Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia!

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Trump ameaça Irão com “consequências muito graves” se Teerão não chegar a acordo com Washington

  • Secretário do Tesouro norte-americano diz que o Irão não carregou petróleo bruto em setembro

    O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que o Irão não carregou petróleo bruto durante o mês de setembro, devido à pressão económica de Washington contra o país.

    “O Irão carregou ZERO petróleo bruto em petroleiros em setembro. A administração Trump está a cortar a fonte de receita mais crítica do regime iraniano”, afirmou nas redes sociais.

  • Departamento de Justiça norte-americano detém funcionário do Departamento de Energia por suspeitas de apoio material aos houthis

    É suspeito de comprar materiais para explosivos e de ter viajado até à capital iemenita, numa alegada viagem de “negócios oficial”, além de ter contactado um suposto funcionário de um coronel houthi.

    Departamento de Justiça norte-americano detém funcionário do Departamento de Energia por suspeitas de apoio material aos houthis

  • "O Irão está pronto para ceder". Trump acredita na vitória na guerra antes das intercalares

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irão está pronto para ceder a um acordo e manifestou esperança numa vitória antes das intercalares de 3 de novembro.

    “O Irão está pronto para ceder. Vamos ganhar muito facilmente neste momento. Acredito que depois das eleições vamos ganhar, mas talvez antes das eleições”, afirmou numa visita em Denton, no Texas.

    Trump afirmou que está a “tentar ser bozinho” com o atual Presidente do Irão, mas admitiu que qualquer acordo vai ser violado por Teerão e lançou-lhes um aviso.

    “Ou [os iranianos] farão algo muito adequado e inteligente, ou não estarão por perto por muito tempo”, avisou. “Quando fazemos um acordo com eles, é muito possível que eles não o honrem”, acrescentou.

  • Ataque israelita em Khan Younis mata uma pessoa

    Uma pessoa foi morta num ataque israelita com drones contra um acampamento de deslocasos em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, e várias ficaram feridas. A informação é avançada pela agência de notícias palestiniana Wafa.

  • Vários navios-tanque foram atacados em Ormuz nos últimos dias, afirma autoridade iraniana

    A Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico anunciou que vários navios-tanque foram atacados nos últimos dias no Estreito de Ormuz, incluindo três dos Emirados que tinham tentado atravessar a área várias vezes nos últimos dois meses. A informação é avançada pela autoridade, citada pela Al Jazeera.

    “As investigações mostram que os navios-tanque AL RUWAIS, SINBAD e MERSIN PROSPERITY tentaram transitar pelo Estreito de Ormuz várias vezes nos últimos dois meses”, refere a autoridade.

    Estes navios estão incluídos na lista de incumprimento da Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico, que refere as embarcações que violaram as regras de navegação da autoridade.

  • Cinco países europeus concordam em "reduzir as tensões" com os Estados Unidos em relação ao pedido de libertação das reservas de combustível

    A França, a Alemanha, a Itália, a Irlanda e o Reino Unido concordaram em avaliar a possibilidade de libertar reservas de gasóleo, numa altura em que os Estados Unidos ameaçam suspender as exportações de diesel para o continente.

    A informação é avançada por fontes familiarizadas com a matéria ao Politico, que dão conta de que estes países realizaram hoje uma reunião de emergência com a Comissão Europeia.

    Os cinco países e a Comissão Europeia concordaram em “reagir à pressão com uma ‘voz coordenada’”, fazer valer cada decisão sobre a libertação de reservas junto da Agência Internacional de Energia e promover a “redução da tensão em relação aos Estados Unidos”.

    Vários meios de comunicação social, como a Reuters ou o Financial Times, deram conta da ameaça por parte dos Estados Unidos, tendo uma das fontes afirmado ao Politico que a ideia de reduzir as tensões prende-se com uma estratégia de comunicação “assertiva, mas positiva”.

    “Quando lidamos com um leão esfomeado, não precisamos de fazer jogo sujo com ele”, referiu uma das fontes.

  • Estados Unidos destacam nove mil militares para o Médio Oriente

    Os Estados Unidos destacaram sete mil marinheiros e dois mil fuzileiros para o Médio Oriente, juntamente com cinco navios. A informação é avançada por um funcionário norte-americano, citado pela Associated Press.

    Foram destacados o porta-aviões USS Theodore Roosevelt, juntamente com o cruzador USS Chosin e o grupo de assalto anfíbio USS Makin Island. Este inclui os navios de transporte anfíbio USS John P. Murtha e USS Anchorage, e que podem chegar à região até ao final de outubro.

    A notícia vai ao encontro de outra divulgada pela Al Jazeera hoje à tarde, e que dava conta que o USS Theodore Roosevelt e a Força Expedicionária dos Fuzileiros de Makin Island tinham saído da base de San Diego no início desta semana.

    O destacamentode nove mil militares eleva a força naval norte-americana na região para 20 mil, um “número excepcionalmente alto”, refere a Associated Press.

    Hoje, a revista Time publicou uma entrevista concedida por Donald Trump que admitia voltar a atacar o Irão após as eleições intercalares de 3 de novembro.

  • Europa e Ucrânia têm dados sobre os planos de ataques russos, diz chefe da diplomacia ucraniana

    O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andrii Sibiha, afirmou que os serviços de informações europeus e de Kiev têm dados sobre planos da Rússia de ataques contra determinados países do continente. O chefe da diplomacia ucraniana pediu prevenção contra a ameaça russa.

    “Tanto os serviços de informação europeus como nós temos dados sobre os planos da Rússia. Planos claros e desenvolvidos com alvos específicos de ataque a este ou àquele país europeu. Eles existem”, afirmou em conferência de imprensa, citado pela agência de notícias ucraniana Ukrinform.

    Sibiha admitiu também que toda a Europa está em guerra com a Rússia e que as operações de guerra híbrida de Moscovo são “atos de sabotagem” contra o continente.

  • Arábia Saudita confirma que piloto e copiloto do Flydubai foram transferidos para os Emirados

    O Ministério da Administração Interna da Arábia Saudita confirmou que piloto e copiloto do voo da Flydubai foram transferidos para Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, para tratamento médico. O voo aterrou de emergência na Arábia Saudita, após o copiloto ter esfaquado o capitão no cockpit, tendo os passageiros regressado a Israel noutra aeronave.

    “O piloto e o seu assistente — após terem apresentado melhorias do seu estado de saúde e recebido autorização da equipa médica — deixaram o Reino [da Arábia Saudita] rumo a Abu Dhabi na manhã de quinta-feira […], acompanhados pela equipa de segurança dos Emirados Árabes Unidos”, afirmou o Ministério nas redes sociais.

  • Super-navio petroleiro atingido no Estreito de Ormuz

    Um petroleiro de grandes dimensões foi atingido quando atravessava o Estreito de Ormuz, sendo que a embarcação está em chamas, de acordo com a agência de notícias iraniana Fars.

    O navio com capacidade para 2,5 milhões de barris de petróleo, equivalentes a cerca de 397 milhões de litros de combustível, navegava “ilegalmente” pelo canal marítimo e foi atingido a oito quilómetros da costa de Omã.

    Para já, desconhece-se quem foi responsável pela ofensiva, assim como a nacionalidade do navio atingido.

  • Drones e mísseis balísticos houthis intercetados na Arábia Saudita

    Coligação liderada pela Arábia Saudita afirma que drones e mísseis balísticos houthis foram intercetados no espaço aéreo do país.

    A informação foi avançada pelo porta-voz da coligação, o major-general Turki al-Maliki, segundo quem quatro drones originários do Iémen foram destruídos quando sobrevoavam Khamis Mushait, além de dois mísseis balísticos que voavam sobre esta cidade e Jazan (ambas no extremo-sudoeste do país).

    No X, o responsável afirmou que a coligação “continua a implementar medidas para impedir [as investidas da] milícia terrorista houthi”.

  • Donald Trump ainda tem credibilidade?

    Ana Cavalieri defende que as ameaças de Trump perderam eficácia e servem apenas para pressionar Teerão nas negociações. A especialista diz ainda que Putin está fragilizado perante a posição da NATO.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    Donald Trump ainda tem credibilidade?

  • Estados Unidos sancionam rede bancária paralela com ligações à Rússia e setor ferroviário e automóvel iraniana

    O Departamento do Tesouro norte-americano sancionou a A7, uma rede bancária paralela com ligações à Rússia e usada pelo Irão para contornar as sanções internacionais, e grupos económicos iranianos ligados à indústria ferroviária e automóvel.

    “A Rede A7 explora o sistema financeiro internacional, aproveitando subagentes, documentos comerciais falsificados, registos falsificados de importação e exportação de mercadorias enganosas para fazer com que os pagamentos sancionados ou ilícitos pareçam ser atividades comerciais comuns”, refere o departamento em comunicado.

    Esta rede tem sido usada pelo Irão, sobretudo pela Guarda Revolucionária Islâmica, com as operações a resultar em cerca de 7,5 biliões de rublos (63,9 mil milhões de euros) de lucro, até janeiro de 2026, equivalentes a cerca de 13% de todas as transações comerciais da Rússia em 2025.

    A indústria iraniana, incluindo grupos económicos dos setores ferroviário e automóvel, também foi alvo de sanções, por serem “algumas das maiores fontes de receita e capacidade logística” para o regime iraniano e para a Guarda Revolucionária Islâmica.

    “As ações de hoje atingem diretamente os facilitadores do Irão e estabelecem as bases para que os Estados Unidos e os nossos parceiros sequem a receita do regime de uma vez por todas”, refere Scott Bessent, secretário do Tesouro norte-americano, em comunicado.

  • Putin afirma que pretende terminar com a guerra da Ucrânia, mas que Kiev e a Europa devem "parar de culpar a Rússia"

    O Presidente russo, Vladimir Putin, garantiu que pretende terminar com a guerra da Ucrânia, mas acusou Kiev e os aliados europeus de “culpar” Moscovo pelo conflito.

    “Claro que gostaríamos de parar [com a guerra] o mais cedo possível com negociações de paz”, afirmou numa reunião do think tank Valdai. “Eles devem parar de culpar a Rússia e dizer que não queremos negociações”, acrescentou.

  • Comissário Europeu pede ativação do artigo 5.º da NATO se Rússia atacar fábricas de armas para a Ucrânia. Putin promete não atacar

    O Comissário Europeu da Defesa, o lituano Andrius Kubilius, pediu que o artigo 5.º da NATO seja ativado caso a Rússia cumpra a sua promessa de atacar fábricas europeias que produzem armas para a Ucrânia.

    “Se a Rússia chegar às nossas fábricas, eu diria que seria o [caso para ativar o] artigo 5.º”, afirmou em entrevista à televisão polaca TVP World.

    Ontem, Maria Zakharova, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, alertou que as fábricas europeias que produzem armamento para a Ucrânia são “alvos legítimos” de ataques por parte de Moscovo. A premissa foi reiterada hoje por Vladimir Putin, que, apesar de não prometer ataques, deixou a ameaça no ar.

    “Eu não acho que vamos atacar empresas em países que fornecem armas à Ucrânia, mas isto é uma ameaça, que precisamos de estar atentos”, afirmou, durante uma reunião do think tank Valdai.

  • Trump afirma que a guerra do Irão não terminou para impedir regresso da "ameaça nuclear iraniana"

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, explicou que as hostilidades no Irão não terminaram para impedir uma nova “ameaça nuclear iraniana”. No entanto, afirmou que terminou com esta ameaça numa única noite.

    “Eu disse, várias vezes, que iria demorar entre quatro a seis semanas para nos livrarmos na AMEAÇA NUCLEAR DO IRÃO, e eu fi-lo numa noite! O resto do tempo é apenas para garantir que permaneça assim”, justificou numa publicação feita no Truth Social.

    Apesar das declarações de membros da administração norte-americana neste sentido, vários meios de comunicação social, como a CNN, dão conta da reconstrução da capacidade nuclear iraniana, sobretudo na Montanha Pickaxe.

  • Rubio vem a Lisboa para a semana. Secretário de Estado dos EUA vai "encontrar-se com dirigentes portugueses"

    O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, vem a Lisboa na próxima semana.

    Num périplo pela Europa entre 5 e 8 de outubro — que inclui Islândia, Grécia e Portugal —, Lisboa será a última paragem do líder da diplomacia norte-americana.

    Segundo uma nota do Departamento de Estado, Marco Rubio vai encontrar-se com “dirigentes portugueses” para debater assuntos na área da defesa, economia e cooperação tecnológica.

    Antes disso, Marco Rubio estará na capital islandesa, Reiquejavique, e na grega, Atenas.

  • Putin admite que ataques ucranianos a refinarias russas reduziram o PIB em 1%

    O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que os ataques da Ucrânia a refinarias russas foram responsáveis pela queda do PIB russo em 1%.

    “A Ucrânia começou a atacar refinarias de petróleo e conseguiu alguns resultados. Tirou-nos cerca de 1% do nosso PIB”, afirmou numa reunião do think tank Valdai.

    Os ataques ucranianos a refinarias russas e outro tipo de infraestruturas petrolíferas têm provocado cortes no fornecimento de combustíveis em várias regiões da Rússia, assim como a suspensão das exportações de petróleo. A capacidade de refinação de crude caiu em cerca de 45%, como afirmou o Estado-Maior das Forças Armadas ucranianas a 21 de setembro.

  • Trump admite retaliar contra o Irão se for provado envolvimento no ataque durante o voo da Flydubai

    Os Estados Unidos podem retaliar contra o Irão se for provado o envolvimento de Teerão no ataque durante o voo da Flydubai de ontem. A possibilidade foi divulgada por Donald Trump.

    “Eles serão atingidos com muita força”, afirmou aos jornalistas nos jardins da Casa Branca.

    Questionado sobre se o copiloto realizou o ataque em nome da Guarda Revolucionária Islâmica ou de outra instituição iraniana, Trump admitiu essa possibilidade.

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