Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora:

    • Lídia Pereira, eurodeputada do PSD, acusou a Iniciativa Liberal de querer transformar-se num “PSD plus”, durante um debate que envolveu Rui Rocha e Luís Montenegro. Pereira destacou que, apesar das promessas de reformas de Rocha, apenas o PSD demonstrou capacidade para apresentar resultados. Em resposta, Mariana Leitão, da IL, sublinhou que Rui Rocha repreendeu Montenegro devido ao seu comportamento, que culminou em eleições antecipadas, e acusou-o de ceder ao PS e arrastar o governo para uma crise.
    • A Aliança Democrática (AD) lidera os gastos de campanha para as eleições legislativas antecipadas, prevendo a utilização de mais de 2,5 milhões de euros, destinando uma parte significativa para agências de comunicação e estudos de mercado. O Partido Socialista segue com gastos de 2,25 milhões de euros, principalmente para comícios e espetáculos, enquanto o Chega prevê gastar 1,6 milhões com foco em estruturas e publicidade.
    • Segundo o barómetro DN/Aximage de abril, apenas três ministros do governo liderado por Luís Montenegro receberam avaliações positivas. Fernando Alexandre, ministro da Educação, Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros, e Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças, destacam-se com mais de 40% de notas favoráveis. Entretanto, a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, foi a mais mal avaliada.
    • Miguel Relvas, antigo ministro, defendeu que, caso o PSD fique em segundo lugar nas eleições e se configure uma maioria de direita, o partido deve assumir responsabilidades, mesmo com a negativa de Montenegro em relação a alianças com o Chega. Relvas destacou ainda que Passos Coelho não voltaria à política sem novas eleições, realçando a integridade e reconhecimento do ex-primeiro-ministro.

  • Bom dia. Encerramos este liveblog.

    Pode continuar a acompanhar a atualidade política nacional neste outro liveblog.

    “Não há uma equivalência, não são todos iguais”. Pedro Nuno Santos afasta-se do caso Spinumviva e volta a pedir esclarecimentos a Luís Montenegro

  • O "Vencedor é" dos debates. Pedro Nuno venceu Ventura e Rui Rocha bateu Inês Sousa Real: veja as notas

    Imigração, habitação, impostos, CP, TAP e IUC: só houve divergências entre Pedro Nuno Santos e André Ventura. O mesmo entre Rui Rocha e Inês Sousa Real: acordo só na prioridade à violência doméstica.

    O “Vencedor é” dos debates. Pedro Nuno venceu Ventura e Rui Rocha bateu Inês Sousa Real: veja as notas

  • Sem chama nem proximidade. Rui Rocha atirou o PAN para os braços do PS, Inês Sousa Real respondeu com colagem ao Chega

    Com ideologias diferentes e opiniões distantes em praticamente tudo, as propostas para descida do IRC não foram suficientes para unir Rui Rocha e Inês Sousa Real num debate sem chama.

    Sem chama nem proximidade. Rui Rocha atirou o PAN para os braços do PS, Inês Sousa Real respondeu com colagem ao Chega

  • O debate dos "irritados", em que um tentou conter-se

    Ventura assumiu que “debater com o PS, irrita”; Pedro Nuno reviu-se no desabafo, mas aproveitou para atirar com “maturidade” ao adversário. Debate foi crispado até quando podia sobrar para Montenegro.

    O debate dos “irritados”, em que um tentou conter-se

  • Inês Sousa lamentou que liberais tenham sido os "únicos a votar contra a lei de bases do clima"

    Inês Sousa lamentou que a IL tenha sido “a única força política que votou contra a lei de bases do clima” e definiu como uma das prioridades da próxima eleição a luta “contra o negacionismo” climático.

    Esta é uma questão considerada central para o PAN, especialmente por verem Portugal como “um dos países mais afetado pelas alterações climáticas”. Sousa Real lembrou os fenómenos recentes de cheias no país e o problema crónico de “uma escassez de água brutal”.

    Nesse sentido, a líder do PAN sugere começarmos “por executar os mais 429 milhões de euros do PRR para ajudar a indústria a transformar-se numa indústria verde”. Sousa Real defende ainda que “uma economia de futuro em Portugal só pode ser uma economia verde”.

    A número um do PAN assegura que dessa maneira a economia nacional será mais “resiliente” e “competitiva”. Num apelo final, Sousa Real pede para que se discuta, à boleia das próximas eleições, as propostas que existam ao nível de “visão de futuro para o país”.

  • Rocha, preocupado com violência, pretende "convocar todos para uma reflexão"

    Rui Rocha subscreve a preocupação, até como pai, mostrando-se “chocado” com notícias de violência, violência no namoro e violações. “Estamos no momento de convocar todos para uma reflexão sobre esta matéria”, realça, frisando que a IL tem no programa “um plano de saúde e para a dimensão emocional” para que haja metodologias concretas para identificar alertas.

    Sobre energia nuclear, o líder liberal entende que é pelo princípio da neutralidade tecnológica e tem dúvida sobre se a energia nuclear é viável economicamente. “Precisamos de uma fonte de energia estável que seja complementada com energias renováveis”, explica.

  • PAN: Insegurança "começa dentro de casa com a violência doméstica"

    Sousa Real assume que o PAN “olha com estupefação para a direita do campo democrático ir atrás do Chega”. Sobre segurança, a líder do partido ecologista assume a existência de um problema de segurança em Portugal e admite que este “começa dentro de casa com a violência doméstica”.

    “As mulheres não estão a ser protegidas”, admitiu a líder do PAN, uma luta que defende que “devia ser uma prioridade em todos os debates e seguida por todos os partidos”

    Sobre a extensão destes crimes online, defende que as “plataformas [digitais] devem ser obrigadas a retirar imagens [de crimes] de imediato”. Estas vítimas “ficam com as vidas destruídas, são humilhadas e a cada partilha revitimizadas”, disse Sousa Real.

    Ao nível da habitação, a líder do PAN afastou-se da IL dizem que “não entendemos que o mercado da habitação deve ser selvagem e inteiramente liberalizado” e acusando o seu adversário deste debate de “preconceito ideológico”.

  • "Não há liberdade sem segurança", diz Rui Rocha

    Agora discute-se a questão da segurança. “Não há liberdade sem segurança”, argumenta Rui Rocha, frisando que é preciso polícia de proximidade e políticas adequadas. “Quanto mais dados e factos melhor podemos dirigir as políticas”, explica, frisando que a IL também quer que haja tarefas que passem para técnicos administrativos para libertar polícias para outras funções.

    Rui Rocha enaltece que a proposta da IL também aponta para equipamentos não letais para que os polícias se possam defender.

  • Rocha critica PAN por apresentar propostas "sempre por via da subsidiação ou habitação pública"

    Rui Rocha diz que proposta de IRS é progressivo. “Não faz sentido que um milionário tenha o mesmo tipo de desconto que a classe média”, interrompe Sousa Real. O líder da IL diz que “era o que faltava” atualizar os escalões à taxa da inflação.

    “O PAN não viabilizou, pelo menos na minha liderança, orçamentos de António Costa”, garante Sousa Real, contrariando o líder liberal, que segue com dificuldades em perceber o IRC e a descida do IVA de bens essenciais que o PAN pretende.

    “As propostas do PAN são sempre por via da subsidiação ou habitação pública, não conheço nenhuma para trazer mais oferta para o mercado”, critica o líder liberal, o que leva Sousa Real a dizer que “anda distraído”.

  • PAN: Proposta da IL para IRS "viola o principio da progressividade"

    Após as críticas de falta de transparência de Rui Rocha, Inês Sousa Real defendeu que a proposta do PAN é “muito clara”. Esta passa por uma descida do IRC para 17%, com uma descida de um ponto percentuais até ao final da legislatura”.

    Sousa Real critica de igual modo a proposta da IL para o IRS porque “não ia chegar à classe média” e porque “viola o principio da progressividade”, beneficiando “quem mais recebe”. Nesse sentido, a líder do PAN fez notar que a medida custaria 2,4 mil milhões de euros.

    Sousa Real diz que a IL “muito se gaba” nas questões do alívio fiscal, mas acusa o partido de não ter votado com o PAN, por exemplo, a diminuição do IVA na alimentação dos animais, cabaz alimentar, dando, por outro lado, “borlas fiscais às empresas que vendem produtos petrolíferos”.

  • Rocha critica PAN por ainda não ter acesso ao programa, Sousa Real diz que "não é minimamente sério"

    Rui Rocha tem “dificuldade em discutir” com Inês Sousa Real porque “não tem acesso ao programa eleitoral do PAN”. “Tivemos eleições antecipadas, não é minimamente sério”, interrompe a porta-voz do PAN.

    O líder liberal enumera algumas das medidas da IL, nomeadamente na habitação e descida de impostos, e pede um “esforço ao Estado — que controle a sua despesa de 1% ao ano”. “Não haverá uma ineficiência que permita cortar 1% ao ano para, por uma vez, aliviar as famílias?”, questiona.

  • Sousa Real critica IL por "ideia de um estado tão pequeno que cabe no bolso"

    A líder do PAN defende uma mudança de gestão na saúde e não uma privatização, defendendo que a gestão do SNS tem de ser mais “eficaz e eficiente”.

    Sousa Real critica a IL por ter uma “ideia de um estado tão pequeno que cabe no bolso, mas que se esquece que o bolso dos portugueses não é igual para toda a gente ao final do mês”. Para tal, o PAN propõe também “prevenir mais” na área da saúde, por exemplo, através da promoção de melhores práticas de alimentação.

    O PAN também propõe que o IVA da saúde animal seja taxado a 23% e a criação de uma rede pública de cuidados veterinários. Sobre isso, Sousa Real diz que “a pandemia ensinou-nos que a saúde das pessoas e animal são duas faces da mesma moeda”. A líder do partido lamentou que a IL não acompanhasse o partido em medidas de proteção animal no Parlamento.

  • Rocha: "Partidos entendem que as pessoas têm de passar pelo sofrimento de passar pelo SNS"

    Rui Rocha explica que as soluções da IL “estão testadas em países como Alemanha ou Holanda”. “São sociais-democratas e não liberais”, atira Sousa Real. O líder liberal realça que o sistema português é inspirado no britânico e que, esse sim, “está em enormes dificuldades”.

    “O sistema público existe e queremo-lo fortalecido, mas há mais opções e quando temos 10 milhões de portugueses não podemos pensar que SNS consegue responder a toda esta população”, salienta Rocha, frisando que é preciso “permitir que capacidade instalada possa dar resposta”.

    E remata: “Não estamos a diminuir a oferta, estamos a aumentar para as pessoas escolherem. As pessoas nunca ficam prejudicadas. Os partidos entendem que as pessoas têm de passar pelo sofrimento de passar pelo SNS e só quando o SNS falha completamente é que podem ter acesso a outra solução.”

  • Inês Sousa Real sobre saúde: "Privados têm pedido apoio à rede pública na saúde mental"

    Sobre a saúde, Inês Sousa Real vincou as “diferenças ideológicas” entre o PAN e a IL. A líder do partido diz que os liberais se esquecem que “as pessoas não escolhem nascer pobres, envelhecer ou adoecer”.

    Sousa Real acusa o modelo que a IL defende para a saúde de falir em vários países liberais, defendendo uma “intervenção forte do Estado na Saúde”.

    A líder do PAN aponta as falhas dos operadores privados em “dar resposta na saúde mental ou na oncologia” e assinala que os “privados têm pedido apoio à rede pública na saúde mental”. “A rede privada não cobre tudo”, concluiu.

  • Rocha diz que PS e PSD tentaram "remendos no SNS" e "as coisas continuaram exatamente iguais"

    O tema da saúde marca o início do debate, nomeadamente as medidas do PAN para os profissionais do setor. Rui Rocha diz que “são medidas criticáveis” em si, frisando que há uma “permanência de encerramento” de urgências.

    “A IL também propõe uma valorização dos profissionais de saúde, mas indexada ao mérito e produção”, explica, apontando que as profissões, no que toca a risco, devem ser avaliadas “em conjunto”. “É preciso uma visão global da Administração Pública”, realça, justificando que “foram tentados remendos no SNS e as coisas continuaram exatamente iguais”.

    Rocha diz que “o discurso político tem dito que SNS tem de estar no centro da solução”, a IL diz que é o cidadão que tem de estar nesse lugar, comparando com outros países. “Quem não tem possibilidade de escolher são aqueles que não têm recursos e é a esses que estamos a falhar, criando uma saúde de primeira e segunda”, explica.

  • Começa o debate entre Inês Sousa Real (PAN) e Rui Rocha (IL)

    Arranca agora, à hora certa, o debate entre a líder do PAN, Inês Sousa Real, e o líder da IL, Rui Rocha. Pode acompanhar neste liveblog o segundo debate da noite, que é transmitido em direto na SIC Notícias.

  • Bloco de Esquerda refere que "via verde" é prova de que o Governo "fez um disparate sem nome"

    A coordenadora do Bloco de Esquerda considerou esta terça-feira que a “via verde” para imigrantes, que entrou em vigor, é a prova de que o Governo “fez um disparate sem nome” quando acabou com a manifestação de interesse.

    “Acabou [Governo] com a forma que havia para dar documentos às pessoas, para regularizar as pessoas, para permitir que elas tivessem integração. E, depois, para resolver esse disparate teve que criar propostas à última hora para conseguir dar resposta à economia que precisa de dezenas de milhares de trabalhadores para conseguir funcionar”, afirmou Mariana Mortágua à margem de uma sessão dedicada à menopausa que decorreu num café do Porto.

    Segundo a bloquista, o problema é que a “via verde” é também “uma via vermelha” porque escolhe quem é que se legaliza.

    “Essa ‘via vermelha’ são todos os imigrantes que continuam a entrar de forma indocumentada e não há forma de travar isso. Eles vão continuar se a economia precisar deles”, frisou.

  • Bloco de Esquerda acusa Governo de prometer "mundos e fundos" na saúde e nada ter feito

    A coordenadora do Bloco de Esquerda acusou esta terça-feira o Governo de ter prometido “mundos e fundos” para a saúde e de não ter resolvido qualquer problema, tendo-se a ministra revelado “um desastre”.

    “Na verdade, o PSD prometeu mundos e fundos e não conseguiu resolver nenhum problema da saúde, pelo contrário, a ministra tem-se revelado um desastre”, considerou Mariana Mortágua à margem de um debate sobre a menopausa, no Porto.

    A título de exemplo, Mariana Mortágua recordou as medidas aprovadas na Assembleia da República para as mulheres em menopausa e para a endometriose, sublinhando que o SNS tem de se adaptar e chegar a toda a gente.

    “O PSD não tem uma resposta para isso e não nos digam que será um Governo do PSD, apoiado pelo PS, ou do PS, apoiado pelo PSD, que vai conseguir resolver na saúde aquilo que o PS sozinho não resolveu e que o PSD também não resolveu”, vincou.

  • Líder do PCP quer Portugal a "produzir mais" sem se preocupar com guerra

    O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, defendeu esta terça-feira que Portugal “não precisa de guerra”, com a qual acabou “há 51 anos atrás”, mas sim de “produzir mais alimentos” e caminhar para “a própria soberania alimentar”.

    “O país não precisa de guerra. O país não precisa de mandar os seus filhos, os seus netos, os nossos irmãos para a guerra. Sabemos bem o que é a guerra e o nosso povo, há 51 anos atrás, acabou com a guerra e não vai permitir que retomemos esses caminhos da destruição e da morte”, argumentou o líder do PCP.

    Numa intervenção em Serpa, no distrito de Beja, ao final da tarde desta terça-feira, Paulo Raimundo contrapôs que o país precisa é “de maior produção”.

    “O país não precisa de guerra. O país precisa é de produzir mais alimentos e caminhar no objetivo exigente, mas [que] não é impossível, da própria soberania alimentar”, disse.

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