Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • O Presidente dos EUA, Donald Trump, manifestou a sua crença de que o Hamas está preparado para negociações de paz duradouras, após o grupo palestiniano ter mostrado interesse em discutir pontos do plano de cessar-fogo. Trump instou Israel a cessar imediatamente os bombardeamentos em Gaza para facilitar a rápida libertação de reféns, colocando ênfase em alcançar a paz no Médio Oriente.
    • Apesar dos avanços no plano de cessar-fogo, um alto funcionário do Hamas revelou que o prazo de 72 horas para a entrega de todos os reféns é irrealista e teórico. A organização palestiniana planeia abordar o futuro de Gaza dentro de um quadro abrangente que inclua todas as fações palestinianas, incluindo o próprio Hamas.
    • Os quatro ativistas portugueses que participaram na flotilha humanitária Global Sumud e foram detidos em Israel estiveram “bastante tempo” sem água e comida, motivando um protesto do Governo junto do embaixador israelita em Lisboa, revelou Ministério dos Negócios Estrangeiros.
    • Joana Mortágua partilhou no Instagram a mensagem que Mariana Mortágua enviou à mãe através do cônsul de Portugal em Israel, escrita à mão. “Mãe, não nos trataram bem, nem água nem comida há 48 horas. Mas está tudo bem e não fui ainda parar à solitária. Convoquem manifestações, fala Joana T e BE”, lê-se na curta mensagem. Sofia Aparício também escreveu à família.

    [O que realmente se passou nas eleições presidenciais de 1986, as primeiras e únicas decididas a duas voltas? Uma história de truques sujos, acordos secretos, agressões e dúvida até ao fim. A “Eleição Mais Louca de Sempre” é o novo Podcast Plus do Observador. Uma série narrada pelo ator Gonçalo Waddington, com banda sonora original de Samuel Úria. Ouça o primeiro episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music.]

  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura do conflito no Médio Oriente.

    Pode acompanhar todos os desenvolvimentos deste sábado no liveblog que agora abrimos. Obrigada por estar connosco.

    Israel continua a bombardear Gaza após anúncio do Hamas e apelo de Trump

  • Países Baixos mantêm proibição da exportação para Israel de peças de caças F-35

    Os Países Baixos anunciaram hoje a manutenção da proibição da exportação para Israel de componentes de aviões de combate F-35, apesar de o Supremo Tribunal neerlandês ter permitido ao governo alterar a política.

    “Dadas as circunstâncias atuais, não é razoável neste momento retomar a exportação de componentes do F-35 dos Países Baixos para Israel”, afirmou o governo em comunicado.

    Em fevereiro, o Tribunal de Recurso de Haia ordenou que o estado suspendesse a entrega destas peças.

    O tribunal tinha decidido a favor de organizações de defesa dos direitos humanos que defendem que estas peças contribuem para violações do direito internacional por parte de Israel na sua guerra contra o Hamas.

    Mas na manhã hoje, o Supremo Tribunal neerlandês decidiu que o tribunal de recurso tinha excedido a sua jurisdição e declarou que cabia ao governo, e não aos juízes, definir a política externa.

  • Trump acredita que Hamas está preparado "para paz duradoura" e exige que Israel pare "imediatamente" ataques a Gaza

    O Presidente dos EUA considera que o Hamas está “pronto para um paz duradoura”, depois da declaração do grupo islâmico palestiniano a dizer que estava pronto para iniciar conversações imediatas sobre alguns pontos do plano de cessar-fogo de Donald Trump.

    “Com base na declaração que o Hamas acabou de emitir, acredito que estão prontos para uma PAZ duradoura. Israel deve parar imediatamente os bombardeamentos a Gaza, para que possamos resgatar os reféns com segurança e rapidez”, escreveu Trump na Truth Social.

    “De momento, já estamos a discutir os detalhes a serem acertados. Não se trata apenas de Gaza, mas sim da tão almejada PAZ no Médio Oriente”, rematou.

  • Alto funcionário do Hamas diz que prazo de 72 horas para a entrega de todos os reféns é "irrealista e teórico"

    Um alto funcionário do Hamas disse à Al Jazeera, citada pelo Reuters, que entregar os reféns detidos em Gaza no prazo de 72 horas é “irrealista e teórico”. Isto depois de o grupo ter lançado um comunicado a informar que concorda com a libertação de todos os reféns, como previsto no acordo de cessar-fogo.

    O alto funcionário do Hamas disse ainda que as questões relacionadas com o futuro de Gaza devem ser discutidas no âmbito de um quadro nacional palestiniano abrangente, do qual o Hamas fará parte.

    O grupo também pretende integrar as negociações sobre todas as questões relacionadas consigo e com as suas armas.

  • Flotilha da Liberdade a caminho de Gaza “por todos quantos não conseguiram chegar”

    A Flotilha da Liberdade, com nove barcos, continua a navegar, perto da ilha grega de Creta, em direção a Gaza, apesar da interceção por Israel da Flotilha Global Sumud, indicou hoje uma dos participantes na missão.

    Esta flotilha prossegue caminho “por todos os companheiros que não conseguiram chegar” à Faixa de Gaza, declarou, a partir de uma das embarcações a ativista espanhola María Plata, citada pela agência de notícias espanhola EFE.

    A missão marítima humanitária, conhecida como Flotilha da Liberdade – Mil Madleens, zarpou de Itália no passado sábado com uma frota, à qual se juntou, três dias depois, o navio “Conscience” — atacado por drones em maio passado, nas águas de Malta —, partindo do porto italiano de Otranto com 92 tripulantes.

    Plata está a bordo desta grande embarcação, que “navega a maior velocidade” que as outras embarcações mais pequenas e, por isso, planeia ultrapassar “dentro de dois dias” a zona de exclusão de 150 milhas náuticas (277 quilómetros) estabelecida por Israel na costa de Gaza, apesar de se tratar de águas internacionais.

  • Entrega de reféns em 72 horas e a governação transitória. Os 20 pontos do plano para Gaza divulgado pela Casa Branca

    Casa Branca divulgou texto completo do plano para Gaza, que Netanyahu aprovou. Inclui 20 pontos, como a libertação de 1.700 residentes de Gaza detidos após o 7 de outubro de 2023.

    Entrega de reféns em 72 horas e a governação transitória. Os 20 pontos do plano para Gaza divulgado pela Casa Branca

  • Sofia Aparício também enviou carta pela embaixadora. "Nem água ainda nos deram. Para comer só pimentos crus com iogurte", relatou

    A atriz Sofia Aparício, tal como Mariana Mortágua, também escreveu uma carta à família enquanto está detida em Israel, divulgada pela embaixadora de Portugal no país.

    “Estou bem. Não nos tratam bem. Nem água ainda nos deram. Para comer só pimentos crus com iogurte”, lê-se na mensagem.

    E acrescentou: “Fomos postas numa jaula para o ministro dos negócios estrangeiros desta terra vir ser filmado como propaganda”

    “Já estamos com a embaixadora de Portugal aqui em Israel e espero regressar em breve”, escreveu ainda Sofia Aparício.

  • Plano de Trump: Hamas pronto para negociações imediatas para discutir pontos do acordo e aceita libertar todos os reféns

    O Hamas anunciou num comunicado esta sexta-feira que “concorda em libertar todos os reféns israelitas, vivos ou cadáveres, ao abrigo da proposta de Trump para Gaza”, cita a Reuters.

    O grupo manifestou ainda a sua disponibilidade para começar imediatamente negociações mediadas para discutir os detalhes do acordo.

    Também disse que concorda em entregar a administração de Gaza a um corpo independente de tecnocratas palestinianos, “com base no consenso nacional palestiniano e no apoio árabe e islâmico”, lê-se no comunicado divulgado pelo Hamas no Telegram, citado pela Al Jazeera.

    “Outras questões mencionadas na proposta do presidente Trump sobre o futuro da Faixa de Gaza e os direitos legítimos do povo palestiniano estão ligadas a uma posição nacional unificada e às leis e resoluções internacionais relevantes”, disse o Hamas.

    Estas questões “serão abordadas através de um quadro nacional palestiniano abrangente, no qual o Hamas participará e contribuirá de forma responsável”.

  • Hamas entregou aos mediadores a resposta ao plano de Trump para Gaza

    A Al Jazeera está a avançar que o Hamas apresentou a sua resposta aos mediadores do cessar-fogo em relação ao plano de Trump para Gaza.

    O jornal cita uma fonte informada próxima das negociações.

  • "Vão ter de pedir explicações noutro lado". Nuno Melo diz que escala de caças F-35 deveu-se a falha que não teve origem na Defesa

    O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, respondeu esta sexta-feira a questões dos jornalistas sobre a polémica da escala de caças F-35 para Israel nos Açores. “Terá havido uma questão processual que está identificada e que não tem origem na Defesa Nacional”, afirmou, e voltou a repetir várias vezes, em declarações transmitidas pela RTP3, à porta de uma ação de campanha do CDS-PP na Covilhã.

    “Não dou opinião ou esclarecimentos sobre o que tem que ver com outras áreas da tutela. Vão ter de pedir explicações noutro lado”, disse aos jornalistas.

    E acrescentou: “O primeiro-ministro e o ministro dos Negócios Estrangeiros já esclareceram tudo o que tinham de esclarecer. Tudo o que me questionam não tem que ver com a Defesa Nacional.”

    Sobre os pedidos de demissão relacionados com o incidente, Melo diz que não tem de reagir. “Vi alguns partido razoavelmente radicalizados que terão pedido qualquer coisa. Só mostra o estado a que chegou a alguma oposição”, afirmou.

    “Provoca-me um sorriso ser estrela de cartaz em espaço noticioso sobre aquilo que não aconteceu”, afirmou ainda.

    Sobre ter referido que a flotilha humanitária a caminho de Gaza apoiar o Hamas, referiu que falava enquanto presidente do CDS-PP e não na qualidade de ministro da Defesa.

  • Secretária de imprensa da Casa Branca avisa para "consequências muito trágicas" no caso de Hamas recusar acordo

    A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou esta sexta-feira que “o mundo inteiro deve ouvir o Presidente dos EUA, alto e em bom som” em relação às consequências de o Hamas não aceitar o acordo de cessar-fogo em Gaza.

    “O Hamas tem a oportunidade de aceitar este plano e de avançar de uma forma pacífica e próspera na região”, garantiu Leavitt durante uma conferência de imprensa na Casa Branca, esta sexta-feira.

    “Se não o fizerem, as consequências serão infelizmente muito trágicas”, acrescentou Leavitt.

  • Alemanha reforça cooperação com Ucrânia e Israel na defesa contra drones

    A Alemanha vai expandir a cooperação com a Ucrânia e com Israel na proteção contra drones, anunciou esta sexta-feira o ministro do Interior, Alexander Dobrindt.

    De acordo com o jornal alemão Die Welt, a Polícia Federal vai criar uma nova unidade dedicada exclusivamente à defesa contra drones. Os departamentos de investigação e desenvolvimento serão integrados nesta unidade e irão trabalhar em “estreita colaboração com parceiros como Israel e Ucrânia”.

    O anúncio surge no contexto das propostas do primeiro-ministro da Baviera, Markus Söder, que exigiu autorização para que a polícia alemã possa abater drones não identificados.

  • Portugueses “bastante tempo” sem água nem comida, Ministério dos Negócios Estrangeiros protesta junto de embaixador

    Os quatro ativistas portugueses que participaram na flotilha humanitária Global Sumud e foram detidos em Israel estiveram “bastante tempo” sem água e comida, motivando um protesto do Governo junto do embaixador israelita em Lisboa, disse à Lusa fonte oficial.

    “O relato que foi feito dá nota de que estiveram bastante tempo sem água quando estavam no porto. No centro de detenção já havia água mas não parecia capaz de se beber (embora dissessem que era potável)”, adiantou hoje fonte oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

    “A embaixadora [portuguesa, Helena Paiva] protestou logo na altura junto do responsável da área de detenção. O ministério fez o mesmo junto do embaixador de Israel em Lisboa”, segundo o MNE.

  • PAN rejeita jogos de palavras sobre aviões nas Lajes e quer esclarecimentos

    A porta-voz do PAN, Inês de Sousa Real, rejeitou hoje “jogos de palavras” sobre o uso da base das Lajes por aviões dos Estados Unidos rumo a Israel, exigindo ao ministro da Defesa, Nuno Melo, esclarecimentos transparentes.

    “É importante não nos refugiarmos em jogos de palavras e percebermos exatamente qual é a finalidade. Compreendemos que sendo os Estados Unidos e pertencendo à NATO possa haver aqui questões de não haver um direito de limitação da utilização, mas ainda assim é importante que o ministro venha esclarecer efetivamente qual o destino destes aviões”, disse hoje à Lusa a dirigente do PAN, no Porto.

    Falando à margem de uma ação de campanha do candidato independente do movimento Fazer à Porto, Filipe Araújo, que o PAN apoia, Inês Sousa Real vincou que “se o destino era Israel e se esse destino fosse conhecido, é evidente que Portugal tem de se posicionar, do ponto de vista internacional, no sentido de garantir que os direitos humanos prevalecem sobre quaisquer interesses económicos, relações comerciais ou até mesmo institucionais entre Portugal e Israel”.

    “Neste momento, o genocídio que está a acontecer na Faixa de Gaza deve convocar todos os estados-membtos, sem exceção, a posicionarem-se inequivocamente ao lado dos direitos humanos e ao lado dos milhares de crianças que estão, neste momento, a perder o direito à infância, dos civis inocentes que estão a perder a sua vida neste massacre que está a acontecer na Faixa de Gaza”, vincou.

    Assim, “mais do que refugiar-se ou escudar-se em jogos de palavras para justificar, provavelmente, o injustificável, é importante que Nuno Melo venha esclarecer o país e que, acima de tudo, se perceba o que aconteceu efetivamente”.

  • A mensagem de Mortágua para a mãe: "Não nos trataram bem, nem água nem comida há 48 horas. Mas está tudo bem e não fui parar à solitária"

    Joana Mortágua acaba de partilhar no Instagram a mensagem que Mariana Mortágua enviou à mãe através do cônsul de Portugal em Israel, escrita à mão.

    “Mãe, não nos trataram bem, nem água nem comida há 48 horas. Mas está tudo bem e não fui ainda parar à solitária. Convoquem manifestações, fala Joana T e BE”, lê-se na curta mensagem.

    Noutra mensagem partilhada pela dirigente do Bloco de Esquerda, informa-se ainda que o cônsul revelou que a líder do partido está numa cela com 12 pessoas.

  • Ventura: "Acho francamente que nós não ganhamos muito em trazer a Mariana Mortágua de volta"

    Em campanha pelas ruas de Faro, André Ventura diz que os portugueses estão mais preocupados com “falta de habitação” e questões de segurança do que o que aconteceu com a flotilha humanitária que se dirigia para Gaza e diz que, nesse sentido, o “Governo deve evitar trapalhadas” neste sentido.

    Sobre a informação revelada esta tarde pelo Bloco de Esquerda, que diz que a coordenadora do partido Mariana Mortágua esteve 48 horas sem comer enquanto detida pelas autoridades israelitas, André Ventura diz que, “francamente, não ganhamos muito em trazer Mariana Mortágua de volta” para Portugal.

    “O país não ganha muito com isso. O que acho grave verdadeiramente, num momento difícil para os portugueses, houve uma líder política que decidiu ir para Gaza”, acrescenta o presidente do Chega, referindo que, “se tiver que escolher”, preocupa-se mais com as situações internas de cada distrito português com o que se passa em Gaza.

  • Rui Tavares diz que Montenegro não pode “varrer para debaixo do tapete” presença de F-35 nas Lajes

    O porta-voz do Livre considerou hoje que o primeiro-ministro “não pode simplesmente varrer para debaixo do tapete” a polémica sobre a escala de caças F-35 para Israel nos Açores, e que tudo terá que ser “muito bem explicado”.

    “Isto tudo vai ter que ser bem explicado, deveria ser explicado o quanto antes, mas se o Governo não o quer explicar certamente no parlamento vai servir para extrair a verdade e as necessárias consequências políticas”, defendeu Rui Tavares, à margem de uma iniciativa de campanha para as eleições autárquicas de dia 12, em Aveiro.

    Na ótica de Rui Tavares, Luís Montenegro “não pode simplesmente varrer isto para debaixo do tapete e continuar como se nada fosse”, depois de ter sido noticiado que três aeronaves norte-americanas fizeram uma escala na base açoriana das Lajes com destino a Israel.

    Esta escala terá sido feita sem comunicação prévia ao chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel, uma “falha de procedimento” cujas responsabilidades o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) quer apurar.

    Hoje, o primeiro-ministro lamentou que tenha havido “um erro processual”, mas recusou qualquer demissão no executivo por esta razão.

    “Não se pode lidar com uma questão de armas para a continuação daquilo a que muitas organizações internacionais já chamam de genocídio como a passagem de outro tipo de material por território português”, defendeu Rui Tavares, que considera que está em causa uma “história muito mal contada”.

  • Homem suspeito de ataque terrorista a uma sinagoga em Manchester, estava sob fiança policial por alegada violação

    O presumível atacante da sinagoga em Manchester, Jihad al Shamie, estava sob fiança policial por alegada violação, avança a Sky News.

    A fiança policial é concedida no Reino Unido na esquadra, depois de um individuo ser acusado de um crime. “Isto significa que será libertado da prisão até à sua primeira audiência em tribunal”, lê-se na página do governo do Reino Unido.

    Se a fiança for concedida, poderá ter de aceitar condições como não contactar determinadas pessoas, entregar o seu passaporte à polícia e apresentar-se numa esquadra da polícia em horários acordados, por exemplo, uma vez por semana.

  • Chegam a Itália primeiros elementos da flotilha expulsos por Israel

    Quatro parlamentares italianos que viajavam na Flotilha Global Sumud, intercetada pelo Exército israelita, desembarcaram hoje no aeroporto de Fiumicino, em Roma, representando o início do processo de expulsão das mais de 400 pessoas detidas desde quarta-feira à noite.

    Trata-se do senador Marco Croatti, do Movimento 5 Estrelas; do deputado Arturo Scotto e da eurodeputada Annalisa Corrado, do Partido Democrático (PD); e de eurodeputada Benedetta Scuderi, representante do grupo parlamentar Europa Verde.

    Os advogados italianos da Flotilha Global Sumud denunciaram hoje que as autoridades israelitas deixaram os ativistas sem comida ou água durante horas desde que os detiveram, na noite de quarta-feira e na manhã de quinta-feira.

    “Os ativistas detidos por Israel ficaram sem comida nem água durante horas. Até ontem (quinta-feira) à noite”, disse a equipa jurídica italiana.

    “Além do pacote de batatas fritas dado a Gretan [Thunberg, ativista ecologista sueca] e mostrado às câmaras, nada mais foi dado”, acrescentaram.

    Em relação a alegados maus-tratos aos ativistas, os advogados sustentaram que “é certo que foram alvo de alguns abusos verbais, mas também de abusos físicos: desde serem bombardeados com canhões de água até serem obrigados a embarcar nos navios militares sob a mira de uma arma”.

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