Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Donald Trump anunciou a extensão do cessar-fogo no conflito com o Irão, mantendo o bloqueio do Estreito de Ormuz. O Presidente dos Estados Unidos afirmou que as Forças Armadas devem estar prontas para agir até que o Irão apresente uma proposta de paz unificada. No entanto, o conselheiro do principal negociador iraniano considera esta prorrogação uma manobra para um eventual ataque surpresa.
    • A situação no Médio Oriente continua tensa, com o Irão e Israel a trocarem acusações e ações hostis. Israelitas foram acusados de destruir propriedades no sul do Líbano, enquanto o Hezbollah reivindicou ataques a posições israelitas, alegando violações do cessar-fogo por parte de Israel.
    • A União Europeia e vários países estão a considerar ações em resposta à crise no Médio Oriente, incluindo possíveis suspensões de acordos de associação com Israel. A presidência da UE, atualmente a cargo de Chipre, manifestou a necessidade de evitar uma potencial crise de combustíveis, enquanto questões como a suspensão do acordo com Israel estão a ser discutidas.
    • O secretário do Conselho de Segurança Nacional da Rússia, Serguei Shoigu, declarou hoje que Moscovo não exclui anexar a região separatista moldova da Transnístria para proteger os cidadãos russos que vivem na Moldávia.

    [Um beijo no primeiro encontro e três viagens em menos de três meses. Ao 85.º dia de relação, o aspirante a modelo matou o cronista social. “Os ficheiros do caso Carlos Castro”, o novo Podcast Plus do Observador, conta os bastidores nunca revelados da investigação a um crime brutal. Uma série em seis episódios, narrada pela atriz Joana Santos, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, o terceiro episódio e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E pode ouvir também aqui o primeiro episódio e aqui o segundo]

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Bom dia,

    Arquivamos este liveblog que acompanhou as principais notícias da atualidade internacional, particularmente o conflito no Irão.

    Pode continuar a seguir a nossa cobertura nesta nova ligação.

    Trump avisa que se EUA levantarem bloqueio no estreito de Ormuz “nunca haverá um acordo” com Irão

  • Guterres considera prolongamento do cessar-fogo dos EUA um “passo importante”

    Stephane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, afirmou que António Guterres saudou o prolongamento do cessar-fogo proposto pelos EUA, classificando-o como “um passo importante para a desescalada e a criação de um espaço crucial para a diplomacia e a construção de confiança entre o Irão e os Estados Unidos”, segundo a Al Jazeera.

    “Ecorajamos todas as partes a aproveitar este momento, a absterem-se de ações que possam prejudicar o cessar-fogo e a envolverem-se construtivamente em negociações para alcançar uma solução sustentável e duradoura”, acrescentou Dujarric.

    A porta-voz de António Guterres observou ainda que o secretário-geral da ONU apoia os esforços do Paquistão para facilitar novas negociações. “O secretário-geral espera que estes esforços contribuam para a criação de condições propícias a uma solução abrangente e duradoura para o conflito”, concluiu

  • Libertado mais um luso-venezuelano preso na Venezuela

    Foi libertado mais um luso-venezuelano preso na Venezuela, confirmou fonte oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros português ao Observador. Hector Ferreira estava preso desde 2022 e condenado a cumprir 18 anos de prisão.

    “O Governo português continuará a trabalhar, discreta mas activamente, pela libertação dos presos políticos que ainda estão detidos na Venezuela”, escreveu o MNE nas redes sociais.

  • Irão promete "dar uma lição mais dura do que antes" aos EUA em caso de ataque

    As forças armadas do Irão reagiram ao anúncio de prorrogação do cessar-fogo, garantido “estado de prontidão total” para responder militarmente “em caso de agressão ou de qualquer ação contra o Irão”.

    “As nossas forças, capazes e poderosas, encontram-se há muito em estado de prontidão total, com o dedo no gatilho, para que, em caso de agressão ou de qualquer ação contra o Irão, possamos atacar de forma imediata e contundente alvos previamente designados e dar mais uma lição, mais dura do que antes, ao agressor norte-americano e ao regime sionista assassino de crianças”, reagiram os iranianos, segundo a agência de notícias palestianiana Quds.

  • JD Vance não vai viajar hoje para o Paquistão

    JD Vance não vai viajar esta terça-feira para Islamabad como estava inicialmente previsto, sendo que entretanto foi anunciada uma prorrogação do cessar-fogo entre EUA e Irão, segundo confirmou a Casa Branca à NBC News. Não foram até agora avançadas mais informações sobre uma eventual nova data para a viagem.

  • Rafael Grossi disposto a passar reforma da ONU da teoria para a prática

    O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) e candidato a secretário-geral da ONU, Rafael Mariano Grossi, mostrou-se esta terça-feira disposto a passar o processo de reforma das Nações Unidas da teoria à prática.

    O diplomata argentino, o segundo candidato à liderança da ONU a apresentar a sua visão para as Nações Unidas, saudou os esforços do atual secretário-geral, António Guterres, para reformar a organização, mas frisou que muito ainda precisa de ser feito para colocar os planos em prática.

    “Estamos a tentar ajudar neste processo [de reforma da ONU] e, claro, individualmente, como candidato, tenho acompanhado em detalhe o que está a ser discutido, o que foi alcançado até agora, e todos aguardamos as propostas que o secretário-geral apresentará à Assembleia-Geral no próximo outono”, disse.

    “É bom que tenhamos começado. Mas todos sabemos que a ONU80 [programa de reforma da ONU apresentado por Guterres}, tal como está, é mais um retrato do que um plano para o futuro. Há ideias, mas sabemos que caberá ao próximo secretário-geral e à equipa que trabalhará convosco implementar o que estiver acordado e também avançar com outras questões que ficarão pendentes”, observou, dirigindo-se aos Estados-membros e organizações da Sociedade Civil que o ouviam.

  • Primeiro-ministro do Paquistão agradece a Trump por aceitar proposta de prorrogar cessar-fogo

    O primeiro-ministro do Paquistão agradeceu a Donald Trump por ter aceitado a proposta paquistanesa de prorrogar o cessar-fogo “a fim de permitir que os esforços diplomáticos em curso sigam o seu curso”. Shehbaz Sharif assegura que o Paquistão “continuará a realizar esforços sinceros para a resolução negociada do conflito”.

    “Espero sinceramente que ambas as partes continuem a respeitar o cessar-fogo e consigam concluir um acordo de paz abrangente durante a segunda ronda de negociações agendada em Islamabad, com vista a pôr fim de forma definitiva ao conflito”, escreveu nas redes sociais.

  • Anúncio de Trump foi "manobra para ganhar tempo para um ataque surpresa", denuncia conselheiro do principal negociador iraniano

    Um conselheiro do principal representante do Irão nas negociações com os EUA considera que o anúncio da prorrogação do cessar-fogo é apenas uma “manobra para ganhar tempo para um ataque surpresa”.

    “A renovação do cessar-fogo por parte de Trump não tem nenhum significado. A parte perdedora não pode ditar as condições”, escreveu nas redes sociais Mahdi Mohammadi, conselheiro do presidente do parlamento iraniano e principal negociador iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf.

    Mohammadi disse que a continuação do bloqueio do Estreito de Ormuz “não difere de um ataque e deve ser respondida com uma ação militar”. O conselheiro de Qalibaf considera que agora é o momento do Irão “tomar a iniciativa”.

  • Trump anuncia extensão do cessar-fogo com Irão. Estreito de Ormuz continua bloqueado

    O Presidente dos EUA acabou de anunciar a extensão do cessar-fogo na guerra com o Irão. Não adianta um prazo fixo e diz que o conflito está parado até receber uma nova proposta de paz do governo iraniano.

    Donald Trump escreveu nas redes sociais que, “tendo em conta que o Governo do Irão se encontra gravemente dividido”, os EUA acederam ao pedido dos mediadores paquistaneses para suspender um novo ataque ao Irão. Essa suspensão estará em vigor “até que os seus líderes e representantes consigam apresentar uma proposta unificada”, acrescenta Trump.

    “Por conseguinte, dei ordens às nossas Forças Armadas para que continuem o bloqueio [ao Estreito de Ormuz] e para que permaneçam prontas e preparadas em todos os outros aspetos, e, por isso, prolongarei o cessar-fogo até que a proposta seja apresentada e as discussões sejam concluídas, de uma forma ou de outra.”

  • Líbano exige “retirada total” de forças israelitas

    O primeiro-ministro do Líbano exigiu hoje a “retirada total” das forças israelitas e o regresso de prisioneiros e deslocados, no âmbito das negociações com Israel, antes da reunião agendada para quinta-feira em Washington.

    Numa conferência de imprensa conjunta em Paris com o Presidente francês, Emmanuel Macron, Nawaf Salam afirmou também que o seu país precisa de “500 milhões de euros para enfrentar a crise humanitária nos próximos seis meses”.

    Por sua vez, Macron sustentou que Israel deve “desistir das suas ambições territoriais” no Líbano e que o movimento xiita libanês Hezbollah, aliado do Irão, deve ser desarmado “pelos próprios libaneses”.

    O cessar-fogo de dez dias em vigor, que termina no próximo domingo, “deve ser prolongado para permitir o início de um verdadeiro processo de estabilização”, declarou Macron à comunicação social, depois de receber o chefe do Governo libanês no Palácio do Eliseu.

  • Irão não participa nas negociações com EUA no Paquistão na quarta-feira

    O Irão não marcará presença em Islamabad, no Paquistão, na quarta-feira, nas negociações com os Estados Unidos, avança a Tasnim no Telegram.

    “O Irão anunciou finalmente hoje que, nesta situação, considera a participação nas negociações uma perda de tempo, uma vez que os Estados Unidos estão a impedir que se chegue a um acordo adequado”, pode ler-se na mensagem do Telegram da agência de notícias.

    De acordo com a Tasnim, a equipa de negociações iraniana já anunciou ao lado americano, através de um intermediário paquistanês que, por diversas razões, não vai estar presente em Islamabad e que, de momento, não há perspetiva de participar nas negociações.

    Segundo a agência de notícias, o Irão terá aceitado um cessar-fogo mediado pelo Paquistão e negociações baseadas numa proposta de dez pontos, alegadamente aceite pelos EUA. No entanto, Washington terá deixado de cumprir o acordo, o que levou à ausência iraniana.

    “Os americanos não impuseram um cessar-fogo no Líbano a Israel, violando completamente os seus compromissos, e esta questão gerou sérios obstáculos nas negociações durante vários dias”, pode ler-se mensagem da Tasnim no Telegram.

  • Israel. "Há outros países a violar direitos humanos"

    Helena Ferro Gouveia considera que quebra de acordo de associação entre UE e Israel “tem agenda política de Pedro Sanchez” por causa da situação política interna, em Espanha. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Israel. “Há outros países a violar direitos humanos”

  • Irão poderá participar nas negociações se EUA "abandonarem a sua política de pressão e ameaças"

    O Irão poderá aceitar participar nas negociações caso os Estados Unidos “abandonem a sua política de pressão e ameaças”, afirmou um alto responsável iraniano, citado pela Reuters.

    Segundo a agência de notícias, o responsável acusou Washington de “criar novos obstáculos todos os dias em vez de resolver as diferenças” para pôr fim à guerra. Acrescentou ainda que Teerão rejeita negociações que visem a rendição do país.

  • Governo libanês não quer confrontos com o Hezbollah, mas mantém plano de desarmamento

    O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, afirmou que o seu governo não procura um confronto com o Hezbollah, mas que continuará a prosseguir o seu objetivo de desarmar o grupo, escreve a Al Jazeera.

    “Não há Estado possível sem o monopólio das armas”, admitiu o primeiro-ministro do Líbano, numa conferência de imprensa conjunta em Paris, ao lado do Presidente francês, Emmanuel Macron.

    “Dito isto, não procuramos um confronto com o Hezbollah”, acrescentou. “Pelo contrário, queremos evitar um confronto, mas certamente não nos deixaremos intimidar pelo Hezbollah e por aqueles que alimentam as chamas da guerra civil”.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão considera bloqueio naval dos EUA "ato de guerra"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, afirmou que o “bloqueio de portos iranianos é um ato de guerra” e, por conseguinte, “uma violação do cessar-fogo” por parte dos EUA.

    “Atacar um navio comercial e fazer a sua tripulação refém é uma violação ainda maior. O Irão sabe como neutralizar restrições, como defender os seus interesses e como resistir à intimidação”, pode ler-se numa publicação de Araghchi na rede social X.

  • Hezbollah reivindica ataques com rockets e drones no norte de Israel

    O Hezbollah reivindicou a autoria dos ataques com rockets e drones uma posição de artilharia israelita em Kfar Giladi, no norte do país. O grupo libanês alega ainda que o ataque serviu como resposta às violações do acordo de cessar-fogo por parte de Israel ao Líbano, avança o The Times of Israel.

    Segundo o jornal israelita, o Hezbollah alega ter documentado mais de 200 violações do cessar-fogo por parte de Israel desde que o acordo entrou em vigor na sexta-feira. Em comunicado, o grupo afirmou que os ataques contra as IDF foram realizados devido ao seu “direito de resistir à ocupação e repeli-la”.

    Entretanto, as IDF informaram que tropas no sul do Líbano foram atingidas por rockets e que um drone foi intercetado.

  • Irão nega libertação de mulheres que enfrentam pena de morte

    O Irão rejeitou libertar oito mulheres detidas durante a vaga de protestos no país, que enfrentam o risco de execução, apesar do apelo de Donald Trump nesse sentido, feito no contexto de eventuais negociações.

    Segundo o The Times of Israel, vários grupos de defesa dos direitos humanos afirmaram que pelo menos uma mulher detida durante os protestos no Irão em janeiro foi condenada à morte, enquanto outra enfrenta acusações que podem levar à sua execução.

    “Trump foi enganado mais uma vez por notícias falsas”, afirma o site oficial do poder judicial iraniano, Mizan Online, de acordo com o jornal israelita. “Algumas das mulheres que alegadamente estavam prestes a ser executadas, já foram libertadas, enquanto outras enfrentam acusações que, a confirmarem-se, resultariam, no máximo, em prisão”.

    Donald Trump escreveu nas redes sociais que a libertação das oito mulheres poderia favorecer o Irão nas negociações, e republicou a alegação da ativista iraniana Masih Alinejad, residente nos EUA, de que as mulheres corriam o risco de serem enforcadas, incluindo uma jovem de 16 anos.

  • Rússia não exclui anexar Transnístria para proteger cidadãos russos na Moldova

    O secretário do Conselho de Segurança Nacional da Rússia, Serguei Shoigu, declarou hoje que Moscovo não exclui anexar a região separatista moldova da Transnístria para proteger os cidadãos russos que vivem na Moldávia.

    “Nada pode ser descartado, estamos a considerar todos os cenários possíveis”, afirmou Shoigu, numa entrevista concedida ao tabloide russo Komsomolskaya Pravda.

    O ex-ministro da Defesa russo, cujos antigos vice-ministros foram todos encarcerados por corrupção, segundo a comunicação social russa, indicou que cerca de 220.000 cidadãos russos habitam na região separatista moldova e que “os seus interesses e segurança se encontram neste momento ameaçados devido às ações irrefletidas e irresponsáveis de Kiev e de Chisinau”.

    “Se for preciso, a Rússia tomará todas as medidas necessárias e utilizará todos os métodos disponíveis para os proteger (aos cidadãos russos da Transnístria)”, advertiu.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Israel acusa Hezbollah de disparar rockets contra sul do Líbano e retalia

    As forças armadas de Israel acusaram o Hezbollah de disparar vários rockets contra soldados israelitas estacionados no sul do Líbano. Em resposta, o Exército israelita disse nas redes sociais ter atingido o lançador de rockets responsável pelo ataque.

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