Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a atualidade política nacional ao longo do dia de ontem, segunda-feira.

    Tarifas. Reuniões entre Governo e associações arrancam esta terça-feira

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Ventura e Sousa Real, entre o "andar de joelhos" a implorar alianças e o "servir de muleta" de todos

    Líder do Chega e porta-voz do PAN estiveram frente a frente e voltaram a protagonizar momentos de enorme tensão. Divergiram em quase tudo e acabaram a tentar provar quem era o mais independente.

    Ventura e Sousa Real, entre o “andar de joelhos” a implorar alianças e o “servir de muleta” de todos

  • Montenegro e Raimundo em "confronto de projetos" (com Pedro Nuno à mistura)

    Em campos opostos fizeram questão de o vincar no primeiro frente-a-frente. Luís Montenegro e Paulo Raimundo afastam-se na economia, saúde e defesa. Líder da AD tentou pôr PS no lado de lá.

    Montenegro e Raimundo em “confronto de projetos” (com Pedro Nuno à mistura)

  • Legislativas: MPT manifesta apoio à coligação AD e concorre na Madeira e Açores

    O Partido da Terra (MPT) manifestou esta segunda-feira o seu “apoio político e institucional” à coligação AD, que junta PSD e CDS-PP, e indicou que só vai apresentar listas de candidatos pelos círculos da Madeira e Açores.

    Em comunicado divulgado esta segunda, o MPT anuncia que não se junta formalmente à coligação, mas “manifesta o seu apoio político e institucional à candidatura encabeçada por Luís Montenegro, por acreditar que o futuro de Portugal exige responsabilidade, visão e capacidade de convergência”.

    “Esta decisão traduz-se num compromisso claro para com os portugueses: contribuir ativamente para um projeto de governação que coloque o país no caminho da sustentabilidade, da estabilidade e da justiça intergeracional”, justifica, defendendo que “é tempo de unir vontades em torno de uma solução de governação sólida, abrangente e centrada no bem comum”.

  • O "Vencedor é" dos debates. Montenegro vence por décimas Raimundo, Ventura e Sousa Real empatam

    O tema da empresa familiar de Montenegro ocupou quase nove minutos do debate com Paulo Raimundo. Entre André Ventura e Inês Sousa Real falou-se de muletas de governação e animais.

    O “Vencedor é” dos debates. Montenegro vence por décimas Raimundo, Ventura e Sousa Real empatam

  • ERC: Não está na esfera da ERC definir quem deve representar as candidaturas nas legislativas

    A ERC afirma que não está na sua esfera de decisão a possibilidade de definir quem deve representar determinada candidatura, depois do Livre ter apresentado queixa contra RTP, SIC e TVI sobre o modelo de debates televisivos.

    “Não se encontra na esfera de decisão da ERC [Entidade Reguladora para a Comunicação Social] a possibilidade de definir quem deve representar determinada candidatura, nem qual o representante que poderá ou não ser aceite por parte dos operadores de televisão”, refere a deliberação ERC/2025/126, data desta segunda-feira.

    Desde que “salvaguardados os preceitos da Lei n.º 72-A/2015, de 23 de julho, que estabelece o regime jurídico da cobertura jornalística em período eleitoral”, adianta o regulador dos media, que reconhece como “legítima a expetativa do partido Livre de debater com o líder do PSD e cabeça de lista da coligação PSD/CDS-PP”.

  • "Chega aproveita oportunisticamente para pegar na indignação das pessoas", diz Sousa Real

    “Está na altura de André deixar de mentir ao país e de aproveitar oportunisticamente pegar na indignação das pessoas”, disse Inês Sousa Real.

    A deputada única acusou o Chega de ter faltado ao país por não utilizar o seu numeroso grupo parlamentar para aprovar medidas propostas pelo PAN, ao nível de ajudas a associações de bombeiros e na comparticipação de medicação para a população idosa. Ventura explica que rejeitou as propostas porque “queríamos mais”.

    Ao nível da política verde, o PAN assinalou que a sua proposta para a taxa de carbono permite o financiamento dos passes sociais nos transportes públicos. Nesse sentido, Sousa Real defendeu que as “pessoas querem ajudas para a mobilidade” e afirmou o seu apoio pelo “fim da isenção sobre os produtos petrolíferos. “Estes milhões de euros vão par ao bolso da galp não para o bolso dos portugueses”, justificou.

  • Ventura: "Enquanto não houver clareza e transparência [de Montenegro] nunca será nunca"

    André Ventura, que chegou a dizer que “nunca é nunca” durante uma entrevista, explica agora o que fará no pós-eleições. “Se alguém exigiu esclarecimentos foi o Chega, quando os outros partidos olhavam para um lado, Chega apresentou moção de censura”, começa por dizer.

    “O Chega, onde há corrupção, falta de ética e suspeitas, atua. Se o primeiro-ministro insistir em manter-se à margem de suspeitas graves, [como] não explicar ter dinheiro em várias contas para não ter de as declarar ou de ter comprar casas a pronto em nome dele e dos filhos… Isto faz lembrar José Sócrates. Eu não conseguia chegar a Lisboa e não comprar uma, nem duas”, compara. E aponta que uma pessoa que o consegue “ou é rico ou enriqueceu de forma suspeita e tem de explicar isso”.

    “Fazer um acordo com uma pessoa que existe em não dar essas explicações? Enquanto não houver clareza e transparência nunca será nunca”, garante o líder do Chega.

    Antes Ventura disse ainda que acusou ainda o PAN de ser “um partido radical e ideologicamente vazio” — “O PAN é contra as pessoas”, atira.

  • Inês Sousa Real: "Direito à habitação não é só direito a arrendar, também é direto a comprar"

    Sobre o seu posicionamento no espetro político, a líder do PAN aborda temáticas em que o partido se distancia dos partidos de esquerda.

    No caso da habitação, o PAN diz que “o direito à habitação não é só o direito a arrendar, também é o direto a comprar” e denuncia o “preconceito quanto à iniciativa privada”.

    Inês Sousa Real rejeita as acusações de Ventura sobre o PAN ser “um partido contra o progresso” e “contra as pessoas”.

  • Sousa Real: Conduta no Parlamento tem sido "intolerável"

    Inês Sousa Real caracteriza a conduta dos deputados do Chega no Parlamento como “intolerável”, enumerando episódios em que estes chamaram nomes e fizeram bodyshaming e relembra o caso com a deputada do PS Ana Sofia Antunes.

    “Nunca ouvi um pedido de desculpas”, disse a líder do PAN, acrescentado que “podemos discordar politicamente, mas tem de haver um respeito que, neste momento, não existe”.

  • Ventura acusa PAN de ter "sustentado corrupção de Miguel Albuquerque da Madeira"

    André Ventura recusa pedir desculpa, diz que será um dos deputados mais atingidos desde sempre e nota que Sousa Real é deputada única, apontando “Eu sou candidato a primeiro-ministro.”

    Ainda sobre a corrupção, Ventura aproveitou para dizer que o PAN “sustentou a corrupção de Miguel Albuquerque da Madeira”.

    Segue o debate para a questão animal. “A Inês não gosta mais de animais do que eu”, repete André Ventura, que já há um ano tinha usado o mesmo mote. E questiona: “Sabes quantos touros morrem? Cerca de 300. Quantos são abatidos de forma cruel no abate religioso? Milhões. Chega tentou proibir e o PAN estava do outro lado da barricada”, diz Ventura — “Isso é mentira”, responde Sousa Real.

    “Nós damos o nosso aumento salarial a associações, muitos dão a associações de animais, a Inês fica com o aumento ou dá?”, prossegue Ventura. “Dou a várias associações”, assegura Sousa Real.

  • "Chega é negacionista das alterações climáticas", acusa Sousa Real

    Inês Sousa Real acusa de Ventura de se esconder atrás da discussão sobre a imigração e diz que a entrada de imigrantes em Portugal é “boa para o país”.

    Sobre as causas que dividem os dois partidos, Sousa Real acusa o Chega de ser “negacionista das alterações climáticas”. Já ao nível das aproximações aos partidos do centro, a líder do PAN rejeita ser uma muleta do PS e acusa, por outro lado, o Chega de se ter “posto de joelhos” para constituir Governo em coligação com a AD.

  • Ventura: "PAN, PSD e Livre querem contribuir para invasão de imigrantes e de bandalheira"

    É a vez de André Ventura, que depois de ser acusado de não ter aprovado medidas para a corrupção no Parlamento atirou: “A Inês Sousa Real é uma muleta do PSD e do PS.”

    “Quem andava de joelhos a querer ser parte do Governo de Montenegro era André Ventura não era eu”, responde a deputada do PAN. Ventura segue para dizer que o Chega propôs o confisco prévio dos corruptos, Sousa Real diz que não inviabilizou a medida.

    Ventura reitera que o “Chega é a favor da castração química”, Inês Sousa Real ataca com caso de Nuno Pardal, sem o referir, questionando que se faria o mesmo na bancada, o que leva Ventura a assegurar que sim. O líder do Chega contra-ataca para dizer que o braço direito de Sousa Real é acusado de assédio, Sousa Real assegura que “isso é mentira”.

    “Um violador não deve ter pena suspensa, deve ir para a cadeia, um pedófilo deve ser castrado”, conclui.

    O debate segue para o tema da imigração. “A imigração está a ser descontrolada”, atira Ventura, recordando momentos em que foi considerado “exagerado” e dizendo que, agora, o ministro Leitão Amaro disse que Portugal estava a caminhar para os 15% de imigrantes.

    “Precisamos de imigração controlada”, insiste, apontando que Portugal “é uma bandalheira e que entra qualquer pessoa” — o que o leva a colar novamente o PAN ao PS, dizendo que esteve ao lado de António Costa. “O PAN, PSD e Livre querem contribuir para invasão de imigrantes e de bandalheira”, reitera.

  • Inês Sousa Real diz que Ventura "ainda há uns dias desvalorizava a pedofilia"

    Inês Sousa Real diz que o PAN é o partido que mais tem feito para combater os crimes sexuais como a violação.

    A líder do PAN disse que Ventura “ainda há uns dias desvalorizava a Pedofilia” e acusou o Chega de votar contra a campanhas de sensibilização sobre o bullying e assédio sexual.

    Sobre o combate à violação, Sousa real disse que o crime de violação “deve ser crime público” e que as plataformas digitais têm de ser responsabilizadas quando estão envolvidas nesses casos.

  • Ventura diz que tema das violações é "preocupante": "Partidos como o PAN, o Livre e Bloco de Esquerda tornaram as mulheres objetos"

    O sorteio ditou que é André Ventura a começar o debate. O líder do Chega é questionado relativamente a crimes sexuais, nomeadamente devido ao aumento de penas e castração química, medidas propostas pelo Chega.

    “O que temos assistido é preocupante”, aponta, frisando que já se assistiu “a um aumento significativo do número de violações”. “Achei graça à manifestação que houve porque devia ter sido à porta de partidos porque quando o Chega propôs aumento de penas e castração o PAN e os partidos votaram contra”, diz, relembrando diversas propostas do Chega, nomeadamente relativamente a imigrantes que cometam crimes desse cariz.

    Mesmo no caso da violência doméstica, lembra Ventura, “tudo foi chumbado pelo Governo da AD”. “Partidos como o PAN, o Livre e Bloco de Esquerda tornaram as mulheres objetos”, remata.

  • Arranca agora o segundo debate do dia entre André Ventura (Chega) e Inês Sousa Real (PAN), que vai ser transmitido pela RTP3. O Observador vai acompanhar tudo ao minuto.

  • Montenegro: "Não trocamos as políticas sociais por investimento em Defesa"

    Luís Montenegro fala agora sobre Defesa. “Não trocamos as políticas sociais por investimento em Defesa. São duas coisas cumulativas”, salvaguarda.

    O social-democrata não deixa de ensaiar uma provocação ao comunista. “Quando apoiamos a Ucrânia, apoiámos a defesa dos Direitos Humanos, a integridade de um território europeu. Estamos a apoiar a democracia”, atira. Paulo Raimundo ensaia um protesto, mas o tema prossegue.

    “Os nossos compromissos na área da Defesa são necessários também para nos precavermos”, continua Montenegro, dizendo, ainda assim, que a grande prioridade do Governo com este investimento é criar emprego e investir em tecnologia.

  • Raimundo: "Não precisamos de construir armas, nem bombas, mas medicamentos e comboios"

    Agora sobre Defesa, Raimundo é questionado sobre o aumento do investimento nesta área. “investir recursos públicos na guerra não é nenhuma necessidade do país”, começa logo por dizer Raimundo: “Não precisamos nada disso. Não precisamos de construir armas, nem bombas, mas medicamentos e comboios”.

    O PCP “não troca construir armas pela saúde, pelas pensões, pela segurança social”, enumera o líder comunista. Reconhece que as Forças Armadas devem ser equipadas, mas “zero cêntimos para a guerra”, sublinha.

    Sobre a habitação, Paulo Raimundo diz que a banca continua a acumular lucros e não foi “pedido um cêntimo à banca para resolver esta situação”.

  • Raimundo ataca pelo IRC e diz que "há confronto entre dois projetos". Montenegro junta-o a PS

    Ainda sobre o IRC, Paulo Raimundo diz que nenhuma das baixas do imposto para as empresas contribuiu para os salários, exemplifica. E pede respostas para os jovens.

    Raimundo pergunta sobre “o valor da taxa efectiva que as grandes empresas pagaram em IRC” e responde: “18,5%”. Para o comunista, este é um problema de opções e “um confronto entre dois projetos”. Montenegro concorda e aproveita para dizer que “o PS pensa como o PCP”.

  • Montenegro reconhece "promessa por cumprir" na Saúde

    Montenegro continua a responder sobre o estado do SNS. O social-democrata recorda que este Governo tem aumentado o investimento público e a valorizar as carreiras deste sector, diminuindo, ao mesmo tempo, os tempos de resposta nas consultas e cirurgias.

    A seguir, o primeiro-ministro é confrontado com o aumento de utentes sem médicos de família e a promessa que tinha deixado na campanha eleitoral. “Está por cumprir, é verdade. Vamos renovar a promessa e renovar o esforço para a cumprir.”

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