Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Montenegro: "Quando a Europa está firme, os seus pontos de vista podem ser salvaguardados"
- NATO prepara exercícios no Ártico para os próximos meses
- França interceta petroleiro russo no Mediterrâneo
- "Documentos para acabar com esta guerra estão quase prontos", diz Zelensky. Reuniões trilaterais entre Rússia, Ucrânia e EUA começam amanhã
- Zelensky lamenta que Rússia continue a "operar livremente" na Europa
- Zelensky critica dependência europeia dos EUA: "Se Putin decidir invadir a Lituânia ou atacar a Polónia, quem vai responder?"
- Zelensky acusa líderes europeus de inação na Ucrânia. "A Europa adora discutir o futuro, mas evita agir hoje"
- Zelensky lamenta que Europa continue sem estar preparada para se defender
- Zelensky já está a falar em Davos
- Trump quer empresas da área da defesa a produzir armas mais rapidamente
- Conversa com Zelensky correu bem, mas ainda há "caminho a percorrer" rumo à paz na Ucrânia, diz Trump
- Encontro entre Trump e Zelensky já terminou
- EUA vão renegociar com Dinamarca acordo de 1951 de defesa da Gronelândia
- Trump já está reunido com Zelensky em Davos
- Acordo NATO-EUA visa impedir acesso russo e chinês à Gronelândia
- Merz elogia acordo de Trump para a Gronelândia e diz que ameaça russa no Ártico é para levar a sério
- Situação na Ucrânia discutida em evento matinal em Davos
- "Podemos negociar tudo, mas não a nossa soberania." Primeira-ministra dinamarquesa reage com abertura a acordo Trump-NATO sobre Gronelândia
- Quanto custa a Gronelândia? Entre 200 e 250 milhões de dólares, nas contas de Putin
- Putin reúne-se com emissários norte-americanos
- Fórum Económico Mundial continua em Davos. Trump reúne-se com Zelensky e inaugura "Conselho de Paz"
- O que sabemos sobre o acordo anunciado por Trump para a Gronelândia?
- A História do Dia: As surpresas na manga de Donald Trump
- Líderes da UE tentam hoje enviar sinal de unidade face a ameaças dos EUA
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- Volodymyr Zelensky e Donald Trump reuniram-se em Davos, com o líder ucraniano afirmando que os documentos para acabar com a guerra estão quase prontos. As primeiras reuniões trilaterais entre equipas da Rússia, Ucrânia e EUA estão agendadas para ocorrerem nos Emirados Árabes Unidos, com expectativa de cedências da parte da Rússia. No entanto, Zelensky demonstrou desconfiança na capacidade europeia de agir prontamente em situações de crise, contrastando com a ação decidida dos EUA.
- Donald Trump anunciou um princípio de acordo sobre a Gronelândia com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, após ameaças tarifárias que foram posteriormente retiradas. Este acordo pode envolver direitos minerais e a inclusão da Gronelândia no sistema de defesa anti-mísseis “Cúpula Dourada”. A hipótese de bases militares americanas no território gronelandês também foi discutida, embora a soberania da Dinamarca não deva ser negociada.
- A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, reafirmou que a soberania da Dinamarca não está em causa, mas mostrou abertura para negociações em áreas como política e segurança. Esta posição foi reafirmada após a comunicação frequente com a NATO e as discussões desencadeadas pela controvérsia sobre a Gronelândia.
- Vladimir Putin reiterou que o assunto da Gronelândia é uma questão entre os EUA e a Dinamarca, sem implicações para a Rússia. Em tom irónico, comparou a situação atual com a venda do Alasca aos EUA pelo Império Russo no século XIX, calculando um preço hipotético para a Gronelândia com base em valores históricos ajustados à inflação atual.
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Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a guerra na Ucrânia ao longo do dia de ontem, quinta-feira.
Moscovo confirma reunião entre a Rússia, Ucrânia e os EUA em Abu Dhabi
Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!
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Costa diz que referendo e saída da Gronelândia da UE em 1985 dá "autoridade" ao respeito da vontade da Gronelândia
Na conferência de imprensa, contou o The Guardian, António Costa foi questionado sobre o facto da Gronelândia não fazer parte da União Europeia atualmente, tendo abandonado as então Comunidades Europeias após um referendo de 1982 que deu a vitória à saída do território.
O presidente do Conselho Europeu respondeu que este dá mais autoridade à própria UE para afirmar que “todos têm de respeitar as decisões dos gronelandeses”, algo que tem vindo a ser repetido já que o governo da ilha rejeita a venda aos Estados Unidos.
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Von der Leyen sobre Gronelândia: "Estamos numa melhor posição que há 24 horas"
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse na mesma conferência de imprensa que, nesta altura, se está “numa melhor posição” que nas 24 horas anteriores.
A responsável ecoou o apoio a Copenhaga e Nuuk, declarando “solidariedade inequívoca” com ambos os governos.
Também sublinhou que se defendeu as posições da UE contra os Estados Unidos de uma “maneira firme, embora não-escalatória”, embora assuma que há “contra-medidas comerciais” preparadas caso haja tarifas aplicadas.
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"A obsessão", "o bullying" e os "ziguezagues". Há alguma estratégia na forma como Trump lida com a Gronelândia?
Trump “parece ter desenvolvido um tipo de obsessão em comprar Gronelândia” e ameaçou europeus com tarifas — mas voltou atrás. Ao Observador, especialistas tentam decifrar estratégia do líder dos EUA.
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António Costa apoia Dinamarca e Gronelândia e elogia abandono de novas tarifas dos EUA
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, falou numa conferência de imprensa no fim da reunião do Conselho Europeu para demonstrar apoio à Gronelandia e à Dinamarca, tendo realçado a importância de que as relações com os EUA “deve ser gerida de uma forma cordial e respeituosa”.
“A Europa e os Estados Unidos têm um interesse partilhado na segurança da região ártica. Notavelmente, trabalhando através da NATO”, acrescentou.
Porém, Costa sublinhou o apoio à Copenhaga. “Quero ser muito claro: o Reino da Dinamarca e a Gronelândia têm o apoio total da União Europeia”, declarou Costa, sublinhando que só eles podem decidir sobre assuntos que lhes digam respeito.
Para além disso, o presidente do Conselho Europeu garantiu que a Europa não baixará os braços. “A UE vai continuar a defender os seus interesses e vai defender-se a si própria, os seus estados-membros, os seus cidadãos e as suas empresas contra qualquer forma de coação”, continuou, realçando que tem “as ferramentas para fazê-lo”.
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Gronelândia. "Teremos algo em duas semanas", garante Presidente dos EUA
Questionado a bordo do Air Force One sobre qual é o conceito do projeto de acordo para a Gronelândia, o líder norte-americano revelou que “teriam algo em duas semanas”
“Há um bom espírito para atingirmos algo”, continuou Donald Trump, acrescentando que “têm de conseguir fazer exatamente o que querem”.
Reporter: On Greenland, we’re trying to understand what exactly the concept is. Is the US going take—
Trump: We’ll have something in two weeks. pic.twitter.com/7uwmrka0Ua
— Acyn (@Acyn) January 22, 2026
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Trump diz que Putin e Zelensky querem chegar a um acordo para acabar com a guerra
No Air Force One de regresso a Washington, o Presidente dos EUA, Donald Trump, disse que, tanto Vladimir Putin, como Volodymyr Zelensky, querem chegar a um acordo para acabar com a guerra.
O líder norte-americano afirmou várias vezes aos jornalistas que teve uma “boa” e “muito boa reunião” com o homólogo ucraniano, acrescentando que a Europa fará parte desse acordo se se concretizar.
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Starmer analisou com primeira-ministra dinamarquesa e NATO reforço de segurança no Ártico
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, analisou hoje com a homóloga dinamarquesa Mette Frederiksen e com o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, os próximos passos para reforçar a segurança no Ártico através da Aliança Atlântica, informou o seu gabinete.
Starmer falou por telefone com Rutte, tendo ambos enfatizado a importância vital de os aliados continuarem a trabalhar em conjunto para intensificar a cooperação em matéria de segurança no Ártico.
Depois de os Estados Unidos terem ameaçado anexar a Gronelândia, território pertencente ao Reino da Dinamarca, o primeiro-ministro britânico recebeu também Frederiksen esta tarde na sua residência de campo, Chequers, onde ambos os líderes concordaram que a segurança no Ártico é assunto de preocupação para toda a NATO.
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Reunião EUA, Rússia e Ucrânia: "Tenho muita desconfiança"
Negociações “têm grande risco” de serem mal sucedidas, diz Pedro Nascimento. Especialista explica que Rússia tem objetivos claros: “Congelar os ganhos no terreno”. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.
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Putin, Witkoff e Kushner já estão reunidos no Kremlin
A reunião entre o Presidente russo, Vladimir Putin, o enviado especial de Trump, Steve Witkoff e o genro do líder americano, Jared Kushner, já começou no Kremlin.
Segundo a RIA Novosti, o enviado russo e presidente do fundo soberano, Kirill Dmitriev, o assessor Yuri Ushakov, e o comissário do Serviço Federal de Compras da Administração de Serviços Gerais dos EUA, Josh Grunbaum, também estão presentes.
As imagens da chegada de Putin ao encontro foram publicadas na rede social Telegram pelo Kremlin.
Kremlin/Telegram
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Witkoff e Kushner já estão em Moscovo e já terão chegado ao Kremlin
Os enviados de Donald Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner, já aterraram em Moscovo, noticiou o The Guardian, onde se deverão encontrar com o Presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Segundo a agência russa RIA Novosti, uma comitiva tinha chegado ao Kremlin esta noite. Ainda não é claro, porém, se o encontro ocorrerá ainda esta quinta-feira.
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Tusk avisa EUA sobre diferença entre dominação e liderança
O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, avisou hoje os Estados Unidos (EUA) sobre “a diferença entre dominação e liderança”, após ameaças do Presidente Donald Trump contra países da União Europeia na sua tentativa de controlar a Gronelândia.
“Como primeiro-ministro polaco, estarei sempre dedicado à relação transatlântica. Para nós, os Estados Unidos são o parceiro mais importante quando se trata de segurança, e aceitamos sempre a liderança dos EUA”, afirmou Tusk em declarações à imprensa, ao chegar à cimeira que os líderes europeus estão a realizar hoje à tarde em Bruxelas.
“É por isso que é tão importante para o mundo inteiro, incluindo os nossos parceiros em Washington, compreender a diferença entre dominação e liderança”, continuou Tusk.
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Presidente do Parlamento Europeu diz que “bom senso” dos EUA prevaleceu
A presidente do Parlamento Europeu considerou hoje que o “bom senso prevaleceu”, com o recuo dos Estados Unidos nas ameaças tarifárias, anunciando a continuação das “discussões internas” sobre o acordo comercial UE-EUA, que haviam sido suspensas.
“Como vimos após o aumento das tensões esta semana, podemos dizer, por agora, que o bom senso prevaleceu e podemos afirmar com toda a segurança que não assistimos a qualquer ataque à soberania da Dinamarca ou da Gronelândia, nem à sua integridade territorial”, declarou Roberta Metsola.
Falando à chegada da reunião extraordinária do Conselho Europeu, em Bruxelas, a líder da assembleia europeia apontou que, “para já, a escalada foi afastada”, pelo que “se podem retomar as discussões internas [na assembleia europeia] sobre o comércio entre a UE e os EUA, que tinham sido afetadas pela iminente ameaça de tarifas”.
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Montenegro: "Quando a Europa está firme, os seus pontos de vista podem ser salvaguardados"
Luís Montenegro considerou a reunião informal do Conselho Europeu em Bruxelas “muito importante” num contexto crítico da “segurança coletiva”. “É altura de reafirmarmos a unidade e firmeza da Europa na defesa dos princípios da soberania”, disse aos jornalistas.
O primeiro-ministro adianta que Portugal vai “sustentar” — numa posição de “unidade” com os parceiros europeus — que “qualquer visão de alternativa às Nações Unidas não terá o nosso acolhimento”. “Não há alternativa às Nações Unidas”.
Se a ideia de haver um Conselho de Paz para Gaza pode ter algum acolhimento por Portugal, Montenegro vê como “desajustado” tudo o que possa dar a essa ideia uma “natureza genérica de intervenção concorrencial com o espírito” das Nações Unidas.
O líder do Governo defende que Portugal irá ouvir e decidir com os outros parceiros europeus. “Não há ninguém que possa antecipar o que será o futuro”, face à grande imprevisibilidade. Apesar disso, e sem lamentos, Montenegro diz que “há uma lição que se pode tirar”: “Quando a Europa está firme e unida, os seus pontos de vista podem ser salvaguardados; quando a Europa se divide (…) fica mais frágil e os seus interesses mais difíceis de garantir”.
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Macron avisa que UE se “mantém muito vigilante” sobre Gronelândia
O Presidente francês avisou hoje que a União Europeia (UE) se vai manter “muito vigilante” sobre a Gronelândia, apesar de reconhecer que a situação “é muito mais aceitável”, e disse que a Europa provou que consegue ser respeitada.
“Quando a Europa está unida, forte e reage rapidamente, as coisas voltam ao normal e à calma. Felicito-me que tenhamos começado a semana com escalada, com ameaças de invasão e tarifas, e agora voltámos a uma situação muito mais aceitável”, afirmou Emmanuel Macron em declarações aos jornalistas, ao chegar à cimeira extraordinária do Conselho Europeu, em Bruxelas.
Macron reforçou que “quando a Europa reage de forma unida, manifestando-se disponível para utilizar os instrumentos que tem à disposição perante ameaças, pode ser respeitada”.
“Isso é muito bom e é a política que a França e os europeus querem levar a cabo”, disse, salientando que a Europa é “a favor da paz, da estabilidade e de tranquilidade a nível internacional”, mas, quando algum dos seus Estados-membros é “sujeito a ameaças ou pressões”, está disponível para utilizar os seus instrumentos.
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UE consegue resultados quando se “mantém firme”, diz Dinamarca
O Governo dinamarquês afirmou hoje que a UE aprendeu, nos últimos dias, que “quando se mantém unida” acaba por alcançar resultados, referindo-se à resposta às ameaças norte-americanas sobre a Gronelândia.
“Quando a Europa não está divida, quando se mantém unida, quando é clara e firme, incluindo na vontade para se defender, os resultados aparecem”, salientou a primeira-ministra dinamarquesa, em declarações aos jornalistas à chegada à cimeira extraordinária do Conselho Europeu, em Bruxelas.
“Acho que aprendemos algo nos últimos dias e semanas e agora claro que queremos encontrar uma solução” sobre a Gronelândia, afirmou Mette Frederiksen.
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Eventual participação da Gronelândia na Cúpula Dourada dos EUA é uma possibilidade, diz primeiro-ministro
Apesar da recusa de entregar território para bases, o primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen, mostrou-se aberto a participar no projeto da Cúpula Dourada, desenhado pela Administração Trump.
“Quero ter um diálogo bom e respeituoso em que possamos discutir estas questões. Já temos um acordo de defesa com os EUA através da Dinamarca”, disse, insistindo que essas conversas têm de ser feitas “pelos canais certos”.
“Somos parte da NATO. Estamo dispostos a discutir e fazer mais”, acrescentou.
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Gronelândia diz que soberania é "linha vermelha" e recusa ceder território para base norte-americanas
Jens-Frederik Nielsen, primeiro-ministro da Gronelândia, recusou entregar pequenos pedaços do território para que os EUA possam construir bases militares.
Essa possibilidade terá sido discutida na quarta-feira entre representantes dos aliados da NATO, de acordo com o jornal norte-americano New York Times.
Confrontado com esta notícia, o responsável do território assumiu estar disposto a “discutir muitas coisas”.
“Mas a soberania é uma linha vermelha. A nossa integridade e as nossas fronteiras são definitivamente uma linha vermelha que ninguém pode ultrapassar”, continuou.
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Responsável gronelandês diz não saber o que está previsto no acordo Trump-Rutte
Questionado sobre o suposto acordo atingido no encontro Trump-Rutte na quarta-feira, Jens-Frederik Nielsen insistiu que só a Gronelândia e a Dinamarca podem assinar acordos sobre o mesmo território.
“Em relação ao acordo [EUA-NATO], não sei o que está lá especificamente”, continuou, apontando que um grupo “de alto nível” está a trabalhar numa “solução”.
Gronelândia. O que se sabe dos “princípios para acordo” com a NATO anunciados por Trump