Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Encerramos por aqui o acompanhamento das últimas informações sobre a realidade política nacional deste artigo liveblog.

    Pode seguir a atualidade política nacional de quarta-feira nesta nova ligação. Obrigado pela sua preferência.

  • Entre amigos estrangeiros e ideologia, um mundo separa Ventura e Rui Tavares

    Ventura e Tavares não concordam em nada, discutem por tudo e acusam-se mutuamente de mentiras. Porta-voz do Livre tentou evitar confronto, mas acabou em discussão acesa com líder do Chega.

    Entre amigos estrangeiros e ideologia, um mundo separa Ventura e Rui Tavares

  • São tão próximos, não eram? Pedro Nuno virou-se ao centro e deixou Mariana a acusá-o de abandonar esquerda

    Pedro Nuno Santos aproveitou confronto com Mariana Mortágua para vincar moderação. Bloquista acusou-o de estar a deixar cair “princípios de esquerda”. A geringonça parece ficar no passado.

    São tão próximos, não eram? Pedro Nuno virou-se ao centro e deixou Mariana a acusá-o de abandonar esquerda

  • O "Vencedor é" dos debates. Pedro Nuno ganha facilmente a Mariana Mortágua, Rui Tavares leva a melhor a André Ventura

    Orçamento para a Defesa e habitação separaram Pedro Nuno Santos e Mortágua, com o líder do PS a apelar ao voto útil. Entre André Ventura e Rui Tavares só houve divisões e um comparação a Trump.

    O “Vencedor é” dos debates. Pedro Nuno ganha facilmente a Mariana Mortágua, Rui Tavares leva a melhor a André Ventura

  • "As vigarices pagam-se caro", diz Tavares a Ventura

    Rui Tavares assume que “vamos a eleições por causa de má governação” e critica o primeiro-ministro por dar explicações “gota-a-gota”. Para o combate à corrupção propõe medidas preventivas “simples”.

    Por outro lado, Tavares critica o discurso dos “países mais corruptos no mundo”, em que todos são vistos como corruptos. “Temos de nos preservar contra os vigaristas na política. As vigarices pagam-se caro”, avisou a Ventura.

  • Rui Tavares pergunta a Ventura o que fará "quando Trump se lembrar que quer os Açores"

    Sobre a Aliança do Atlântico Norte, o líder do Livre lembrou que “a Dinarmarca faz parte da NATO e os EUA querem ficar com parte do seu território”. Perguntou, então, a Ventura o que fará “quando Trump se lembrar que quer os Açores”. Por outro lado, Tavares demonstra maior apoio ao investimento na Defesa europeia “que tem duas potências nucleares”.

  • Ventura atira a "amigos" de Rui Tavares e acusa-o de "irresponsabilidade" devido à posição sobre a NATO

    “A grande questão de Rui Tavares tem a verticalidade de dizer se quer sair da NATO”, foi questionando o líder do Chega. “Ficou a irresponsabilidade de Rui Tavares de dizer que devemos sair da NATO, prescindir dos EUA, gostava de perguntar quem nos defender, se é a China, a Índia, se são os amigos do Irão ou o George Soros”, atira.

    Ventura é questionado relativamente a Luís Montenegro e volta a dizer que Rui Tavares podia era falar dos amigos do Irão e da Palestina, ou de quando esteve ao lado do Hamas. “Vocês já entrou no delírio”, responde Rui Tavares. Ventura concluindo dizendo que Livre votou contra “75% das propostas” para combater corrupção.

  • Tavares: "a grande questão da NATO hoje é saída dos EUA"

    O líder do Livre defende “a construção de uma comunidade europeia para a defesa”. Após Ventura insistir a perguntar se o partido de esquerda defendia a saída da Aliança, Tavares disse que “a grande questão da Aliança hoje em dia é se os EUA saem da NATO”.

    Rui Tavares acusou o líder do Chega de se aproximar de Orban, “o primeiro-ministro mais corrupto da Europa”, Jair Bolsonaro, Marine Le Pen e Donald Trump. Sobre este último disse que, para combater as tarifas norte-americanas, o Estado tem de apoiar os setores da economia que serão mais afetados.

  • Ventura: "Trump está a fazer nos EUA o que temos de fazer na Europa"

    André Ventura diz que há uma diferença no debate: “Eu sou candidato a ser primeiro-ministro, Rui Tavares é candidato a ter quatro ou cinco deputados.” E prossegue para dizer que “este debate está a ter uma história caricata” porque todas as questões que coloca “Rui Tavares não responde”.

    “O Livre é igual a PCP e BE, votar no Livre é votar no PCP e BE”, atira.

    Ventura, questionado sobre o tamanho da bancada, diz que os 50 deputados serviram para “acabar com portagens em várias zonas do país”, para “pôr IRS Jovem diferente do que a AD queria” e “para obrigar o Governo para mudar uma série de políticas em matérias de imigração”. Interrompido, Ventura diz estar “certo de que o Livre terá um camião de casos maiores do que o Chega”.

    Agora, o internacional. Ventura considera que Trump “protegeu o seu mercado” com as tarifas, frisando que hoje a China produz mais em determinados setores do que EUA e Europa, o que o leva a concluir: “Ou protegemos a Europa de mercados exteriores ou vamos acabar um reduto da China. Trump está a fazer nos EUA o que temos de fazer na Europa”, remata.

    Ventura vai interrompendo Tavares e desabafa: “Não responde, é impressionante.”

  • Rui Tavares: "Dêem-me uma oportunidade, diz ele. Não teve uma oportunidade, teve 50"

    Rui Tavares critica a incapacidade do Chega afetar a governação do país com políticas. “Dêem-me uma oportunidade, diz ele, ele não teve uma oportunidade, ele teve 50”.

    “Quando olham para mim, [os portugueses] vêm alguém que genuinamente tem tentado melhorar o país”, disse Tavares. “Se o Livre for o partido que mais sobe e o Chega o que mais desce” será uma boa notícia para a democracia, defendeu.

  • Ventura acusa Tavares de querer dar 5 mil euros a bebés, mesmo aos que não são portugueses

    André Ventura entende que “Rui Tavares defende que se deve dar 5 mil euros a cada bebé que nasce em Portugal”. “Não é [se for] português, pode vir de comboio”, ironiza, acrescentando que isto “teria um custo de cerca e 500 milhões de euros”. “Rui Tavares defende que pode não ter residência, nacionalidade e recebe 5 mil euros”, atira, culpando o Livre de querer “subsidiodependentes” em Portugal.

  • Rui Tavares: "Para desmontar cada mentira de André Ventura, não fazia outra coisa neste debate"

    Rui Tavares aponta contra o líder do Chega: “Para desmontar cada mentira de André Ventura, não fazia outra coisa neste debate”. O líder do Livre pediu para que os portugueses denunciem as mentiras de todos os líderes partidários, admitindo que será muito mais fácil encontrar falsidades de Ventura do que suas.

    E menciona a ligação do Chega ao Presidente norte-americano: “Quem foi a correr para Washington fechar a eleição de Trump agora tem de explicar ao Douro, ao Alentejo, porque é que o vinho, a cortiças, os moldes de Figueira do Foz ou de Aveiro agora têm tarifas muito altas”.

  • Ventura acusa Tavares de querer um SNS com "bar aberto"

    “O SNS tornou-se um bar aberto”, atira, frisando que “o caso das gémeas é um exemplo” — “Rui Tavares quer um serviço nacional de saúde tenha um bar aberto”, reitera, afirmando que o partido que considera que só deve beneficiar do SNS quem tem cinco anos de descontos.

    Relativamente ao IVA do cabaz de alimentar, Ventura diz que foi o Chega que o propôs, apontando que a proposta socialista “mostra como o PS é irresponsável e eleitoralista”. A proposta, diz, “é uma cópia nossa”.

    Aproveita para inserir o tema das portagens, dizendo que “o Chega fez com que acabassem portagens porque já pagámos estas estradas 300 vezes” e para voltar a atirar ao secretário-geral do PS, dizendo que quando estava no Governo era “contra” e agora é a favor.

    “O Livre tem sido contra descida de impostos nos combustíveis e não fez o trabalho de acabar com as portagens”, atira ainda.

  • Rui Tavares diz que "saúde é principal preocupação dos portugueses hoje"

    Rui Tavares afirma que “a saúde é a principal preocupação dos portugueses hoje” e critica a preponderância dos privados nesta área. Para o líder do Livre, os privados “não são complementares” e concorrem ao nível dos pacientes e dos profissionais de saúde.

    Tavares mencionou a proposta do programa Regressar Saúde, que promove o regresso de profissionais desta áres que foram formados em Portugal e, entretanto, partiram para fora. O líder do Livre mencionou o seu apoio pelas USF Modelo B no qual, tendo acesso a um médico de família, os portugueses acabarão por não sobrecarregar tanto as urgência hospitalares.

    “O SNS está a lutar com uma venda nos olhos e a mão atada atrás das costas. Os privados sabem tudo sobre o SNS”, disse Tavares, exigindo mais transparência dos privados.

    Em resposta direta a André Ventura diz que “seria uma enorme injustiça” vedar o acesso ao SNS dos imigrantes.

  • Ventura sobre saúde: "Não podemos continuar a ter indianos, paquistaneses e marroquinos a virem para cá tratar-se ou ter filhos"

    O debate começa com o tema da saúde, com André Ventura a tomar a palavra. Puxa o tema diretamente para a imigração, para dizer que houve novos dados conhecidos e que “estamos a caminho dos 20% de população imigrante” — “Isto deve-se a partidos como o Livre”, acusa, frisando que o Livre “patrocinou políticas” na gerigonça (sendo que o partido de Tavares não fez parte dos acordos).

    Relativamente à saúde, Ventura diz que existe um “verdadeiro problema de saúde”, criticando o Governo de Montenegro de não ter resolvido o problema dos médicos de família.

    “Os portugueses têm [de ter] acesso privilegiado à saúde”, afirma, recordando que o Chega é contra o turismo de saúde, um sistema que acusa o Livre de defender. “Não podemos continuar a ter indianos, paquistaneses e marroquinos a virem para cá tratar-se ou ter filhos”, atira.

    E segue para falar sobre os privados na saúde, dizendo que isso “distingue” os dois partidos. “O Livre votou 99% com o Bloco de Esquerda, esteve ao lado de partidos que deixaram que o Governo de António Costa destruísse a saúde e afastasse médicos”, remata.

  • Arranca agora o segundo debate da noite, entre André Ventura (Chega) e Rui Tavares (Livre), na RTP3. Continue connosco e siga o frente a frente no Observador.

  • BE acusa PS de esperar governar com conforto de Montenegro, Pedro Nuno alerta para "risco"

    A coordenadora do BE diz que Pedro Nuno Santos fez um apelo para ficar à frente do PSD mas “isso não determina nada”.

    “O que está a dizer é que tem uma bala de prata e que essa é Luís Montenegro. Está à espera de governar com a viabilização de Montenegro, com um programa sem nenhuma medida diferente da que foi tentada até agora”, atira. “A estabilidade de que o país precisa faz-se dizendo a verdade: só baixamos os preços da Habitação controlando as rendas”.

    Acrescenta que “há sempre” disponibilidade do BE para negociar acordos.

    “Mariana, foi assim há um ano. A esquerda teve mais votos da AD mas foi a AD que governou, não podemos correr esse risco”, atira ainda Pedro Nuno Santos.

  • Pedro Nuno pede a quem vota à esquerda: "Não dispersem votos"

    Sobre cenário, o líder do PS diz que “só haverá alternativa à AD se o PS vencer as eleições”. Pedro Nuno Santos pede aos portugueses “e aos eleitores que votam à esquerda para não dispersarem votos”.

    Diz mesmo que o PS podia estar a governar se há um ano não tivesse havido esta dispersão de votos.

  • Pedro Nuno diz que "é possível consenso" com AD na imigração

    Sobre a imigração, Pedro Nuno Santos aproveita para um “parêntesis” e diz que o Governo “mais uma vez ultrapassou a linha do que é aceitável a um governo em gestão em mais uma in iniciativa de propaganda despudorada numa matéria onde é possível consensos”.

    O que o PS defende “é a imigração regulada e isso não respeita apenas os que já cá estão mas também quem vem”, diz.

  • BE acusa PS de "abdicar de um princípio" de esquerda na imigração

    Mariana Mortágua é questionada sobre as críticas que fez a Pedro Nuno Santos na sua posição sobre a imigração. Diz que o BE não cede a um princípio básico — “quem está em Portugal deve poder regularizar-se” — e por isso não desiste da manifestação de interesse.

    “O PS está a abdicar desse princípio”, acusa, enumerando outros “princípios de esquerda” de que falou durante o debate. Diz que o princípio da manifestação de interesse estava correto e que haverá intermediários e angariadores privados, assim como máfias, que trarão trabalhadores — “é o pior que podemos fazer do ponto de vista dos princípios”.

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