Histórico de atualizações
  • Bom dia, este liveblog vai ser encerrado, obrigada por nos ter acompanhado.

    Continue a seguir a atualidade na guerra entre a Rússia e a Ucrânia neste novo liveblog.

    Enviado especial de Trump diz que Ucrânia e Rússia estão prontas para negociações de paz

  • Donald Tusk pede a líderes ocidentais para pararem de "especular a derrota da Ucrânia"

    Reunido com Volodymyr Zelensky em Lviv, na Ucrânia, Donald Tusk reiterou o apoio “inabalável” da Polónia por Kiev ao longo dos mais de dois anos de conflito, com um compromisso para o manter até ser necessário.

    Numa publicação na rede social X, o primeiro-ministro polaco lança também um apelo aos líderes ocidentais, pedindo para parar com a especulação sobre a derrota da Ucrânia, e continuar a apoiar até se atingir uma “paz justa” e o “respeito pela sua integridade territorial”.

    “A Ucrânia, apesar de alguns opositores, defende-se eficazmente contra a agressão russa, apesar de ninguém lhe ter dado qualquer hipótese nos primeiros dias da guerra. Lembram-se? Lembram-se muito bem. E provou em todos estes anos que é preciso pensar com fé na sua força. E vocês acreditaram na vossa força. Chegou o momento para o Ocidente acreditar na sua própria força, possibilidade e na sua capacidade de convencer todos os atores deste grande jogo de que a Ucrânia e o mundo inteiro merecem uma paz justa e o respeito pela integridade territorial e pelas fronteiras. Não podemos continuar a hesitar”, escreve Tusk.

  • Zakharova responsabiliza "autorizações" do Ocidente pela morte de general

    Segundo a porta-voz do Ministério russo dos Negócios Estrangeiros, o “ataque terrorista” que matou o general Igor Kirillov e o seu assistente foi “uma continuação e desenvolvimento da espiral de autorizações do Ocidente aos crimes de guerra que os militantes do regime de Kiev têm vindo a desencadear ao longo de todos estes anos”, cita a agência estatal russa TASS.

    Maria Zakharova condenou também a postura apresentada pelas Nações Unidas sobre a explosão desta manhã num bairro residencial em Moscovo. “Apelamos a todas as partes que se contenham e abstenham de ações que possam agravar ainda mais as tensões”, disse o porta-voz de António Guterres.

    Em conferência de imprensa, o Departamento de Estado dos EUA afirma que não houve qualquer envolvimento norte-americano na operação que matou Igor Kirillov.

  • Zelensky pede ao Ocidente para ajudar urgentemente no campo de batalha

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu hoje aos seus aliados ocidentais que “fortaleçam urgentemente a Ucrânia no campo de batalha”, já que as forças de Kiev têm vindo a recuar contra o Exército russo.

    “A principal coisa que nos vai unir é determinar como fortalecer urgentemente a Ucrânia no campo de batalha, política e geopoliticamente”, disse Zelensky durante uma conferência de imprensa com o primeiro-ministro polaco, Donald Tusk.

    O Presidente ucraniano – cujo país luta há quase três anos para repelir uma invasão russa – apelou ainda aos europeus para que se juntem a Kiev face ao Presidente eleito norte-americano, Donald Trump, que deverá tomar posse em janeiro.

  • Secretário-geral da NATO vai receber Zelensky em Bruxelas

    Esta quarta-feira, dia 18 de dezembro, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, vai receber Volodymyr Zelensky, Presidente da Ucrânia, em Bruxelas, revelou a NATO em comunicado.

  • Como retalia a Rússia após a morte de um general?

    Vitor Gabriel Oliveira acredita que Rússia vai tentar atingir um alvo de destaque em retaliação à morte de um general. Sobre o Médio Oriente, destaca a importância que os EUA podem ter na Síria.

    Como retalia a Rússia após a morte de um general?

  • NATO assume coordenação de apoio militar para a Ucrânia

    A NATO assumiu a coordenação do apoio militar fornecido à Ucrânia, papel que até à data pertencia aos Estados Unidos da América. De acordo com a Reuters, esta transição reflete o ceticismo das forças ocidentais face as posições de Donald Trump relativamente à disponibilização de apoios para Kiev.

  • Governo britânico mobiliza fundos de emergência e reforça sanções contra Rússia

    O Governo britânico divulgou esta terça-feira ter mobilizado financiamento de emergência para ajudar a Ucrânia a reparar a rede energética e apoiar pessoas vulneráveis durante o terceiro inverno em guerra, tendo anunciado em simultâneo novas sanções contra a Rússia.

    Num comunicado, o executivo adiantou ter concedido 35 milhões de libras de apoio (42 milhões de euros no câmbio atual), a maior parte do qual será usado em reparações de infraestruturas energéticas destruídas por bombardeamentos russos.

    Segundo o Governo britânico, a Rússia lançou 11 ataques em grande escala contra as infraestruturas energéticas ucranianas este ano, deixando muitos ucranianos sem eletricidade nem aquecimento em alturas em que o país enfrenta temperaturas negativas.

    Mais de dois terços da capacidade de produção de energia da Ucrânia foram ocupados, danificados ou destruídos, frisou o executivo liderado pelo trabalhista Keir Starmer, na mesma nota informativa.

  • Cidade russa declara estado de emergência após derrame de produtos petrolíferos

    As autoridades da cidade russa de Anapa, no Mar Negro, declararam esta terça-feira estado de emergência devido ao derrame de produtos petrolíferos, depois de um acidente no domingo que envolveu dois petroleiros russos.

    “Foi declarado o estado de emergência em Anapa devido ao derrame de produtos petrolíferos ao longo da costa”, disseram as autoridades da cidade de mais de 80.000 habitantes, na região meridional de Krasnodar, segundo a agência espanhola EFE.

    A mesma medida foi tomada na cidade de Veselovka, na península de Taman, cerca de 35 quilómetros a noroeste de Anapa.

    Anteriormente, o governador de Krasnodar, Veniamin Kondratiev, disse que tinham sido detetadas manchas de petróleo ao longo de várias dezenas de quilómetros durante a inspeção da linha costeira.

    Os petroleiros “Volgoneft 212” e “Volgoneft 239”, ambos construídos há mais de 50 anos para a navegação fluvial e posteriormente adaptados para navegar no mar, colidiram no domingo durante uma tempestade perto do Estreito de Kerch, que liga o Mar Negro ao Mar de Azov.

  • Procuradores russos pedem seis anos de prisão para antigos advogados de Navalny

    Os procuradores russos pediram uma pena de prisão de quase seis anos para três advogados que representaram o opositor do Kremlin Alexei Navalny, que morreu em fevereiro deste ano. A notícia é avançada pela agência Reuters.

    Alexei Navalny, rosto da oposição a Putin, morreu após “uma caminhada” na prisão. Tinha 47 anos

    Vadim Kobzev, Igor Sergunin e Alexei Liptser, que foram detidos em outubro de 2023, são acusados de vários crimes, incluindo atos extremistas. Aliás, constam da lista russa de “terroristas e extremistas.” Os advogados de Navalny negaram sempre as acusações.

    O julgamento está a decorrer à porta fechada a pedido dos procuradores, que citam ameaças de segurança. O veredito, diz a Reuters, deverá ser conhecido em breve.

  • Medvedev: tentativas para intimidar o povo e parar avanços russos vão "fracassar"

    O vice-presidente do Conselho de Segurança russo e ex-Presidente Dmitry Medvedev já reagiu às notícias sobre a morte do general Igor Kirillov. “As tentativas para intimidar o povo russo, parar o avanço do exército russo e semear medo vão fracassar”, sublinhou, citado pela agência estatal russa Ria Novosti.

    Descrevendo o ataque que resultou na morte de Kirillov com um ato “terrorista”, Medvedev garantiu que a Rússia vai retaliar.

  • Rússia diz que morte de Kirillov é ato "terrorista"

    O Comité de Investigação da Rússia descreveu a morte do tenente-general Igor Kirillov como um ato terrorista.

    “O incidente foi classificado como um ato terrorista, assassinato, tráfico ilegal de armas e munições”, afirmou a porta-voz Svetlana Petrenko, citada pela BBC.

  • Kiev será responsável pela explosão que matou general russo, diz fonte do Serviço de Segurança da Ucrânia

    Kiev está por trás da morte do general russo Igor Kirillov numa explosão esta terça-feira em Moscovo, disse ao Kyiv Independent uma fonte do Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), que falou sob condição de anonimato.

    Segundo a mesma fonte, tratou-se de uma operação do SBU na qual foram colocados explosivos numa trotinete. O aparelho foi que detonada quando Kirillov e um assistente se aproximaram da entrada de uma casa em Moscovo.

    “Kirillov era um criminoso de guerra e um alvo completamente legítimo, já que deu ordens para usar armas químicas proibidas contra os militares ucranianos”, justificou. “A retaliação por crimes de guerra é inevitável”, acrescentou.

    Uma fonte do Serviço de Segurança também confirmou à AFP que Kiev esteve por trás da morte de Kirillov.

  • General morto em Moscovo é suspeito de permitir uso de armas químicas na Ucrânia

    O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) notificou na segunda-feira o tenente-general russo Igor Kirillov de que é suspeito de permitir o uso de armas químicas em território ucraniano.

    “Sob as ordens de Kirillov, foram registados mais de 4.800 casos de uso de munições químicas pelo inimigo desde o início da guerra em larga escala”, disse o SBU citado pelo jornal Ukrainska Pravda.

    O general, que lidera as Forças de Proteção Nucleares, Biológicas e Químicas, morreu esta terça-feira numa explosão em Moscovo.

  • General russo responsável pelas forças de proteção nuclear morre em explosão de bomba em Moscovo

    O tenente-general Igor Kirillov, responsável pelas forças de proteção nuclear, morreu devido à explosão de uma bomba em Moscovo.

    Segundo a agência Reuters, que cita o Comité de Investigação da Rússia, Kirillov estava junto a uma zona de apartamentos em Ryazansky Prospekt. O dispositivo estava escondido numa trotinete elétrica.

    “Igor Kirillov, chefe das forças de proteção contra radiação, química e biológica das forças armadas da Federação Russa, e o seu assistente foram mortos”, indicou o comité.

  • Bom dia, abrimos este liveblog para acompanhar as principais notícias sobre o conflito na Ucrânia.

    Pode recuperar nesta ligação tudo o que aconteceu na segunda-feira, dia em que a Rússia rejeitou “categoricamente” a proposta de Zelensky para “congelar” conflito e envolver a NATO na resolução.

    Embaixador russo na ONU diz que Rússia “rejeita categoricamente” proposta de Zelensky para “congelar” conflito e envolver NATO na resolução

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