Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora:

    • As Forças de Defesa de Israel confirmaram um ataque a um edifício residencial na Cidade de Gaza, justificando que o prédio estava a ser utilizado pelo Hamas para operações de inteligência e monitorização das tropas israelitas. Este ataque faz parte de uma intensificação das operações militares na área de Gaza, com Israel a advertir que continuará a atacar infraestruturas que diz estarem associadas ao Hamas nos próximos dias, caso o grupo não se desarme e liberte os reféns.
    • O Hamas acusa Israel de estar a tentar “destruir completamente” a Cidade de Gaza através de bombardeamentos contínuos, que resultaram na destruição de, pelo menos, dois edifícios altos. O grupo islamita alerta para o risco de um deslocamento forçado generalizado dos residentes de Gaza, o que qualificam como um crime sem precedentes na história moderna, pedindo à ONU e ao Conselho de Segurança para tomarem medidas urgentes.
    • Em resposta à pressão internacional e à crise humanitária, as Forças de Defesa de Israel anunciaram a criação de uma área humanitária na zona de Muwasi, em Khan Younis, equipada com infraestruturas essenciais como hospitais de campanha e instalações de dessalinização. Esta medida é acompanhada de um apelo aos residentes de Gaza para se deslocarem para esta nova região de segurança, ignorando, segundo Israel, as alegações do Hamas.
    • Protestos pró-Palestina ocorreram em várias cidades europeias, incluindo Londres, onde manifestantes foram detidos por expressarem apoio ao grupo Palestine Action, classificado como organização terrorista. O Egito, por seu lado, criticou a sugestão israelita de que os deslocamentos de palestinianos na Faixa de Gaza são voluntários, acusando que a fome está a ser utilizada como uma arma para forçar a saída dos residentes das suas terras.

  • Milhares de iranianos manifestam-se em Bruxelas por mudança de regime no Irão

    Dezenas de milhares de iranianos provenientes de vários países europeus manifestaram-se hoje para exigir uma mudança de regime no Irão, com o apoio da resistência organizada do próprio país, noticiou a agência espanhola EFE.

    “A sociedade iraniana encontra-se num estado volátil, e a única solução é a terceira opção, nem o apaziguamento nem a guerra, mas a mudança de regime por parte do povo e a sua resistência organizada”, defendeu a presidente do Conselho Nacional de Resistência do Irão, que representa a oposição iraniana no exílio, Maryam Radjavi, dirigindo-se aos manifestantes.

  • Hezbollah ameaça que não vai entregar as armas

    O deputado do Hezbollah no parlamento libanês Hassan Ezzedine ameaçou hoje que o grupo xiita não vai entregar as armas, um dia depois de o Governo anunciar que aplicará em breve o plano de desarmamento daquele movimento pró-iraniano.

    O Hezbollah “não renunciará” às suas armas “em nenhuma circunstância nem sob nenhum pretexto”, declarou hoje o deputado do Hezbollah, segundo a agência de notícias oficial libanesa ANI, citada pela France-Presse (AFP).

    Aqueles que “elaboraram a decisão pecaminosa, precipitada e imprudente” do desarmamento do Hezbollah e que a “aceitaram devem reconsiderá-la e corrigir os seus erros”, afirmou Ezzedine durante um evento no sul do Líbano.

    “Caso contrário, serão responsáveis pelas consequências que possam advir”, alertou.

  • Raimundo pede que Governo reconheça Palestina sem “condicionalismos ou ingerências”

    O secretário-geral do PCP pediu hoje ao Governo para reconhecer já o Estado da Palestina, sem condicionalismos ou “impor ingerências”, defendendo que os palestinianos têm o direito de decidir como se organizam e quem os representa.

    Em declarações aos jornalistas à margem de um momento de solidariedade com a Palestina na Festa do Avante, na Quinta da Atalaia, Seixal, Paulo Raimundo defendeu que o Estado português tem “o dever” de reconhecer o Estado da Palestina.

    “Não é reconhecer em determinadas em condições, porque o Estado português não tem nenhuma capacidade, não tem nenhuma necessidade de impor ingerências. Quem decide sobre o futuro da Palestina são os palestinianos. Quem decide sobre a forma de organização da Palestina são os palestinianos, sobre quem os representa, são os próprios palestinianos”, afirmou Paulo Raimundo.

  • Hamas acusa Israel de querer “destruir completamente” Cidade de Gaza

    O grupo islamita palestiniano Hamas denunciou hoje que Israel pretende “destruir completamente” a cidade de Gaza, referindo-se aos últimos bombardeamentos lançados contra pelo menos dois edifícios altos que ficaram destruídos.

    “Advertimos que a continuação destes crimes tem como objetivo destruir completamente a cidade de Gaza e impor o deslocamento forçado generalizado dos seus residentes, o que constitui um crime sem precedentes na história moderna”, alerta o grupo islamita considerado terrorista pelos Estados Unidos e União Europeia num comunicado.

    O exército israelita justificou estes ataques afirmando ter encontrado “infraestruturas terroristas” nestes edifícios, e advertiu que continuará a fazê-lo “nos próximos dias”, se o grupo palestiniano não se desarmar e entregar os reféns que ainda mantém em cativeiro.

    O Hamas refuta a tese de Israel e considera que “atacar torres residenciais cheias de deslocados” lhe “serve de cobertura” para continuar a perpetrar “crimes de guerra em toda a regra que constituem um genocídio”.

    “A ONU e o seu Conselho de Segurança devem quebrar o silêncio e agir imediatamente para deter o brutal ataque sionista que visa destruir a cidade de Gaza e deslocar a sua população, e para enfrentar as violações sem precedentes e contínuas” na Faixa de Gaza”, apela o Hamas no mesmo texto.

  • Familiares dos reféns dizem que ocupação da Cidade de Gaza custará a vida dos reféns

    Cumpre-se este sábado mais uma noite de protestos em Jerusalém e Telavive a favor de um acordo de cessar-fogo, que permita a libertação de todos os reféns que ainda estão na Faixa de Gaza. Antes das manifestações, as famílias dos reféns falaram numa conferência de imprensa em que voltaram a condenar o plano para ocupar a Cidade de Gaza.

    “Não deem a mão à ocupação de Gaza nas costas dos reféns. Não disparem o míssil que vai atingir um refém vivo ou enterrar um soldado para sempre. Não é assim que devolvemos reféns, é assim que matamos reféns”, declarou Gil Dickman, cujo primo, Carmel Gat, foi morto no sul da Faixa de Gaza há um ano e recordado hoje nas suas palavras. “A ordem para entrar em Rafah foi uma sentença de morte para os seis reféns. A ordem para ocupar a Cidade de Gaza também é uma sentença de morte para os reféns. Vocês não fazem ideia de onde estão os reféns, tal como não sabiam onde estava o Carmel”, criticou, citado pelo Haaretz.

  • Forças israelitas mataram 58 palestinianos em Gaza este sábado

    As forças israelitas mataram pelo menos 58 pessoas na Faixa de Gaza desde a madrugada deste sábado, avançaram fontes hospitalares à Al Jazeera. Desse número, 16 foram mortos nas imediações dos pontos de distribuição de ajuda humanitária, enquanto tentavam obter mantimentos. Outras 70 pessoas ficaram feridas nos mesmos locais.

    Mais de metade dos palestinianos mortos este sábado foram mortos no norte do enclave e na Cidade de Gaza, onde as forças israelitas continuam uma ofensiva.

  • António Filipe pede apoio diplomático para proteger flotilha

    O candidato presidencial comunista António Filipe defendeu hoje que o Governo deveria dar o “apoio diplomático necessário” para garantir a segurança dos cidadãos portugueses na flotilha que ruma à Faixa de Gaza.

    Em declarações aos jornalistas após ter visitado a Bienal de Artes Plásticas da Festa do Avante!, na Quinta da Atalaia, Seixal, António Filipe defendeu que, tendo em conta que há cidadãos portugueses na flotilha humanitária, “o Estado português não deve deixar de acompanhar essa situação e de dar o apoio diplomático que seja necessário, até para garantir a segurança”.

    “Creio que a forma como o Governo reagiu não foi a mais adequada. Creio que não devemos ignorar, independentemente do facto de uma das pessoas que participa ser titular de um órgão de soberania — isso não é irrelevante –, mas, havendo cidadãos portugueses, o Estado não pode deixar de estar atento, de acompanhar a situação e fazer o que estiver ao seu alcance para garantir a vida e a segurança dos nossos concidadãos”, sustentou.

    Nestas declarações aos jornalistas, António Filipe, candidato apoiado pelo PCP, defendeu que o Presidente da República deveria ter um papel mais interventivo no que se refere à situação na Palestina, frisando que é o representante máximo do Estado português a nível internacional e a sua opinião sobre a matéria “deve ser considerada”.

    “E eu creio que Portugal já devia ter reconhecido há muito tempo o Estado da Palestina, que deveria fazê-lo sem condicionamentos”, sustentou, considerando incompreensível que Portugal seja “um dos poucos países do mundo” que ainda não o fez.

  • Vários detidos em protesto de apoio ao grupo Palestine Action em Londres

    Vários manifestantes foram detidos hoje em Londres numa ação de apoio ao grupo Ação Palestina, considerado ilegal pelas autoridades britânicas, anunciou a Scotland Yard.

    A manifestação juntou centenas de pessoas, segundo a agência AP, em frente à praça do parlamento britânico, em Westminster. Já de acordo com o The Guardian, “é considerado o maior protesto desde que o grupo foi proibido”.

    O protesto decorreu em simultâneo nas cidades de Belfast (capital da Irlanda do Norte) e Edimburgo (capital da Escócia), segundo a televisão britânica Sky News.

    Antes da realização do protesto já a Polícia Metropolitana de Londres informava, na rede social X: “Impusemos as condições da Lei de Ordem Pública ao protesto da Coligação pela Palestina de sábado e à Marcha Contra o Antissemitismo de domingo para evitar perturbações graves.”

    Noutra publicação posterior, a Met confirma que os seus agentes “começaram a prender pessoas por expressarem apoio à organização terrorista proibida Palestine Action”.

    O grupo Defend Our Juries, organizador do protesto, segundo a AP, contabilizou 1.500 manifestantes, segurando cartazes com a frase “Eu oponho-me ao genocídio, eu apoio a Ação Palestina”.

    A mesma agência relata que, em poucos minutos, a polícia começou a prender os manifestantes, enquanto os presentes gritavam “Vergonha!” e “Polícia Metropolitana, escolhe um lado: justiça ou genocídio”.

    As autoridades britânicas ainda não adiantaram números oficiais das detenções, mas uma testemunha no local disse à Reuters ter contabilizado dezenas de pessoas detidas.

    Mais de 700 pessoas foram presas em protestos semelhantes anteriores, 138 das quais foram indiciadas sob a Lei do Terrorismo.

  • Rainha Rania da Jordânia acusa Israel de "matar à fome toda uma população sob um cerco" na Faixa de Gaza

    As declarações da rainha consorte da Jordânia, esposa do rei Abdullah II, foram feitas esta sexta-feira no decurso de uma visita ao México para uma conferência, tendo a monarca partilhado o seu discurso no Facebook.

    Na sua participação, Rania diz que “a escala de destruição que estamos a testemunhar em Gaza é catastrófica. A sua brutalidade é inegável. Casas e histórias estão a ser esmagadas sob os escombros.”

    “Dezenas de milhares de pessoas foram mortas. Israel está a matar à fome toda uma população sob um cerco que corta todas as linhas de abastecimento. Médicos exaustos, eles próprios famintos, lutam para tratar os feridos em meio a uma grave escassez de mantimentos”, continuou a monarca, destacando também os “jornalistas corajosos que reportam da linha de frente” e “estão a ser mortos com impunidade”.

    “Não há mundo em que seja justificável bombardear hospitais, matar crianças de fome ou atirar em pessoas que procuram ajuda”, acrescentou.

  • Protestos pró-Palestina levam a Israel-Premier Tech a retirar o seu nome dos equipamentos na Volta a Espanha

    A decisão foi anunciada pela própria equipa de ciclismo, em resposta aos vários protestos que têm decorrido durante a Volta a Espanha e que, inclusive, já causaram disrupções na prova.

    “Com o objetivo de priorizar a segurança dos nossos ciclistas e de todo o pelotão, tendo em conta a natureza perigosa de alguns protestos na Vuelta, a Israel–Premier Tech forneceu aos ciclistas equipamento com o monograma da equipa para o resto da corrida”, lê-se numa publicação feita na rede social X.

    “O nome da equipa continua a ser Israel–Premier Tech, mas o equipamento com o monograma está agora alinhado com as decisões de branding que adotámos anteriormente para os nossos veículos e vestuário casual”, adianta ainda a equipa, propriedade do bilionário israelo-canadiano Sylvan Adams.

    Principal prova de ciclismo espanhola e uma das mais prestigiadas do mundo, a Volta a Espanha tem sido palco de várias ações pró-Palestina e contra a participação da equipa israelita.

    A emoção terá de ficar guardada para o Angliru: etapa de Bilbau teve espetáculo, mas acabou sem vencedor (devido a protestos contra Israel)

    A 3 de setembro, inclusive, a 11ª etapa teve de ser cancelada devido a questões de segurança, já que vários vários ativistas estavam concentrados na zona de meta a empunhar bandeiras palestinianas, com as barreiras de proteção quase a cederem.

    Segundo o Times of Israel, os organizadores da Volta a Espanha chegaram a pressionar a Israel–Premier Tech a abandonar a prova para por termo aos protestos, mas a equipa recusou-se a fazê-lo.

  • “Há uma explosão de antissemitismo" em Lisboa. Centro cultural judaico na capital alvo de vandalismo todas as semanas

    O Centro Cultural Judaico Rua da Judiaria, em Lisboa, tem sido alvo de atos semanais de vandalismo e mensagens de ódio desde o início da guerra no Médio Oriente, em 2023, disse à Lusa o fundador da associação.

    Nas paredes exteriores do centro surgem todas as semanas autocolantes e mensagens escritas sobre o boicote a Israel e contra os israelitas, contou Luciano Waldeman, exemplificando com “Vocês não são bem-vindos a Portugal” ou “Morte a Israel”.

    “As pessoas não estão a conseguir separar as coisas”, lamentou, destacando que o centro tem sido alvo de agressões antissemitas.

    Na segunda-feira estavam escritas nas paredes do centro cultural judaico mensagens como “Free Gaza”, mas também declarações de ódio aos judeus como “assassinos de crianças”.

    O fundador do centro Rua da Judiaria relatou ainda que a cada duas semanas aparece alguém que tenta arrancar da parede a Estrela de Davi, um símbolo judaico em forma de estrela de seis pontas.

    Luciano Waldman disse que já teve conflitos com pessoas do grupo Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), um movimento liderado por palestinianos que defende o fim da ocupação israelita em Gaza e da colonização dos territórios palestinianos.

    “Eu disse ao homem: Olhe, respeito as suas opiniões, mas os adesivos não. Simplesmente o homem quis agredir-me, gritava como um louco a dizer ‘és sionista, sionistas como tu têm que morrer, pessoas como tu merecem a morte’ e assim por diante”, disse.

    Contactado pela Lusa, o BDS negou as acusações e declarou não ter conhecimento dos conflitos, sublinhando que não tolera atos discriminatórios.

    “Em conformidade com a definição de discriminação racial da ONU, o movimento BDS não tolera qualquer ato ou discurso que adote ou promova, entre outros, o racismo anti-negro, o racismo anti-árabe, a islamofobia, o antissemitismo, o sexismo, a xenofobia ou a homofobia”, indicou a organização.

    O movimento disse ainda que rejeita a comparação de críticas ao estado de Israel com antissemitismo.

    “Repudiamos qualquer tentativa, desonesta e perigosa, de equiparar e fazer equivaler a antissemitismo àquilo que são críticas ao Estado de Israel e ao sionismo”, indicou o BDS.

    Luciano Waldman disse que já recebeu insultos racistas na Rua da Judiaria, exemplificando: “Volta para a tua terra, o homem do bigodinho tinha razão”.

    “Há uma explosão de antissemitismo” em Lisboa, lamentou o dirigente, lembrando que os judeus e israelitas que vivem em Portugal não são responsáveis pelo conflito em Gaza.

    “Nós não somos os soldados e nós não somos o governo de Israel que está a tomar decisões sobre a guerra” referiu o responsável.

    Disse ainda que já fez centenas de queixas à Câmara de Lisboa sobre as mensagens de ódio e as situações são publicadas nas redes sociais do centro, no Instagram, no Facebook, destacando que até agora nada foi feito.

    “Nada é feito e as coisas estão só a piorar”, alertou o responsável.

  • Fabricante de armas israelita encerra instalações na cidade britânica de Bristol depois de serem visadas pelo grupo Palestine Action

    A Elbit Systems, considerada a maior fabricante de armas de Israel, fechou “inesperadamente” as suas instalações em Bristol, no Reino Unido, adianta o The Guardian.

    A informação foi confirmada pelo jornal britânico ao deslocar-se ao local e encontrá-lo abandonado, à exceção da presença de um segurança a fazer supervisão de dentro de um veículo estacionado nas imediações.

    Estas instalações tinham sido alugadas pela empresa desde 2019 e a licença só deveria expirar em 2029, sendo que a empresa não respondeu às questões do The Guardian quanto a esta situação.

    Grupo Palestine Action designado “organização terrorista” pelo Parlamento britânico

    Esta fábrica foi alvo de dezenas de protestos do grupo ativista Palestine Action ao longo deste ano, o último dos quais a 1 de julho, um dia antes da organização ser proibida por ação do governo britânico, que a classificou como grupo terrorista.

  • Israel confirma ataque a edifício residencial na Cidade de Gaza, justificando que fora ocupado pelo Hamas

    Depois de ter emitido um alerta de evacuação urgente para algumas zonas da Cidade de Gaza, as Forças de Defesa de Israel confirmam ter bombardeado um edifício alto, justificando que era utilizado para operações do Hamas.

    “ATACADO: Um edifício alto que estava a ser usado pela organização terrorista Hamas na área da cidade de Gaza”, lê-se numa publicação na rede social X por parte da conta oficial das IDF.

    “Os terroristas do Hamas instalaram equipamento de recolha de informações e posicionaram postos de observação no edifício para monitorizar a localização das tropas das IDF na área. Os terroristas do Hamas também colocaram vários dispositivos explosivos perto do edifício”, adiantam as forças israelitas.

    Segundo a conta verificada Gaza Notifications, na mesma rede social, o edifício era a torre residencial Al-Susi, no bairro de Tel al-Hawa, que “abrigava dezenas de famílias deslocadas e estava rodeado por tendas de outros refugiados”.

    Não se sabe ao certo se o ataque fez vítimas, sendo que a publicação é acompanhada de um vídeo onde é possível ver o edifício a ser obliterado por um míssil.

  • Egito classifica como "um disparate" a ideia de que o deslocamento de palestinianos é algo voluntário

    Esta ideia foi veiculada por Badr Abdelatty, ministro dos Negócios Estrangeiros egípcio, numa conferência de imprensa conjunta com o comissário-geral da agência da ONU para os refugiados palestinianos, Philippe Lazzarini.

    “Se existe uma fome provocada pelo homem (em Gaza), é para expulsar os residentes das suas terras. É um disparate dizer que se trata de uma deslocação voluntária”, afirmou Abdelatty, citado pela Reuters.

    A resposta do governante egípcio — cujo pais é um dos mediadores principais nas negociações para por termo à guerra na Faixa de Gaza — surge depois de do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu ter voltado a sugerir a ideia de que os palestinianos em Gaza deveriam ser autorizados a sair voluntariamente e sugeriu que outros países os aceitassem.

  • Ministério da Saúde de Gaza anuncia que seis pessoas morreram à fome nas últimas 24 horas

    Este ministério, controlado pelo Hamas, adiantou ainda que uma das vítimas era uma criança, escreve o Haaretz.

    Segundo a contabilização do ministério da Saúde de Gaza, o número de mortes por desnutrição no enclave subiu para 382 pessoas, das quais 135 são crianças.

  • IDF emite alerta de evacuação urgente para secções da Cidade de Gaza

    As Forças de Defesa de Israel avisaram explicitamente que vão atacar o edifício Al-Ruya e as tendas circundantes, que, segundo as forças israelitas, contêm infraestruturas terroristas do Hamas.

    Por essa razão, as IDF deram instruções aos civis na zona para se dirigirem para sul, em direção à zona humanitária criada em Muwasi, perto de Khan Younis.

  • Forças de Defesa de Israel anunciam criação de zona humanitária em Khan Younis

    As Forças de Defesa de Israel anunciaram uma nova área humanitária na zona de Muwasi, em Khan Younis, cidade a sul na Faixa de Gaza.

    Segundo um comunicado citado pelo Haaretz, o espaço designado inclui “infraestruturas humanitárias essenciais, como hospitais de campanha, condutas de água e instalações de dessalinização”, prometendo também “fornecimento contínuo de alimentos, tendas, medicamentos e equipamento médico” na área.

    A criação desta zona surge ao mesmo tempo que as operações na Cidade de Gaza começam a intensificar-se, o que motivou o porta-voz em língua árabe das IDF, Avichay Adraee, a apelar aos residentes que “não dêem ouvidos às alegações do Hamas”.

    “Aproveitem a oportunidade para se mudarem para a zona humanitária o mais cedo possível e juntem-se aos milhares que já se mudaram para lá nos últimos dias e semanas”, adianta.

  • Bom dia,

    Iniciamos aqui um novo dia de cobertura jornalística dos desenvolvimentos no Médio Oriente. Pode ver o que se passou ontem neste liveblog.

    “Estamos em negociações muito profundas com o Hamas”, garante Trump

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