Momentos-chave
- O que aconteceu até ao momento?
- "Não vamos a lado nenhum". Embaixador israelita na ONU nega violência de colonos da Cisjordânia e sublinha presença milenar judaica
- Ataques israelitas no sul do Líbano provocam um morto
- Coreia do Norte dispara "projétil não identificado"
- ONU afirma que serviços secretos afegãos prenderam dois funcionários de missão das Nações Unidas no país
- Ucrânia apresentou propostas aos Estados Unidos para o fim da guerra
- Comando Central dos Estados Unidos redirecionou 55 navios desde a imposição do bloqueio
- Cotação do Brent sobe 1,36% para 88,91 dólares sem acordo no estreito de Ormuz
- Secretário norte-americano da Energia afirma que saíram entre 13 a 15 milhões de barris de petróleo por dia do Estreito de Ormuz
- IDF condena invasões de colonos a casas na Cisjordânia e anuncia controlo de entradas na área
- Zelensky afirma que Rússia está a preparar nova ofensiva para o outono
- Houthis reivindicam ataque contra navio saudita no Estreito de Bab al-Mandab
- Nova ronda de negociações entre Líbano e Israel em setembro
- Sobe para seis o número de mortos de ataque dos houthis em Bab el-Mandeb
- Síria, Arábia Saudita e Qatar condenam reconhecimento colombiano da soberania israelita sobre os montes Golã
- Israel e Venezuela anunciam utilização dos serviços consulares para coordenar a resposta de emergência dos sismos na Venezuela em junho
- Irão afirma que Estreito de Ormuz será aberto apenas quando os Estados Unidos aceitarem os termos de Teerão
- Antigo chefe do Mossad afirma que espiões israelitas visitaram instalação nuclear iraniana
- Reino Unido pede retirada de Israel de Gaza e desarmamento do Hamas
- Trump agradece a Putin pela libertação de fuzileiro norte-americano
- Paquistão afirma que Estados Unidos e Irão estão próximos de "algum tipo de acordo"
- Rússia liberta fuzileiro norte-americano preso desde 2022
- Metalúrgica ucraniana suspende atividade após ataque russo
- Israel diz que matou "atirador furtivo" do Hamas em Gaza
- Zelensky acusa Rússia de ter usado mísseis balísticos norte-coreanos para atacar Zaporijia
- Estados Unidos disparam sobre navio com bandeira do Panamá que tentou quebrar bloqueio naval norte-americano em Ormuz
- Ministro do Paquistão em Teerão para novas conversações
- Navio de carga atacado pelos houthis no estreito de Bab el-Mandeb. Há três mortos
- Bashar al-Assad, antigo Presidente sírio, condenado à pena de morte
- Europa numa corrida para comprar mísseis anti-balísticos para a Ucrânia
- Incêndio em refinaria russa deflagra enquanto Wildberries volta a ser atacada
- Exército israelita bombardeia colinas no sul do Líbano
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até ao momento?
- O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que Kiev apresentou propostas aos Estados Unidos para o fim da guerra, que incluem o reforço da defesa aérea. Estas propostas foram anunciadas durante um discurso em que o líder ucraniano sublinhou a importância do apoio dos EUA na defesa da Ucrânia e na pressão sobre a Rússia para encerrar o conflito.
- O Comando Central dos Estados Unidos divulgou que tem redirecionado e intercetado navios comerciais como parte do bloqueio imposto aos portos iranianos. Entre essas ações, um navio com bandeira do Panamá foi atingido após ignorar o bloqueio.
- O Presidente dos EUA, Donald Trump, agradeceu ao seu homólogo russo, Vladimir Putin, pela libertação do ex-fuzileiro norte-americano Robert Gilman, preso desde 2022 na Rússia. O líder norte-americano destacou que a libertação foi acordada com uma “base humanitária” sem qualquer troca de prisioneiros e expressou gratidão pela decisão russa.
- Israel atacou regiões no sul do Líbano, ao mesmo tempo que ocorrem negociações entre Beirute e Telavive. Visam a retirada de forças e desarmamento de grupos armados, ainda que a situação permaneça delicada com bombardeamentos contínuos por parte de Israel.
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
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Bom dia. Encerramos aqui a cobertura dos conflitos internacionais da terça-feira.
Pode acompanhar todos os novos desenvolvimentos no artigo em direto que agora abrimos. Obrigada por estar connosco.
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"Não vamos a lado nenhum". Embaixador israelita na ONU nega violência de colonos da Cisjordânia e sublinha presença milenar judaica
O embaixador de Israel nas Nações Unidas, Danny Danon, negou a existência de violência por parte de colonos israelitas na Cisjordânia e afirmou que a presença de judeus na região tem milhares de anos.
“Hoje, quando orador após orador referiu-se à ‘violência dos colonos’, é um insulto a milhares de anos de história judaica contínua na terra de Israel. Os judeus nunca foram e nunca serão colonos na Judeia e Samaria [nome israelita para a Cisjordânia]”, sublinhou durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Danon também afirmou que falar de violência dos colonos é uma “provocação” porque nega a “conexão” de judeus ao território e generaliza “comunidades inteiras dos crimes de uma minoria marginal extremista”, referindo-se a colonos radicais.
“O nosso direito de viver na nossa terra é baseado na nossa conexão histórica [que] está na Torá e no Livro de Deuteronómio”, acrescenta, afirmando que a história de Israel começa na Cisjordânia.
Today, my message at the UN Security Council was clear: We are not going anywhere!
Jewish communities will remain in Judea and Samaria and will continue to grow. The Jewish people’s historic connection to Judea and Samaria is undeniable. pic.twitter.com/9ZMzNV7yOH
— Danny Danon ???????? דני דנון (@dannydanon) August 11, 2026
De acordo com dados das Nações Unidas, foram registados mais de 1.430 ataques de colonos, desde o início do ano, que provocaram 76 mortos, incluindo 18 menores, e cerca de 3.800 deslocados.
As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa) condenaram hoje invasões feitas por colonos israelitas a casas de palestinianos nas vilas de Kufr Qallil e Jalud, na Cisjordânia, e anunciou o controlo de entradas na área.
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O ex-fuzileiro norte-americano que deu um pontapé a um polícia russo em 2022 e que Putin libertou
Foi detido por ter agredido polícia russo. Robert Gilman foi condenado a 4 anos e meio de prisão, mas viu a pena a ser constantemente agravada. Conversa entre Putin e Trump levou à sua libertação.
O ex-fuzileiro norte-americano que deu um pontapé a um polícia russo em 2022 e que Putin libertou
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Ataques israelitas no sul do Líbano provocam um morto
Os ataques israelitas a várias localidades no sul do Líbano provocaram um morto, refere a Agência Nacional de Notícias do país.
Em Kafr Rumman, um ataque com drones contra um carro matou o seu condutor na estrada que ligava a localidade a Doha, no Monte Líbano. Além disso, a cidade foi alvo de “bombardeios de artilharia intermitentes”, refere a agência de notícias.
As localidades de Haddatha, Bani Hayyan, Qantara e Deir Seryan também foram alvo de bombardeamentos, com os ataques israelitas a provocarem incêndios a campos e pomares em Sarda e Wazzani.
O Líbano e Israel estão em negociações para a retirada das forças de Telavive do sul do sul e desarmamento do Hezbollah. Apesar das negociações, Israel continua a bombardear o sul do Líbano, afirmando que está a destruir infraestruturas do movimento Hezbollah.
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Ataque russo em Odessa atinge prédio residencial
Um ataque russo com drones em Odessa atingiu o quinto andar de um prédio residencial, avançam as autoridades locais, citadas pela Ukrainska Pravda. Não há vítimas a regsitar até ao momento.
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Coreia do Norte dispara "projétil não identificado"
A Coreia do Norte disparou um “projétil não identificado” em direção a leste, avança o exército de Seul, citado pela agência de notícias sul-coreana Yonhap, mas não adiantam mais detalhes.
Este é o primeiro lançamento de um projétil por parte da Coreia do Norte desde quinta-feira, quando Seul identificou um míssil de curto alcance em direção ao Mar do Leste.
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ONU afirma que serviços secretos afegãos prenderam dois funcionários de missão das Nações Unidas no país
A ONU afirmou que os serviços secretos afegãos prenderam dois funcionários da Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (UNAMA, sigla inglesa) no domingo, sendo desconhecidas as razões da detenção.
“Confirmamos que dois funcionários afegãos do sexo masculino da UNAMA foram detidos por agentes da Direção-Geral de Informações, que funciona como uma espécie de gabinete de facto, no domingo, 9 de agosto”, na província ocidental de Herat, afirmou a missão em comunicado, citado pela Agence France-Presse.
Esta semana, a UNAMA publicou um relatório em que recomendava as autoridades a esclarecer “as regras que regem o uso da força, prisão e detenção” e o reforço da responsabilização, refere a agência de notícias.
Two staff members of the United Nations mission in Afghanistan have been arrested by the country's intelligence agency, the world body told AFP on Tuesday, adding that it had no access to them for two days. https://t.co/Hr51S1fvFX pic.twitter.com/y6cUZIQrPB
— AFP News Agency (@AFP) August 11, 2026
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Pezeshkian defende que cooperação entre Irão e Paquistão pode reforçar a "estabilidade e segurança" do Médio Oriente
O Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, esteve reunido com o ministro paquistanês da Administração Interna, Syed Mohsin Naqvi, e defendeu que o aprofundamento da cooperação entre os dois países pode reforçar a “estabilidade e segurança” do Médio Oriente.
“A República Islâmica do Irão está pronta para aprofundar ainda mais as suas relações com o Paquistão em todas as áreas de interesse mútuo e criar condições para a expansão da cooperação conjunta”, referiu Pezeshkian, citado pela agência de notícias iraniana Tasnim.
Naqvi salientou as relações históricas entre os dois países, afirmando que os laços são “sólidos e inequebráveis” e que o objetivo da visita a Teerão foi de dar seguimento aos acordos alcançados pelo seu homólogo iraniano ao Paquistão.
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Ucrânia apresentou propostas aos Estados Unidos para o fim da guerra
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que a equipa de negociação de Kiev apresentou propostas aos Estados Unidos para o fim da guerra, que incluem o reforço da defesa aérea.
“Entregámos as nossas propostas à parte americana. Os Estados Unidos podem ajudar a nossa defesa, em primeiro lugar com a defesa aérea, e pressionar a Rússia para que os seus planos sejam outros: preparar o fim da guerra, e não o seu prolongamento”, referiu Zelensky durante o seu discurso diário, publicado no site da Presidência.
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Comando Central dos Estados Unidos redirecionou 55 navios desde a imposição do bloqueio
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM, sigla inglesa) anunciou hoje no X que redirecionou 55 navios comerciais, desativou três e intercetou outros dois desde 14 de julho, quando o bloqueio aos portos iranianos foi imposto por Washington.
Hoje, os Estados Unidos dispararam contra o navio M/V Vela Nova, com bandeira do Panamá, por ter ignorado os avisos em relação ao bloqueio naval.
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Cotação do Brent sobe 1,36% para 88,91 dólares sem acordo no estreito de Ormuz
A cotação do barril de petróleo Brent para entrega em outubro terminou hoje em alta de 1,36%, para 88,91 dólares, enquanto os investidores aguardam sinais de um acordo entre Estados Unidos e Irão para reabrir o estreito de Ormuz.
O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no mercado de futuros do Intercontinental Exchange de Londres a cotar 1,19 dólares acima dos 87,72 dólares com que encerrou as transações na segunda-feira.
O Brent prolongou os seus ganhos pela quarta sessão consecutiva, ultrapassando hoje brevemente a marca dos 90 dólares, num momento de incerteza geopolítica no Médio Oriente, sem progressos claros nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irão, e com o mercado a aguardar um acordo para reabrir o estreito de Ormuz, via crucial para as exportações de petróleo e gás dos países do Golfo.
Tanto o crude Brent como o West Texas Intermediate (WTI), de referência nos EUA, iniciaram a semana com uma recuperação de cerca de 5%, depois de Teerão ter anunciado no fim de semana a imposição de seis condições a Washington para a reabertura de Ormuz.
Estas condições incluíam o pagamento de reparações de guerra, o levantamento das sanções e do bloqueio naval e a libertação de fundos iranianos congelados.
A subida dos preços foi também impulsionada pela notícia de dois novos ataques a navios de transporte de mercadorias, um no mar Vermelho – pelos Huthis do Iémen, que fez pelo menos quatro mortos – e um segundo no golfo de Omã, segundo a Organização Marítima e de Transporte Marítimo do Reino Unido (UKMTO).
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Secretário norte-americano da Energia afirma que saíram entre 13 a 15 milhões de barris de petróleo por dia do Estreito de Ormuz
O secretário norte-americano da Energia, Chris Wright, afirmou que saíram, em média, nove milhões de barris de petróleo por dia do Estreito de Ormuz durante os últimos sete dias, além de cinco a sete milhões adicionais por dia através dos gasodutos.
“Apenas no domingo, mais de 20 milhões de barris deixaram a região do Golfo Pérsico, o que está acima da média anterior ao conflito”, afirmou no X.
Wright agradeceu aos parceiros norte-americanos no Golfo Pérsico e às forças dos Estados Unidos pelo feito.
Thanks to the coordinated efforts of the U.S. military and our gulf allies, the seven-day average for oil leaving the Strait of Hormuz is currently up to almost 9 million barrels per day.
When combined with the additional 5-7 million barrels per day leaving the region via newly…
— Secretary Chris Wright (@SecretaryWright) August 11, 2026
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IDF condena invasões de colonos a casas na Cisjordânia e anuncia controlo de entradas na área
As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa) condenaram as invasões feitas por colonos israelitas a casas de palestinianos nas vilas de Kufr Qallil e Jalud, na Cisjordânia, e anunciou o controlo de entradas na área.
“As IDF condenam veementemente atos dessa natureza. O tratamento de todos os envolvidos nestes eventos será realizado em cooperação com as forças de segurança. Caso se constate o envolvimento de militares na reserva ou membros ativos das IDF nestes eventos, estarão sujeitos a medidas disciplinares”, assegura o exército no X.
As IDF dão como exemplo israelitas que se infiltraram ontem na equipa médica que estava presente numa ambulância que entrou na zona militar fechada em Kufr Qallil.
בשבועות האחרונים התקבלו מספר דיווחים על כניסת אזרחים ישראלים לבתים ולשטחים פלסטיניים במרחב הכפרים קוצרה וג׳אלוד, שבמרחב חטיבת שומרון תוך השתלטות עליהם. מדובר בפעילות בלתי חוקית, מגונה ופסולה, הפוגעת בתושבי הכפרים ובמרקם חייהם.
בעקבות כך ולאור קבלת דיווחים על הפרות סדר באיזור,…
— צבא ההגנה לישראל (@idfonline) August 11, 2026
Desde o início do ano, foram mortos 76 palestinianos, incluindo 18 menores, e deslocadas cerca de 3.800 pessoas, de acordo com Ramiz Alakbarov, vice-coordenador especial das Nações Unidas para o Processo de Paz no Médio Oriente, citado pela agência de notícias palestiniana Wafa.
A violência dos colonos israelitas também aumento ao longo do ano, com mais de 1.430 incidentes registados na região desde o início do ano.
No dia de hoje, em Al-Mughayyir, a norte de Ramallah, seis palestinianos ficaram feridos num ataque de colonos com a auda das forças israelitas, que dispararam gás lacrimogénio contra as pessoas, refere a Wafa.
Do mesmo modo, as forças militares israelitas ordenaram a demolição de uma escola e de várias casas em Masafer Yatta. Em Hebron, foram brevemente detidas quatro pessoas, incluindo o presidente da Câmara, durante uma inspeção de um projeto de revitalização e pavimentação no bairro de Jaber, na Cidade Velha de Hebron.
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Zelensky afirma que Rússia está a preparar nova ofensiva para o outono
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a Rússia está a preparar uma nova mobilização para o outono, que será realizada após as eleições legislativas russas de setembro, segundo um relatório da Direção-Geral de Informações do Ministério da Defesa ucraniano.
“O plano de Putin não é particularmente complexo: ele quer passar a imagem de que os russos alegadamente apoiam a guerra — aliás, todos os partidos que continuam autorizados são, de uma forma ou de outra, contra a paz. E depois, após as chamadas eleições, planeia uma mobilização rápida adicional de várias centenas de milhares de russos até ao final do ano, mais outro tanto para o ano seguinte“, denunciou durante o seu discurso diário, publicado no X.
Zelensky garante que o país está a preparar-se para a nova ofensiva russa e que fará os possíveis para “dificultar ao máximo a concretização de tais planos por parte da Rússia”.
If Putin wants war so badly that he has now resorted to yet another political manipulation with his sham elections, to the point that he was afraid to allow even a single party that said at least something about the need for peace on the ballot – and removed the Yabloko party –… pic.twitter.com/WmRQtramNv
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) August 11, 2026
(Atualizado às 21h10 com o vídeo do X)
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Nova ronda de negociações entre Líbano e Israel em setembro
O Líbano e Israel vão voltar a encontrar-se em Roma, em setembro, para uma nova ronda de negociações. A informação é avançada por uma fonte anónima do Departamento norte-americano de Estado, à Agence France-Presse, citado pela Al Jazeera.
“As negociações políticas serão retomadas em Roma no início de setembro, e as conversas continuarão em Beirute, Jerusalém e Washington neste intervalo”, afirmou a fonte que se manifestou “otimista quanto ao rumo das coisas”.
O Líbano e Israel estiveram reunidos em Roma, na semana passada, naquela que foi a sétima ronda negocial para decidir a retirada as forças israelitas do sul do Líbano e desarmar o Hezbollah. Apesar das negociações, Israel continua a bombardear o sul do país, afirmando que está a destruir infraestruturas do movimento Hezbollah.
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Sobe para seis o número de mortos de ataque dos houthis em Bab el-Mandeb
O número de mortos do ataque dos houthis desta manhã contra um navio de carga aumentou para seis, avança a guarda costeira iemenita, citada pela CBS News. O ataque também provocou dez feridos.
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Síria, Arábia Saudita e Qatar condenam reconhecimento colombiano da soberania israelita sobre os montes Golã
A Síria, a Arábia Saudita e o Qatar condenaram reconhecimento colombiano da soberania israelita sobre os montes Golã, território sírio ocupado por Telavive desde 1967.
Damasco respondeu à ação do Governo colombiano através da rede social X, afirmando que os montes Golã são “uma parte inseparável” do território da Síria e que a ação do Governo colombiano é uma “violação flagrante” das decisões das Nações Unidos sobre o tema e da Carta da ONU.
Statement Issued by the Ministry of Foreign Affairs and Expatriates of the Syrian Arab Republic pic.twitter.com/K2v0e3xeiJ
— وزارة الخارجية والمغتربين السورية (@syrianmofaex) August 11, 2026
O Ministério saudita dos Negócios Estrangeiros sublinhou no X que a ação “contraria o direito internacional e resoluções relevantes da legitimidade internacional” e que a decisão “não contribuiu para alcançar a paz”.
O Qatar, na mesma rede social, divulgou um comunicado a reiterar que os montes Golã são um “território árabe ocupado” e que a decisão é um “grande obstáculo para alcançar a paz na região”.
Ontem, a Colômbia reconheceu a soberania israelita sobre os montes Golã, território sírio ocupado desde 1967 e cuja aplicabilidade da lei de Telavive é considerada ilegal, refere o The Times of Israel. O país afirmou que o reconhecimento se devia à “importância estratégica” do território para a segurança israelita e à instabilidade no Médio Oriente.
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Israel e Venezuela anunciam utilização dos serviços consulares para coordenar a resposta de emergência dos sismos na Venezuela em junho
Israel e Venezuela anunciaram o estabelecimento de um “mecanismo de coordenação” no âmbito das respostas de emergência dos sismos que afetaram a Venezuela em junho, através dos serviços consulares dos dois países. É a primeira vez que os dois países utilizam canais diplomáticos entre si desde 2009.
“Após a visita da delegação humanitária israelita à Venezuela, na sequência do duplo terramoto ocorrido a 24 de junho, e após conversas entre altos funcionários de ambos os países, os dois países concordaram em dar continuidade à cooperação técnica bilateral decorrente dos esforços de resposta à emergência e reconstrução após o terramoto”, acrescentam os dois países, num comunicado conjunto publicado no X.
Os dois países também reconheceram a “importância da relação entre o Estado de Israel e a comunidade judaica residente na República Bolivariana da Venezuela” como uma “ponte de amizade histórica” entre os dois Estados.
The Governments of the State of Israel and the Bolivarian Republic of Venezuela announce that, following the visit of the Israeli humanitarian delegation to Venezuela in the wake of the double earthquake that occurred on June 24, and further to talks held between senior officials…
— Israel Foreign Ministry (@IsraelMFA) August 11, 2026
É a primeira vez que os dois países estabelecem contactos diplomáticos desde 2009, devido à guerra de Gaza de 2008-2009, que levou à expulsão do embaixador israelita da Venezuela e dos diplomatas venezuelanos de Israel, referiu, na altura, a BBC.