Histórico de atualizações
  • Bom dia,

    Fica por aqui a cobertura deste domingo dos incêndios que lavram em território nacional. Continue a acompanhar todas as atualizações na semana que agora arranca neste novo liveblog.

  • Presidente da câmara de Vila Real pede "meios mais frescos" porque bombeiros estão "exaustos"

    O presidente da câmara de Vila Real pede mais apoio para o combate às chamas no concelho. Alexandre Favaios diz que neste momento “é determinante a capacidade de refrescar equipas”.

    Em declarações transmitidas pela SIC Notícias, o autarca destacou que “está muita gente no terreno mas estão particularmente exaustos”, após mais de um dia e meio “de combate intenso”. Alexandre Favaios diz que “apesar da capacidade de aumentar os recursos no terreno, é necessário que venham meios mais frescos, que tenham outra capacidade de ataque”, porque a próxima noite ainda será difícil.

  • JPP Madeira defende que Governo Regional deve enviar bombeiros para ajudar

    O Juntos Pelo Povo (JPP) da Madeira propôs ao Governo Regional (PSD/CDS) que disponibilize bombeiros profissionais madeirenses para ajudar no combate aos incêndios que se registam em diversas zonas do território continental.

    “O JPP considera que a Região Autónoma da Madeira, enquanto parte integrante do Estado português, deve demonstrar solidariedade nacional e capacidade de resposta articulada em situações de emergência”, diz o partido em comunicado.

    O JPP justifica a sugestão com “a gravidade da situação que se vive em Portugal continental, com tendência para um suposto agravamento face às condições climatéricas desfavoráveis, onde milhares de operacionais combatem diariamente múltiplas frentes ativas”.

    A presidente do JPP, Lina Pereira, citada no documento, recorda que no verão de 2024, quando a Madeira teve um incêndio “que durou 16 dias” em quatro concelhos da região, equipas de bombeiros profissionais do continente foram deslocados para a ilha com o objetivo de apoiar os que combatiam o fogo na Madeira.

    “É hora de sermos elevados e retribuirmos agora que os bombeiros do continente precisam da ajuda de todos”, acrescenta a também deputada na Assembleia Legislativa da Madeira.

    A dirigente do JPP destaca que a Madeira dispõe de um “dispositivo de bombeiros profissionais com competência, experiência e preparação para operar em cenários exigentes”.

    Segundo Lina Pereira, “o envio de equipas ou capacidades especializadas para o território continental seria um contributo importante para reforçar os meios de combate, ao mesmo tempo afirmaria o espírito de cooperação e entreajuda entre regiões, tão necessário em tempos de crise”.

    A responsável do JPP sublinha que a “solidariedade entre regiões não pode ser apenas evocada em discursos políticos”, devendo “concretizar-se em ações práticas”.

    Por isso, insta o Governo Regional da Madeira “a encetar de imediato contactos com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, no sentido de avaliar as necessidades no terreno e disponibilizar os meios humanos e logísticos adequados”.

  • Meios reforçados no fogo em Vila Real que tem três frentes

    O incêndio que deflagrou sábado em Sirarelhos, em Vila Real, lavra em três frentes, que não causam “dificuldade em termos de combate”, estando a ser reforçados os meios no terreno, disse o segundo comandante sub-regional do Douro.

    José Requeijo afirmou que este é o incêndio que mantém preocupações em Vila Real, estando os restantes dois — São Cibrão e Arrabães (Torgueda) em fase de conclusão.

    Este fogo tem três frentes ativas, uma virada a Sirarelhos, outra a São Miguel da Pena e uma terceira em Vila Cova, mas que, de acordo com o responsável, “estão sem dificuldade em termos de combate”.

    O fogo de Sirarelhos teve início pelas 23:45 de sábado, na serra do Alvão, na zona de Sirarelhos, tendo progredido depois para Gontães, São Miguel da Pena e Vila Cova, onde, depois de se ter aproximado da aldeia durante a manhã, sofreu uma reativação junto a uma casa ao final da tarde.

    José Requeijo explicou que se tratou de “um ponto quente que criou atividade junto a uma habitação, mas que de imediato foi debelada”.

    Referiu ainda que, ao final da tarde uma rotação do vento causou algumas dificuldades no combate, tendo sido necessário reposicionar os meios no teatro de operações, mas, segundo o responsável, não havia pelas 20:00 populações ameaçadas.

    Pelo extenso perímetro do incêndio estão espalhados 240 operacionais e 76 viaturas.

    O segundo comandante do Douro adiantou que os meios vão ser reforçados, nomeadamente com mais um grupo de combate ampliado (GRUATA) da Força Especial de Proteção Civil.

    “Pensamos que conseguimos, com o reforço desses elementos, um trabalho mais eficaz”, apontou, adiantando que se quer aproveitar a “janela de oportunidade” que a noite e uma maior humidade podem proporcionar.

    Como dificuldade no combate a este fogo, José Requeijo destacou o “arranque com intensidade e velocidade, virado a uma zona de montanha, serra, com difíceis acessos e com vegetação muito densa que fez com que houvesse uma propagação muito rápida”.

    “Depois a dificuldade em arranjar meios de combate que reforçassem de imediato este teatro de operações porque estávamos empenhados em mais dois. Tivemos que dividir meios e pedir reforço o que nos dificultou, nas primeiras horas, a capacidade de combate”, apontou.

    O segundo comandante disse ainda que, no incêndio que teve início em São Cibrão, mas depois se estendeu a Sabrosa, sofreu várias reativações depois de ter sido dado como em resolução pelas 15:00.

    “O incêndio de Sabrosa tem um perímetro muito grande e com várias morfologias de terreno e dificuldade de acessos e foi-nos disponibilizado pelo Exército três pelotões militares [25 militares cada] que vão fazer vigilância e alguma consolidação”, explicou.

  • Quase 1.600 operacionais mobilizados até às 17:30 para combater 80 fogos

    Perto de 1.600 operacionais, apoiados por mais de 400 veículos, foram mobilizados até às 17:30 de hoje para combater 80 incêndios rurais em Portugal continental, anunciou a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

    Entre as ocorrências registadas, 26 tiveram início durante o período noturno, entre as 20:00 de sábado e as 07:00 de hoje, refere a ANEPC, em comunicado.

    O incêndio que começou no sábado em São Cibrão, no concelho de Vila Real, e se estendeu a Sabrosa, era o que mobilizava mais meios, estando a ser combatido por 309 operacionais e 103 veículos.

    Já o incêndio que lavra desde sábado no concelho de Celorico de Basto, distrito de Braga, mobilizava 200 operacionais e 61 veículos.

    O terceiro fogo que mais meios mobilizava é o que começou pelas 23:34 de sábado na zona de Sirarelhos e evolui para a zona de Gontães e Vila Cova, no distrito de Vila Real, que estava a ser combatido por 173 operacionais e 54 veículos.

    A Proteção Civil refere também que o incêndio em Lindoso, no concelho de Ponte da Barca (distrito Viana do Castelo), entrou em fase de resolução, pelas 10:45, mas que continua a ser vigiado por 443 operacionais, apoiados por 143 veículos.

    Entretanto, os concelhos de Ponte da Barca (Viana do Castelo), Castelo de Paiva (Aveiro), Arouca (Aveiro), Penamacor (Castelo Branco) e Idanha-a-Nova (Castelo Branco) ativaram os seus planos municipais de Emergência e Proteção Civil.

  • Carneiro rejeita ter feito críticas ao Governo. "Não se deve nesta altura procurar fragilizar um esforço coletivo e nacional"

    Numa declaração feita a partir de Olhão, no Algarve, o secretário-geral do PS rejeitou que as declarações deste sábado tenham constado como uma crítica ao Governo na sua gestão dos fogos florestais, considerando-as antes “uma proposta”.

    “Temos de manifestar uma palavra de solidariedade. Avaliações se falhou ou não terão de ser feitas no fim deste período crítico dos incêndios florestais. Não se deve nesta altura procurar fragilizar um esforço coletivo e nacional para que se consiga vencer uma dificuldade grande”, afirmou José Luís Carneiro aos jornalistas.

    A “proposta” em causa é a acionar preventivamente o Mecanismo Europeu de Proteção Civil junto da União Europeia — medida que o Governo optou por não tomar para já — de forma a “pré-posicionar os meios aéreos”.

    No entender de Carneiro, esse passo devia ser tomado “tendo em consideração as projeções [meteorológicas] para os próximos dias”, já que “há um tempo que decorre entre o pedido oficial e a colocação desses meios ao dispor do combate aos incêndios”.

  • "Estamos claramente a assistir a um ataque ao nosso território", aponta autarca de Vila Real, que espera "mais meios" nas próximas horas

    A falar aos jornalistas a partir de Vila Cova, a povoação mais ameaçada do seu concelho, Alexandre Favaios fez um ponto de situação quanto aos incêndios a afetar Vila Real.

    Como já tinha confirmado antes à Rádio Observador, o autarca confirmou que, apesar da intensidade e da proximidade, o incêndio de Vila Cova e Sirarelhos não causou vítimas nem “danos em termos infra-estruturais” a habitações. “Não estão em perigo”, garantiu.

    No entanto, visto que este fogo continua a motivar a presença de 180 operacionais no terreno, apoiados por 50 viaturas e 10 meios aéreos, Alexandre Favaios não se compromete com um prazo para o regresso dos habitantes da aldeia, que foram retirados preventivamente das suas casas. Voltarão “logo que estiverem reunidas as condições”, garantiu.

    No entanto, apesar de não haver casas em perigo nem terem sido perdidas habitações, o autarca fala em “danos incalculáveis” no que toca à área florestal ardida e à produção agrícola que se perdeu.

    “Estamos claramente a assistir a um ataque ao nosso território”, apontou, sugerindo que tanto a ignição pelas 14:30 de sábado em São Cibrão, como as que se sucederam às 20:00 entre Mondrões e Torgueda e às 23:00 em Sirarelhos foram causadas por fogo posto.

    “Pedemos às autoridades que continuem a fazer o seu trabalho para punir aqueles que estão a colocar em causa a nossa casa comum”, apelou, esperando também que “sejam alocados mais meios nas próximas horas” para o combate aos fogos do seu concelho, em particular após o fogo em Sabrosa ter começado a ser dominado.

  • Não houve "perda de qualquer habitação" em Vila Cova

    O presidente da Câmara de Vila Real, Alexandre Favaios, disse hoje à Rádio Observador que houve “uma retirada preventiva de algumas pessoas de Vila Cova”.

    “Não se verificou a perda de qualquer habitação ou de qualquer. Há a lamentar a perda de produções agrícolas”, afirmou Alexandre Favaios.

  • Pelas 14h30, mais de 90 fogos eram combatidos por cerca de 1.980 operacionais

    Mais de 1.980 operacionais, apoiados por 616 meios terrestres e 22 meios aéreos, estavam hoje, pelas 14H30, a combater 90 incêndios em Portugal continental, com destaque para o fogo de Vila Real, de acordo com o site da Proteção Civil.

    Na sua página oficial, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) assinala, em Vila Real, como “ocorrências significativas”, três pontos de fogo, o primeiro em Pena, Quintã e Vila Cova que mobilizava, às 14h, quase centena e meia de operacionais, apoiados por 40 meios terrestres e 13 aéreos.

    Neste último, as pessoas das casas limítrofes foram aconselhadas a sair para o centro da aldeia.

    Em São Cibrão, no Douro, estavam 288 homens, 98 veículos e um meio aéreo, enquanto em Torgueda o socorro está a cargo de 85 operacionais, 25 veículos e um meio aéreo.

  • Aldeia Vila Cova parcialmente evacuada. Há habitantes a ser retirados de casas

    Uma aldeia de Vila Cova foi parcialmente evacuada por causa do fogo que lavra em Vila Cova, avança a CNN Portugal. Alguns habitantes estão a ser retirados das suas casas.

    O incêndio em Vila Real tem três focos — em Vila Cova, Gontães e Sirarelhos.

    Neste momento, o incêndio de Vila Real mobiliza 143 operacionais, 40 meios terrestres e 13 meios aéreos.

  • Pontos quentes em Sabrosa mas sem fogo ativo

    O incêndio que começou em São Cibrão, Vila Real, e se estendeu a Sabrosa tem pontos quentes, mas sem fogo ativo, disse hoje o segundo comandante sub-regional do Douro.

    “Começamos a ter o perímetro todo consolidado e sem chama ativa, ainda não estando completamente dominado. A grande percentagem está em rescaldo. Há pontos quentes, não temos fogo ativo”, disse o segundo comandante sub-regional do Douro, José Requeijo.

    Num ponto de situação aos jornalistas, em Sabrosa, cerca das 13:00, o segundo comandante apontou que os meios estão distribuídos em trabalhos de consolidação com máquinas de rastos.

  • Três meios aéreos e centenas de operacionais no terreno em Ponte da Barca

    Três meios aéreos e centenas de operacionais vão continuar no terreno em Ponte da Barca, no distrito de Viana do Castelo, para evitar que as condições climatéricas causem reativações, disse o comandante da Proteção Civil, Elísio Oliveira.

    “Há previsão de vento ao final da tarde. Neste momento corremos o risco de, a todo o momento, ter uma reativação. Por isso mantemos os meios no teatro de operações. Há locais de difícil acesso onde não temos como colocar operacionais”, disse o responsável num ponto de situação à RTP, cerca das 13:30.

    O incêndio em Ponte da Barca, no distrito de Viana do Castelo, que começou há mais de uma semana, foi dado como dominado hoje pelas 10:45.

  • Vento forte aproxima fogo da aldeia de Vila Cova em Vila Real

    O vento forte empurrou o incêndio que lavra a serra do Alvão para a aldeia de Vila Cova, onde as equipas de bombeiros foram posicionados para proteger as habitações, disse o presidente da Câmara de Vila Real.

    “Houve uma propagação muito rápida, influenciada pelos fortes ventos que se fizeram sentir. Neste momento os meios estão posicionados para proteger as casas nas imediações da aldeia. Vamos acompanhar a evolução deste cenário”, afirmou Alexandre Favaios à agência Lusa.

    O autarca repetiu que o vento forte que se faz sentir na serra do Alvão está a dificultar o combate e adiantou que foi pedido, de forma preventiva, a alguns residentes para saírem das casas mais próxima da área florestal.

  • Fogo de Siralhelhos em Vila Real lavra em pinhal e é o que mais preocupa

    O incêndio que inspira maior preocupação no concelho de Vila Real é o que teve início em Sirarelhos e progrediu para Gontães, lavrando em zona de pinhal sem colocar aldeias em risco, disse o presidente da Câmara.

    Alexandre Favaios, que falava aos jornalistas em Gontães, na serra do Alvão, pelas 11h0’0, disse que este é o fogo, dos três que tiveram início no concelho no sábado — Sirarelhos, Torgueda e São Cibrão – que mais preocupa.

    “Temos aqui uma mancha florestal com algum significado, é um trabalho muito difícil, por isso mesmo uma palavra de gratidão para a quantidade de homens e mulheres que durante esta noite estiveram a trabalhar de forma abnegada para que tudo, pelo menos até agora, tenha corrido bem”, apontou.

    Alexandre Favaios referiu que, neste momento, “não há aldeias, nem pessoas, nem bens em risco”.

  • Incêndios. Governo prepara apoios para empresários do Turismo afetados: "Efeitos começam a ser grandes, temos as atividades paradas"

    O Presidente do Turismo do Porto e Norte alerta para prejuízos elevados no setor. Luís Pedro Martins afirma que está em contacto com autarcas e com o Governo: “Estão preparadas linhas de apoio”.

    Incêndios. Governo prepara apoios para empresários do Turismo afetados: “Efeitos começam a ser grandes, temos as atividades paradas”

  • Incêndio em Ponte da Barca dominado, mas ainda não está em fase de rescaldo

    O incêndio em Ponte da Barca já “está dominado”, disse pelas 11h o comandante da Proteção Civil, Elísio Oliveira. Contudo, ainda é cedo para afirmar que se encontra em fase de rescaldo.

    “O incêndio, de acordo com a disposição dos meios, não deverá sair do perímetro já atingindo”, no entanto, “para dizermos que está, na sua totalidade, em rescaldo, ainda nos falta um período”, disse.

    O responsável detalhou que em certos “locais ainda se faz combate [às chamas] e noutros faz-se rescaldo. Em grande parte do terreno temos ainda operacionais só a fazer vigilância”, acrescentou.

    Elísio Oliveira afirma que vão “ter, certamente, reativações”, motivo pelo qual os operacionais “se mantêm no teatro de operações”.

    Sublinhando que só será possível “resolver esta situação com apoio do principal agente, os cidadãos”, o comandante da Proteção Civil lembrou que existem ainda “áreas condicionadas ao acesso do Parque Nacional da Peneda Gerês”.

  • Além de São Cibrão, em Vila Real há mais dois incêndios (e mobilizam 10 meios aéreos)

    Dois incêndios estão a lavrar em área de pinhal e mato em Torgueda e Siralhelhos, Vila Real, e para o local estavam mobilizados, pelas 9h44, cerca de 220 operacionais e 10 meios aéreos, segundo a Proteção Civil.

    Segundo a página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o incêndio em Torgueda, que começou às 19h49 de sábado, mobilizava 113 operacionais, 30 viaturas e quatro meios aéreos.

    Para o outro fogo, que começou em Sirarelhos pelas 23h45, foram ativados 104 operacionais, 26 viaturas e seis meios aéreos.

    O comandante dos bombeiros da Cruz Branca de Vila Real, Orlando Matos, disse à agência Lusa que os dois fogos estão a causar preocupações e estão com pontos muito quentes, desenvolvendo-se em áreas de mato e de pinhal.

    No fogo que começou em Torgueda, o receio é que avance em direção às aldeias de Granja e Bisalhães, localidades onde estão a ser posicionados meios de combate.

    O fogo que tive início em Siralhelhos tem duas frentes ativas, uma das quais lavra em pinhal em direção a Gontães.

    Orlando Matos referiu que os incêndios possuem uma grande extensão.

    No concelho de Vila Real mantém-se ativo um terceiro incêndio, que teve início em São Cibrão no sábado, mas que se propagou a Sabrosa.

  • Os 19 idosos retirados de um lar em Sabrosa passaram noite na Santa Casa da Misericórdia e num espaço de acolhimento improvisado

    Ontem foram retirados 19 idosos do lar de São Martinho de Anta. Destes, sete passaram a noite na Santa Casa da Misericórdia de Sabrosa e os restantes ficaram no Mercado dos Produtos Durienses, disse hoje a presidente da câmara.

    “Conseguimos encaminhar sete para a Santa Casa da Misericórdia, que se disponibilizou com algumas camas, os restantes vão ficar aqui, onde estão também os serviços de enfermagem do lar e os funcionários que estão a prestar assistência, para além da nossa equipa da ação social”, explicou Helena Lapa.

    A autarca falava junto ao Mercado dos Produtos Durienses, em Paços, onde foi criado um espaço de acolhimento improvisado para acolher os utentes do lar de São Martinho de Anta.

    Helena Lapa disse ter indicações de que os utentes já poderiam regressar esta noite ao lar, mas “por uma questão de prudência e prevenção, até por causa do fumo” vão ser mantidos no edifício do mercado.

    No local, a ajudar, estão voluntários da Associação Just a Change, que está no concelho a ajudar a recuperar três casas.

  • Cinco distritos em alerta vermelho entre segunda e terça-feira devido ao calor

    Cinco distritos do continente vão estar sob aviso vermelho entre segunda e terça-feira, devido ao tempo quente, anunciou esta madrugada o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

    Os distritos de Bragança, Porto, Vila Real, Viana do Castelo e Braga vão estar sob aviso vermelho entre as 6h00 de segunda-feira e as 18h de terça-feira, de acordo com o IPMA.

    Entre as 9h de hoje e as 6h de segunda-feira, estes cinco distritos estão sob aviso laranja e, até lá, está acionado o alerta amarelo.

    Ainda de acordo com o IPMA, os restantes distritos estão com avisos laranja e amarelo, variando nos dias entre hoje e terça-feira.

    O aviso vermelho é o mais elevado na escala utilizada pelo IPMA e representa uma situação meteorológica de risco extremo.

    Os quatro principais incêndios a lavrar em Portugal continental estavam por volta das 04:45 a ser combatidos por 978 operacionais apoiados por 325 viaturas.

  • Incêndio em Sabrosa com uma frente e 80% do perímetro dominado

    O incêndio que começou em São Cibrão, Vila Real, e se estendeu a Sabrosa tem cerca de 80% do perímetro dominado, uma frente ativa e alguns pontos quentes, disse hoje o segundo comandante sub-regional do Douro.

    “Neste momento temos um cenário bastante favorável, conseguimos ter trabalho muito eficaz das equipas durante a noite, apoiadas também com quatro máquinas de rasto que fizeram a consolidação de grande parte do perímetro”, afirmou José Requeijo, num ponto de situação feito pelas 8h.

    Segundo o comandante, esta manhã “ainda há alguns pontos quentes” e uma linha de fogo a arder com média intensidade” e “com difícil acesso”.

    Esta é uma situação “que nos preocupa, agora com o aumento das temperaturas, mas que está, digamos, sob o nosso domínio neste momento. Estamos também a aguardar a chegada de reforço de meios aéreos, que estão pedidos, para consolidar e extinguir pontos quentes com maiores dificuldades de acessos dos meios terrestres”, afirmou o comandante.

    No combate a este fogo estavam, pelas 9h, 287 operacionais, 100 veículos e 2 meios aéreos.

    O alerta para o incêndio foi dado pelas 14h23 de sábado, em São Cibrão, Vila Real, prosseguindo para Sabrosa onde se aproximou de várias localidades, como Anta, Garganta e São Martinho de Anta, onde foram retirados 19 utentes por precaução, os quais regressam esta manhã ao edifício.

    O vereador da Proteção Civil de Sabrosa, António Araújo, disse que o fogo queimou zonas de mato, pinhal e eucaliptos e ainda quintas de algumas habitações.

    As causas do incêndio estão a ser investigadas pelas forças de segurança, GNR e Polícia Judiciária (PJ). José Requeijo espera que a manhã, com pouco vento, traga uma “janela de oportunidade (…) relativamente à atividade e intensidade do fogo”.

    No entanto, realçou que as “condições meteorológicas vão ser adversas”, esperando-se um dia muito quente, pelo que o comportamento do fogo pode provocar alguma alteração. Com Lusa

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