Presidente deixou claro que quer um cessar-fogo permanente”, assegurou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.

    “Embora continue otimista de que pode chegar a um acordo, ele também é realista. Ambos os líderes devem sentar-se à mesa das negociações para sair deste impasse”, acrescentou a porta-voz, referindo-se ao Presidente norte-americano e ao seu homólogo russo, Vladimir Putin.

  • Putin anuncia cessar-fogo entre 8 e 11 de maio

    O Presidente russo, Vladimir Putin, anunciou um cessar-fogo entre o dia 8 e a meia noite do dia 11 de maio, a propósito do 80.º aniversário do Dia da Vitória, que assinala o dia em que a Alemanha nazi se rendeu às tropas soviéticas na Segunda Guerra Mundial. O Kremlin garantiu que todas as operações militares vão cessar, segundo noticiou a Ria Novosti.

    A Ria escreve que o Kremlin aconselha a Ucrânia a seguir o “exemplo” russo. Caso Kiev viole o cessar-fogo, as tropas russas vão responder de forma “adequada”, avisam.

  • Lavrov diz que Crimeia e as quatro regiões anexadas em 2022 são imperativas para a Rússia

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia sublinhou que o reconhecimento internacional da Crimeia — anexada em 2014 — e das regiões de Lugansk, Donetsk, Kherson e Zaporíjia — anexadas em 2022 — é imperativo para um eventual acordo para pôr fim à guerra.

    Em entrevista ao jornal Globo, Sergei Lavrov disse que todos os compromissos que forem assumidos por Kiev “devem ser legalmente vinculativos.” Segundo o ministro, também estão na agenda tópicos como a desmilitarização e desnazificação da Ucrânia, o levantamento das sanções, ações judiciais e mandados de prisão, bem como a devolução de ativos russos congelados no Ocidente.

    Lavrov disse ainda que a Rússia continua aberta às negociações. “Mas a bola não está do nosso lado. Até agora, Kiev não demonstrou sua capacidade de negociação”, afirmou.

  • Rússia destrói 115 drones ucranianos em quatro regiões

    O Ministério da Defesa russo disse hoje que foram eliminados 115 drones ucranianos em quatro regiões: Bryansk, Kursk, Crimeia e Belgorod.

  • Kremlin espera sinal da Ucrânia sobre negociações

    O porta-voz do Kremlin disse ainda que espera da Ucrânia uma sinal de que o país está pronto para negociações. “Deve vir de Kiev. Deveriam pelo menos tomar alguma iniciativa quanto a isto”, afirmou.

    Citado pela agência Tass, Dmitry Peskov sublinhou que até agora a Rússia não viu nenhuma ação da Ucrânia que apontasse para a disponibilidade de negociar.

  • Kremlin admite prestar apoio militar à Coreia do Norte se for "necessário"

    O porta-voz do Kremlin garantiu que, “se for necessário”, a Rússia está disponível para prestar apoio militar à Coreia do Norte.

    “Temos um acordo em vigor e, sob este acordo, as partes comprometem-se de facto a fornecer assistência imediata uma à outra, se necessário”, lembrou, segundo a agência Ria Novosti.

    Dmitry Peskov falava na conferência de imprensa habitual, num dia em que o líder da Coreia do Norte admitiu pela primeira vez que foram enviados soldados para combater ao lado da Rússia na região de Kursk. Peskov sublinhou que esse apoio mostrou a eficácia do acordo firmado com Pyongyang.

  • Ex-Presidente ucraniano Yanukovych condenado à revelia a mais 15 anos de prisão

    Viktor Yanukovych, ex-Presidente ucraniano que fugiu para a Rússia após os protestos Maidan, foi condenado num julgamento realizado à revelia a mais 15 anos de prisão por incentivar a deserção e organizar cruzamentos ilegais da fronteira. A e a organização notícia é avançada pelo Kyiv Independent.

    É a segunda condenação de Yanukovych por um tribunal ucraniano. Em 2019, o ex-Presidente já tinha sido sentenciado a 13 anos de prisão.

  • Coreia do Sul: envio de tropas de Kim Jong-un para Rússia é "ato criminoso"

    A Coreia do Sul já reagiu à confirmação do líder norte-coreano sobre o envio de soldados para auxiliar na defesa da região russa de Kursk. “É a admissão de um ato criminoso”, sublinhou o ministro da Unificação Nacional.

    Hong Min defendeu que apoiar a Rússia com soldados sul-coreanos é “desumano e imoral.”

  • Putin agradece à Coreia do Norte o envio de tropas para Kursk

    O Presidente russo deixou um agradecimento à Coreia do Norte e ao “camarada” Kim Jong-un pelo apoio para combater as operações ucranianas na região de Kursk. “Os nossos amigos norte-coreanos agiram com base no sentido de solidariedade, justiça e camaradagem genuína”, sublinhou Vladimir Putin num comunicado citado pela agência estatal Tass.

    “Louvamos o heroísmo dos soldados norte-coreanos, o seu excelente treino e a dedicação demonstrada durante os combates lado a lado com os soldados russos para defender a nossa pátria como se fosse sua”, acrescentou. O líder russo disse ainda que cumpriram o seu dever com “honra”, garantindo assim “glória eterna.”

    O Kremlin diz que as ações militares para recuperar o território russo em Kursk terminaram a 26 de abril, declarações que a Ucrânia rejeita. Uma brigada das Forças Especiais ucraniana disse ainda ontem que foram conduzidas operações na região no dia 27 e que foram capturados dois soldados russos.

  • Guerra na Ucrânia é um dos temas discutidos na reunião dos BRICS esta segunda-feira

    Os ministros dos Negócios Estrangeiros do BRICS reúnem-se a partir desta segunda-feira no Rio de Janeiro e o primeiro dia será marcado por conversas sobre a reforma das instituições internacionais e guerras regionais.

    Neste primeiro dia de reuniões, os onze ministros vão abordar o papel do grupo de países emergentes perante os desafios globais e as crises geopolíticas que se vivem atualmente, como as guerras na Ucrânia e na Faixa de Gaza, explicou em conferência de imprensa o secretário de Assuntos Económicos e Financeiros do Ministério das Relações Exteriores, o embaixador Mauricio Carvalho Lyro.

    Sem mencionar o nome da Rússia, país que pertence aos BRICS, Mauricio Carvalho Lyro sublinhou existirem países dentro do grupo “direta ou indiretamente” envolvidos em conflitos.

  • Trump acredita que a Ucrânia está pronta para desistir da Crimeia

    O Presidente dos Estados, Donald Trump, disse acreditar que a Ucrânia está pronta para desistir de recuperar a península da Crimeia, ocupada pela Rússia desde 2014, com as negociações a entrarem numa “semana crucial”.

    Embora Kiev tenha até agora afastado a ideia de abandonar a península, que a Rússia anexou em 2014, o líder norte-americano disse no domingo que o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, poderia mudar de posição.

    “Acho que sim. A Crimeia foi há 12 anos”, disse Trump aos jornalistas durante uma viagem a Nova Jérsia, quando questionado se achava que Zelensky estava disposto a ceder o território para pôr um fim à invasão russa.

    Horas antes, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que um acordo de paz entre a Rússia e a Ucrânia está “mais próximo do que em qualquer outro momento nos últimos três anos, mas ainda não foi alcançado”.

  • Ucrânia diz que apoio prestado pelos EUA até agora não será incluído no acordo de minerais

    O primeiro-ministro ucraniano revelou que acordou com os EUA que a ajuda passada prestada por Washington não fará parte do acordo de minerais a assinar entre os dois países.

    “Chegámos a acordo para que o documento não conte a assistência providenciada antes da assinatura”, escreveu Denys Shmyhal na rede social Telegram no domingo, explicando que tiveram “bons progressos” nas discussões.

    Shmyhal acrescentou que a Ucrânia definiu claramente as suas linhas vermelhas: “O acordo deve obedecer às obrigações europeias e não contradizer a Constituição e legislação da Ucrânia.”

    Entrega de territórios e fim de sanções. Plano de Trump para a Ucrânia cede a pretensões russas

  • Coreia do Norte confirma pela primeira vez envio de tropas para lutar pela Rússia

    A Coreia do Norte declarou, pela primeira vez, que enviou tropas para a Rússia, para apoiar a ofensiva russa contra a Ucrânia, ao abrigo do tratado de parceria estratégica assinado com Moscovo em junho de 2024.

    A agência de notícias estatal norte-coreana KCNA disse que “subunidades das forças armadas” do país “participaram nas operações para libertar as áreas ocupadas de Kursk”, na sequência de uma ordem direta do líder Kim Jong-un.

    De acordo com a KCNA, o esforço de guerra dos soldados “foi concluído vitoriosamente”. “Aqueles que lutaram pela justiça são todos heróis e representantes da honra da pátria”, disse o líder norte-coreano, Kim Jong-un, citado pela agência.

    Kim justificou a participação militar como uma “missão sagrada” para fortalecer a amizade com a Rússia e defender a honra da Coreia do Norte

  • Bom dia,

    Abrimos este liveblog para continuar a acompanhar as últimas notícias sobre a guerra na Ucrânia.

    Pode recordar nesta ligação o que aconteceu durante o domingo.

    Próxima semana será decisiva para EUA decidirem se continuam envolvidos nos esforços de paz

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