Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora:

    • As negociações entre o Irão e os Estados Unidos estão comprometidas devido à contínua tensão sobre o bloqueio no Estreito de Ormuz. O Irão criticou o comportamento dos EUA durante o cessar-fogo e não confirmou a sua participação numa nova ronda de negociações, que deveria acontecer amanhã.
    • Ainda assim, o Paquistão está confiante de que a delegação iraniana marcará presença.
    • Donald Trump voltou a afirmar que os Estados Unidos estão a ganhar a guerra contra o Irão, destacou as conquistas do país e criticou os meios de comunicação por relataram o contrário. E deixou claro que não se sente pressionado para chegar a um acordo de paz.
    • O preço do petróleo tem registado aumentos significativos devido à incerteza nas negociações de paz e as operações militares em torno do Estreito de Ormuz geram receios de restrição no fornecimento global de petróleo. Este aumento de preços está a ter um impacto significativo nas economias globais.
    • Israel e o Hezbollah mantêm as hostilidades, com as forças israelitas a continuar a destruir casas na região sul do Líbano, tendo feito pelo menos 6 feridos.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

    [Um beijo no primeiro encontro e três viagens em menos de três meses. Ao 85.º dia de relação, o aspirante a modelo matou o cronista social. “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o novo Podcast Plus do Observador, conta os bastidores nunca revelados da investigação a um crime brutal. Uma série em seis episódios, narrada pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, o terceiro episódio e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir também aqui o primeiro episódio e aqui o segundo]

  • Bom dia, este liveblog fica por aqui, obrigada por nos ter acompanhado.

    Continue a par da atualidade internacional neste novo liveblog.

    Paquistão recebe hoje mais uma ronda de negociações. JD Vance a caminho de Islamabad

  • Presidente do Parlamento do Irão: “Não aceitamos negociações sob a sombra de ameaças”

    O presidente do Parlamento do Irão, segundo a Associated Press, parece lançar mais dúvidas sobre uma segunda ronda de negociações com os EUA

    “Não aceitamos negociações sob a sombra de ameaças”, escreveu presidente do Parlamento iraniano, Mohammed Bagher Qalibaf, numa publicação na rede social X.

    Mohammed Bagher Qalibaf acusou ainda os Estados Unidos de quererem que Irão se renda. Avisou que o país se tem vindo a preparar “para revelar novas cartas no campo de batalha”.

  • Secretária do Trabalho dos EUA demite-se durante investigação interna por alegada má conduta

    Lori Chavez-DeRemer, secretária do Trabalho na administração de Donald Trump, demitiu-se do cargo durante uma investigação interna por alegada má conduta, avança o The New York Times.

    “A secretária do Trabalho, Lori Chavez-DeRemer, vai deixar o governo para assumir um cargo no setor privado”, publicou Steven Cheung, porta-voz da Casa Branca, na rede social X. Acrescentou ainda que Keith Sonderling, atual subsecretário do Trabalho, assumirá o cargo interinamente.

    Entre as acusações, estão alegações de que Chavez-DeRemer mantinha um caso extraconjugal com um membro da sua equipa de segurança e de que utilizava recursos do departamento para viagens pessoais, segundo o The New York Times.

    A secretária do Trabalho deverá ser ouvida sobre o caso nos próximos dias.

  • Forças de Defesa de Israel continuam a demolir casas no sul do Líbano

    A Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA) refere que as IDF continuaram a demolir casas na cidade de Khiam, no distrito de Marjayoun, no sul do Líbano, escreve a Al Jazeera.

    Desde que o Hezbollah iniciou o conflito aberto com Israel, em outubro de 2023, a cidade libanesa foi praticamente destruída devido aos ataques e às demolições israelitas, segundo a emissora.

  • Preços do petróleo subiram esta segunda-feira

    Os preços do petróleo subiram na segunda-feira, embora a reação do mercado tenha sido mais moderada do que nas fases iniciais da guerra dos Estados Unidos e Israel com o Irão.

    O petróleo Brent, referência global, subiu 5,6%, fechando a cotar nos 95,48 dólares por barril, escreve o The Guardian. Já as bolsas norte-americanas registaram perdas, com o índice S&P 500 a cair 0,2%.

    A subida surge num contexto de receios de que o Irão possa reter carregamentos de petróleo no Golfo Pérsico, caso continue a dificultar a passagem de petroleiros no Estreito de Ormuz, segundo o jornal britânico.

  • Ataque israelita faz seis feridos no sul do Líbano

    Um ataque aéreo israelita fez seis feridos na aldeia de Qaaqaait al-Jisr, no sul do Líbano, anunciou o Ministério da Saúde libanês, segundo a Associated Press.

  • Iraque e Síria reabriram passagem fronteiriça como rota alternativa para petróleo

    O Iraque e a Síria reabriram uma passagem fronteiriça entre os dois países pela primeira vez em mais de uma década e destacam o seu potencial para o comércio e exportações de petróleo, escreve a AP.

    Os países defendem que esta rota surge como alternativa ao Estreito de Ormuz, embora o transporte terrestre de petróleo tenha uma capacidade muito inferior à dos oleodutos e dos navios-tanque.

    Nadia al-Jubouri, membro do conselho provincial de Nínive, no Iraque, afirmou durante a cerimónia de inauguração esta segunda.-feira que a passagem permitirá “o intercâmbio comercial e o transporte de petróleo em direção a este importante portal”, segundo a mesma agência de notícias.

  • Irão reabre aeroportos em Teerão

    O Irão reabriu os aeroportos Imam Khomeini e Mehrabad em Teerão, depois de semanas de guerra com os Estados Unidos e Israel terem paralisado o tráfego aéreo, escreve a Al Jazeera.

    A Organização de Aviação Civil do país vai também autorizar a reabertura dos aeroportos de Urmia, Kermanshah, Abadan, Shiraz, Kerman, Rasht, Yazd, Zahedan, Gorgan e Birjand a partir de sábado, de acordo com a agência de notícias iraniana ISNA.

  • Polícia israelita deteve extremistas ultraortodoxos apanhados a rasgar bandeiras do país

    A polícia israelita informou ter detido dois extremistas ultraortodoxos, que terão sido apanhados a rasgar bandeiras nacionais na cidade de Beit Shemesh, na véspera do Dia da Memória.

    Os suspeitos foram levados para interrogatório, após o qual será decidido se a sua detenção preventiva será prolongada, segundo o The Times of Israel.

  • EUA planeiam alegadamente pedir ao Líbano para revogar lei que proíbe contacto com cidadãos israelitas

    Os Estados Unidos planeiam alegadamente pedir ao Líbano para revogar uma lei que criminaliza qualquer contacto entre cidadãos libaneses e cidadãos israelitas durante as negociações diretas em curso entre Beirute e Jerusalém, escreve o The Times of Israel.

    Segundo o jornal israelita, a revogação da legislação representaria um passo significativo nas negociações entre os países, que visam alcançar um acordo de segurança a longo prazo.

    Até ao momento, nem o Gabinete do primeiro-ministro israelita nem o Departamento de Estado dos Estados Unidos responderam aos pedidos de comentário sobre o assunto.

    Uma segunda ronda de negociações está prevista para quinta-feira, em Washington.

  • Macron sobre morte de soldado francês: França não foi alvo específico

    Emmanuel Macron falou, em conferência de imprensa na Polónia, sobre a morte do sargento-mor Florian Montorio, membro da UNIFIL, no sábado.

    “Foi o Hezbollah que, na verdade, atacou os nossos soldados. Eles não os atacaram por serem franceses”, disse, citado pelo jornal Le Monde. E acrescentou que estes soldados das Nações Unidas foram atacados “porque estavam a cumprir a sua missão de apoiar a população civil”.

    Até ao momento, o Hezbollah negou qualquer envolvimento com a morte do soldado francês e pediu “cautela” antes de atribuírem qualquer “responsabilidade pelo incidente” antes de a investigação do exército do Líbano ser concluída.

  • Irão diz que "contínuas violações de cessar-fogo" por parte dos EUA são grande obstáculo às negociações de paz

    O ministro das Relações Exteriores do Irão, Abbas Araqchi, disse ao homólogo paquistanês, Ishaq Dar, que as “contínuas violações do cessar-fogo” por parte dos EUA são um grande obstáculo à continuação do processo diplomático, segundo um comunicado emitido pelo MNE iraniano e citado pela Reuters.

    Este comunicado surge na véspera daquela que poderá vir a ser a segunda ronda de negociações para a paz entre EUA e Irão, sendo que não é ainda certo que a delegação iraniana marque presença neste encontro.

  • Paquistão está confiante de que Irão vai participar das negociações de paz

    O Paquistão diz estar confiante de que o Irão vai participar nas negociações de paz com os EUA, afirmou um membro do governo paquistanês à agência Reuters, citado pelo Haaretz.

    “Recebemos um sinal positivo do Irão. As coisas estão em constante mudança, mas estamos a tentar garantir que eles estarão cá quando começarmos as negociações”, afirmou esta fonte.

  • Irão: Guterres insiste que “todas as partes” respeitem navegação no estreito de Ormuz

    O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu hoje o restabelecimento da liberdade de navegação no estreito de Ormuz e insistiu para que “todas as partes a respeitem”.

    O porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric, expressou “a preocupação” do secretário-geral sobre a situação no estreito em conferência de imprensa.

    “Continuamos preocupados com as restrições que foram impostas, assim como com os incidentes marítimos que testemunhamos nas últimas 48 horas”, disse Dujarric em relação ao ataque norte-americano a um navio cargueiro de bandeira iraniana que tentou atravessar o bloqueio naval do estreito de Ormuz.

    Teerão acusou Washington de violar o cessar-fogo, na sequência do ataque no estreito, enquanto os Estados Unidos argumentaram que o navio tentou forçar o bloqueio naval e defenderam as ações como uma medida de segurança.

  • Já morreram mais de 2.300 pessoas no Líbano em virtude de ataques israelitas

    Os ataques de Israel no Líbano já mataram pelo menos 2.387 pessoas desde o início da guerra, em março.

    O balanço feito pelo governo libanês e citado pela Al Jazeera indica ainda que pelo menos 7.602 pessoas ficaram feridas.

  • Trump garante que EUA estão a vencer guerra e a "destruir completamente o Irão"

    Numa terceira publicação feita poucos minutos depois, Donald Trump optou por, uma vez mais, frisar que ele está a ganhar a guerra “e por uma grande vantagem”, lê-se na Truth Social.

    “As coisas estão a correr muito bem, as nossas Forças Armadas têm-se saído maravilhosamente bem”, afirmou, criticando depois as notícias do jornal New York Times, Wall Street Journal e Washington Post, que dão a entender que os EUA “estão a perder a guerra”.

    “O inimigo está confuso, porque recebe esses mesmos ‘relatórios’ dos órgãos de comunicação, e ao mesmo tempo percebe que a sua Marinha foi completamente dizimada (…) e que não têm equipamentos antimísseis ou antiaviões, e que os seus líderes praticamente desapareceram”. Além disso, e “talvez o mais importante de tudo, o BLOQUEIO, que vai continuar até chegarmos a um acordo“, continua em execução, destacou ainda.

    Tudo isto “está a destruir completamente o Irão”, escreveu Trump. “Estão a perder 500 milhões de dólares por dia, um valor insustentável, mesmo a curto prazo. Os media estão a torcer para que o Irão vença, mas isso não vai acontecer, porque eu estou no comando.”

  • Trump volta a insistir que acordo de paz com o Irão "será MUITO MELHOR" do que o de Obama e Biden

    Numa outra publicação também na Truth Social, Trump voltou a referir que o acordo em que os EUA estão a trabalhar “será MUITO MELHOR do que o JCPOA, comumente chamado de “Acordo Nuclear do Irão”, redigido por Barack Hussein Obama [numa referência a Saddam Hussein]e Joe Biden, um dos piores acordos já feitos em relação à segurança do nosso país”.

    O líder dos EUA escreve ainda que o acordo em que estão a trabalhar não irá permitir que haja “um caminho garantido para [a existência de] armas nucleares”.

    “Se eu não tivesse rescindido esse ‘acordo’, armas nucleares teriam sido usadas contra Israel e em todo o Oriente Médio, incluindo nossas valiosas bases militares americanas”, acrescentou ainda.

  • Casa Branca diz que JD Vance estará presente nas negociações de paz — mas só chega ao Paquistão amanhã

    A Casa Branca confirmou à Al Jazeera que o vice-presidente JD Vance estará presente nas negociações de paz, ao lado do enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, e do genro do presidente Trump, Jared Kushner.

    Segundo o jornal, Washington adiantou que JD Vance só aterrará na capital paquistanesa de Islamabad amanhã.

    Esta será a segunda ronda de negociações para alcançar a paz entre EUA e Irão.

  • Trump afirma que não está sob pressão para alcançar acordo com Irão

    Donald Trump respondeu às notícias que apelidou de “falsas” sobre o facto de estar a sentir-se pressionado para chegar a um acordo de paz com o Irão.

    “ISSO NÃO É VERDADE! Não estou sob pressão alguma”, escreveu na sua rede social, Truth Social.

    Trump escreve ainda que não vai deixar “que pressionem os Estados Unidos a fechar um acordo que não seja tão bom quanto pode ser”.

    “O tempo não é meu adversário, a única coisa que importa é que finalmente, depois de 47 anos, resolvamos a BAGUNÇA que outros presidentes deixaram acontecer porque não tiveram a coragem ou a visão para fazer o que precisava de ser feito em relação ao Irão”, escreveu o líder dos EUA.

    Trump criticou também os democratas “fracos e patéticos”, que “durante anos falaram sobre os perigos do Irão e de como algo precisava ser feito, mas agora, como sou eu quem está a agir, menosprezem as conquistas”.

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