Histórico de atualizações
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    Netanyahu já aterrou nos Estados Unidos, um dia antes de encontro com Trump

  • Polícia italiana deteve nove suspeitos de terem desviado mais de sete milhões de euros de instituição social para financiar o Hamas

    A polícia italiana, numa operação coordenada pelas unidades anti-mafia e anti-terrorismo, conseguiu apreender mais de oito milhões de euros nas instalações do grupo na cidade de Génova.

    Polícia italiana deteve nove suspeitos de terem desviado mais de sete milhões de euros de instituição social para financiar o Hamas

  • Presidente da Somália denuncia "agressão ilegal" de Israel após reconhecimento de Somalilândia

    O Presidente da Somália, Hassan Sheikh Mohamud, classifica o reconhecimento da Somalilândia anunciado por Israel como sendo uma “agressão ilegal” que vai contra o direito internacional. Numa reação publicada na rede social X, o Chefe de Estado diz que “interferir nos assuntos internos da Somália é contrário às regras jurídicas e diplomáticas estabelecidas”.

  • Netanyahu parte para os EUA no domingo, mas só reúne com Rubio e Trump na segunda-feira, em Mar-a-Lago

    Benjamin Netanyahu vai partir para os Estados Unidos da América amanhã e só voltará a Israel na sexta-feira. De acordo com o The Times of Israel, que teve acesso à agenda do primeiro-ministro israelita, Netanyahu deverá aterrar na Flórida este domingo às 14h locais (19h em Lisboa), mas o encontro com membros da administração norte-americana só vão acontecer na segunda-feira.

    No início da tarde de dia 29, Netanyahu vai encontrar-se com o Secretário de Estado Marco Rubio e, pelas 15h30 locais (20h30 em Lisboa), com o Presidente Donald Trump em Mar-a-Lago.

    Após um dia sem nada marcado na agenda, o chefe do Governo israelita vai encontrar-se com “líderes evangélicos” e com a comunidade judaica na manhã de quarta-feira. Volta a entrar num avião no final da tarde de quinta-feira, com destino final Telavive.

  • UE exige "respeito pela soberania" da Somália e Conselho de Segurança da ONU reunido de emergência após anúncio israelita

    Israel afirmou o reconhecimento de Somalilândia enquanto território independente e, em resposta, a diplomacia europeia exigiu “respeito pela união, pela soberania e pelam integridade territorial” da Somália. Em declarações citadas pelo The Times of Israel, o porta-voz da responsável pelos Negócios Estrangeiros da UE encoraja o “diálogo significativo” entre a Somália e os representantes de Somalilândia para assegurar a “paz e estabilidade” de toda a região.

    Também o Conselho de Segurança da ONU reagiu ao anúncio feito pelos responsáveis israelitas, confirmando uma reunião de emergência para discutir a iniciativa de Israel. Citado pelo The Times of Israel, o embaixador israelita junto das Nações Unidas garante que Israel vai “agir responsavelmente e que irá continuar a cooperar com aqueles que contribuem para a estabilidade da região”. Recorde-se que o anúncio de Israel foi feito dias antes de a missão diplomática da Somália passar a presidir o Conselho de Segurança da ONU.

  • Israel cerca cidade da Cisjordânia ocupada em resposta a ataque de palestiniano

    A agência de notícias palestiniana Wafa confirmou, citando testemunhas, um “bloqueio rigoroso” da cidade, com “dezenas de cidadãos” a serem sujeitos a interrogatórios.

    Israel cerca cidade da Cisjordânia ocupada em resposta a ataque de palestiniano

  • Presidente do Irão acredita que os EUA, Israel e a Europa estão em "guerra total" contra Teerão

    Seis meses após os ataques norte-americanos contra território iraniano, Massoud Pezeshkian diz que os EUA, Israel e a Europa “querem colocar o país de joelhos”.

    Presidente do Irão acredita que os EUA, Israel e a Europa estão em “guerra total” contra Teerão

  • Governo nigeriano diz que ataques aéreos dos EUA na Nigéria visaram grupos jihadistas

    Os ataques aéreos realizados pelos Estados Unidos, na quinta-feira na Nigéria, visaram militantes do grupo Estado Islâmico, disse hoje um porta-voz do presidente nigeriano.

    Em declarações à agência de notícias AFP, o responsável do governo da Nigéria disse que os alvos foram militantes do grupo Estado Islâmico que vieram do Sahel para colaborar com o grupo jihadista local Lakurawa e gangues de “bandidos”.

    “O Estado Islâmico encontrou uma maneira de usar o Sahel para ajudar o Lakurawa e os bandidos, fornecendo-lhes equipamentos e treino”, disse Daniel Bwala, porta-voz do presidente Bola Tinubu.

    A Nigéria está a coordenar os esforços com os Estados Unidos e são esperados mais ataques das forças armadas norte-americanas, disseram hoje altos funcionários nigerianos, que pediram para não serem identificados.

    Os Estados Unidos não se pronunciaram publicamente sobre possíveis novos ataques, mas o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, incluiu as palavras “mais por vir” numa publicação na rede social X, em que anunciou o ataque no dia de Natal.

  • Netanyahu vai reunir-se com Trump nos Estados Unidos

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, viajará no domingo para os Estados Unidos, onde se reunirá com o seu aliado, o Presidente Donald Trump, na próxima segunda-feira, informou hoje um responsável israelita à AFP.

    A agenda deverá ser extensa, segundo a imprensa local, com discussões sobre a segunda fase do cessar-fogo na Faixa de Gaza.

    Este será o quinto encontro entre os dois líderes nos Estados Unidos desde o regresso do Presidente republicano à Casa Branca, há quase um ano.

    “Netanyahu provavelmente virá ver-me à Florida”, disse Trump em meados de dezembro, referindo-se à sua propriedade em Mar-a-Lago.

    “Ele quer ver-me”, sublinhou.

    De acordo com o jornal israelita Yedioth Ahronoth, os dois líderes vão discutir o Irão, o principal inimigo de Israel, após a guerra entre os dois países, em junho passado.

    Espera-se também que discutam a Síria, o movimento libanês Hezbollah e, principalmente, a implementação da segunda fase do cessar-fogo na Faixa de Gaza.

  • MNE da Somália denuncia "agressão estatal" de Israel ao reconhecer Somalilândia

    “Isso nunca será aceitável ou tolerável para o nosso governo e povo, que estão unidos na defesa da nossa integridade territorial”, disse Ali Omar, ministro dos Negócios Estrangeiros da Somália, em entrevista à Al Jazeera este sábado.

    A Somália, como reportamos esta sexta-feira, exige que Israel reverta o reconhecimento da região separatista da Somalilândia, condenando a medida como um ato de “agressão que nunca será tolerado”.

    Agora, em entrevista à Aljazeera, o ministro da Somália garante que o governo vai recorrer a todos os meios diplomáticos disponíveis para contestar o que descreveu como um ato de “agressão estatal” e interferência israelita nos assuntos internos do país. “O nosso governo recomenda veementemente ao Estado de Israel que rescinda as suas ações divisórias e cumpra o direito internacional”, sublinha.

    Omar acusa Israel de procurar o reconhecimento da Somalilândia para deslocar os palestinianos de Gaza. “Um dos fatores motivadores é o deslocamento dos palestinianos de Gaza”, disse à Al Jazeera. “É amplamente conhecido o objetivo de Israel nessa questão.”

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Palestina apoia a tomada de posição da Somália, lembrando que Israel já havia identificado a Somalilândia como um destino potencial para o deslocamento forçado dos palestinianos de Gaza.

  • O que se passou até agora:

    • Israel anunciou o reconhecimento do Estado da Somalilândia, uma região separatista da Somália, o que gerou condenações de países como Somália, Arábia Saudita, Egito, Turquia e Djibouti. Este movimento por Israel, um dos primeiros países a fazê-lo, está em consonância com os Acordos de Abraão. O reconhecimento tem como objetivo expandir a cooperação nas áreas da agricultura, saúde, tecnologia e economia com a Somalilândia.
    • Este reconhecimento por Israel agravou as tensões regionais, com a Somália acusando Israel de violar a sua soberania e advertindo que tal ação pode prejudicar gravemente a paz e estabilidade regional. A Arábia Saudita descreveu esta decisão como uma medida separatista unilateral que infringe o direito internacional e reafirmou o seu apoio à soberania da Somália.
    • O Exército israelita anunciou ter morto três palestinianos na Faixa de Gaza, alegando que cruzaram a linha amarela, uma área militarmente sensível. Esta ação ocorre apesar da trégua vigente com o grupo palestiniano Hamas. Em resposta, as Forças de Defesa de Israel estão a preparar-se para demolir a casa de um palestiniano suspeito de um ataque fatal em Israel, como parte das suas operações de segurança.
    • Um hospital na Faixa de Gaza, o Al-Awda, anunciou uma “suspensão temporária” da maioria das operações devido à escassez de combustível, mantendo apenas serviços essenciais como urgências. A crise humanitária continua a afetar gravemente o território, apesar do cessar-fogo na região.

  • "Alguém sabe o que é realmente a Somalilândia?". Trump diz que os EUA não estão prontos para reconhecer região separatista

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, disse numa entrevista ao New York Post que o país não está pronto para reconhecer a Somalilândia, dizendo que tem de “estudar” o assunto antes de responder.

    A questão foi feita na sequência do reconhecimento por Israel esta sexta-feira, com a região separatista a oferecer-se para aderir aos Acordos de Abrãao, criado pelos EUA para regularizar as relações entre vários países árabes e islâmico com Israel.

    “Alguém sabe o que é realmente a Somalilândia?”, questionou o Presidente na entrevista. Após ser exposto que a região ofereceu um porto aos EUA no Corno de África, Trump respondeu: “Grande coisa”.

    “Tudo está em estudo”, disse o Presidente. “Vamos estudar isso. Eu estudo muitas coisas e sempre tomo ótimas decisões, que acabam por se revelar corretas”, continuou.

  • Guterres condena ataque inaceitável contra uma mesquita na Síria e exige ação judicial

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou o “inaceitável” ataque de hoje contra uma mesquita numa zona alauita de Homs, na Síria, que fez oito mortos, e exigiu que os autores sejam responsabilizados judicialmente.

    “Condeno veementemente o ataque terrorista mortal ocorrido durante as orações de sexta-feira na Mesquita Ali Bin Abi Talib, em Homs, na Síria. Os ataques contra civis e locais de culto são inaceitáveis”, afirmou Guterres na rede social X.

    O líder das Nações Unidas defendeu ainda que os responsáveis do ataque “devem ser identificados e levados à justiça”, disse o seu porta-voz, Stéphane Dujarric.

    O grupo radical sunita Saraya Ansar al-Sunna reivindicou hoje a autoria do ataque contra a mesquita numa zona alauita em Homs, no centro da Síria.

    Os seus combatentes “detonaram vários engenhos”, escreveu o grupo numa mensagem publicada na plataforma Telegram, ameaçando continuar os ataques contra “infiéis e apóstatas”.

    O Saraya Ansar al-Sunna já tinha reivindicado a autoria de um atentado suicida numa igreja em Damasco, em junho de 2015.

    As origens deste grupo são ainda pouco claras, admitindo-se como hipóteses ligações ao Estado Islâmico, sabendo-se porém que usa um discurso abertamente jihadista e contra as minorias religiosas sírias, sobretudo as de base xiita.

  • Trump confirma visita de Netanyahu aos EUA este fim-de-semana

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, iria visitá-lo este fim de semana, numa entrevista ao órgão noticioso Politico publicada esta sexta-feira.

    “Tenho o Zelensky e o Bibi [alcunha de Netanyahu] a vir. Eles vêm todos”, afirmou o Presidente, sublinhando que “respeitam o nosso programa novamente”.

  • Reconhecimento da Somalilândia. "Troca de favores" com EUA?

    Miguel Baumgartner, especialista em relações internacionais, analisa a decisão de Israel de reconhecer a independência da região separatista da Somalilândia e faz a antevisão à cimeira Trump-Zelensky. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Reconhecimento da Somalilândia. “Troca de favores” com EUA?

  • Somália denuncia o reconhecimento da Somalilândia por Israel

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Somália denunciou o “ataque deliberado” de Israel à sua soberania ao reconhecer a região norte da Somalilândia como um Estado independente, alertando que isso “prejudicaria a paz regional”.

    “Ações ilegítimas dessa natureza prejudicam gravemente a paz e a estabilidade regional, exacerbando as tensões políticas e de segurança», afirmou o ministério, citado no Times of Israel.

  • Arábia Saudita rejeita o reconhecimento da Somalilândia por Israel

    A Arábia Saudita expressou uma forte oposição à decisão de Israel de reconhecer a Somalilândia enquanto Estado independente, descrevendo-a como uma medida “separatista unilateral” que viola o direito internacional.

    Num comunicado, citado pelo Times of Israel, o ministro dos Negócios Estrangeiros saudita reafirmou o “total apoio do Reino à soberania da irmã República Federal da Somália e à unidade e integridade territorial do seu território”.

  • IDF estão a preparar-se para demolir casa de suspeito de matar duas pessoas

    As Forças de Defesa de Israel afirmaram que estão a preparar-se para demolir a casa de um homem palestiniano suspeito de matar duas pessoas e ferir outras no norte de Israel esta sexta-feira.

    “Durante a operação, as forças realizaram uma busca operacional precisa na residência do terrorista que cometeu o ataque”, afirmaram as IDF, citadas no Haaretz.

    “As forças do Shin Bet interrogaram os suspeitos e, juntamente com soldados, estão atualmente a realizar um processo de mapeamento em preparação para a demolição da residência do terrorista.”

    Duas pessoas morreram esta sexta-feira depois de um ataque na cidade de Afula, no norte de Israel. O agressor, um homem palestiniano, atropelou um homem de 68 anos e esfaqueou uma jovem, que morreram no local. Há ainda um ferido.

  • Presidente da Somalilândia visitou Israel dois meses antes do reconhecimento como estado

    O Presidente da Somalilândia, bdirahman Mohamed Abdullahi, fez uma visita secreta a Israel há dois meses para se encontrar com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, com o chefe dos serviços secretos israelitas (Mossad), David Barnea, e com o ministro da Defesa israelita, Israel Katz.

    De acordo com o Times of Israel, as relações surgiram inicialmente no contexto das discussões sobre o potencial realojamento dos palestinos da Faixa de Gaza na Somalilândia. No entanto, as relações aprofundaram-se, evoluindo para o que as autoridades israelitas consideram uma cooperação estratégica.

    Do ponto de vista de Israel, uma motivação central para o aprofundamento dos laços é a proximidade geográfica da Somalilândia com o Iémen e com os houthis apoiados pelo Irão.

  • UNIFIL relata tiros perto das patrulhas no sul do Líbano

    A UNIFIL, a força interina das Nações Unidas no Líbano, relatou tiros das IDF perto da Linha Azul, que separa o Líbano de Israel e dos Montes Golã. Segundo o Times of Israel, um membro da UNIFIL ficou ferido.

    Num incidente separado na aldeia de Kfar Shouba, no sul, a UNIFIL afirmou que outra patrulha que realizava uma tarefa operacional de rotina também relatou tiros vindos do lado israelita da Linha Azul.

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