Histórico de atualizações
  • Bom dia. Este liveblog fica arquivado, mas o Observador já abriu um novo para continuar a acompanhar os desenvolvimentos da guerra no Médio Oriente ao longo desta quarta-feira. Pode segui-lo aqui.

    União Europeia vai agir para prevenir radicalização e antissemitismo, garante Von der Leyen

  • O que aconteceu até agora

    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impôs medidas restritivas à entrada de cidadãos de seis países, incluindo a Palestina, nos Estados Unidos. A Casa Branca justifica estas restrições como uma medida de segurança para avaliar adequadamente os riscos que podem representar, apontando também preocupações relacionadas com contraterrorismo. Especificamente, salientam que vários grupos terroristas operam na Cisjordânia e Faixa de Gaza.
    • Os serviços secretos israelitas, Mossad, solicitaram a diversos países, particularmente na Europa, o reforço de medidas de segurança durante as celebrações de Hanucá e nos mercados de Natal. Esta ação preventiva foi motivada pelo receio de ataques de imitação após o ataque em Sydney.
    • A ideologia do Estado Islâmico pode ter motivado o ataque em Sydney, segundo o primeiro-ministro australiano, que mencionou uma viagem dos atiradores, pai e filho, às Filipinas, região conhecida por focos extremistas. Esta ligação está a ser investigada pelas autoridades australianas.
    • Na Polónia, um estudante foi detido por suspeita de planear um atentado terrorista num mercado de Natal, com ligações ao grupo Estado Islâmico. O estudante, identificado como Mateusz W., estava a tentar conectar-se com grupos terroristas e tinha em sua posse materiais que evidenciavam um plano de ataque iminente.

  • Grupo de parlamentares canadianos barrado de entrar na Cisjordânia pelas forças israelitas

    Uma delegação canadiana, incluindo deputados no Parlamento federal, foi barrada de entrar na Cisjordânia pelas forças de segurança israelitas.

    A proibição foi denunciada no Instagram pela organização não-governamental The Canadian-Muslim Vote, que organizou a viagem para “observar as condições” no local “em primeira mão” e “encontrar-se com vozes judias, cristãs e muçulmanas na região”. “Todos os participantes estão seguros e a regressar via Jordânia”, acrescentou.

    A deputada Jenny Kwan do Novo Partido Democrático, foi uma das representantes no grupo e, numa entrevista à Al Jazeera, questionou se a decisão de reconhecimento do Estado palestiniano contribuiu para o bloqueio e como é que deputados são um motivo de “preocupação para a segurança pública”.

    Uma das deputadas terá sido mesmo “agredita” por agentes de fronteira enquanto tentava perceber onde ia um delegado detido para ser interrogado, contou Kwan.

    “Ela foi empurrada — não uma, nem duas, mas várias vezes — pelos agentes da fronteira”, acrescentou, sublinhando que foi “uma deputada” a ser “tratada desta forma”. “Se fosse uma pessoa comum, o que mais poderia ter acontecido?”, questionou ainda.

  • Trump proíbe entrada de cidadãos de mais seis países, incluindo da Palestina

    O Presidente dos EUA, Donald Trump, proíbiu ou limitou a entrada de cidadãos de seis países nos EUA, anunciou a Casa Branca em comunicado publicado no seu site.

    Entre os países listados destaca-se a Palestina, impondo “restrições totais” a pessoas com passaporte” emitidos pela Autoridade Palestiniana”. Os restantes países listados são o Burkina Faso, Mali, Níger, Sudão do Sul e Síria.

    Estas restrições, explica ainda a Casa Branca, pretendem “impedir a entrada de cidadãos estrangeiros sobre os quais os Estados Unidos não dispõem de informações suficientes para avaliar os riscos que representar”, para além de ações de “contraterrorismo”.

    Sobre a justificação apresentada no caso da Palestina, os EUA dizem que “vários grupos terroristas designados pelos EUA operam ativamente na Cisjordânia ou na Faixa de Gaza e já assassinaram cidadãos americanos” e acusam a Autoridade Palestiniana de exercer um “controlo fraco ou inexistente” sobre os territórios.

    Já sobre a Síria, a Casa Branca diz que o país “está a sair de um longo período de agitação civil e conflitos internos” e que, apesar de estar “a trabalhar para enfrentar os seus desafios de segurança em estreita coordenação com os Estados Unidos”, ainda não têm “uma autoridade central adequada para emitir passaportes”.

    Para além de acusações de terroristas a operar nos territórios dos vários estados listados, os EUA justificam as restrições nas taxas de cidadãos que ultrapassam o prazo. Por exemplo, alegam, 34,77% dos cidadãos de Laos ultrapassam o prazo de vistos de visitante em viagens turísticas ou para trabalho.

  • "Estou a exigir ação -- agora". Netanyahu exige proteção de países ocidentais a comunidades judaicas

    Após o ataque em Bondi Beach, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, veio exigir aos governos dos países ocidentais que protejam as comunidades judaicas e combatam o antissemitismo.

    “Exijo que os países ocidentais façam o que é necessário para combater o antissemitismo e providenciar a segurança e proteção necessárias para as comunidades judaicas no mundo”, disse num vídeo partilhado nas redes sociais. “Estou a exigir ação — agora”.

  • Hamas diz que bebé com duas semanas morreu em Gaza de hipotermia

    O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, afirma que um bebé com duas semanas morreu, segunda-feira, devido a hipotermia, dois dias depois de entrar na área de cuidados intensivos de um hospital.

    Não é referido qual o hospital em que o bebé morreu nem a zona onde estava a família da criança. Mas o bebé é identificado como Mohammed Khalil Abu al-Khair, numa publicação nas redes sociais.

    Por outro lado, a mesma fonte indica que uma pessoa morreu esta manhã depois de um telhado de um campo de deslocados, em Shati, ter colapsado parcialmente devido à chuva intensa. Além dessa vítima mortal, várias outras pessoas terão ficado feridas.

  • Só havia dois polícias no Hanucá em Sydney, onde se juntaram mais de 1.000 pessoas

    Só havia dois polícias no evento em Sydney onde se juntaram mais de 1.000 pessoas para celebrar o início do Hanucá, uma festa judaica que se assinala esta semana. A informação foi transmitida pelo primeiro-ministro do estado de Nova Gales do Sul, Chris Minns, à Sky News Australia.

    O evento, em Sydney, terminou com um atentado em que dois atacantes fortemente armados mataram 15 pessoas e feriram dezenas.

    Minns explicou que os dois polícias em causa estavam no parque no início do ataque e uma viatura policial chegou poucos instantes após o início dos disparos, uma vez que havia patrulhamento nas imediações.

    Testemunhas relataram que os atacantes dispararam durante cerca de dez minutos contra a multidão, composta sobretudo por famílias que participavam na celebração judaica ao ar livre – um evento em que estiveram mais de mil pessoas.

    O chefe do governo estadual sublinhou que a polícia respondeu ao ataque trocando tiros com os suspeitos, apesar de estes estarem armados com uma arma de maior alcance e terem vantagem tática. Vários agentes dispararam a cerca de 50 metros, conseguindo neutralizar os dois atacantes, um dos quais morreu no local, enquanto o outro se encontra em estado crítico no hospital.

  • Estudante polaco detido por suspeitas de estar a planear ataque a mercado de Natal

    Os serviços de segurança da Polónia detiveram um estudante suspeito de estar a preparar um “atentado de grandes dimensões” num mercado de Natal, anunciou um porta-voz das autoridades polacas citado pela Reuters.

    Segundo Jacek Dobrzyński, porta-voz dos serviços especiais polacos, o suspeito — identificado como Mateusz W., estudante da Universidade Católica de Lublin — planeava levar a cabo um atentado com recurso a explosivos e estava a tentar estabelecer ligação com uma organização terrorista.

    De acordo com as autoridades, o objetivo do plano seria intimidar a população e apoiar o grupo jihadista Estado Islâmico. No âmbito da investigação, agentes da Agência de Segurança Interna apreenderam suportes de dados e outros materiais que comprovam um cenário de extremismo islâmico.

    O Ministério Público acusou o estudante de atos preparatórios para a execução de um atentado terrorista, que poderia ter provocado a morte ou ferimentos graves em inúmeras pessoas. Está, também, indiciado por ter tentado obter apoio direto de uma organização terrorista para concretizar o ataque.

    O suspeito foi colocado em prisão preventiva por um período inicial de três meses. As autoridades não divulgaram, para já, mais pormenores sobre o caso.

  • Albanese diz que ideologia do Estado Islâmico pode ter motivado ataque em Sydney

    “Parece que foi motivado pela ideologia do Estado Islâmico”, disse o primeiro-ministro australiano sobre o ataque de sábado que provocou a morte de 15 pessoas. A polícia está a investigar uma viagem dos atiradores, pai e filho, a uma região das Filipinas que abriga focos extremistas.

    Albanese diz que ideologia do Estado Islâmico pode ter motivado ataque em Sydney

  • Mossad pede a países, sobretudo europeus, mais segurança em festejos do Hanucá

    Os serviços secretos israelitas (Mossad) pediram a vários países, com especial incidência na Europa, um reforço das medidas de segurança em eventos relacionados com o Hanucá, por receio de possíveis ataques de imitação após o atentado de Bondi, segundo avançam meios de comunicação israelitas citados pelo The Times of Israel.

    De acordo com essas informações, as autoridades de segurança temem que concentrações públicas durante os próximos dias da festividade judaica, a par dos tradicionais mercados de Natal, possam tornar-se alvos de grupos terroristas.

    Ataque contra judeus em Sydney. O que é o Hanucá, que celebração estava a acontecer na praia e quem a organizou?

  • Bom dia.

    Vamos concentrar neste artigo liveblog todas as últimas notícias relacionadas com o conflito no Médio Oriente, ao longo desta terça-feira.

    Trump diz que EUA estão a “investigar” se Israel violou o cessar-fogo e nega desentendimento com Netanyahu

    Deixamos, aqui, a ligação para o liveblog de ontem, segunda-feira, que terminou com a informação de que Trump confirmou que EUA estejam a “investigar” se Israel violou o cessar-fogo.

    Muito obrigado por nos acompanhar.

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