Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Rei Carlos III reafirma apoio à Ucrânia e elogia esforços de Trump para encontrar a paz de vários conflitos
- Drone que voou sobre centro de Varsóvia não era de bielorrussos mas de um jovem ucraniano que será deportado
- Ataque russo a norte de Kharkiv faz um morto
- Zelensky anuncia novos pacotes de ajuda militar dos Estados Unidos que incluem mísseis de defesa aérea
- Zelensky diz que são necessários mais de 50 mil milhões de euros para financiar a guerra em 2026
- Índia reafirma parceria "especial e privilegiada" com Rússia e oferece contributo para a paz na Ucrânia
- Delegação polaca de alto nível visita Ucrânia para conhecer experiência do país no combate a drones russos
- Tropas russas em exercícios na Bielorússia não apresentaram ameaça à Ucrânia
- Dinamarca vai comprar armas de precisão de longo alcance face a ameaça russa
- Alemanha alerta que capitulação de Kiev pode levar a Rússia a outro alvo
- Agência de Energia Atómica denuncia ataques perto da central de Zaporíjia
- Presidente do Parlamento Europeu anuncia gabinete de representação permanente em Kiev
- Viúva de Navalny afirma que testes no estrangeiro "concluíram que Alexei foi envenenado"
- Presidente do Parlamento Europeu está em Kiev
- Uma pessoa morreu e outras 11 ficaram feridas em Kherson
- Zelensky diz que Rússia continua a "rejeitar a possibilidade de acabar com esta guerra"
- Rússia ataca região de Kirovohrad, no centro da Ucrânia
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O Rei Carlos III expressou firme apoio à Ucrânia num banquete com Donald Trump, destacando a união dos aliados europeus em dissuadir a agressão e promover a paz. Paralelamente, elogiou o Presidente dos Estados Unidos pelos seus esforços em resolver conflitos globais, visando assegurar a paz.
- O Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou a recepção dos dois primeiros pacotes de ajuda militar dos Estados Unidos, incluindo mísseis para os sistemas de defesa aérea Patriot e Himars, com um valor inicial de 500 milhões de dólares cada. A ajuda total destinada ao PURL eleva-se a 3,5 mil milhões de dólares. Adicionalmente, advertiu ser necessário mais de 50 mil milhões de euros para financiar a guerra em 2026, enfatizando que parte deste montante deverá ser assegurado pelo orçamento ucraniano.
- Um drone detetado em Varsóvia foi inicialmente atribuído a cidadãos bielorrussos, mas investigações revelaram que era controlado por um jovem ucraniano de 21 anos, que será deportado após pagar uma multa. A investigação não encontrou indícios de espionagem, e a jovem bielorrussa detida como testemunha foi libertada.
- Um ataque russo em Slatyne, ao norte de Kharkiv, resultou na morte de um homem de 73 anos e provocou incêndios numa garagem e áreas de vegetação, conforme informado pelo presidente da câmara da vila vizinha, Derhatchi.
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Bom dia.
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No entanto, pode continuar a acompanhar os mais recentes acontecimentos em torno da guerra na Ucrânia neste outro liveblog.
Trump diz que EUA vão ajudar a “garantir a paz” na Ucrânia se a guerra chegar ao fim
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Rei Carlos III reafirma apoio à Ucrânia e elogia esforços de Trump para encontrar a paz de vários conflitos
O Rei Carlos III garantiu o apoio da Europa à Ucrânia esta noite, durante o banquete oferecido a Donald Trump no castelo de Windsor. “À medida que a tirania volta a ameaçar a Europa, nós e os nossos aliados permanecemos unidos em apoio à Ucrânia, para dissuadir a agressão e garantir a paz”, disse o monarca. E logo a seguir elogiou o Presidente dos Estados Unidos da América pelo “empenho pessoal em encontrar soluções para alguns dos conflitos mais difíceis do mundo, de forma a assegurar a paz.”
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UE atenta a “potenciais ameaças à segurança” em torno de exercício militar ZAPAD-2025
A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, advertiu hoje a Rússia e a Bielorrússia de que se manterá “atenta a quaisquer potenciais ameaças à segurança derivadas do exercício militar estratégico conjunto ZAPAD-2025”.
“À luz da atual guerra de agressão da Rússia à Ucrânia, e na sequência da repetida violação do espaço aéreo dos nossos Estados-membros por drones russos, um exercício como o ZAPAD-2025 não demonstra um compromisso com a contenção e a paz”, sustentou a alta Representante da União Europeia (UE) para a Política Externa e de Segurança num comunicado.
Sublinhando que “a UE tem acompanhado de perto” o exercício, realizado “pela primeira vez desde o início da guerra de agressão da Rússia à Ucrânia, a 24 de fevereiro de 2022”, Kallas afirmou esperar “que a Rússia e a Bielorrússia cumpram plenamente os seus compromissos internacionais, nomeadamente o Documento de Viena de 2011 da OSCE (Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa).
A responsável da UE vincou igualmente que “a participação militar de outros países no ZAPAD-2025, no contexto da guerra da Rússia na Ucrânia, incluindo a partir do território da Bielorrússia, é uma questão de grande preocupação de segurança para a UE”, razão pela qual esta se “manterá atenta a quaisquer potenciais ameaças de segurança”.
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Drone que voou sobre centro de Varsóvia não era de bielorrussos mas de um jovem ucraniano que será deportado
Depois do Serviço de Proteção do Estado da Polónia ter “neutralizado” um drone no centro de Varsóvia na segunda-feira, um jovem ucraniano de 21 anos que pilotava o dispositivo será deportado do país, depois de pagar uma multa de cerca de 940 euros.
O drone tinha sido detetado esta segunda-feira pelo serviço, que serve de segurança para os órgãos do estado. Terá voado por cima de uma zona com vários edifícios ligados ao governo e mesmo o Palácio Belweder, que tem sido a residência do Presidente polaco, Karol Nawrocki.
Inicialmente, como tinham dito as autoridades e o primeiro-ministro da Polónia, Donald Tusk, os detidos tinham sido descritos como “cidadãos bielorrussos”.
Porém, numa atualização desta terça-feira citada pelo órgão noticioso Onet, os investigadores revelaram que os detidos eram um homem ucraniano de 21 anos e uma jovem bielorrussa de 17 anos.
O ucraniano estaria a pilotar o dispositivo, tendo sido acusado sob a lei de aviação por voar o drone numa zona de exclusão aérea. Depois de ser deportado, lê-se, o jovem será proibido de entrar na Polónia e no Espaço Schengen durante cinco anos, explica a TVP World. A jovem bielorrussa, por sua vez, foi tratada como uma testemunha e libertada.
De acordo com a televisão polaca, a Agência de Segurança Interna da Polónia examinou os telemóveis dos dois e concluiu não haver quaiquer provas que se tratava de um caso de espionagem externa.
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Ataque russo a norte de Kharkiv faz um morto
As forças russas realizaram, esta quarta-feira, um ataque na vila de Slatyne, a norte de Kharkiv, provocando a morte de um homem de 73 anos, informou o presidente da câmara da vila vizinha Derhatchi, Viatcheslav Zadorenko, no Telegram.
Segundo o autarca, a vítima encontrava-se no pátio da sua casa no momento da explosão. Os ataques provocaram, ainda, incêndios numa garagem e em áreas de vegetação.
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Zelensky anuncia novos pacotes de ajuda militar dos Estados Unidos que incluem mísseis de defesa aérea
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, revelou esta quarta-feira que os dois primeiros pacotes de ajuda militar dos Estados Unidos no âmbito do PURL (Lista de Requisitos Prioritários da Ucrânia, em português), irão incluir mísseis para os sistemas de defesa aérea Patriot e Himars.
Em conferência de imprensa após uma reunião com a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, Zelensky explicou que a Ucrânia já recebeu 2 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros) destinados ao PURL e que em outubro deverá receber fundos adicionais, elevando o valor total para 3,5 mil milhões de dólares. (2,9 mil milhões de euros).
Segundo o chefe de Estado ucraniano, cada um dos primeiros dois pacotes tem um valor de 500 milhões de dólares (cerca de 421 milhões de euros).
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Zelensky diz que são necessários mais de 50 mil milhões de euros para financiar a guerra em 2026
O Presidente ucraniano advertiu esta quinta-feira que serão necessários mais de 50 mil milhões de euros para financiar a guerra em 2026, montante que, afirmou, terá de sair do próprio Orçamento do Estado.
Em declarações aos meios de comunicação, num ato que contou com a presença de Roberta Metsola, presidente do Parlamento Europeu, Volodymyr Zelensky estimou em 120 mil milhões de dólares (101 mil milhões de euros) o custo anual da guerra, metade dos quais suportados pelo orçamento ucraniano.
“Temos de encontrar outros 60 mil milhões [de dólares, cerca de 50,1 mil milhões de euros] no próximo ano”, disse.
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Índia reafirma parceria "especial e privilegiada" com Rússia e oferece contributo para a paz na Ucrânia
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, afirmou esta quarta-feira que a Índia está empenhada em reforçar a sua parceria “especial e privilegiada” com a Rússia e manifestou disponibilidade para contribuir para uma solução pacífica na Ucrânia.
As declarações foram feitas na rede social X após uma conversa por telefone com o Presidente russo, Vladimir Putin, que felicitou Modi pelo seu 75.º aniversário. “Obrigado, meu amigo, Presidente Putin, pela chamada e pelas calorosos desejos. Estamos comprometidos em fortalecer ainda mais a nossa parceria estratégica especial e privilegiada”, escreveu Modi.
Thank you, my friend, President Putin, for your phone call and warm wishes on my 75th birthday. We are committed to further strengthening our Special and Privileged Strategic Partnership. India is ready to make all possible contributions towards a peaceful resolution of the…
— Narendra Modi (@narendramodi) September 17, 2025
O líder indiano acrescentou que o seu país “está pronto para dar todos os contributos possíveis para a resolução pacífica do conflito na Ucrânia”.
Modi, no cargo desde 2014 e atualmente no seu terceiro mandato consecutivo, visitou a Rússia sete vezes, a última em outubro de 2024. No início de setembro, os dois líderes reuniram-se na China, ocasião em que Modi sublinhou que a Índia e a Rússia “sempre avançaram juntas, mesmo nas circunstâncias mais difíceis”.
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"Putin só entende uma única línguagem: a força"
“Wake up and smell the coffee”. Mónica Dias defende que a “força” é a única forma de negociar com Moscovo. Relações comerciais azedam e “nunca a Europa falou de forma tão dura” com Israel.
Ouça aqui o episódio na íntegra.
https://observador.pt/programas/gabinete-de-guerra/putin-so-entende-uma-unica-linguagem-a-forca/
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Delegação polaca de alto nível visita Ucrânia para conhecer experiência do país no combate a drones russos
Uma delegação polaca de alto nível deverá chegar esta semana à Ucrânia para conhecer a experiência do país no combate a drones russos, anunciou esta quarta-feira, Heorhii Tykhyi, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano, citado pelo Ukrainska Pravda.
Segundo Tykhyi, a visita foi acordada na semana passada, durante o encontro entre o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andrii Sybiha, e o seu homólogo polaco, Radosław Sikorski.
O porta-voz sublinhou que, por razões de segurança, não serão revelados pormenores sobre a agenda. Indicou, no entanto, que a viagem contará com representantes de alto nível.
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Tropas russas em exercícios na Bielorússia não apresentaram ameaça à Ucrânia
Os exercícios militares Zapad, que contaram com a presença de soldados russos na Bielorússia, entre 12 e 16 de setembro, não apresentaram uma ameaça à Ucrânia.
“Felizmente, durante a fase ativa dos exercícios, nenhuma atividade ou provocação foi observada na direção da fronteira ucraniana. Os locais de treino estavam localizados no interior do território bielorrusso”, disse Andrii Demchenko, porta-voz do serviço de Fronteiras da Ucrânia, de acordo com a Ukrinform.
O lado ucraniano tinha-se preparado para vários cenários, incluindo potenciais provocações informativas ou militares, disse o porta-voz. As unidades militares russas começaram a reduzir a sua presença na Bielorússia, desde o fim do exercícios Zapad.
“Esperamos que eles realmente partam para a Rússia e não criem ameaças adicionais à Ucrânia”, disse Demchenko.
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Dinamarca vai comprar armas de precisão de longo alcance face a ameaça russa
O Governo dinamarquês anunciou hoje que vai comprar, pela primeira vez, armas de precisão de longo alcance para fortalecer a dissuasão face à ameaça da Rússia, cuja coação pesará sobre a Europa por um longo período.
“A Rússia representará uma ameaça à Dinamarca e à Europa por muitos anos”, disse a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, numa conferência de imprensa em Copenhaga.
Copenhaga vai comprar, designadamente, drones e mísseis que alguns dos seus aliados na NATO “possuem ou estão em vias de adquirir”, precisou o ministro da Defesa dinamarquês, Troels Lund Poulsen. O tipo de armas ainda não foi determinado.
“Com essas armas, a defesa dinamarquesa poderá atingir alvos a longas distâncias e, por exemplo, neutralizar ameaças de mísseis inimigos”, acrescentou a primeira-ministra.
Frederiksen evocou a possibilidade de “neutralizar as rampas de lançamento de mísseis e as infraestruturas destinadas a aviões e drones”.
“Trata-se de uma mudança de paradigma na política de defesa dinamarquesa”, frisou a chefe do Governo de Copenhaga.
O anúncio deve contribuir para a ambição da NATO de que a Europa possa defender-se até 2030, o mais tardar, sublinhou o ministro dos Negócios Estrangeiros dinamarquês, Lars Lokke Rasmussen.
Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, o rearmamento tem sido uma prioridade do Governo da social-democrata Mette Frederiksen.
Na semana passada, Copenhaga anunciou a aquisição de oito sistemas de defesa antiaérea de longo e médio alcance a fabricantes europeus.
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Alemanha alerta que capitulação de Kiev pode levar a Rússia a outro alvo
O chanceler alemão alertou hoje que a capitulação da Ucrânia poderá levar o Presidente russo, Vladimir Putin, a procurar um próximo alvo, manifestando receio de que a guerra se possa arrastar por muito tempo.
Ao discursar perante a câmara baixa do parlamento alemão (Bundestag), no debate geral sobre o orçamento de 2025, Friedrich Merz sublinhou que “uma paz ditada [pela Rússia], uma paz sem liberdade, uma capitulação apenas encorajará Putin a procurar o próximo alvo”, acrescentando que se viu o quanto é possível isto acontecer concretamente através da violação do espaço aéreo polaco e romeno nos últimos dias” pelos russos.
“Queremos que esta guerra termine, mas, ao mesmo tempo, tememos que se possa arrastar por muito tempo. No entanto, terminá-la à custa da soberania política e da integridade territorial da Ucrânia é algo que, como conselheiros e apoiantes da Ucrânia, não podemos sequer considerar”, acrescentou o líder alemão.
Merz disse que “Putin há tempos testa os limites ao sabotar, ao espiar, ao assassinar e ao tentar semear a incerteza”.
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Agência de Energia Atómica denuncia ataques perto da central de Zaporíjia
Rafel Grossi, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA), denuncia ataques feitos perto da central nuclear de Zaporíjia.
“Ainda que não haja relatos de ferimentos ou danos em equipamentos, o incidente sublinha mais uma vez os perigos constantes da segurança nuclear”, diz Grossi, em comunicado.
O incidente em causa terá causado incêndios, mas que foram controlados.
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Presidente do Parlamento Europeu anuncia gabinete de representação permanente em Kiev
Roberta Metsola esteve no parlamento da Ucrânia, onde anunciou que vai ser aberto um “gabinete de representação permanente do Parlamento Europeu aqui em Kiev, para estarmos presentes no terreno, a trabalhar ao vosso lado todos os dias”. “Este é o nosso compromisso para convosco e vamos mantê-lo.”
“Estamos aqui convosco e estamos aqui para ficar”, declarou.
Durante a intervenção, Metsola diz que “nada pode, deve ou será decidido sobre a Ucrânia sem a Ucrânia”.
“Temos de ser claros em relação a que tipo de paz queremos”, diz Metsola. “A nossa posição é clara: a paz deve ser permanente e tem de ser baseada em justiça e dignidade. Uma paz que respeita a soberania da Ucrânia e a independência. “
Antes das declarações no parlamento ucraniano, Metsola prestou homenagem em Kiev aos ucranianos que morreram durante a guerra.
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Viúva de Navalny afirma que testes no estrangeiro "concluíram que Alexei foi envenenado"
Yulia Navalnaya, a viúva de Alexei Navalny, afirma que conseguiram “transferir materiais biológicos” do opositor russo para “o estrangeiro”.
Nalvanaya diz que foram feitos testes em laboratórios “de dois países diferentes”. “Estes laboratórios, independentes um do outro, concluíram que Alexei foi envenenado”, escreve na rede social X.
“Estes resultados têm importância pública e devem ser publicados. Merecemos todos saber a verdade”, diz. Navalny morreu em fevereiro de 2024, aos 47 anos, quando estava detido numa prisão russa.
We managed to transfer Alexei’s biological materials abroad. Laboratories in two different countries conducted examinations. These laboratories, independently of each other, concluded that Alexei was poisoned. These results are of public importance and must be published. We all… pic.twitter.com/Sp8w1322gY
— Yulia Navalnaya (@yulia_navalnaya) September 17, 2025
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Presidente do Parlamento Europeu está em Kiev
Roberta Metsola, a presidente do Parlamento Europeu, está hoje em Kiev, a capital da Ucrânia.
Na rede social X, Metsola afirma que está de visita à Ucrânia no dia em que se assinalam 1300 dias desde o início do conflito. A visita de Metsola quer expressar uma mensagem de “apoio continuado e inabalável” da Europa à Ucrânia.
Metsola vai ter reuniões com Zelensky e também com a primeira-ministra Yulia Svyrydenko. Durante a visita, Metsola também deverá falar no parlamento ucraniano.
Next stop: Kyiv ???????????????? pic.twitter.com/GwlMDM9SoB
— Roberta Metsola (@EP_President) September 17, 2025
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Uma pessoa morreu e outras 11 ficaram feridas em Kherson
Uma pessoa morreu e outras 11 ficaram feridas em Kherson na sequência de ataques russos.
Segundo a administração regional, foram atacadas várias localidades de Kherson, com as autoridades locais a indicar que “as forças armadas russas atacaram infraestruturas críticas e sociais” e também bairros residenciais.
Foram danificados nove edifícios de vários andares e 17 casas particulares. As forças russas também destruíram edifícios agrícolas, garagens particulares e automóveis.
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Zelensky diz que Rússia continua a "rejeitar a possibilidade de acabar com esta guerra"
O Presidente da Ucrânia afirma que “o terror russo continua” e que, a cada dia, “os russos rejeitam a possibilidade de acabar com a guerra”, nomeadamente através de “um cessar-fogo e a falar a sério sobre paz”.
Numa publicação na rede social X, Volodymyr Zelensky diz que a Ucrânia “tem respondido de forma positiva a todas as propostas dos EUA e do Presidente Trump para pôr fim aos ataques e às mortes”. Diz ainda que a Ucrânia “tem apresentado proativamente vários formatos para pôr fim à guerra”.
“É apenas Putin que está interessado nestas mortes. Todos os dias esta guerra continua a ser somente a guerra dele — a guerra da Rússia sozinho”, diz Zelensky. “Esperamos que o mundo tire conclusões sobre isto. Especialmente após a incursão do drone na Polónia — um país que é extremamente importante para a segurança de toda a Europa”, diz o Presidente ucraniano.
“É crucial que a Europa verdadeiramente compreenda: quando toca à Rússia, a questão não é sobre um vizinho ou outro, é sobre toda a gente. De outra forma a Rússia vai retirar as suas próprias conclusões e apenas expandir a guerra — e não necessariamente só contra a Ucrânia”, avisa Zelensky.
Every single day, Russian terror continues, and every single day, the Russians reject the possibility of ending this war – of ceasing fire and truly talking about peace. We in Ukraine have responded positively to all proposals from the U.S. and President Trump to end all these… pic.twitter.com/iszGicZmYd
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) September 16, 2025